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Foram encontradas 60 questões.

“Sou Miguel, tenho 7 anos, gosto de brincar e coleciono carrinhos de corrida em ordem do menor ao maior.”
“Sou Daniela, estudo no 4º ano do Ensino Fundamental. Tenho 10 anos. Gosto de ler, escrever e jogos com desafios matemáticos.”
Entre os 7 e os 12 anos, os alunos elaboram tarefas em um nível cognitivo mais elevado nos seguintes casos, EXCETO:
 

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552547 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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TEXT V
Enunciado 552547-1
Enunciado 552547-2
(http://dilbert.com/strips/comic/2010-12-26/)
Readers of this comic strip may laugh because they will see its:
 

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547961 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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TEXT II
Communicative language teaching
Communicative language teaching rose to prominence in the 1970s and early 1980s as a result of many disparate developments in both Europe and the United States. First, there was an increased demand for language learning, particularly in Europe. The advent of the European Common Market led to widespread European migration, and consequently there was a large population of people who needed to learn a foreign language for work or for personal reasons. At the same time, children were increasingly able to learn foreign languages in school. The number of secondary schools offering languages rose worldwide in the 1960s and 1970s as part of a general trend of curriculum-broadening and modernization, and foreign-language study ceased to be confined to the elite academies. In Britain, the introduction of comprehensive schools meant that almost all children had the opportunity to study foreign languages.
This increased demand put pressure on educators to change their teaching methods. Traditional methods such as grammar translation assumed that students were aiming for mastery of the target language, and that students were willing to study for years before expecting to use the language in real life. However, these assumptions were challenged by adult learners who were busy with work, and by schoolchildren who were less academically able. Educators realized that to motivate these students an approach with a more immediate payoff was necessary.
The trend of progressivism in education provided a further pressure for educators to change their methods. Progressivism holds that active learning is more effective than passive learning, and as this idea gained traction in schools there was a general shift towards using techniques where students were more actively involved, such as group work. Foreign-language education was no exception to this trend, and teachers sought to find new methods that could better embody this shift in thinking.
(http://en.wikipedia.org/wiki/Communicative_language_teaching)
The word “shift” in the phrase “this shift in thinking” means:
 

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De nada adianta um professor exaltar a criticidade, a democracia e o pensamento autônomo, se sua prática é antidialógica, vertical, bancária. A ação generosa que testemunha a palavra a torna viva, a faz palavra viva, dando um significado especial a ela. Assim, não é uma prática puramente descritiva, “mas algo que se faz e que se vive enquanto dele se fala com a força do testemunho” (FREIRE, 2002, p. 41). O testemunho concreto de um professor que possui uma prática autônoma é essencial em uma educação que vise à autonomia. Uma dimensão ética de uma educação que busca formar para a autonomia é:
 

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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
Observando bem o texto, podemos verificar que a posição do jornalista em relação à Polícia Militar(PM) é a de:
 

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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
“Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim.” A oração reduzida de gerúndio sublinhada pode ser adequadamente substituída por uma oração desenvolvida de sentido equivalente, que é:
 

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Uma das bases da concepção de educação integral é a predisposição de receber os educandos como indivíduos multidimensionais. Como elementos indispensáveis à vida escolar podem ser apontados, EXCETO:
 

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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal(A), a verdade é que é bom também falar bem(B), podem crer. Só não dá para falar o tempo todo(C). Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor(D).
O contrário, porém, falar mal sem parar(E), sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
O segmento abaixo em que o termo sublinhado foi substituído por um vocábulo de forma inadequada é:
 

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TEXTO
PALMAS PARA ELA
Jornal do Brasil, 26/5/2000
Embora muitos leitores não acreditem no que vou dizer, porque acham que nós, jornalistas, somos mórbidos e masoquistas, só gostamos de falar mal, a verdade é que é bom também falar bem, podem crer. Só não dá para falar o tempo todo. Um jornal feito só de boas notícias, edificantes, seria uma chatice, como provou o tempo da ditadura, quando os militares tentavam impor pela censura uma imprensa cor- de- rosa, falando sistematicamente a favor.
O contrário, porém, falar mal sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal: estaria obsessivamente voltada para esse lado.
Acho que não. Essa semana, por exemplo, uma das melhores notícias, a mais inesperada, foi uma novidade positiva, que recebeu destaque em toda a mídia, eletrônica e escrita, contrariando a crença de que notícia boa é só notícia ruim. A boa notícia foi que a PM agiu direito, foi impecável, deve por isso receber os parabéns. Portanto, palmas para ela, que ela merece!
“O contrário, porém, falar mal (1) sem parar, sempre do contra, confundindo crítica com mau (2) humor, seria também insuportável – e essa é a crítica que muitos fazem à mídia hoje: “vocês só veem o lado ruim das coisas!”, dizem, achando que a imprensa já está sofrendo de um grave defeito de visão, de uma distorção para o mal (3) estaria obsessivamente voltada para esse lado.” Sobre as três ocorrências numeradas, é correto afirmar que:
 

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531991 Ano: 2014
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: BIO-RIO
Orgão: Pref. Barra Mansa-RJ
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TEXT II
Communicative language teaching
Communicative language teaching rose to prominence in the 1970s and early 1980s as a result of many disparate developments in both Europe and the United States. First, there was an increased demand for language learning, particularly in Europe. The advent of the European Common Market led to widespread European migration, and consequently there was a large population of people who needed to learn a foreign language for work or for personal reasons. At the same time, children were increasingly able to learn foreign languages in school. The number of secondary schools offering languages rose worldwide in the 1960s and 1970s as part of a general trend of curriculum-broadening and modernization, and foreign-language study ceased to be confined to the elite academies. In Britain, the introduction of comprehensive schools meant that almost all children had the opportunity to study foreign languages.
This increased demand put pressure on educators to change their teaching methods. Traditional methods such as grammar translation assumed that students were aiming for mastery of the target language, and that students were willing to study for years before expecting to use the language in real life. However, these assumptions were challenged by adult learners who were busy with work, and by schoolchildren who were less academically able. Educators realized that to motivate these students an approach with a more immediate payoff was necessary.
The trend of progressivism in education provided a further pressure for educators to change their methods. Progressivism holds that active learning is more effective than passive learning, and as this idea gained traction in schools there was a general shift towards using techniques where students were more actively involved, such as group work. Foreign-language education was no exception to this trend, and teachers sought to find new methods that could better embody this shift in thinking.
(http://en.wikipedia.org/wiki/Communicative_language_teaching)
The opposite of “less” in “less academically able” is:
 

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