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Foram encontradas 50 questões.

4057460 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
A questão se refere ao texto a seguir.

Educação no Brasil: 4,2 milhões de alunos em atraso escolar

O Brasil tem avançado nos indicadores de educação, mas ainda convive com um desafio persistente: 4,2 milhões de estudantes estão dois anos ou mais atrasados em relação à série ideal para sua idade, segundo análise do Censo Escolar 2024 realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Esse número representa 12,5% das matrículas da educação básica em todo o país. Embora alto, o índice mostra queda em comparação a 2023, quando a distorção idade-série atingia 13,4%. O dado revela que políticas e ações locais têm surtido efeito, mas também que os obstáculos para garantir a permanência escolar ainda são significativos. 

A pesquisa mostra que o atraso escolar não é homogêneo. Entre estudantes negros, 15,2% apresentam defasagem, percentual quase duas vezes maior que o dos brancos (8,1%). A desigualdade também se expressa entre gêneros: 14,6% dos meninos estão atrasados, frente a 10,3% das meninas.
Essas disparidades revelam que a questão vai além da sala de aula e está enraizada em fatores sociais e estruturais. O atraso escolar é reflexo de contextos de desigualdade que afetam principalmente jovens negros, pobres e moradores de regiões mais vulneráveis. 
De acordo com a especialista de educação do Unicef no Brasil, Julia Ribeiro, é preciso superar a visão de que o atraso escolar é responsabilidade individual do aluno. “Quando a gente fala em fracasso escolar, muitas vezes a gente responsabiliza o estudante. Precisamos compreender que existe um conjunto de fatores sociais, econômicos e institucionais que contribui para esse cenário”, afirma.
Ela acrescenta que os alunos em distorção idade-série tendem a se sentir deslocados e menos pertencentes à escola, o que pode aumentar o risco de evasão. A percepção de fracasso impacta a autoestima, o desempenho acadêmico e a motivação para continuar os estudos.
Outro desafio apontado pelo Unicef é a falta de conexão da escola com a vida dos estudantes. Uma pesquisa realizada em 2022 em parceria com o Instituto Ipec mostrou que 33% dos adolescentes acreditam que a escola não sabe nada sobre a sua vida e a de sua família. Esse distanciamento fragiliza o vínculo escolar. 
Em vez de ser um espaço de acolhimento e de construção de pertencimento, a escola pode se tornar um ambiente de exclusão para aqueles que já enfrentam dificuldades sociais e educacionais.
O atraso escolar está diretamente ligado ao risco de abandono, com consequências que se estendem para a vida adulta. Ainda que o país tenha registrado avanços na escolaridade, com 56% dos brasileiros com 25 anos ou mais concluindo o ensino médio em 2024, segundo o IBGE, milhões de pessoas ainda ficam para trás.
O nível educacional é determinante para a inserção profissional. De acordo com a OCDE, possuir ensino superior no Brasil pode mais que dobrar a renda de um trabalhador. Portanto, combater a defasagem escolar desde a infância e a adolescência é também um investimento em mobilidade social e em produtividade econômica. 
Com o objetivo de enfrentar o problema, o Unicef, em parceria com o Instituto Claro e com apoio da Fundação Itaú, desenvolveu a estratégia “Trajetórias de Sucesso Escolar”. O programa busca apoiar redes de ensino na criação de políticas e práticas pedagógicas que combatam a cultura do fracasso escolar.
A proposta é monitorar, acompanhar e implementar ações que garantam a permanência dos estudantes, respeitando as especificidades de cada território. Mais do que indicadores, a estratégia defende a escuta ativa dos alunos e de suas famílias, reconhecendo que cada trajetória é única e exige soluções adaptadas.
O Brasil tem feito progressos no combate ao atraso escolar, mas os números de 2024 mostram que a questão ainda é urgente. Enfrentar a distorção idade-série requer esforços conjuntos de governos, famílias, escolas, comunidades e sociedade civil, para que todos os estudantes possam construir trajetórias educacionais plenas e alcançar melhores oportunidades de vida. 
(Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/educacao-no-brasil-42- milhoes-de-alunos-em-atraso-escolar. Acesso em: 27 jan. 2026)
Assinale a alternativa em que as palavras retiradas do texto estão corretamente classificadas quanto à posição da sílaba tônica, como oxítona (O), paroxítona (P) e proparoxítona (PP):
 

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4057459 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
A questão se refere ao texto a seguir.

Educação no Brasil: 4,2 milhões de alunos em atraso escolar

O Brasil tem avançado nos indicadores de educação, mas ainda convive com um desafio persistente: 4,2 milhões de estudantes estão dois anos ou mais atrasados em relação à série ideal para sua idade, segundo análise do Censo Escolar 2024 realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

Esse número representa 12,5% das matrículas da educação básica em todo o país. Embora alto, o índice mostra queda em comparação a 2023, quando a distorção idade-série atingia 13,4%. O dado revela que políticas e ações locais têm surtido efeito, mas também que os obstáculos para garantir a permanência escolar ainda são significativos. 

A pesquisa mostra que o atraso escolar não é homogêneo. Entre estudantes negros, 15,2% apresentam defasagem, percentual quase duas vezes maior que o dos brancos (8,1%). A desigualdade também se expressa entre gêneros: 14,6% dos meninos estão atrasados, frente a 10,3% das meninas.
Essas disparidades revelam que a questão vai além da sala de aula e está enraizada em fatores sociais e estruturais. O atraso escolar é reflexo de contextos de desigualdade que afetam principalmente jovens negros, pobres e moradores de regiões mais vulneráveis. 
De acordo com a especialista de educação do Unicef no Brasil, Julia Ribeiro, é preciso superar a visão de que o atraso escolar é responsabilidade individual do aluno. “Quando a gente fala em fracasso escolar, muitas vezes a gente responsabiliza o estudante. Precisamos compreender que existe um conjunto de fatores sociais, econômicos e institucionais que contribui para esse cenário”, afirma.
Ela acrescenta que os alunos em distorção idade-série tendem a se sentir deslocados e menos pertencentes à escola, o que pode aumentar o risco de evasão. A percepção de fracasso impacta a autoestima, o desempenho acadêmico e a motivação para continuar os estudos.
Outro desafio apontado pelo Unicef é a falta de conexão da escola com a vida dos estudantes. Uma pesquisa realizada em 2022 em parceria com o Instituto Ipec mostrou que 33% dos adolescentes acreditam que a escola não sabe nada sobre a sua vida e a de sua família. Esse distanciamento fragiliza o vínculo escolar. 
Em vez de ser um espaço de acolhimento e de construção de pertencimento, a escola pode se tornar um ambiente de exclusão para aqueles que já enfrentam dificuldades sociais e educacionais.
O atraso escolar está diretamente ligado ao risco de abandono, com consequências que se estendem para a vida adulta. Ainda que o país tenha registrado avanços na escolaridade, com 56% dos brasileiros com 25 anos ou mais concluindo o ensino médio em 2024, segundo o IBGE, milhões de pessoas ainda ficam para trás.
O nível educacional é determinante para a inserção profissional. De acordo com a OCDE, possuir ensino superior no Brasil pode mais que dobrar a renda de um trabalhador. Portanto, combater a defasagem escolar desde a infância e a adolescência é também um investimento em mobilidade social e em produtividade econômica. 
Com o objetivo de enfrentar o problema, o Unicef, em parceria com o Instituto Claro e com apoio da Fundação Itaú, desenvolveu a estratégia “Trajetórias de Sucesso Escolar”. O programa busca apoiar redes de ensino na criação de políticas e práticas pedagógicas que combatam a cultura do fracasso escolar.
A proposta é monitorar, acompanhar e implementar ações que garantam a permanência dos estudantes, respeitando as especificidades de cada território. Mais do que indicadores, a estratégia defende a escuta ativa dos alunos e de suas famílias, reconhecendo que cada trajetória é única e exige soluções adaptadas.
O Brasil tem feito progressos no combate ao atraso escolar, mas os números de 2024 mostram que a questão ainda é urgente. Enfrentar a distorção idade-série requer esforços conjuntos de governos, famílias, escolas, comunidades e sociedade civil, para que todos os estudantes possam construir trajetórias educacionais plenas e alcançar melhores oportunidades de vida. 
(Disponível em: https://www.educamaisbrasil.com.br/educacao/noticias/educacao-no-brasil-42- milhoes-de-alunos-em-atraso-escolar. Acesso em: 27 jan. 2026)
Analise as afirmações a seguir, com base no texto:
I. Os dados apresentados indicam que houve redução no percentual de estudantes em distorção idade-série entre 2023 e 2024.
II. O texto defende que o atraso escolar deve ser compreendido apenas como consequência de problemas pedagógicos internos à escola.
III. A estratégia “Trajetórias de Sucesso Escolar” propõe ações que consideram as especificidades dos contextos locais e as trajetórias individuais dos estudantes.
Assinale a alternativa CORRETA:
 

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4057458 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP

A questão se refere à tirinha a seguir. 


Enunciado 4548951-1

Na fala “O único problema é que eu tive que penhorar as crianças para conseguir o dinheiro!”, a expressão destacada deve ser interpretada como:
 

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4057457 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP

A questão se refere à tirinha a seguir. 


Enunciado 4548950-1

Na tirinha, o humor é construído principalmente a partir do fato de que o personagem:
 

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4057456 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
O Currículo Comum de Ensino Fundamental de Bauru fundamenta-se teoricamente na articulação entre a Pedagogia Histórico-Crítica e a Psicologia Histórico-Cultural. Na obra “Periodização histórico-cultural do desenvolvimento psíquico”, os autores também se pautam na mesma fundamentação teórica. Sobre a concepção de ensino oriunda da concepção teórica em foco, as sentenças a seguir estão corretas, com EXCEÇÃO de:
 

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4057455 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
Sobre a brincadeira de papéis sociais como atividade guia da criança em idade escolar, assinale a alternativa INCORRETA:
 

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4057454 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
Sobre a comunicação íntima pessoal, atividade guia na adolescência, assinale qual das sentenças a seguir é CORRETA de acordo com a concepção histórico-cultural do desenvolvimento, discutida no Currículo Comum do Ensino Fundamental de Bauru:
 

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4057453 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
A motivação para a atividade de estudo desenvolve-se de maneira natural e espontânea na criança assim que ela ingressa no Ensino Fundamental. 
A atividade de estudo é a atividade guia da criança em idade _____. Sua principal neoformação é o pensamento __________. Os principais elementos da estrutura da atividade de estudo são: compreensão da __________; realização das ações de estudo; realização das ações de controle e de avaliação da aprendizagem feita pelo(a) próprio(a) aluno(a). Uma característica fundamental da atividade de estudo diz respeito à sua configuração como atividade _________, tanto por estar mediada pela atividade do(a) professor(a), como por se desenvolver entre os(as) estudantes.
A alternativa que completa o texto anterior na sequência CORRETA é:
 

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4057452 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
No capítulo "Atividade de estudo como guia do desenvolvimento da criança em idade escolar", presente no Currículo de Bauru, a autora Asbahr (2016) fundamenta-se na perspectiva de autores como Elkonin, Davidov e Vigotski para discutir sobre a organização do ensino. Sobre a formação e estrutura da atividade de estudo, assinale a alternativa CORRETA:
 

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4057451 Ano: 2026
Disciplina: Pedagogia
Banca: Pref. Bauru-SP
Orgão: Pref. Bauru-SP
Sobre o período de transição da atividade guia de jogo para a atividade de estudo, típica do 1º ano do ensino fundamental, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) para as afirmações a seguir:
I. Por possibilitar à criança penetrar no universo das atividades sociolaborais dos adultos, a experiência com o jogo protagonizado promove a formação de necessidades de realização de atividade séria, que possua reconhecimento social, permitindo que se produzam motivos de vinculação com a atividade de estudo. 
II. O jogo de papéis traz como contribuição decisiva para o desenvolvimento do psiquismo no período pré-escolar a formação das bases da conduta autorregulada necessárias à formação da atividade de estudo.
III. Atividades típicas da educação infantil como desenho, pintura, modelagem, construção, chamadas de atividades produtivas, não contribuem para a formação das capacidades necessárias à formação da atividade de estudo.
IV. Observar, escutar, atentar, memorizar e recordar, compreender as instruções e o significado das tarefas são capacidades da criança que se encontram na zona de desenvolvimento iminente da criança na educação infantil e no início do ensino fundamental e vão depender da mediação pedagógica para se concretizarem como desenvolvimento efetivo.
A sequência CORRETA de cima para baixo é:
 

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