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Beber café pode mudar a expressão de nossos genes (para melhor)
Novo estudo pode explicar o porquê da bebida estar associada a tantos benefícios de saúde. E a chave de tudo está em um processo chamado epigenética.
Por Bruno Carbinatto
Você é daqueles que não dispensa um bom cafezinho pela manhã? Se sim, essa é, possivelmente, uma boa notícia. Uma equipe de pesquisadores pode ter encontrado um efeito bastante peculiar na bebida: o café parece alterar a maneira como nossos genes se expressam – para melhor.
Diversas pesquisas anteriores já demonstraram benefícios do café à saúde em áreas variadas. Só para citar alguns: a bebida ajuda a prevenir ataques cardíacos, diabetes e demência, além de melhorar o funcionamento do fígado e da memória. Como se não bastasse, o café também parece estar ligado até a um período de vida mais longo. Mas ninguém nunca soube explicar ao certo o porquê desses benefícios.
O novo estudo, que ainda é preliminar, aponta que o café e, em menor medida, o chá, podem estar ligados a processos epigenéticos em nosso corpo. Epigenética é tudo aquilo que altera a expressão de nossos genes, ou seja, o aumento ou diminuição da atividade de algum gene em determinado momento, sem ter que, de fato, alterar nossa sequência genética. É diferente de uma mutação genética, que altera definitivamente nosso código de genes e é irreversível. Fatores ambientais podem causar alterações epigenéticas, bem como nutricionais – é aí que o café parece entrar.
Na pesquisa, a equipe de cientistas analisou 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana – a base de dados foi propositalmente grande e diversa para generalizar resultados a grandes populações. Eles descobriram que, quanto mais café uma pessoa bebia por dia, mais mudanças epigenéticas elas tinham em 11 partes específicas do DNA. Essas mudanças ocorriam por um processo chamado metilação de DNA, um tipo de mecanismo epigenético que adiciona um grupo metil (grupo formado por um átomo de carbono e três de hidrogênio) na sequência do nosso DNA, sem alterá-la permanentemente.
Mas isso não era suficiente, já que a correlação poderia ser uma mera coincidência ou estar sendo causada por outro fator que não é o café. Por isso, a equipe ajustou os resultados por outros fatores de cada pessoa, como peso, idade, sexo, consumo de álcool ou cigarro e outros. E mesmo depois disso, eles se mantiveram. Ainda não há uma prova de causalidade, mas já existe uma forte indicação de que o café pode mesmo influenciar na ativação de certos genes.
Genes esses, aliás, que tendiam a estar relacionados a processos envolvidos na saúde do corpo, como a digestão, controle de inflamação e proteção contra substâncias químicas nocivas. Se, de fato, o café altera a expressão desses genes, é possível que isso explique seus benefícios em nossa saúde. Mas mesmo a equipe lembra que esse é o primeiro estudo do tipo – são necessários outros para entender melhor como o expresso de cada dia age em nosso corpo.
Adaptado de https: <//super.abril.com.br/saude/beber-cafe-pode-mudar-a-expressao-de-nossos-genes-para-melhor/>. Acesso em 19 mai. 2020.
O termo destacado em: “Só para citar alguns: a bebida ajuda a prevenir ataques cardíacos, diabetes e demência, (...)” recebe acento pelo mesmo motivo que a palavra grifada em
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Beber café pode mudar a expressão de nossos genes (para melhor)
Novo estudo pode explicar o porquê da bebida estar associada a tantos benefícios de saúde. E a chave de tudo está em um processo chamado epigenética.
Por Bruno Carbinatto
Você é daqueles que não dispensa um bom cafezinho pela manhã? Se sim, essa é, possivelmente, uma boa notícia. Uma equipe de pesquisadores pode ter encontrado um efeito bastante peculiar na bebida: o café parece alterar a maneira como nossos genes se expressam – para melhor.
Diversas pesquisas anteriores já demonstraram benefícios do café à saúde em áreas variadas. Só para citar alguns: a bebida ajuda a prevenir ataques cardíacos, diabetes e demência, além de melhorar o funcionamento do fígado e da memória. Como se não bastasse, o café também parece estar ligado até a um período de vida mais longo. Mas ninguém nunca soube explicar ao certo o porquê desses benefícios.
O novo estudo, que ainda é preliminar, aponta que o café e, em menor medida, o chá, podem estar ligados a processos epigenéticos em nosso corpo. Epigenética é tudo aquilo que altera a expressão de nossos genes, ou seja, o aumento ou diminuição da atividade de algum gene em determinado momento, sem ter que, de fato, alterar nossa sequência genética. É diferente de uma mutação genética, que altera definitivamente nosso código de genes e é irreversível. Fatores ambientais podem causar alterações epigenéticas, bem como nutricionais – é aí que o café parece entrar.
Na pesquisa, a equipe de cientistas analisou 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana – a base de dados foi propositalmente grande e diversa para generalizar resultados a grandes populações. Eles descobriram que, quanto mais café uma pessoa bebia por dia, mais mudanças epigenéticas elas tinham em 11 partes específicas do DNA. Essas mudanças ocorriam por um processo chamado metilação de DNA, um tipo de mecanismo epigenético que adiciona um grupo metil (grupo formado por um átomo de carbono e três de hidrogênio) na sequência do nosso DNA, sem alterá-la permanentemente.
Mas isso não era suficiente, já que a correlação poderia ser uma mera coincidência ou estar sendo causada por outro fator que não é o café. Por isso, a equipe ajustou os resultados por outros fatores de cada pessoa, como peso, idade, sexo, consumo de álcool ou cigarro e outros. E mesmo depois disso, eles se mantiveram. Ainda não há uma prova de causalidade, mas já existe uma forte indicação de que o café pode mesmo influenciar na ativação de certos genes.
Genes esses, aliás, que tendiam a estar relacionados a processos envolvidos na saúde do corpo, como a digestão, controle de inflamação e proteção contra substâncias químicas nocivas. Se, de fato, o café altera a expressão desses genes, é possível que isso explique seus benefícios em nossa saúde. Mas mesmo a equipe lembra que esse é o primeiro estudo do tipo – são necessários outros para entender melhor como o expresso de cada dia age em nosso corpo.
Adaptado de https: <//super.abril.com.br/saude/beber-cafe-pode-mudar-a-expressao-de-nossos-genes-para-melhor/>. Acesso em 19 mai. 2020.
Observe o trecho seguinte: “Uma equipe de pesquisadores pode ter encontrado um efeito bastante peculiar na bebida: o café parece alterar a maneira como nossos genes se expressam – para melhor.”. A palavra em destaque, nesse contexto, tem sentido equivalente a
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Beber café pode mudar a expressão de nossos genes (para melhor)
Novo estudo pode explicar o porquê da bebida estar associada a tantos benefícios de saúde. E a chave de tudo está em um processo chamado epigenética.
Por Bruno Carbinatto
Você é daqueles que não dispensa um bom cafezinho pela manhã? Se sim, essa é, possivelmente, uma boa notícia. Uma equipe de pesquisadores pode ter encontrado um efeito bastante peculiar na bebida: o café parece alterar a maneira como nossos genes se expressam – para melhor.
Diversas pesquisas anteriores já demonstraram benefícios do café à saúde em áreas variadas. Só para citar alguns: a bebida ajuda a prevenir ataques cardíacos, diabetes e demência, além de melhorar o funcionamento do fígado e da memória. Como se não bastasse, o café também parece estar ligado até a um período de vida mais longo. Mas ninguém nunca soube explicar ao certo o porquê desses benefícios.
O novo estudo, que ainda é preliminar, aponta que o café e, em menor medida, o chá, podem estar ligados a processos epigenéticos em nosso corpo. Epigenética é tudo aquilo que altera a expressão de nossos genes, ou seja, o aumento ou diminuição da atividade de algum gene em determinado momento, sem ter que, de fato, alterar nossa sequência genética. É diferente de uma mutação genética, que altera definitivamente nosso código de genes e é irreversível. Fatores ambientais podem causar alterações epigenéticas, bem como nutricionais – é aí que o café parece entrar.
Na pesquisa, a equipe de cientistas analisou 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana – a base de dados foi propositalmente grande e diversa para generalizar resultados a grandes populações. Eles descobriram que, quanto mais café uma pessoa bebia por dia, mais mudanças epigenéticas elas tinham em 11 partes específicas do DNA. Essas mudanças ocorriam por um processo chamado metilação de DNA, um tipo de mecanismo epigenético que adiciona um grupo metil (grupo formado por um átomo de carbono e três de hidrogênio) na sequência do nosso DNA, sem alterá-la permanentemente.
Mas isso não era suficiente, já que a correlação poderia ser uma mera coincidência ou estar sendo causada por outro fator que não é o café. Por isso, a equipe ajustou os resultados por outros fatores de cada pessoa, como peso, idade, sexo, consumo de álcool ou cigarro e outros. E mesmo depois disso, eles se mantiveram. Ainda não há uma prova de causalidade, mas já existe uma forte indicação de que o café pode mesmo influenciar na ativação de certos genes.
Genes esses, aliás, que tendiam a estar relacionados a processos envolvidos na saúde do corpo, como a digestão, controle de inflamação e proteção contra substâncias químicas nocivas. Se, de fato, o café altera a expressão desses genes, é possível que isso explique seus benefícios em nossa saúde. Mas mesmo a equipe lembra que esse é o primeiro estudo do tipo – são necessários outros para entender melhor como o expresso de cada dia age em nosso corpo.
Adaptado de https: <//super.abril.com.br/saude/beber-cafe-pode-mudar-a-expressao-de-nossos-genes-para-melhor/>. Acesso em 19 mai. 2020.
Observe o uso do “porquê” em “Novo estudo pode explicar o porquê da bebida estar associada a tantos benefícios de saúde.”. Mantendo a mesma ideia, como tal frase também poderia ser escrita corretamente?
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Beber café pode mudar a expressão de nossos genes (para melhor)
Novo estudo pode explicar o porquê da bebida estar associada a tantos benefícios de saúde. E a chave de tudo está em um processo chamado epigenética.
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Você é daqueles que não dispensa um bom cafezinho pela manhã? Se sim, essa é, possivelmente, uma boa notícia. Uma equipe de pesquisadores pode ter encontrado um efeito bastante peculiar na bebida: o café parece alterar a maneira como nossos genes se expressam – para melhor.
Diversas pesquisas anteriores já demonstraram benefícios do café à saúde em áreas variadas. Só para citar alguns: a bebida ajuda a prevenir ataques cardíacos, diabetes e demência, além de melhorar o funcionamento do fígado e da memória. Como se não bastasse, o café também parece estar ligado até a um período de vida mais longo. Mas ninguém nunca soube explicar ao certo o porquê desses benefícios.
O novo estudo, que ainda é preliminar, aponta que o café e, em menor medida, o chá, podem estar ligados a processos epigenéticos em nosso corpo. Epigenética é tudo aquilo que altera a expressão de nossos genes, ou seja, o aumento ou diminuição da atividade de algum gene em determinado momento, sem ter que, de fato, alterar nossa sequência genética. É diferente de uma mutação genética, que altera definitivamente nosso código de genes e é irreversível. Fatores ambientais podem causar alterações epigenéticas, bem como nutricionais – é aí que o café parece entrar.
Na pesquisa, a equipe de cientistas analisou 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana – a base de dados foi propositalmente grande e diversa para generalizar resultados a grandes populações. Eles descobriram que, quanto mais café uma pessoa bebia por dia, mais mudanças epigenéticas elas tinham em 11 partes específicas do DNA. Essas mudanças ocorriam por um processo chamado metilação de DNA, um tipo de mecanismo epigenético que adiciona um grupo metil (grupo formado por um átomo de carbono e três de hidrogênio) na sequência do nosso DNA, sem alterá-la permanentemente.
Mas isso não era suficiente, já que a correlação poderia ser uma mera coincidência ou estar sendo causada por outro fator que não é o café. Por isso, a equipe ajustou os resultados por outros fatores de cada pessoa, como peso, idade, sexo, consumo de álcool ou cigarro e outros. E mesmo depois disso, eles se mantiveram. Ainda não há uma prova de causalidade, mas já existe uma forte indicação de que o café pode mesmo influenciar na ativação de certos genes.
Genes esses, aliás, que tendiam a estar relacionados a processos envolvidos na saúde do corpo, como a digestão, controle de inflamação e proteção contra substâncias químicas nocivas. Se, de fato, o café altera a expressão desses genes, é possível que isso explique seus benefícios em nossa saúde. Mas mesmo a equipe lembra que esse é o primeiro estudo do tipo – são necessários outros para entender melhor como o expresso de cada dia age em nosso corpo.
Adaptado de https: <//super.abril.com.br/saude/beber-cafe-pode-mudar-a-expressao-de-nossos-genes-para-melhor/>. Acesso em 19 mai. 2020.
Em relação a aspectos fonéticos e fonológicos das palavras em língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta, em destaque, respectivamente, um encontro consonantal e um dígrafo.
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Novo estudo pode explicar o porquê da bebida estar associada a tantos benefícios de saúde. E a chave de tudo está em um processo chamado epigenética.
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Você é daqueles que não dispensa um bom cafezinho pela manhã? Se sim, essa é, possivelmente, uma boa notícia. Uma equipe de pesquisadores pode ter encontrado um efeito bastante peculiar na bebida: o café parece alterar a maneira como nossos genes se expressam – para melhor.
Diversas pesquisas anteriores já demonstraram benefícios do café à saúde em áreas variadas. Só para citar alguns: a bebida ajuda a prevenir ataques cardíacos, diabetes e demência, além de melhorar o funcionamento do fígado e da memória. Como se não bastasse, o café também parece estar ligado até a um período de vida mais longo. Mas ninguém nunca soube explicar ao certo o porquê desses benefícios.
O novo estudo, que ainda é preliminar, aponta que o café e, em menor medida, o chá, podem estar ligados a processos epigenéticos em nosso corpo. Epigenética é tudo aquilo que altera a expressão de nossos genes, ou seja, o aumento ou diminuição da atividade de algum gene em determinado momento, sem ter que, de fato, alterar nossa sequência genética. É diferente de uma mutação genética, que altera definitivamente nosso código de genes e é irreversível. Fatores ambientais podem causar alterações epigenéticas, bem como nutricionais – é aí que o café parece entrar.
Na pesquisa, a equipe de cientistas analisou 15.800 pessoas com ascendência europeia ou africana – a base de dados foi propositalmente grande e diversa para generalizar resultados a grandes populações. Eles descobriram que, quanto mais café uma pessoa bebia por dia, mais mudanças epigenéticas elas tinham em 11 partes específicas do DNA. Essas mudanças ocorriam por um processo chamado metilação de DNA, um tipo de mecanismo epigenético que adiciona um grupo metil (grupo formado por um átomo de carbono e três de hidrogênio) na sequência do nosso DNA, sem alterá-la permanentemente.
Mas isso não era suficiente, já que a correlação poderia ser uma mera coincidência ou estar sendo causada por outro fator que não é o café. Por isso, a equipe ajustou os resultados por outros fatores de cada pessoa, como peso, idade, sexo, consumo de álcool ou cigarro e outros. E mesmo depois disso, eles se mantiveram. Ainda não há uma prova de causalidade, mas já existe uma forte indicação de que o café pode mesmo influenciar na ativação de certos genes.
Genes esses, aliás, que tendiam a estar relacionados a processos envolvidos na saúde do corpo, como a digestão, controle de inflamação e proteção contra substâncias químicas nocivas. Se, de fato, o café altera a expressão desses genes, é possível que isso explique seus benefícios em nossa saúde. Mas mesmo a equipe lembra que esse é o primeiro estudo do tipo – são necessários outros para entender melhor como o expresso de cada dia age em nosso corpo.
Adaptado de https: <//super.abril.com.br/saude/beber-cafe-pode-mudar-a-expressao-de-nossos-genes-para-melhor/>. Acesso em 19 mai. 2020.
Assinale a alternativa correta com relação à construção e à compreensão do texto.
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- Assistência SocialLei 8.742/1993: Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS)Lei 8.742: Organização e da Gestão
A respeito da LOAS, preencha as lacunas e assinale a alternativa correta.
A União apoiará financeiramente o aprimoramento à __________ dos/das ____________ de assistência social, por meio do __________ do Sistema Único de Assistência Social (Suas), para a utilização no âmbito dos Estados, dos Municípios e do Distrito Federal.
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Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Belém-PA
A respeito da supervisão de estágio obrigatório em Serviço Social, é correto afirmar que
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Os meios pelos quais o planejamento de políticas públicas se expressa consistem em:
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Qual das seguintes alternativas apresenta indicadores de avaliação de programas sociais que consideram aspectos sociais, econômicos e políticos nos quais os programas estão inseridos?
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Estabelecer uma relação de causalidade entre um programa e seu resultado consiste em
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