Foram encontradas 50 questões.
Respondida
Sobre a patologia no diagnóstico de miocardites assinale a alternativa CORRETA:
Respondida
Anatomicamente, a presença de DAC em TCE ou na artéria DA proximal é importante na tomada de decisão quanto à estratégia de revascularização. Um estudo de coorte e uma meta-analálise da década de 1990 sugeriram que CRM confere uma vantagem de sobrevivência sobre TMO para pacientes com doença em segmento proximal da DA. Sobre as recomendações atuais para revascularização por meio de ICP na DAC estável uniarterial é CORRETO afirmar que:
A
Para melhoria da sobrevida, uma recomendação de classe IIa: a utilidade da ICP é incerta em pacientes com DAC em um vaso (DA proximal) (Nível de evidência B).
B
Para melhoria dos sintomas, uma recomendação de classe IIa: ICP é razoável em pacientes com CRM prévia, estenose significativa (≥ 70%) de artéria coronária associada à isquemia e angina inaceitável, apesar de TMO (Nível de evidência C).
C
Para melhoria da sobrevida, uma recomendação de classe IIb: ICP não deve ser realizada com a intenção de melhorar a sobrevida de paciente com DAC estável e estenose coronariana que não é anatômica ou funcionalmente significativa (por exemplo: lesão < 70% em artéria coronária principal; RFF > 0,80; e isquemia ausente ou leve em teste não invasivo), em DAC apenas na artéria Cx ou artéria coronária direita, ou apenas em uma pequena área de miocárdio viável (Nível de evidência B).
D
Para melhoria da sobrevida, uma recomendação de classe I: ICP é razoável em pacientes com estenose significativa (≥ 70%) em artéria coronária passível de revascularização e angina inaceitável, para os quais TMO não pode ser implementado por causa de contraindicações/efeitos adversos de medicamentos, ou preferências do paciente (Nível de evidência C).
E
Para melhoria da sobrevida, uma recomendação de classe IIa: ICP não deve ser realizada em pacientes que não cumprem critérios anatômicos (lesão ≥ 50% em TCE ou ≥ 70% em artéria coronária principal) ou fisiológicos (por exemplo, RFF < 0,80) para revascularização (Nível de evidência C).
Respondida
A estenose tricúspide (ET) é uma valvopatia, habitualmente associada à IT. Sua etiologia mais comum é a doença reumática, e neste caso geralmente ocorre concomitantemente ao comprometimento da valva mitral e/ou da valva aórtica. Ocorre espessamento e retração das cúspides, com acometimento comissural. Sobre o diagnóstico da Estenose Tricúspide assinale a alternativa CORRETA.
Respondida
Sobre a medição e classificação da pressão arterial é CORRETO afirmar que:
Respondida
Quanto a etiopatogenia de pericardites é CORRETO afirmar que:
A
A pericardite viral é a mais incomum e seu processo inflamatório deve-se à ação direta do vírus ou a uma resposta imune.
B
A insuficiência renal é uma causa incomum de doença pericárdica.
C
Lupus eritematoso sistêmico, artrite reumatoide, febre reumática, esclerodermia, espondilite anquilosante, esclerose sistêmica, dermatomiosite, periarterite nodosa, polimiosite, poliarterite nodosa, púrpura trombocitopênica, síndrome pós-cardiotomia e pós-infarto do miocárdio, dentre outras, são doenças metabólicas causadoras de miocardites.
D
O envolvimento autoimune do pericárdico acontece especialmente nos casos de herpes simples e influenza.
E
A pericardite bacteriana manifesta-se geralmente com derrame pericárdico, e sua origem pode estar em situações como pneumonia, empiema, disseminação hematogênica.
Respondida
A abordagem terapêutica da PA elevada inclui medidas não medicamentosas e o uso de fármacos anti-hipertensivos, a fim de reduzir a PA, proteger órgãos-alvo, prevenir desfechos CV e renais. Sobre as recomendações para início de terapia anti-hipertensiva com intervenções no estilo de vida e terapia farmacológica é CORRETO afirmar que:
A
Início de intervenções no estilo de vida é recomendado em Hipertensos estágio 1 e alto risco CV, com início ao diagnóstico, sendo de classe I e nível de evidência A.
B
Início de intervenções no estilo de vida é recomendado em todos os estágios de hipertensão e PA 135- 139/85-89 mmHg, com início ao diagnóstico, sendo de classe I e nível de evidência B.
C
Início de intervenções no estilo de vida é recomendado em Hipertensos idosos com idade acima de 80 anos, com início na PAS ≥160 mmHg, sendo de classe III e nível de evidência B.
D
Início de intervenções no estilo de vida é recomendado em Hipertensos estágio 2 e 3, com início ao diagnóstico, sendo de classe I e nível de evidência A.
E
Início de intervenções no estilo de vida é recomendado em Hipertensos idosos com idade até 79 anos, com início ao diagnóstico, sendo de classe III e nível de evidência B.
Respondida
Sobre o diagnóstico de miocardites é CORRETO afirmar que:
Respondida
Sobre a estratificação do risco cardiovascular é CORRETO afirmar que:
A
As principais variáveis relacionadas com risco são: pressão arterial sistólica, tabagismo, colesterol total, HDL-C, LDL-C, intolerância a glicose, índice de massa corporal e idade.
B
Homens com idade superior a 45 anos e mulheres com mais de 55 anos não requerem exames laboratoriais para estimar mais precisamente o risco cardiovascular.
C
A determinação de risco exige a obtenção de pelo menos 3 exames complementares: glicemia de jejum, dosagem triglicerídeos e colesterol total.
D
Para pacientes com HAS ou DM, solicita-se creatinina, exame de urina tipo II e eletrocardiograma.
E
Para cálculo do Escore de Framingham são coletadas informações sobre idade, LDL-C, HDLC, pressão arterial, diabete e tabagismo, e a partir da soma dos pontos de cada fator é estimado o risco cardiovascular em 5 anos.
Respondida
Sobre os critérios de diagnóstico da pericardite aguda é CORRETO afirmar que:
Respondida
Sobre os estágios da insuficiência cardíaca (IC) é CORRETO afirmar que:
A
Estágio C: caracterizado por doença estrutural cardíaca presente. Sintomas prévios ou atuais de IC: a abordagem recomendada é considerar TRC, CDI e em tratamento cirúrgico, considerar manejo por equipe multidisciplinar.
B
Estágio A: caracterizado por risco de desenvolver IC. Sem doença estrutural ou sintomas de IC: a abordagem recomendada é considerar IECA, betabloqueador e antagonistas mineralocorticoides.
C
Estágio B: caracterizado por Risco de desenvolver IC. Sem doença estrutural ou sintomas de IC: a abordagem recomendada é o controle de fatores de risco para IC - tabagismo, dislipidemia, hipertensão, etilismo, diabetes e obesidade -. Deve-se monitorar cardiotoxicidade.
D
Estágio C: caracterizado por IC refratária ao tratamento clínico. Requer intervenção especializada: a abordagem recomendada é considerar TRC, CDI e em tratamento cirúrgico, considerar manejo por equipe multidisciplinar.
E
Estágio B: caracterizado por doença estrutural cardíaca presente. Sintomas prévios ou atuais de IC: a abordagem recomendada é considerar TRC, CDI e em tratamento cirúrgico, considerar manejo por equipe multidisciplinar.