Foram encontradas 160 questões.
Considere o retângulo e o paralelepípedo representados pelas figuras 1 e 2, respectivamente.

Admita todas as dimensões em centímetros e a medida da área do retângulo igual a 45 cm2 .
A medida do volume do paralelepípedo é igual a
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Observe a expressão a seguir:

O valor dessa expressão é igual a
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Uma loja especializada em ferramentas de trabalho manual vendeu 93 alicates de um mesmo modelo. Sabe que a quantidade vendida corresponde à 30% do total de alicates que haviam no estoque.
Se cada alicate é vendido a R$ 13,50 o total da venda de todos os alicates será uma quantia, em reais, definida no intervalo
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Uma prefeitura abriu um processo seletivo simplificado disponibilizando 630 vagas para diversos cargos distribuídas da seguinte forma:
➢ 1/6 para pessoas com ensino superior;
➢ 3/7 para pessoas com ensino médio;
➢ 1/3 para pessoas com ensino fundamental e
➢ o restante das vagas para pessoas com necessidades especiais que tenham o ensino fundamental
Os salários serão pagos de acordo com a tabela a seguir:

Sabe-se que nessa prefeitura, possui uma limitação orçamentária mensal de R$ 2.086.000,00 para essa contratação, e foi colocado como norma que o total de despesas com salário dos novos funcionários com necessidades especiais não pode ultrapassar R$ 101.200,00.
De acordo com as informações apresentadas, para cumprir a norma, a prefeitura
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Alan e sua família foram ao shopping fazer um passeio, e anotaram seus gastos no quadro a seguir:

Sabendo que Alan gastou um total de R$ 244,35, o valor de cada sorvete, foi de
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No sistema de numeração decimal do Marco a multiplicação ∆∇∅ × ∇> é igual a
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Meus oito anos
Casimiro de Abreu
Oh! que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que os anos não trazem mais!
Que amor, que sonhos, que flores,
Naquelas tardes fagueiras
sombra das bananeiras,
Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias
Do despontar da existência!
— Respira a alma inocência
Como perfumes a flor;
O mar é — lago sereno,
O céu — um manto azulado,
O mundo — um sonho dourado,
A vida — um hino d'amor!
Que aurora, que sol, que vida,
Que noites de melodia
Naquela doce alegria,
Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d'estrelas,
A terra de aromas cheia
As ondas beijando a areia
E a lua beijando o mar!
Oh! dias da minha infância!
Oh! meu céu de primavera!
Que doce a vida não era
Nessa risonha manhã!
Em vez das mágoas de agora,
Eu tinha nessas delícias
De minha mãe as carícias
E beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberta o peito,
— Pés descalços, braços nus
— Correndo pelas campinas
A roda das cachoeiras,
Atrás das asas ligeiras
Das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos
Ia colher as pitangas,
Trepava a tirar as mangas,
Brincava à beira do mar;
Rezava às Ave-Marias,
Achava o céu sempre lindo.
Adormecia sorrindo
E despertava a cantar!
[...]
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- MorfologiaAdvérbios
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Relato
Em Santos, onde morávamos, minha mãe me lia histórias, meu pai gostava de declamar poesias. Foi em algum momento do ginásio – por volta do que hoje seria a sexta ou sétima série – que li de começo a fim um romance: Inocência, de Taunay, é minha mais remota lembrança de leitura de um romance brasileiro. Livro aberto nos joelhos, afundada de atravessado numa poltrona velha e gorda, num quartinho com máquina de costura, estante de quinquilharias e uma gata branca chamada Minie.
Até então, leitura era coisa doméstica. Tinha a ver apenas comigo mesma, com os livros que havia na estante de quinquilharias de meu pai e com os volumes que avós, tias e madrinhas me davam de presente. No cardápio destas leituras, Monteiro Lobato, as aventuras de Tarzan, os volumes da Biblioteca das Moças. O sítio do Pica Pau Amarelo, as florestas africanas, castelos e cidades europeias constituíam a geografia romanesca que preenchia meus momentos livres.
Mas um dia a escola entrou na história. Dona Célia, nossa professora de português, mandou a gente ler um livro chamado Inocência. Disse que era um romance. Na classe, tinha uma menina chamada Maria Inocência. Loira desbotada, rica e chata. Muito chata. Alguma coisa em minha cabeça dizia que um livro com nome de colega chata não podia ser coisa boa.
Foi por isso que com a maior má vontade do mundo comecei a leitura do romance de Visconde de Taunay, de quem eu nunca tinha ouvido falar: visconde, para mim, era o de Sabugosa. Fui lendo a frio, sem entusiasmo nenhum.
O presságio da chatice confirmava-se, até que apareceu o episódio das borboletas. Aí me interessei pelo livro: um alemão corria caçando borboletas e depois dava a uma delas o nome da heroína do livro... Gostei. Não muito, mas gostei. E passei a olhar o nome das borboletas com olhos diferentes: alguma delas seria a papiloinnocentia da história? [...]
(Marisa Lajolo. Como e por que ler o romance brasileiro. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004. p. 15-7.)
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