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A astrofísica brasileira que simula buracos negros
com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de
Eventos - projeto de colaboração internacional entre
cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em
astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e
seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do
THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos
negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a
inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das
personalidades mais conhecidas entre divulgadores de
ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil
seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37
mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde
divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o
eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o
funcionamento de um buraco negro a partir de
aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste
ano em edição da revista científica Monthly Notices, da
associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o
título de "Previsão das condições atmosféricas de um
buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo
piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP -
Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação -
João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa
de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa
desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao
trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar
entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas
também, como forma de acelerar o processo, já que o
estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma
simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell,
relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais
tradicionais demanda tempo pela abrangência dos
cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de
dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode
ser o método, Roberta explica as variáveis das
operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem
conservação de massa, conservação de energia,
conservação do momento e cada uma dessas são
equações EDP, as equações diferenciais parciais, que
dependem de variadas, ou seja, variações de
parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros,
são três equações e uma depende da outra. Então, uma
equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos
considerados mais simples e até um mês para resultados
com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas
muito demorados porque preciso, de fato, resolver a
equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência
artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e
retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo
intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa
da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os
padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o
pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial,
o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de
2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a
pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas
ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
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A astrofísica brasileira que simula buracos negros
com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de
Eventos - projeto de colaboração internacional entre
cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em
astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e
seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do
THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos
negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a
inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das
personalidades mais conhecidas entre divulgadores de
ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil
seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37
mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde
divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o
eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o
funcionamento de um buraco negro a partir de
aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste
ano em edição da revista científica Monthly Notices, da
associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o
título de "Previsão das condições atmosféricas de um
buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo
piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP -
Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação -
João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa
de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa
desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao
trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar
entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas
também, como forma de acelerar o processo, já que o
estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma
simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell,
relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais
tradicionais demanda tempo pela abrangência dos
cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de
dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode
ser o método, Roberta explica as variáveis das
operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem
conservação de massa, conservação de energia,
conservação do momento e cada uma dessas são
equações EDP, as equações diferenciais parciais, que
dependem de variadas, ou seja, variações de
parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros,
são três equações e uma depende da outra. Então, uma
equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos
considerados mais simples e até um mês para resultados
com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas
muito demorados porque preciso, de fato, resolver a
equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência
artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e
retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo
intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa
da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os
padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o
pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial,
o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de
2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a
pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas
ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
Em relação ao sujeito da frase, é CORRETO afirmar que:
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A astrofísica brasileira que simula buracos negros
com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de
Eventos - projeto de colaboração internacional entre
cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em
astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e
seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do
THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos
negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a
inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das
personalidades mais conhecidas entre divulgadores de
ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil
seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37
mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde
divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o
eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o
funcionamento de um buraco negro a partir de
aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste
ano em edição da revista científica Monthly Notices, da
associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o
título de "Previsão das condições atmosféricas de um
buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo
piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP -
Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação -
João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa
de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa
desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao
trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar
entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas
também, como forma de acelerar o processo, já que o
estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma
simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell,
relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais
tradicionais demanda tempo pela abrangência dos
cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de
dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode
ser o método, Roberta explica as variáveis das
operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem
conservação de massa, conservação de energia,
conservação do momento e cada uma dessas são
equações EDP, as equações diferenciais parciais, que
dependem de variadas, ou seja, variações de
parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros,
são três equações e uma depende da outra. Então, uma
equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos
considerados mais simples e até um mês para resultados
com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas
muito demorados porque preciso, de fato, resolver a
equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência
artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e
retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo
intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa
da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os
padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o
pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial,
o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de
2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a
pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas
ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
Assinale a opção CORRETA quanto à sintaxe da frase em questão.
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A astrofísica brasileira que simula buracos negros
com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de
Eventos - projeto de colaboração internacional entre
cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em
astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e
seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do
THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos
negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a
inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das
personalidades mais conhecidas entre divulgadores de
ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil
seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37
mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde
divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o
eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o
funcionamento de um buraco negro a partir de
aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste
ano em edição da revista científica Monthly Notices, da
associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o
título de "Previsão das condições atmosféricas de um
buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo
piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP -
Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação -
João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa
de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa
desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao
trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar
entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas
também, como forma de acelerar o processo, já que o
estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma
simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell,
relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais
tradicionais demanda tempo pela abrangência dos
cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de
dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode
ser o método, Roberta explica as variáveis das
operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem
conservação de massa, conservação de energia,
conservação do momento e cada uma dessas são
equações EDP, as equações diferenciais parciais, que
dependem de variadas, ou seja, variações de
parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros,
são três equações e uma depende da outra. Então, uma
equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos
considerados mais simples e até um mês para resultados
com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas
muito demorados porque preciso, de fato, resolver a
equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência
artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e
retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo
intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa
da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os
padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o
pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial,
o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de
2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a
pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas
ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
Os termos em destaque são, respectivamente:
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Questão presente nas seguintes provas
A astrofísica brasileira que simula buracos negros
com inteligência artificial e é fenômeno nas redes
O feito científico denominado Telescópio Horizonte de
Eventos - projeto de colaboração internacional entre
cientistas - mexeu com as emoções da doutoranda em
astronomia Roberta Duarte por tratar de sua paixão e
seu objeto de trabalho. Afinal, assim como a equipe do
THE, Roberta tenta descobrir os mistérios dos buracos
negros. E, para isso, a jovem de vinte e seis anos usa a
inteligência artificial.
Além de seu trabalho, ela se tornou uma das
personalidades mais conhecidas entre divulgadores de
ciência no Brasil. No Twitter, ela tem mais de 118 mil
seguidores e no Instagram eles já somam mais de 37
mil, e ela coleciona passagens por canais de mídia, onde
divulga a Física.
O casamento de astrofísica e ciência da computação é o
eixo de sua dissertação de mestrado, que simula o
funcionamento de um buraco negro a partir de
aprendizado de máquina, e foi publicado em março deste
ano em edição da revista científica Monthly Notices, da
associação inglesa Royal Astronomical Society, sob o
título de "Previsão das condições atmosféricas de um
buraco negro com aprendizado de máquina: um estudo
piloto".
Assinada também pelo astrofísico e professor da USP -
Rodrigo Nemmen - e pelo cientista da computação -
João Paulo Navarro -, arquiteto de soluções da empresa
de computação gráfica Nvidia, a tese é fruto de pesquisa
desenvolvida por Roberta desde 2019 e pioneira ao
trilhar o caminho da inteligência artificial para buscar
entender mais sobre esses objetos celestes.
A ideia veio não só pelo avanço da tecnologia em si, mas
também, como forma de acelerar o processo, já que o
estudo é complexo. "Há muita coisa envolvida em uma
simulação: campos magnéticos, equações de Maxwell,
relatividade geral", enumera a doutoranda.
Tentar montar um projeto desses por vias mais
tradicionais demanda tempo pela abrangência dos
cálculos, além do cruzamento da enorme quantidade de
dados necessários na astronomia.
Ao ser questionada a respeito de quão complexo pode
ser o método, Roberta explica as variáveis das
operações envolvidas.
"São equações de conservação, então, a gente tem
conservação de massa, conservação de energia,
conservação do momento e cada uma dessas são
equações EDP, as equações diferenciais parciais, que
dependem de variadas, ou seja, variações de
parâmetros", diz ela. "E, se você prevê três parâmetros,
são três equações e uma depende da outra. Então, uma
equação afeta a outra."
No processo, vão-se alguns dias para cálculos
considerados mais simples e até um mês para resultados
com maior complexidade. "São cálculos numéricos, mas
muito demorados porque preciso, de fato, resolver a
equação", afirma a pesquisadora. "Com a inteligência
artificial, não. Ela aprende a física do que acontece e
retorna com os resultados."
O segredo para a máquina aprender física está em algo
intrínseco a esse tipo de tecnologia. "Você não precisa
da matemática de fato. Ela olha padrões e entende os
padrões sem resolver a física", afirma Roberta, citando o
pensamento de um dos pioneiros da inteligência artificial,
o canadense Yoshua Bengio, vencedor do Turing de
2019, o prêmio Nobel da computação. "Tende-se a
pensar que a inteligência artificial é boa na lógica, mas
ela é boa para reconhecer padrão", diz ela.
https://www.bbc.com/portuguese/geral-62803019. Adaptado.
Em relação ao predicado da frase, é correto afirmar que:
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Na Correspondência oficial, é necessário atenção para o
uso dos pronomes de tratamento em três momentos
distintos: no endereçamento, no vocativo e no corpo do
texto. Julgue as opções abaixo marque V(verdadeiro) e
F(falso) referente a utilização de pronomes de tratamento
no texto oficial.
(__)No texto oficial, ao Presidente da República é permitido o uso de abreviatura, V. Exa..
(__)No texto oficial, para outros postos militares, que não seja ao Oficial General das Forças Armadas, é permitido o uso de abreviatura, V. Sa..
(__)No texto oficial, ao Embaixador, é permitido uso de abreviatura, V. Exa..
Fonte: Manual de Redação da Presidência da República.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
(__)No texto oficial, ao Presidente da República é permitido o uso de abreviatura, V. Exa..
(__)No texto oficial, para outros postos militares, que não seja ao Oficial General das Forças Armadas, é permitido o uso de abreviatura, V. Sa..
(__)No texto oficial, ao Embaixador, é permitido uso de abreviatura, V. Exa..
Fonte: Manual de Redação da Presidência da República.
Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA dos itens acima, de cima para baixo:
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- Organização do EstadoAdministração PúblicaDisposições Gerais (Art. 37)Princípios da Administração Pública
No artigo 37 da Constituição Federal elenca os princípios
da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e
eficiência como pilares de sustentação de toda atividade
estatal.
Com base no texto constitucional, assinale a alternativa que indica corretamente quem deve obedecer aos princípios:
Com base no texto constitucional, assinale a alternativa que indica corretamente quem deve obedecer aos princípios:
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De acordo com o Poder Legislativo e Executivo
Municipal, avalie as alternativas abaixo e assinale a
opção ERRADA.
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Pautado na Lei nº 9.784/1999, os atos administrativos
deverão ser motivados, com indicação dos fatos e dos
fundamentos jurídicos, EXCETO quando:
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São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de
outros que visem à melhoria de sua condição social,
EXCETO:
Fonte: Constituição Federal de 1988.
Fonte: Constituição Federal de 1988.
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