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À luz da Resolução COFEN nº 358/2009, que disciplina a Sistematização da Assistência de Enfermagem (SAE), um hospital universitário em processo de reestruturação assistencial objetiva integrar os fundamentos do processo de enfermagem com os princípios de integralidade e humanização. Apesar das diretrizes adotadas, os registros de enfermagem persistem fragmentados, com predominância de descrições operacionais em detrimento de raciocínio clínico. À luz das normativas profissionais e dos pressupostos epistemológicos da prática avançada de enfermagem, qual conduta se mostra mais coerente com os fundamentos técnico-científicos que embasam a SAE?
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Paciente masculino, 42 anos, vítima de queda de estrutura metálica, é admitido com dor torácica intensa à direita, taquipneia, jugulares colabadas, ausência de murmúrio vesicular, macicez à percussão e sinais de hipoperfusão. A oximetria mostra 86% com O₂ a 10 L/min e a PA está em 80×50 mmHg. Considerando os critérios diagnósticos para hemotórax maciço, os protocolos de estabilização torácica e os limites técnico-legais da atuação de enfermagem em ambiente de trauma, qual deve ser a conduta prioritária e legalmente segura?
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Um paciente vítima de queda de altura (acima de 5 metros) chega à unidade de trauma com fraturas expostas de fêmur e úmero esquerdos, hipotensão (PA 88×50 mmHg), taquicardia, palidez cutânea e estado de alerta preservado. A ambulância aplicou colar cervical, imobilização com talas e acesso venoso periférico com infusão lenta de soro fisiológico. Considerando os critérios de risco para choque hipovolêmico, as condutas do protocolo ABCDE e a atuação imediata da equipe de enfermagem em trauma complexo, qual é a conduta mais tecnicamente adequada?
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Um paciente em regime de internação prolongada apresenta úlcera por pressão em trocânter esquerdo, estágio 4, com necrose seca aderida, odor fétido e presença de esfacelo. O enfermeiro, ao elaborar o plano terapêutico, identifica comorbidades relevantes como diabetes mellitus, vasculopatia periférica e hipoalbuminemia, além do uso crônico de corticoterapia. À luz da avaliação de feridas complexas, dos critérios técnicos para seleção de coberturas e da prevenção de infecções sistêmicas, qual abordagem se alinha com os referenciais clínicos e legais da prescrição de enfermagem para lesões de alta complexidade?
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Paciente masculino, 58 anos, portador de hipertensão arterial sistêmica e diabetes tipo 2, é admitido na sala de emergência após queda súbita em via pública, apresentando nível de consciência rebaixado (GCS 8), PA 78×46 mmHg, FC 138 bpm, FR 28 irpm, SpO₂ 84%, glicemia capilar 42 mg/dL, extremidades frias e sudorese profusa. Ao exame físico, murmúrio vesicular presente bilateralmente, batimentos cardíacos arrítmicos e distensão abdominal leve. O ECG mostra extrassístoles ventriculares frequentes. Considerando os critérios clínicos para instabilidade hemodinâmica, os protocolos integrados de atendimento inicial (ABCDE), e os limites e prerrogativas da prática de enfermagem em ambientes críticos, qual sequência de ações é tecnicamente mais adequada, eticamente respaldada e legalmente segura?
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Paciente do sexo masculino, 36 anos, vítima de acidente de trabalho com amputação traumática transtibial esquerda, encontra-se hemodinamicamente instável, com sinais de sangramento ativo, palidez cutânea e extremidades frias. O segmento amputado foi trazido por populares envolto em gaze e plástico. Considerando os protocolos de emergência para amputações traumáticas, as diretrizes da ABRAMEDE e os princípios técnico-legais da atuação do enfermeiro no controle de hemorragia externa grave, qual é a sequência mais apropriada de intervenções?
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Jovem de 24 anos, vítima de colisão carro-moto, chega ao pronto-socorro com escala de Glasgow 6, anisocoria, vômitos em jato e bradicardia progressiva. O paciente encontra-se intubado pela equipe do SAMU e está com acesso venoso periférico calibroso. Considerando os critérios de gravidade do TCE, os sinais de hipertensão intracraniana e as condutas emergenciais da equipe de enfermagem para contenção secundária de dano neurológico, qual das intervenções é tecnicamente correta e respaldada?
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Um motociclista de 34 anos é admitido após colisão frontal com suspeita de trauma raquimedular cervical. Encontra-se consciente, com tetraplegia flácida, bradicardia, hipotensão persistente e ausência de resposta motora abaixo do nível C5. O colar cervical rígido foi aplicado pela equipe de resgate. Considerando a fisiopatologia do choque neurogênico, as diretrizes do ATLS e o papel da enfermagem na estabilização pré-cirúrgica do trauma raquimedular, qual das intervenções abaixo é mais adequada e tecnicamente respaldada?
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Em uma enfermaria de clínica médica, um paciente em uso crônico de AINEs evolui subitamente com dor epigástrica de forte intensidade, sinais de rigidez abdominal, taquicardia e sudorese fria. À palpação, observa-se defesa involuntária e ausência de ruídos hidroaéreos. A enfermeira-chefe, ao suspeitar de abdome agudo perfurativo, aciona a equipe médica. Considerando os fundamentos da avaliação semiológica no abdome agudo, a fisiopatologia da peritonite química e os protocolos de emergência cirúrgica, qual conduta deve ser imediatamente instituída pela enfermagem?
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Uma criança de 5 anos, vítima de atropelamento, é admitida na sala de trauma com múltiplas escoriações, rebaixamento do nível de consciência (GCS 10), FC 162 bpm, PA 80×40 mmHg e saturação de O₂ em 86% com oxigenoterapia por máscara. Há presença de abdome distendido e crepitação em hemitórax direito. A equipe médica está em atendimento simultâneo a outro politrauma. Considerando os princípios do atendimento ao trauma pediátrico, as peculiaridades fisiológicas da criança, e o escopo técnico da enfermagem em situações de risco iminente, qual é a conduta inicial mais tecnicamente indicada e respaldada?
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