Magna Concursos

Foram encontradas 35 questões.

2810862 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
A astrofísica brasileira que simula buracos negros com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de Eventos - projeto de colaboração internacional entre cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das personalidades mais conhecidas entre divulgadores de ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37 mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o funcionamento de um buraco negro a partir de aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste ano em edição da revista científica Monthly Notices, da associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o título de "Previsão das condições atmosféricas de um buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP - Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação - João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas também, como forma de acelerar o processo, já que o estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell, relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais tradicionais demanda tempo pela abrangência dos cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode ser o método, Roberta explica as variáveis das operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem conservação de massa, conservação de energia, conservação do momento e cada uma dessas são equações EDP, as equações diferenciais parciais, que dependem de variadas, ou seja, variações de parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros, são três equações e uma depende da outra. Então, uma equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos considerados mais simples e até um mês para resultados com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas muito demorados porque preciso, de fato, resolver a equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial, o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de 2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o eixo de sua dissertação de mestrado. Em relação à acentuação gráfica:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810861 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
A astrofísica brasileira que simula buracos negros com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de Eventos - projeto de colaboração internacional entre cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das personalidades mais conhecidas entre divulgadores de ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37 mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o funcionamento de um buraco negro a partir de aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste ano em edição da revista científica Monthly Notices, da associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o título de "Previsão das condições atmosféricas de um buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP - Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação - João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas também, como forma de acelerar o processo, já que o estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell, relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais tradicionais demanda tempo pela abrangência dos cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode ser o método, Roberta explica as variáveis das operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem conservação de massa, conservação de energia, conservação do momento e cada uma dessas são equações EDP, as equações diferenciais parciais, que dependem de variadas, ou seja, variações de parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros, são três equações e uma depende da outra. Então, uma equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos considerados mais simples e até um mês para resultados com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas muito demorados porque preciso, de fato, resolver a equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial, o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de 2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
O segredo está em algo intrínseco a esse tipo de tecnologia.
Em relação ao sujeito da frase, é CORRETO afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810860 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
A astrofísica brasileira que simula buracos negros com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de Eventos - projeto de colaboração internacional entre cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das personalidades mais conhecidas entre divulgadores de ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37 mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o funcionamento de um buraco negro a partir de aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste ano em edição da revista científica Monthly Notices, da associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o título de "Previsão das condições atmosféricas de um buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP - Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação - João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas também, como forma de acelerar o processo, já que o estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell, relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais tradicionais demanda tempo pela abrangência dos cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode ser o método, Roberta explica as variáveis das operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem conservação de massa, conservação de energia, conservação do momento e cada uma dessas são equações EDP, as equações diferenciais parciais, que dependem de variadas, ou seja, variações de parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros, são três equações e uma depende da outra. Então, uma equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos considerados mais simples e até um mês para resultados com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas muito demorados porque preciso, de fato, resolver a equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial, o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de 2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
A gente tem conservação de massa, conservação de energia, conservação do momento.
Assinale a opção CORRETA quanto à sintaxe da frase em questão.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810859 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
A astrofísica brasileira que simula buracos negros com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de Eventos - projeto de colaboração internacional entre cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das personalidades mais conhecidas entre divulgadores de ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37 mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o funcionamento de um buraco negro a partir de aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste ano em edição da revista científica Monthly Notices, da associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o título de "Previsão das condições atmosféricas de um buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP - Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação - João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas também, como forma de acelerar o processo, já que o estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell, relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais tradicionais demanda tempo pela abrangência dos cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode ser o método, Roberta explica as variáveis das operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem conservação de massa, conservação de energia, conservação do momento e cada uma dessas são equações EDP, as equações diferenciais parciais, que dependem de variadas, ou seja, variações de parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros, são três equações e uma depende da outra. Então, uma equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos considerados mais simples e até um mês para resultados com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas muito demorados porque preciso, de fato, resolver a equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial, o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de 2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
A ideia veio não 'só' pelo avanço da tecnologia em 'si'.
Os termos em destaque são, respectivamente:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810858 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
A astrofísica brasileira que simula buracos negros com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de Eventos - projeto de colaboração internacional entre cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das personalidades mais conhecidas entre divulgadores de ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37 mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o funcionamento de um buraco negro a partir de aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste ano em edição da revista científica Monthly Notices, da associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o título de "Previsão das condições atmosféricas de um buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP - Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação - João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas também, como forma de acelerar o processo, já que o estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell, relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais tradicionais demanda tempo pela abrangência dos cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode ser o método, Roberta explica as variáveis das operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem conservação de massa, conservação de energia, conservação do momento e cada uma dessas são equações EDP, as equações diferenciais parciais, que dependem de variadas, ou seja, variações de parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros, são três equações e uma depende da outra. Então, uma equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos considerados mais simples e até um mês para resultados com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas muito demorados porque preciso, de fato, resolver a equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial, o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de 2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
Você não precisa da matemática de fato.
Em relação ao predicado da frase, é correto afirmar que:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810857 Ano: 2023
Disciplina: Redação Oficial
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
Na Correspondência oficial, é necessário atenção para o uso dos pronomes de tratamento em três momentos distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do texto. Julgue as opções abaixo marque V(verdadeiro) e F(falso) referente a utilização de pronomes de tratamento no texto oficial.
(__)No texto oficial, ao Presidente da República é permitido o uso de abreviatura, V. Exa..
(__)No texto oficial, para outros postos militares, que não seja ao Oficial General das Forças Armadas, é permitido o uso de abreviatura, V. Sa..
(__)No texto oficial, ao Embaixador, é permitido uso de abreviatura, V. Exa..
Fonte: Manual de Redação da Presidência da República.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810856 Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
No artigo 37 da Constituição Federal elenca os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência como pilares de sustentação de toda atividade estatal.
Com base no texto constitucional, assinale a alternativa que indica corretamente quem deve obedecer aos princípios:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810855 Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
De acordo com o Poder Legislativo e Executivo Municipal, avalie as alternativas abaixo e assinale a opção ERRADA.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810854 Ano: 2023
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
Pautado na Lei nº 9.784/1999, os atos administrativos deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos fundamentos jurídicos, EXCETO quando:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2810853 Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: AMEOSC
Orgão: Pref. Belmonte-SC
Provas:
São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social, EXCETO:
Fonte: Constituição Federal de 1988.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas