“Há três anos, um apagão obrigou a população a racionar energia
e o Brasil a buscar alternativas. A crise, mostrada à exaustão nos
noticiários, passou a ser o centro das discussões nas salas de aula.
Seis professoras do Colégio Santa Maria, de São Paulo, foram
além e se reuniram em torno de um projeto interdisciplinar.
Desde então, os alunos estudam fontes alternativas de energia,
produzem aquecedores solares e ensinam a população a utilizá-los. O sucesso do projeto se explica principalmente porque os
conteúdos de Ciências, Matemática, Geografia, Língua
Portuguesa, História e Ensino Religioso foram colocados a serviço
da resolução de um problema real, de forma integrada.”
(Fonte: Revista Nova Escola, março de 2018)
Considerando o exemplo acima, é possível destacar como
principal característica de um trabalho pedagógico
interdisciplinar:
“Os professores da Escola Municipal Hortência estão trabalhando
no planejamento do próximo ano letivo. A equipe de direção da
escola os lembrou de considerar as estratégias propostas pelo
Programa Nacional de Direitos Humanos que se referem à
educação escolar.”
Analise abaixo algumas das ideias dos professores.
I. projeto interdisciplinar sobre as tribos indígenas da Amazônia;
II. jogos esportivos coletivos;
III. aulas de informática para a comunidade.
A(s) ideia(s) que contemplaria(m) o documento citado é(são):
“Nas comunidades tradicionais de pescadores, percebeu-se um
distanciamento da prática escolar da realidade local, bem como a
ausência de material didático-pedagógico que contribua com a
formação escolar e com a formação da pesca aprendida ainda na
infância por meio da convivência com os pescadores e as
pescadoras mais velhos/as. Alicerçado na referida discussão e
cenário de estudo, percebeu-se que um material didático,
abrangendo os conhecimentos ecológicos locais, possibilitaria
aproximar, de certa forma, a vivência local dos pescadores
artesanais, seja com o mangue ou com o mar, no ensino de
Ciências, Biologia, Geografia e outras disciplinas do currículo
escolar.”
(VIEIRA, N. C. e NEVES, J. V. “Da pesca à escola: uma experiência de
construção coletiva de saberes em comunidades tradicionais pesqueiras
na Amazônia paraense”)
Sobre a situação narrada na pesquisa acima, o Programa Nacional
de Direitos Humanos:
“Em uma escola municipal no interior de Rondônia, os
professores perceberam uma possível tendência nas famílias dos
alunos de resolução de conflitos por meio da violência. Assim,
resolveram fazer uma campanha sobre o direito da criança e do
adolescente de serem educados e cuidados sem o uso de castigo
físico ou de tratamento cruel ou degradante.”
A ação proposta pelos professores, analisada segundo o Estatuto
da Criança e do Adolescente, pode ser considerada:
No Brasil, o esporte é um dos conteúdos mais lecionados nas
aulas de Educação Física.
Uma das ocorrências históricas que ajudam a entender essa
intensa presença do esporte nas aulas é a difusão das propostas
do(a):
A Base Nacional Comum Curricular procurou chamar a atenção
para a necessidade de considerar as peculiaridades regionais no
que tange às práticas corporais.
No documento, isso fica explícito na proposta do conteúdo:
Há muitas possibilidades de trabalhar o esporte como conteúdo
das aulas de Educação Física.
Ao atuar com o esporte numa perspectiva não tecnicista, o(a)
professor(a) deve:
Depois de lecionar o conteúdo basquete, o(a) professor(a)
avaliou o(a)s aluno(a)s pelo número de cestas que acertaram
num total de 10 tentativas. Quanto mais cestas acertadas, maior
a nota.
Esse tipo de avaliação é característica da perspectiva:
Um(a) professor(a) prepara uma aula pretendendo que o(a)s
aluno(a)s não só aprendam determinado gesto motor, como
também reflitam sobre certas normas e valores.
Ao adotar esse procedimento, está levando em conta as
categorias:
Um(a) professor(a) de Educação Física prepara suas aulas sempre
tendo em conta princípios como a relevância social dos
conteúdos, a simultaneidade dos conteúdos, a provisoriedade do
conhecimento, a espiralidade e a historicidade.