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De acordo com Martinelli (2011), em seu artigo "O trabalho do assistente social em contextos
hospitalares: desafios cotidianos", no Serviço Social de contextos hospitalares é preciso qualificar o
conhecimento para qualificar a intervenção. Assinale a alternativa CORRETA quanto às atitudes
que esta postura profissional exige.
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Com base no documento: “Parâmetros para atuação de Assistentes Sociais na Política de Saúde”
(CFESS, 2010), assinale a alternativa INCORRETA quanto às principais ações socioassistenciais
que devem ser desenvolvidas pelos Assistentes Sociais na área da saúde.
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Nunes e Dombrowski (2022), em seu artigo "Violência contra a mulher: quem mete a colher? O
serviço social e a produção do conhecimento na área em questão", A violência contra as mulheres é
um fenômeno que se apresenta também no cotidiano profissional dos (as) assistentes sociais e nas
produções científicas da área do Serviço Social, bem como podem ser consideradas um importante indicador sobre o desenvolvimento de políticas públicas de enfrentamento à violência contra as
mulheres. Com relação à violência contra a mulher, assinale a alternativa CORRETA:
I- A violência compõe a expressão da questão social e faz parte de um modus operandi da sociabilidade patriarcal-racista-capitalista, é construto e complexo social, e, como tal, não convém ser analisada de forma isolada ou personificada. II- A problemática da violência contra a mulher, não é um problema público, pois não há desigualdades de sexo/gênero, raça, classe e que demanda de intervenção da sociedade e do Estado. III- Compreende-se a violência contra a mulher como uma violação sistemática de direitos, que fere e afeta não apenas a integridade física, mas, também social, emocional e subjetiva. O desafio é não fragmentar ou dissociar as manifestações de violências estruturais e as violências interpessoais. IV- Os/as assistentes sociais têm nessa conjuntura um grande desafio que é compreender e identificar as diferentes opressões que acometem as mulheres. A formação e a prática do aprimoramento profissional em Serviço Social não é tarefa importante na capacitação dos assistentes sociais para o enfrentamento da violência contra as mulheres.
I- A violência compõe a expressão da questão social e faz parte de um modus operandi da sociabilidade patriarcal-racista-capitalista, é construto e complexo social, e, como tal, não convém ser analisada de forma isolada ou personificada. II- A problemática da violência contra a mulher, não é um problema público, pois não há desigualdades de sexo/gênero, raça, classe e que demanda de intervenção da sociedade e do Estado. III- Compreende-se a violência contra a mulher como uma violação sistemática de direitos, que fere e afeta não apenas a integridade física, mas, também social, emocional e subjetiva. O desafio é não fragmentar ou dissociar as manifestações de violências estruturais e as violências interpessoais. IV- Os/as assistentes sociais têm nessa conjuntura um grande desafio que é compreender e identificar as diferentes opressões que acometem as mulheres. A formação e a prática do aprimoramento profissional em Serviço Social não é tarefa importante na capacitação dos assistentes sociais para o enfrentamento da violência contra as mulheres.
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No artigo "Trabalho em Equipe Interdisciplinar na Contemporaneidade: Limites e Desafios", de
Miranda e Mangini (2020), relata que apesar do reconhecimento da importância do trabalho em
equipe nos mais diversos espaços sócio ocupacionais, muitos obstáculos se colocam para sua
operacionalização, a começar pela ausência de referenciais teórico-práticos que permitam fazer
frente aos limites e desafios do trabalho nesse campo. O Assistente Social pode, a partir de sua
formação, contribuir para a realização do trabalho em equipe interdisciplinar e para a construção de
coletivos de trabalho mais comprometidos e solidários. Podemos afirmar sobre as contribuições do
assistente social para o trabalho em equipe interdisciplinar que:
I- Trata-se de uma mudança de posicionamento que se contrapõe às relações sociais de dominação e exploração que são os modos pelos quais o trabalho está assentado no capitalismo. Essas relações de poder se reproduzem no interior das instituições e das equipes tanto nas relações entre os profissionais quanto com os usuários, a exemplo da estruturação horizontalizada dos processos de trabalho, da igualdade atribuída às categorias profissionais com status econômico e social distinto. II- O enxugamento no quadro de trabalhadores das organizações, o aumento do desemprego conjuntural e estrutural e a crescente pressão por resultados conduzem à instabilidade e à precarização das condições de trabalho, bem como, à fragilidade dos vínculos entre os trabalhadores, comprometendo a qualidade do diálogo e do tipo de troca de conhecimentos necessários para que se efetive um trabalho em equipe realmente interdisciplinar. III- A interdisciplinaridade se torna um horizonte possível à medida que os profissionais de distintas categorias profissionais percebem que a organização coletiva pode contribuir para angariar melhores condições de trabalho e reordenar as relações de poder ante as chefias, ampliando suas margens de autonomia. IV- O trabalho em equipe interdisciplinar não faz com que se repense a maneira como os processos de trabalho se desenrolam, e nem a conjuntura histórica e social ao qual os profissionais encontram-se submetidos, bem como a lógica destrutiva do capital que deturpa a ideia do trabalho em equipe interdisciplinar para extração da mais-valia, interferindo diretamente nas possibilidades de concretização plena desse método de trabalho.
I- Trata-se de uma mudança de posicionamento que se contrapõe às relações sociais de dominação e exploração que são os modos pelos quais o trabalho está assentado no capitalismo. Essas relações de poder se reproduzem no interior das instituições e das equipes tanto nas relações entre os profissionais quanto com os usuários, a exemplo da estruturação horizontalizada dos processos de trabalho, da igualdade atribuída às categorias profissionais com status econômico e social distinto. II- O enxugamento no quadro de trabalhadores das organizações, o aumento do desemprego conjuntural e estrutural e a crescente pressão por resultados conduzem à instabilidade e à precarização das condições de trabalho, bem como, à fragilidade dos vínculos entre os trabalhadores, comprometendo a qualidade do diálogo e do tipo de troca de conhecimentos necessários para que se efetive um trabalho em equipe realmente interdisciplinar. III- A interdisciplinaridade se torna um horizonte possível à medida que os profissionais de distintas categorias profissionais percebem que a organização coletiva pode contribuir para angariar melhores condições de trabalho e reordenar as relações de poder ante as chefias, ampliando suas margens de autonomia. IV- O trabalho em equipe interdisciplinar não faz com que se repense a maneira como os processos de trabalho se desenrolam, e nem a conjuntura histórica e social ao qual os profissionais encontram-se submetidos, bem como a lógica destrutiva do capital que deturpa a ideia do trabalho em equipe interdisciplinar para extração da mais-valia, interferindo diretamente nas possibilidades de concretização plena desse método de trabalho.
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- Assistente SocialEquipes Multiprofissionais/Interdisciplinares
- Proteção SocialProteção Social Básica
- Proteção SocialSaúde
- Proteção SocialFamíliaProteção Social às Pessoas com Deficiência Física ou Mental
De acordo com Nunes e Mangini, em seu artigo "Crise em saúde mental : possibilidades para o
manejo e a intervenção crítica da/o assistente social"(2022), a atenção à crise em saúde mental é um
importante dispositivo de intervenção de cuidado dos serviços de saúde mental, que faz parte da
demanda cotidiana recebida pelas/os assistentes sociais e demais profissionais que compõem a
equipe multiprofissional dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), serviços de urgência e
emergência e atenção básica. Porém, não somente nos serviços de saúde mental, mas também no
âmbito de outras áreas de políticas públicas e sociais, como os serviços de assistência social, podem
ocorrer situações de crise que desafiam os profissionais, visto que a saúde mental tem um caráter
transversal. Podemos afirmar que:
I- Cabe aos profissionais que lidam com a demanda de situações de crise em saúde mental em seu cotidiano conhecer os serviços para os quais encaminhar e tomar as primeiras medidas para a intervenção na crise. II- Diante da crise, é fundamental tanto a necessidade de resolutividade da atenção às demandas que se apresentam no cotidiano quanto de uma intervenção comprometida ética e socialmente. III- A crise em saúde mental é um fenômeno biológico que envolve um processo de sofrimento intensificado que pode se manifestar de diferentes formas, sempre perceptíveis, no qual o usuário não consegue se autorregular. IV- O profissional também pode ter que intervir na crise quando se situa como técnico de referência. Esse é um profissional designado pela equipe para atuar como principal responsável por uma determinada situação objeto de atendimento e acompanhamento.
I- Cabe aos profissionais que lidam com a demanda de situações de crise em saúde mental em seu cotidiano conhecer os serviços para os quais encaminhar e tomar as primeiras medidas para a intervenção na crise. II- Diante da crise, é fundamental tanto a necessidade de resolutividade da atenção às demandas que se apresentam no cotidiano quanto de uma intervenção comprometida ética e socialmente. III- A crise em saúde mental é um fenômeno biológico que envolve um processo de sofrimento intensificado que pode se manifestar de diferentes formas, sempre perceptíveis, no qual o usuário não consegue se autorregular. IV- O profissional também pode ter que intervir na crise quando se situa como técnico de referência. Esse é um profissional designado pela equipe para atuar como principal responsável por uma determinada situação objeto de atendimento e acompanhamento.
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Pereira e Lemos, em seu artigo "O trabalho do/a assistente social no atendimento à população
transgênero e travesti" (2021), a transgeneridade caracteriza-se quando a pessoa não se identifica
com o sexo biológico designado ao nascer, ou seja, quando este não corresponde à identidade de
gênero daquela pessoa. A identidade de gênero representa como alguém se sente e se apresenta no
mundo, sem que isso implique uma relação direta e inevitável com o sexo biológico. Para além
desses conceitos, uma pessoa também pode se identificar com aspectos sociais de mais de um
gênero, flutuando entre ambos, ou com nenhum gênero normativo binário. Sobre a transgeneridade
podemos afirmar:
I- Os preconceitos, as discriminações e as violências que as pessoas trans e travestis sofrem e de que são vítimas, sustentam-se em uma lógica normativa de controle dos corpos, que traz, igualmente, benefícios ao modo de produzir e viver em uma sociedade capitalista. II- O binarismo de gênero pressupõe uma ideologia que afirma que homens e mulheres são radicalmente diferentes e que essa diferença está assentada no sexo biológico, portanto, imutável e inquestionável. III- Aqueles que se reconhecem dentro da transgeneridade, da travestilidade e do não binarismo de gênero são aceitos pela sociedade cisgênera, heterossexista e patriarcal. IV- Ao falar sobre gênero, é essencial compreender as desigualdades entre mulheres e homens como históricas, naturalizando as relações de poder impostas e construídas socialmente.
I- Os preconceitos, as discriminações e as violências que as pessoas trans e travestis sofrem e de que são vítimas, sustentam-se em uma lógica normativa de controle dos corpos, que traz, igualmente, benefícios ao modo de produzir e viver em uma sociedade capitalista. II- O binarismo de gênero pressupõe uma ideologia que afirma que homens e mulheres são radicalmente diferentes e que essa diferença está assentada no sexo biológico, portanto, imutável e inquestionável. III- Aqueles que se reconhecem dentro da transgeneridade, da travestilidade e do não binarismo de gênero são aceitos pela sociedade cisgênera, heterossexista e patriarcal. IV- Ao falar sobre gênero, é essencial compreender as desigualdades entre mulheres e homens como históricas, naturalizando as relações de poder impostas e construídas socialmente.
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Segundo Almeida e Guimarães, em seu artigo "A atuação do assistente social no atendimento
oncológico: realidades, humanização, desafios e possibilidades"(2023), A incidência de câncer no
mundo cresceu 20% nas últimas décadas e os dados indicam que a cada ano 8,8 milhões de pessoas
morrem de câncer, a maioria em países de média e baixa renda. Sobre o assistente social na
oncologia, assinale a alternativa INCORRETA:
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De acordo com a Lei n° 8080, de 19 de setembro de 1990, que dispõe sobre as condições para a
promoção, proteção e recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços
correspondentes e dá outras providências. A saúde é um direito fundamental do ser humano,
devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício e é por meio do
Sistema Único de Saúde (SUS) que as ações e prestação de serviços de saúde são garantidos aos
cidadãos. Sendo assim estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS)
ações:
I- De controle de imigração. II- De Vigilância Sanitária. III- De Saúde do Trabalhador. IV- De Assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica
I- De controle de imigração. II- De Vigilância Sanitária. III- De Saúde do Trabalhador. IV- De Assistência terapêutica integral, inclusive farmacêutica
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- Assistente SocialEquipes Multiprofissionais/Interdisciplinares
- Proteção SocialSaúdeSaúde do Trabalhador
De acordo com as Diretrizes de implantação da Vigilância em Saúde do Trabalhador no SUS,
definido na Portaria GM/MS nº 3252 de dezembro de 2009, a Vigilância em Saúde do Trabalhador
(VISAT) é um componente do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, que visa à promoção da
saúde e à redução da morbimortalidade da população trabalhadora, por meio da integração de ações
que intervenham nos agravos e seus determinantes decorrentes dos modelos de desenvolvimento e
processos produtivos. Assinale a alternativa INCORRETA sobre os princípios da VISAT:
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Considerando as disposições do Código de Ética dos Assistentes Sociais, Resolução CFESS, nº
273, de 13 de março de 1993, Art. 5º, constituem deveres do Assistente Social nas relações com os
usuários:
I- Esclarecer ao iniciar o trabalho, os objetivos e a amplitude de sua atuação profissional. II- Democratizar as informações e o acesso aos programas disponíveis no espaço institucional, como forma de garantir a participação. III- Programar, administrar, executar e repassar os serviços sociais assegurados institucionalmente. IV- Respeitar as normas e princípios éticos das outras profissões.
I- Esclarecer ao iniciar o trabalho, os objetivos e a amplitude de sua atuação profissional. II- Democratizar as informações e o acesso aos programas disponíveis no espaço institucional, como forma de garantir a participação. III- Programar, administrar, executar e repassar os serviços sociais assegurados institucionalmente. IV- Respeitar as normas e princípios éticos das outras profissões.
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