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- Aspectos HistóricosRedimensionamento e Transformações Societárias
- Políticas SociaisPolíticas Sociais no pós CF/1988
- Políticas SociaisPromoção SocialTrabalho
- Políticas SociaisQuestão Social
Apesar de existirem várias maneiras de definir e explorar
os conceitos de risco e vulnerabilidade social, devido às
distintas áreas de conhecimento que fazem uso destas
terminologias, tais conceitos adquirem centralidade na
fundamentação e no plano operacional da política de
assistência social brasileira. Nesse âmbito, o conceito
de vulnerabilidade e risco social é entendido como
articulado aos processos de crise do capital, em meio
ao acirramento do desemprego, à exclusão social e ao
empobrecimento generalizado de parcela significativa
da classe trabalhadora. Tal perspectiva entende também
a problemática da vulnerabilidade social em função dos
impactos que as mudanças socioeconômicas provocaram na sociedade salarial, por meio da erosão
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- Aspectos HistóricosRedimensionamento e Transformações Societárias
- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisConceito e Fundamentos das Políticas Públicas
- Políticas SociaisPromoção SocialTrabalho
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialPrevidência Social
Na maioria dos países capitalistas industrializados,
o complexo previdenciário-assistencial apresenta características como universalidade, reconhecimento legal,
financiamento público e prestações monetárias significativas em complementação ou substituição aos salários.
No Brasil, os pressupostos desse complexo estiveram
presentes na formulação das políticas sociais, a partir
da Constituição Federal de 1988; no entanto, apesar da
perspectiva de direito, a assistência social limita as prestações assistenciais. Os direitos socioassistenciais que
se materializam na garantia de prestações monetárias de
substituição ou complementação de renda são aprisionados pelo critério da
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Apesar de seu caráter inovador e amplo, a seguridade social brasileira acabou se caracterizando como um sistema
híbrido, que conjuga direitos de caráter universal, com direitos derivados e dependentes do trabalho e direitos seletivos. As diretrizes constitucionais, entre as quais a universalidade na cobertura, a uniformidade, a equivalência dos
benefícios e a equidade no custeio, não foram totalmente
materializadas, de forma que as políticas sociais foram
orientadas de formas bastante diferenciadas. Em função
de uma série de elementos conjunturais e estruturais, a
direção das políticas de saúde, previdência e assistência
social não conta com uma lógica social, e sim com o predomínio da lógica
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
Conforme legislação da assistência social, o foco principal dos serviços assistenciais é constituído pelas famílias
em situação de pobreza e exclusão social. Focaliza-se
o grupo familiar e a comunidade por serem espaços
sociais naturais de proteção e inclusão social. O Sistema Único de Assistência Social conceitua dois tipos de
proteção social: a básica e a especial. No âmbito da
proteção social básica, estão inseridos: o Serviço de
Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF);
o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos
e o Serviço de Proteção Social Básica no Domicílio para
pessoas com deficiência e
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
A perspectiva da territorialização trouxe para a assistência
social a possibilidade de superação de sua fragmentação,
de planejamento e monitoramento da rede e a realização
da vigilância social. A simples proximidade dos serviços
dos cidadãos possibilita a antecipação de respostas às
suas necessidades e facilita o acesso, em uma perspectiva de proteção social pró-ativa. No entanto, o território
só se torna um conceito para a análise social quando é
considerado como um espaço vivo, permeado por tempos,
experiências, práticas, tensões e conflitos, ou seja, a partir
do momento em que é pensado juntamente com os atores
que o utilizam como território
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPromoção SocialTrabalhoPerfil e Competência Profissional
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialFamíliaMatricialidade Sociofamiliar
A Política Nacional de Assistência Social traz a proposta
de trabalho com ênfase no socioeducativo, centralizando
a família em suas múltiplas configurações e organizações. É fundamental conhecer a família para a qual os
assistentes sociais dirigem sua prática profissional, compreendendo sua inserção social e o papel a ela destinado.
Do mesmo modo, é necessária a mobilização de recursos
da esfera pública, objetivando a implementação de políticas públicas, de caráter universalista, que assegurem sua
proteção social para que o indivíduo e sua família tenham
condições para prover a sua autonomia, sejam respeitados em seus direitos e tenham a possibilidade de elevar
seu(sua)
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Estudos realizados nos últimos anos têm demonstrado
elevados índices de violência a idosos, entendidos sob
parâmetros demográficos, socioantropológicos e epidemiológicos. A visibilidade social desse grupo etário em
razão do crescimento quantitativo, a tendência de segregação do idoso por meio das tradicionais formas de discriminação e as violências contextualizadas pelo sistema
capitalista e pela teia das mediações intergeracionais são
os principais parâmetros de tais estudos. Porém, nada se
iguala aos abusos e negligências no interior dos próprios
lares, onde o choque de gerações, os problemas de espaço
físico e as dificuldades financeiras costumam se somar a
um imaginário social que considera a velhice como
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A Política Nacional para a População em Situação de
Rua proporcionou visibilidade a esse grupo populacional
na medida em que definiu responsabilidades e assegurou seus direitos, criando inclusive seu Comitê Intersetorial de Acompanhamento e Monitoramento. Compete ao
Comitê desenvolver ações educativas permanentes que
contribuam para a formação de cultura de respeito, ética
e solidariedade entre a população em situação de rua e
os demais grupos sociais, de modo a resguardar a observância aos direitos humanos, ações essas definidas como
seus/suas
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- Políticas SociaisPolíticas Sociais no pós CF/1988
- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
A complexidade do trabalho infantil é manifesta desde a
sua conceituação e causas até as possíveis estratégias
de sua erradicação. No que se refere aos impactos sobre
a integridade e o desenvolvimento de crianças e adolescentes, diferentes estudos evidenciam as péssimas
consequências e os danos para a vida adulta que sofrem
aqueles que trabalham precocemente, em dimensões
como saúde, educação e salário futuro. A partir do final
dos anos 1980, legislações são aprovadas, convenções
ratificadas e ações implementadas no enfrentamento da
questão do trabalho infantil. Em contraste ao cenário de
incertezas e embates, estudiosos e militantes da área
chegaram a um consenso quanto ao fato de que o tema
deva ser tratado como uma grave violação
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- Políticas SociaisPolíticas Sociais no pós CF/1988
- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
A exploração sexual da criança e do adolescente é
crime e deve ser combatida por meio de ações públicas
e sociais que garantam a esse segmento da população
os direitos básicos e acesso a serviços fundamentais. A
lei pune severamente tal prática, requerendo a responsabilização imediata daqueles que exploram a criança ou o
adolescente, obtendo lucro e satisfação às suas custas.
Para quem submeter criança ou adolescente à exploração sexual, o Estatuto da Criança e do Adolescente prevê
a perda de bens e valores utilizados na prática criminosa
em favor do Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, multa e pena de reclusão de
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