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A Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência objetiva assegurar o pleno exercício dos direitos individuais e sociais desse segmento da
população. A incapacidade é definida por essa política
como uma redução da capacidade de integração social,
com necessidade de equipamentos, adaptações, meios
ou recursos especiais, para que a pessoa portadora
de deficiência possa receber ou transmitir informações
necessárias ao seu bem-estar pessoal e ao desempenho
de função ou atividade a ser exercida. De acordo com
o art. 3º, III, da referida Política, trata-se de um redução
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPolíticas Setoriais e Transversais
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social de Média e Alta Complexidade
P.R.B., 57 anos, vive há oito anos na rua. Parte do dia
segue em busca de alimentos, seja de sobras de restaurantes, seja pedindo, ou por oferta de grupos religiosos.
Faz uso de álcool e já experimentou drogas. Refere-se
a colegas, grupos que se compõem, conversam e dormem debaixo dos viadutos, praças ou marquises de pontos comerciais. Vivem permanentemente em condições
de privação, expostos diariamente à crescente violência
urbana, que os afetam de maneira expressiva, até pelo
pouco alcance das políticas sociais. Como estratégia
de enfretamento dessa questão, o Brasil dispõe, desde
2009, de uma Política Nacional para a População em
Situação de Rua, tendo entre outros objetivos, assegurar
o acesso aos serviços e programas que integram as
políticas públicas de saúde, educação, previdência,
assistência social, moradia, segurança, cultura, esporte,
lazer, trabalho e renda. De acordo com o artigo 7º
do
Decreto nº
7.053/09, que institui essa política, esse
acesso deve ser amplo, simplificado e
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J.A.S., 77 anos, trabalhou durante toda sua vida sem
registro em carteira; não tendo como comprovar sua atividade laborativa, não recebe aposentadoria. É viúvo,
duas filhas, ambas casadas e a cada seis meses alterna
seu local de moradia, dividindo-se entre as filhas. J.A.S.
é calado, introspectivo e sente-se envergonhado pela
dependência, não só pela falta de moradia, mas também
dada sua dificuldade financeira. Desesperado com sua
situação e sem o conhecimento das filhas, J.A.S. decide
buscar ajuda do poder público. Faz contato com o Conselho do Idoso, e lá chegando, expõe sua situação a um
conselheiro, consultando-o acerca de possíveis direitos
que tenha, para garantir sua condição de vida. Recebe
do conselheiro a informação de que, em não contando
com aposentadoria, nenhuma alternativa está a sua disposição. J.A.S. insiste e o conselheiro mostra-se agressivo, determinando que se retire por já ser horário de seu
almoço, e por já possuir atendimentos previstos para o
período da tarde. Constrangido, J.A.S. retira-se da sede
do Conselho e desorientado perambula pelas ruas sem
saber para onde se dirigir.
A conduta do conselheiro fere o que estabelece o art. 7º do Estatuto do Idoso, como competência dos Conselhos em
A conduta do conselheiro fere o que estabelece o art. 7º do Estatuto do Idoso, como competência dos Conselhos em
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- Assistente SocialEquipes Multiprofissionais/Interdisciplinares
- Políticas SociaisPromoção SocialTrabalhoPerfil e Competência Profissional
O caráter interdisciplinar se faz presente no processo
de formação e produção do conhecimento do assistente
social e o acompanha em suas ações profissionais. O
Serviço Social é uma área favorável para o desenvolvimento dessa estratégia, até por ser uma necessidade
incontestável no mundo do trabalho. Tal prática é também incentivada pelo Código de Ética do Assistente Social, no qual a participação em equipes interdisciplinares
é apresentada como um dever profissional, a ser cumprido sempre que se apresentarem possibilidades. No
atendimento à complexidade de diferentes demandas,
o Serviço Social direciona seu envolvimento na ação
interdisciplinar, compartilhando um espaço de troca mútua
entre as especificidades do conhecimento e ultrapassando
os limites de
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- Proteção SocialFamíliaProteção à Mulher, à Criança e ao Adolescente
- Proteção SocialAspectos Jurídicos
A Resolução Conjunta CNAS/CONANDA nº 01/16 dispõe
sobre o conceito e o atendimento de criança e adolescente que utilizam logradouros públicos ou áreas degradadas como espaço de moradia ou sobrevivência e faz
acréscimos de conteúdos na normativa orientadora dos
Serviços de Acolhimento para esse segmento. A referida resolução traz o entendimento de que as condições
dessas crianças e adolescentes podem estar associadas
a circunstâncias como o trabalho infantil, a mendicância,
a violência sexual, entre outras. Nessa perspectiva, ainda
no art. 1º, § 1º, define a utilização do termo “situação” para
enfatizar a possível transitoriedade e efemeridade
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
A Lei Orgânica de Assistência Social – LOAS (Lei
nº 8.742/1993) regulamentou os artigos 203 e 204 da
Constituição Federal, assegurando a primazia da responsabilidade do Estado na gestão, financiamento e execução da política de Assistência Social. A organização da
assistência social, em todo o país, é sustentada pelo pacto
federativo, que estabelece responsabilidades e atribuições entre os três entes federados e que, com base no
artigo 5º (III) da LOAS, considera o comando único das
ações em cada esfera de governo e tem como diretriz
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- Assistência Social
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialProteção Social Básica
A implantação de um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) constitui um elemento essencial do
processo de planejamento, descentralização e hierarquização dos serviços da política de assistência social
do município. Como indicadores para instalações dos
CRAS, as normativas vigentes recomendam a utilização
de cadastros de programas sociais e dos serviços socioassistenciais, de estudos já existentes ou sua realização,
sobre a realidade socioeconômica do município, de modo
a reconhecer todos os territórios vulneráveis existentes,
prevendo
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- Assistência SocialBenefícios Eventuais e de Prestação Continuada/LOAS
- LegislaçãoLei 8.742/1993: Dispõe sobre a Organização da Assistência Social
- Políticas SociaisPNAS: Política Nacional de Assistência Social
- Políticas SociaisSUAS: Sistema Único de Assistência Social
- Proteção SocialFamíliaProteção Social ao Idoso
- Proteção SocialFamíliaProteção Social às Pessoas com Deficiência Física ou Mental
A Lei nº
12.435/2011 altera artigos da Lei Orgânica da
Assistência Social (LOAS), entre os quais o que prevê
o benefício de prestação continuada como a garantia de
um salário-mínimo mensal à pessoa com deficiência e ao
idoso com 65 (sessenta e cinco) anos ou mais que comprovem não possuir meios de prover a própria manutenção nem de tê-la provida por sua família. De acordo com
redação dada pela referida lei, o artigo 20 (§ 4º) da LOAS
define que o benefício de prestação continuada não pode
ser acumulado pelo beneficiário com qualquer outro no
âmbito da seguridade social ou de outro regime, salvo os
da assistência médica e da pensão especial de natureza
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A matricialidade sociofamiliar é um dos princípios fundantes da Política Nacional de Assistência Social (PNAS),
especialmente em relação à proteção social básica, que
visa fortalecer vínculos familiares e comunitários. Ainda,
o enfoque da PNAS na centralidade da família considera
que, para além das determinações que lhes são constituintes, as famílias mobilizam capacidades e saberes
merecedores de especial atenção. Atravessada por identidades históricas, particularidades culturais, posicionamentos políticos, papéis sociais, entre outros, as famílias
usuárias dos serviços de proteção social formam um
grupo humano
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- Assistente Social
- LegislaçãoLei 8.662/1993: Profissão de Assistente Social
- LegislaçãoResoluções do CFESS/CRESS
Um Código de Ética norteia-se por princípios éticos,
construídos historicamente, e refletem os acúmulos de
determinada sociedade, em uma dada época. Além dos
princípios, estabelece objetivos, abrangência, responsabilidades, deveres, vedações e aplicação de penalidades,
devendo também prever a constituição de uma comissão
de ética para os casos que se fizerem necessários. A
Resolução CFESS nº 273/93 institui o Código de Ética
Profissional dos Assistentes Sociais e determina no
art. 2º que o Conselho Federal de Serviço Social deverá
incluir nas Carteiras de Identidade Profissional
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Cadernos
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