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Foram encontradas 80 questões.

2051346 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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Sobre a História da emancipação do município de Bertioga, conforme informações disponíveis no portal de sua prefeitura, analise as informações contidas nos itens a seguir.

I. O Movimento Pró-Emancipação de Autonomia de Bertioga, presidido por Licurgo Mazzoni, foi fundado em 1958, e venceu, neste ano, o plebiscito pela autonomia do município.

II. A emancipação do município de Bertioga foi decidida por meio de um plebiscito realizado no dia 19 de maio de 1991.

III. O movimento emancipacionista bertioguense persistiu por aproximadamente 47 anos, desde que o governador Adhemar de Barros anexou Bertioga e todo o litoral norte ao município de Santos, através de decreto, em 1944.

IV. A emancipação político-administrativa de Bertioga foi consolidada, efetivamente, em janeiro de 2003, com a nomeação do Prefeito Municipal pelo Governador do Estado, .

Está correto o afirmado:

 

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2051345 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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O litoral brasileiro recebeu a construção de centenas de fortalezas e fortificações militares, desde o período colonial, construídos para ser uma linha de defesa contra invasões; atualmente, restam por volta de 66 dessas instalações que possuem, além do valor histórico, potencial de atração turística. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que nomeia corretamente um dos fortes brasileiros presentes na região do município de Bertioga.

 

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2051344 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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Considerando os fatos históricos relevantes constantes do portal da Prefeitura de Bertioga, avalie as informações contidas nos Itens a seguir.

I. Após fundar a cidade do Rio de Janeiro, no final do século XVI, Mem de Sá parte em direção ao litoral de Santos e Bertioga, fundando naquela a primeira Vila do Brasil.

II. Hans Staden, artilheiro alemão responsável pela defesa de Bertioga, é aprisionado pelos franceses, Permanecendo cerca de doze meses em cativeiro, até ser libertado pelos Tupinambás.

III. Tribos primitivas vivem na região e deixam como testemunho de sua existência os sambaquis.

Podemos considerar correto o anotado:

 

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2051343 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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O turismo é considerado uma das boas oportunidades econômicas para o Brasil , especialmente por sua diversidade paisagística e, por isso, o município de Bertioga é também um polo com capacidade de atração turística. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que podemos considerar correta, do ponto de vista turístico, sobre o município de Bertioga.

 

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2051342 Ano: 2021
Disciplina: Geografia
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que apresenta corretamente características de relevo e solo presentes no município de Bertioga.

 

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2051341 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Bertioga-SP
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COMO AQUECIMENTO GLOBAL PODE ESTAR POR TRÁS DE 200 MIL CASOS DE DOENÇA RENAL

NO BRASIL

Cuidar dos rins num cenário de aquecimento global exige as mais variadas ações, que vão desde

atitudes simples até políticas públicas complexas.


  • Um estudo que analisou dados de centenas de cidades brasileiras ao longo de 16 anos sugere que o aumento de 1 grau Celsius na temperatura média pode elevar em quase 1% o risco de internações por doenças que afetam os rins. O uestudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Monash, da Austrália, avaliou os registros de saúde de 1.816 cidades brasileiras entre 2000 e 2015.
  • No período, foram registradas mais de 2,7 milhões de internações relacionadas a problemas nesses órgãos, como pielonefrite (um tipo de inflamação), falência renal aguda e doença renal crônica. O trabalho, recém-publicado no periódico especializado The Lancet Regional Health - Américas, sugere que 7,4% de todas essas internações, ou 202 mil casos de crise renal, podem ser atribuídas diretamente ao aumento da temperatura.
  • Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito, os autores especulam algumas possíveis explicações para a ligação entre aumento da temperatura e mais doenças nos rins. "De forma geral, os problemas renais podem acontecer por causa da desidratação, que está relacionada ao aumento na temperatura", explicam os médicos Yuming Guo e Shanshan Li, professores de saúde ambiental e saúde pública da Universidade Monash e autores principais do artigo.
  • A mecânica é relativamente simples: no calor, o suor ajuda a manter a temperatura corporal estável. Mas a perda de líquidos pode dificultar o trabalho dos rins, que sofrem para cumprir a sua missão de filtrar o sangue e manter o equilíbrio de diversas substâncias essenciais para nossa sobrevivência. Esses órgãos, então, podem passar por crises agudas e deixam de funcionar como deveriam ou sofrem com infecções e inflamações decorrentes de todo esse desgaste.
  • O trabalho recém publicado ainda observou que a saúde renal de alguns grupos acaba mais afetada pelo aumento da temperatura. Os que mais sofrem com a subida do calor são as mulheres, as crianças com menos de 4 anos e os idosos com mais de 80 anos. Para o patologista Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos cientistas brasileiros que assinam o estudo, dois fatores ajudam a explicar essa maior vulnerabilidade, especialmente nos extremos da vida. "Indivíduos muito jovens ou muito idosos costumam ter o 'termostato' do corpo, que envolve receptores na pele responsáveis por perceber o calor, imaturo ou desregulado. Com isso, o organismo não aciona muito bem os mecanismos que regulam a temperatura", afirma.
  • Além disso, é necessário ofertar água continuamente para pessoas dessas faixas etárias, pois a percepção de sede é diferente e se modifica ao longo da vida. Sem a vontade de beber água (ou sem a possibilidade de pegar um copo por conta própria, no caso dos bebês), o risco de desidratação fica ainda mais alto. E essa sequência de características e particularidades dessas idades prejudica, mais uma vez, os rins.

  • Fonte: BBC Brasil, disponível em [https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59268767]

    publicado em 18.11.2021 e consultado em 25.11.2021. (Adaptado)

    Leia o trecho a seguir, retirado do quarto parágrafo do texto.

    "Mas a perda de líquidos pode dificultar o trabalho dos rins, que sofrem para cumprir a sua missão de filtrar o sangue e manter o equilíbrio de diversas substâncias essenciais para nossa sobrevivência. Esses órgãos, então, podem passar por crises agudas e deixam de funcionar como deveriam ou sofrem com infecções e inflamações decorrentes de todo esse desgaste."

    Os termos grifados pertencem, respectivamente, às seguintes classes gramaticais:

     

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    2051340 Ano: 2021
    Disciplina: Português
    Banca: IBAM
    Orgão: Pref. Bertioga-SP
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    COMO AQUECIMENTO GLOBAL PODE ESTAR POR TRÁS DE 200 MIL CASOS DE DOENÇA RENAL

    NO BRASIL

    Cuidar dos rins num cenário de aquecimento global exige as mais variadas ações, que vão desde

    atitudes simples até políticas públicas complexas.


  • Um estudo que analisou dados de centenas de cidades brasileiras ao longo de 16 anos sugere que o aumento de 1 grau Celsius na temperatura média pode elevar em quase 1% o risco de internações por doenças que afetam os rins. O uestudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Monash, da Austrália, avaliou os registros de saúde de 1.816 cidades brasileiras entre 2000 e 2015.
  • No período, foram registradas mais de 2,7 milhões de internações relacionadas a problemas nesses órgãos, como pielonefrite (um tipo de inflamação), falência renal aguda e doença renal crônica. O trabalho, recém-publicado no periódico especializado The Lancet Regional Health - Américas, sugere que 7,4% de todas essas internações, ou 202 mil casos de crise renal, podem ser atribuídas diretamente ao aumento da temperatura.
  • Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito, os autores especulam algumas possíveis explicações para a ligação entre aumento da temperatura e mais doenças nos rins. "De forma geral, os problemas renais podem acontecer por causa da desidratação, que está relacionada ao aumento na temperatura", explicam os médicos Yuming Guo e Shanshan Li, professores de saúde ambiental e saúde pública da Universidade Monash e autores principais do artigo.
  • A mecânica é relativamente simples: no calor, o suor ajuda a manter a temperatura corporal estável. Mas a perda de líquidos pode dificultar o trabalho dos rins, que sofrem para cumprir a sua missão de filtrar o sangue e manter o equilíbrio de diversas substâncias essenciais para nossa sobrevivência. Esses órgãos, então, podem passar por crises agudas e deixam de funcionar como deveriam ou sofrem com infecções e inflamações decorrentes de todo esse desgaste.
  • O trabalho recém publicado ainda observou que a saúde renal de alguns grupos acaba mais afetada pelo aumento da temperatura. Os que mais sofrem com a subida do calor são as mulheres, as crianças com menos de 4 anos e os idosos com mais de 80 anos. Para o patologista Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos cientistas brasileiros que assinam o estudo, dois fatores ajudam a explicar essa maior vulnerabilidade, especialmente nos extremos da vida. "Indivíduos muito jovens ou muito idosos costumam ter o 'termostato' do corpo, que envolve receptores na pele responsáveis por perceber o calor, imaturo ou desregulado. Com isso, o organismo não aciona muito bem os mecanismos que regulam a temperatura", afirma.
  • Além disso, é necessário ofertar água continuamente para pessoas dessas faixas etárias, pois a percepção de sede é diferente e se modifica ao longo da vida. Sem a vontade de beber água (ou sem a possibilidade de pegar um copo por conta própria, no caso dos bebês), o risco de desidratação fica ainda mais alto. E essa sequência de características e particularidades dessas idades prejudica, mais uma vez, os rins.

  • Fonte: BBC Brasil, disponível em [https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59268767]

    publicado em 18.11.2021 e consultado em 25.11.2021. (Adaptado)

    Com base em sua leitura e compreensão do texto, considere as afirmações a seguir e julgue se são verdadeiras (V) ou falsas (F).

    I. O estudo analisou dados durante o período de mais de 10 anos.

    II. O estudo contrasta os casos de internação por problemas renais com o aumento da temperatura.

    III. O aumento da temperatura é o efeito obtido pelo aumento de casos de internação por problemas renais.

    IV. A perda excessiva de líquido no calor desencadeia vários problemas ligados aos órgãos comandados pelos rins.

    As afirmações apresentadas são, respectivamente:

     

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    2051339 Ano: 2021
    Disciplina: Português
    Banca: IBAM
    Orgão: Pref. Bertioga-SP
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    COMO AQUECIMENTO GLOBAL PODE ESTAR POR TRÁS DE 200 MIL CASOS DE DOENÇA RENAL

    NO BRASIL

    Cuidar dos rins num cenário de aquecimento global exige as mais variadas ações, que vão desde

    atitudes simples até políticas públicas complexas.


  • Um estudo que analisou dados de centenas de cidades brasileiras ao longo de 16 anos sugere que o aumento de 1 grau Celsius na temperatura média pode elevar em quase 1% o risco de internações por doenças que afetam os rins. O uestudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Monash, da Austrália, avaliou os registros de saúde de 1.816 cidades brasileiras entre 2000 e 2015.
  • No período, foram registradas mais de 2,7 milhões de internações relacionadas a problemas nesses órgãos, como pielonefrite (um tipo de inflamação), falência renal aguda e doença renal crônica. O trabalho, recém-publicado no periódico especializado The Lancet Regional Health - Américas, sugere que 7,4% de todas essas internações, ou 202 mil casos de crise renal, podem ser atribuídas diretamente ao aumento da temperatura.
  • Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito, os autores especulam algumas possíveis explicações para a ligação entre aumento da temperatura e mais doenças nos rins. "De forma geral, os problemas renais podem acontecer por causa da desidratação, que está relacionada ao aumento na temperatura", explicam os médicos Yuming Guo e Shanshan Li, professores de saúde ambiental e saúde pública da Universidade Monash e autores principais do artigo.
  • A mecânica é relativamente simples: no calor, o suor ajuda a manter a temperatura corporal estável. Mas a perda de líquidos pode dificultar o trabalho dos rins, que sofrem para cumprir a sua missão de filtrar o sangue e manter o equilíbrio de diversas substâncias essenciais para nossa sobrevivência. Esses órgãos, então, podem passar por crises agudas e deixam de funcionar como deveriam ou sofrem com infecções e inflamações decorrentes de todo esse desgaste.
  • O trabalho recém publicado ainda observou que a saúde renal de alguns grupos acaba mais afetada pelo aumento da temperatura. Os que mais sofrem com a subida do calor são as mulheres, as crianças com menos de 4 anos e os idosos com mais de 80 anos. Para o patologista Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos cientistas brasileiros que assinam o estudo, dois fatores ajudam a explicar essa maior vulnerabilidade, especialmente nos extremos da vida. "Indivíduos muito jovens ou muito idosos costumam ter o 'termostato' do corpo, que envolve receptores na pele responsáveis por perceber o calor, imaturo ou desregulado. Com isso, o organismo não aciona muito bem os mecanismos que regulam a temperatura", afirma.
  • Além disso, é necessário ofertar água continuamente para pessoas dessas faixas etárias, pois a percepção de sede é diferente e se modifica ao longo da vida. Sem a vontade de beber água (ou sem a possibilidade de pegar um copo por conta própria, no caso dos bebês), o risco de desidratação fica ainda mais alto. E essa sequência de características e particularidades dessas idades prejudica, mais uma vez, os rins.

  • Fonte: BBC Brasil, disponível em [https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59268767]

    publicado em 18.11.2021 e consultado em 25.11.2021. (Adaptado)

    Selecione, a seguir, a alternativa que contém uma afirmação correta sobre as informações mais importantes do quinto parágrafo.

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    2051338 Ano: 2021
    Disciplina: Português
    Banca: IBAM
    Orgão: Pref. Bertioga-SP
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    COMO AQUECIMENTO GLOBAL PODE ESTAR POR TRÁS DE 200 MIL CASOS DE DOENÇA RENAL

    NO BRASIL

    Cuidar dos rins num cenário de aquecimento global exige as mais variadas ações, que vão desde

    atitudes simples até políticas públicas complexas.


  • Um estudo que analisou dados de centenas de cidades brasileiras ao longo de 16 anos sugere que o aumento de 1 grau Celsius na temperatura média pode elevar em quase 1% o risco de internações por doenças que afetam os rins. O uestudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Monash, da Austrália, avaliou os registros de saúde de 1.816 cidades brasileiras entre 2000 e 2015.
  • No período, foram registradas mais de 2,7 milhões de internações relacionadas a problemas nesses órgãos, como pielonefrite (um tipo de inflamação), falência renal aguda e doença renal crônica. O trabalho, recém-publicado no periódico especializado The Lancet Regional Health - Américas, sugere que 7,4% de todas essas internações, ou 202 mil casos de crise renal, podem ser atribuídas diretamente ao aumento da temperatura.
  • Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito, os autores especulam algumas possíveis explicações para a ligação entre aumento da temperatura e mais doenças nos rins. "De forma geral, os problemas renais podem acontecer por causa da desidratação, que está relacionada ao aumento na temperatura", explicam os médicos Yuming Guo e Shanshan Li, professores de saúde ambiental e saúde pública da Universidade Monash e autores principais do artigo.
  • A mecânica é relativamente simples: no calor, o suor ajuda a manter a temperatura corporal estável. Mas a perda de líquidos pode dificultar o trabalho dos rins, que sofrem para cumprir a sua missão de filtrar o sangue e manter o equilíbrio de diversas substâncias essenciais para nossa sobrevivência. Esses órgãos, então, podem passar por crises agudas e deixam de funcionar como deveriam ou sofrem com infecções e inflamações decorrentes de todo esse desgaste.
  • O trabalho recém publicado ainda observou que a saúde renal de alguns grupos acaba mais afetada pelo aumento da temperatura. Os que mais sofrem com a subida do calor são as mulheres, as crianças com menos de 4 anos e os idosos com mais de 80 anos. Para o patologista Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos cientistas brasileiros que assinam o estudo, dois fatores ajudam a explicar essa maior vulnerabilidade, especialmente nos extremos da vida. "Indivíduos muito jovens ou muito idosos costumam ter o 'termostato' do corpo, que envolve receptores na pele responsáveis por perceber o calor, imaturo ou desregulado. Com isso, o organismo não aciona muito bem os mecanismos que regulam a temperatura", afirma.
  • Além disso, é necessário ofertar água continuamente para pessoas dessas faixas etárias, pois a percepção de sede é diferente e se modifica ao longo da vida. Sem a vontade de beber água (ou sem a possibilidade de pegar um copo por conta própria, no caso dos bebês), o risco de desidratação fica ainda mais alto. E essa sequência de características e particularidades dessas idades prejudica, mais uma vez, os rins.

  • Fonte: BBC Brasil, disponível em [https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59268767]

    publicado em 18.11.2021 e consultado em 25.11.2021. (Adaptado)

    Analise o seguinte enunciado retirado do terceiro parágrafo.

    "Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer;· uma relação direta de causa e efeito (...)".

    Em relação à afirmação feita pelos autores, nesse mesmo parágrafo, é possível considerar que:

     

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    Questão presente nas seguintes provas
    2051337 Ano: 2021
    Disciplina: Português
    Banca: IBAM
    Orgão: Pref. Bertioga-SP
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    COMO AQUECIMENTO GLOBAL PODE ESTAR POR TRÁS DE 200 MIL CASOS DE DOENÇA RENAL

    NO BRASIL

    Cuidar dos rins num cenário de aquecimento global exige as mais variadas ações, que vão desde

    atitudes simples até políticas públicas complexas.


  • Um estudo que analisou dados de centenas de cidades brasileiras ao longo de 16 anos sugere que o aumento de 1 grau Celsius na temperatura média pode elevar em quase 1% o risco de internações por doenças que afetam os rins. O uestudo feito pela Universidade de São Paulo (USP) e pela Universidade Monash, da Austrália, avaliou os registros de saúde de 1.816 cidades brasileiras entre 2000 e 2015.
  • No período, foram registradas mais de 2,7 milhões de internações relacionadas a problemas nesses órgãos, como pielonefrite (um tipo de inflamação), falência renal aguda e doença renal crônica. O trabalho, recém-publicado no periódico especializado The Lancet Regional Health - Américas, sugere que 7,4% de todas essas internações, ou 202 mil casos de crise renal, podem ser atribuídas diretamente ao aumento da temperatura.
  • Embora o estudo seja de associação e não permita estabelecer uma relação direta de causa e efeito, os autores especulam algumas possíveis explicações para a ligação entre aumento da temperatura e mais doenças nos rins. "De forma geral, os problemas renais podem acontecer por causa da desidratação, que está relacionada ao aumento na temperatura", explicam os médicos Yuming Guo e Shanshan Li, professores de saúde ambiental e saúde pública da Universidade Monash e autores principais do artigo.
  • A mecânica é relativamente simples: no calor, o suor ajuda a manter a temperatura corporal estável. Mas a perda de líquidos pode dificultar o trabalho dos rins, que sofrem para cumprir a sua missão de filtrar o sangue e manter o equilíbrio de diversas substâncias essenciais para nossa sobrevivência. Esses órgãos, então, podem passar por crises agudas e deixam de funcionar como deveriam ou sofrem com infecções e inflamações decorrentes de todo esse desgaste.
  • O trabalho recém publicado ainda observou que a saúde renal de alguns grupos acaba mais afetada pelo aumento da temperatura. Os que mais sofrem com a subida do calor são as mulheres, as crianças com menos de 4 anos e os idosos com mais de 80 anos. Para o patologista Paulo Saldiva, professor da Faculdade de Medicina da USP e um dos cientistas brasileiros que assinam o estudo, dois fatores ajudam a explicar essa maior vulnerabilidade, especialmente nos extremos da vida. "Indivíduos muito jovens ou muito idosos costumam ter o 'termostato' do corpo, que envolve receptores na pele responsáveis por perceber o calor, imaturo ou desregulado. Com isso, o organismo não aciona muito bem os mecanismos que regulam a temperatura", afirma.
  • Além disso, é necessário ofertar água continuamente para pessoas dessas faixas etárias, pois a percepção de sede é diferente e se modifica ao longo da vida. Sem a vontade de beber água (ou sem a possibilidade de pegar um copo por conta própria, no caso dos bebês), o risco de desidratação fica ainda mais alto. E essa sequência de características e particularidades dessas idades prejudica, mais uma vez, os rins.

  • Fonte: BBC Brasil, disponível em [https://www.bbc.com/portuguese/brasil-59268767]

    publicado em 18.11.2021 e consultado em 25.11.2021. (Adaptado)

    Selecione, a seguir, a alternativa que contém uma afirmação correta sobre as informações mais importantes do primeiro parágrafo.

     

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