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1319312 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Um lugar sem sentido
Brasileiro não gosta de ler. Na era digital, o livro é dispensável. Biblioteca é lugar para onde vai quem está de castigo. Inevitavelmente imerso na cultura de desvalorização da leitura e na relação do brasileiro com o objeto livro, o ambiente escolar é o local em que chavões como esses convivem com a falta de acesso a espaços compartilhados de leitura. Como, então, a escola consegue cumprir seu papel de propulsora da democratização da cultura leitora no Brasil?
Os números falam por si: mais de 15 milhões de alunos brasileiros estudam em escolas sem bibliotecas, um equipamento básico. Diante do quadro, cabe questionar: qual a importância da biblioteca para a formação educacional? Entre as consequências de sua ausência no espaço escolar são apontadas dificuldades no período de alfabetização, no desenvolvimento da autonomia para a aprendizagem e no acesso a outros conhecimentos, diminuindo a capacidade de abstração e argumentação.
É verdade que aquele ambiente silencioso e sacralizado não parece mais fazer sentido nos tempos atuais. Mas, ao invés de descartar o volume de informação ali acumulado, é preciso ressignificá-lo, de modo que esse espaço faça sentido para os jovens contemporâneos. Por outro lado, se o Brasil ainda não conseguiu nem igualar a oportunidade de acesso a um espaço compartilhado de livros, a questão é urgente: uma escola sem biblioteca continua sendo uma escola? A legislação, ao menos, tenta indicar que não. A partir de 2020, todas as escolas de ensino fundamental e médio no Brasil devem ter uma biblioteca, segundo a lei federal 12.244/10. Serão seis anos de muito trabalho.
O cenário atual é grave e não há qualquer sinal de que uma evolução rápida esteja a caminho, mesmo após a sanção da lei da universalização das bibliotecas. Em 2010, o número de escolas (públicas e particulares) de nível fundamental com bibliotecas era de 35% e, no ensino médio, de 72% – houve apenas um ponto percentual de melhoria em cada nível de ensino.
É no ensino fundamental que a falta de bibliotecas encontra uma realidade mais dramática: apenas 30% das escolas públicas oferecem o equipamento nessa etapa de ensino, e 43% dos alunos estudam sem ela. Na escola privada elas também fazem falta: 28% das escolas não oferecem esse equipamento e 18% dos alunos estudam sem ele. Em âmbito nacional, as escolas municipais são as mais deficitárias – só 22% contam com acervos organizados.
Com o tempo passando, a legislação parece cada dia mais longe de chegar a ser cumprida. O Censo Escolar mostra que, em dois anos, foram implantadas 317 bibliotecas em escolas fundamentais e 650 em instituições de nível médio. Ainda faltam mais de 99 mil. Em 2010, era necessário construir 28 novas bibliotecas por dia no país para chegar em 2020 com 100% de cobertura. Dois anos mais tarde, o ritmo precisa ser de 34 bibliotecas por dia.
Para Ivete Pieruccini, professora do curso de biblioteconomia e coordenadora do laboratório de infoeducação da Universidade de São Paulo (USP), a carência generalizada desse espaço está inscrita em um contexto sociocultural complexo, em que pesam a falta de uma cultura de bibliotecas e o modelo educacional adotado historicamente pelo Brasil. “Aqui nós usamos as bibliotecas para preservação do patrimônio cultural escrito, dentro de outra lógica. A biblioteca não é vista como indispensável porque a educação não a incorporou como fonte de informação. O professor é a fonte única, que responde por todos os problemas de preenchimento de conteúdo.”, explica Ivete.
(...)
Luciana Alvarez
Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/
Após a leitura do texto, analise as afirmativas abaixo, coloque (V) para verdadeiro ou (F) para falso e assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.
( ) A Lei 12.244/10 defende a "universalização das bibliotecas escolares", determina a existência de bibliotecas nas instituições de ensino do país, sejam públicas ou privadas, tem o prazo de dez anos para que seja cumprida em todo o país.
( ) No ensino fundamental a falta de bibliotecas atinge as escolas públicas e as particulares.
( ) O Censo Escolar mostrou que nas escolas municipais o problema da falta de bibliotecas é o maior.
( ) A necessidade de bibliotecas nas escolas brasileiras prevê a desvalorização da cultura da leitura e do modelo educacional do Brasil.
( ) No Brasil as bibliotecas são protegidas como “bens materiais” e os professores são considerados como “única fonte”de informações.
 

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1299256 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Um lugar sem sentido
Brasileiro não gosta de ler. Na era digital, o livro é dispensável. Biblioteca é lugar para onde vai quem está de castigo. Inevitavelmente imerso na cultura de desvalorização da leitura e na relação do brasileiro com o objeto livro, o ambiente escolar é o local em que chavões como esses convivem com a falta de acesso a espaços compartilhados de leitura. Como, então, a escola consegue cumprir seu papel de propulsora da democratização da cultura leitora no Brasil?
Os números falam por si: mais de 15 milhões de alunos brasileiros estudam em escolas sem bibliotecas, um equipamento básico. Diante do quadro, cabe questionar: qual a importância da biblioteca para a formação educacional? Entre as consequências de sua ausência no espaço escolar são apontadas dificuldades no período de alfabetização, no desenvolvimento da autonomia para a aprendizagem e no acesso a outros conhecimentos, diminuindo a capacidade de abstração e argumentação.
É verdade que aquele ambiente silencioso e sacralizado não parece mais fazer sentido nos tempos atuais. Mas, ao invés de descartar o volume de informação ali acumulado, é preciso ressignificá-lo, de modo que esse espaço faça sentido para os jovens contemporâneos. Por outro lado, se o Brasil ainda não conseguiu nem igualar a oportunidade de acesso a um espaço compartilhado de livros, a questão é urgente: uma escola sem biblioteca continua sendo uma escola? A legislação, ao menos, tenta indicar que não. A partir de 2020, todas as escolas de ensino fundamental e médio no Brasil devem ter uma biblioteca, segundo a lei federal 12.244/10. Serão seis anos de muito trabalho.
O cenário atual é grave e não há qualquer sinal de que uma evolução rápida esteja a caminho, mesmo após a sanção da lei da universalização das bibliotecas. Em 2010, o número de escolas (públicas e particulares) de nível fundamental com bibliotecas era de 35% e, no ensino médio, de 72% – houve apenas um ponto percentual de melhoria em cada nível de ensino.
É no ensino fundamental que a falta de bibliotecas encontra uma realidade mais dramática: apenas 30% das escolas públicas oferecem o equipamento nessa etapa de ensino, e 43% dos alunos estudam sem ela. Na escola privada elas também fazem falta: 28% das escolas não oferecem esse equipamento e 18% dos alunos estudam sem ele. Em âmbito nacional, as escolas municipais são as mais deficitárias – só 22% contam com acervos organizados.
Com o tempo passando, a legislação parece cada dia mais longe de chegar a ser cumprida. O Censo Escolar mostra que, em dois anos, foram implantadas 317 bibliotecas em escolas fundamentais e 650 em instituições de nível médio. Ainda faltam mais de 99 mil. Em 2010, era necessário construir 28 novas bibliotecas por dia no país para chegar em 2020 com 100% de cobertura. Dois anos mais tarde, o ritmo precisa ser de 34 bibliotecas por dia.
Para Ivete Pieruccini, professora do curso de biblioteconomia e coordenadora do laboratório de infoeducação da Universidade de São Paulo (USP), a carência generalizada desse espaço está inscrita em um contexto sociocultural complexo, em que pesam a falta de uma cultura de bibliotecas e o modelo educacional adotado historicamente pelo Brasil. “Aqui nós usamos as bibliotecas para preservação do patrimônio cultural escrito, dentro de outra lógica. A biblioteca não é vista como indispensável porque a educação não a incorporou como fonte de informação. O professor é a fonte única, que responde por todos os problemas de preenchimento de conteúdo.”, explica Ivete.
(...)
Luciana Alvarez
Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/
Observe a análise sintática de alguns termos da frase: “...não basta o acesso aos livros,...”
I- “basta” : verbo intransitivo.
II- “basta”: verbo transitivo direto e indireto.
III- “basta”: verbo transitivo direto.
IV- “o acesso aos livros”: objeto direto e indireto.
V- “o acesso aos livros”: objeto direto.
VI- “o acesso aos livros”: sujeito simples.
VII- “aos livros”: complemento nominal.
Estão corretos:
 

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1296511 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A rede de serviços que permite a obtenção de cópias de documentos técnico-científicos disponíveis em acervos de bibliotecas de todo o Brasil é conhecida pela sigla:
 

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823491 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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A classificação tem o objetivo de identificar o assunto do documento, para que ele possa ser colocado em local determinado nas estantes, junto com outros assuntos semelhantes o que facilita sua busca pelo bibliotecário e pelo usuário, evitando perda de tempo. As duas classificações mais utilizadas atualmente, são a Classificação Decimal de Dewey (CDU) e a Classificação Decimal Universal (CDU), que classificam os documentos pelo assunto. A CDD e CDU, apresentam diferenças entre si.
Estabeleça a relação entre as colunas numerando os parênteses com o número respectivo.
( ) possui uma notação pura, utiliza apenas números arábicos, o ponto serve apenas para facilitar
a leitura.
( ) a notação é mista, pois utiliza sinais, símbolos, números decimais, sinais gráficos e letras.
1- CDD ( ) possui apenas dois volumes, sendo um deles o índice sistemático.
( ) possui quatro volumes e um guia prático.
2- CDU ( ) possui sete tabelas.
( ) possui dezenove tabelas.
( ) se inicia pelo assunto principal.
( ) é horizontal ou interna ou citação-padrão, no qual essa ordem é opcional.
O preenchimento correto é:
 

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823448 Ano: 2015
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O Código de Ética do profissional de Biblioteconomia NÃO permite a esse funcionário, no desempenho de suas funções:
 

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823379 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Um lugar sem sentido
Brasileiro não gosta de ler. Na era digital, o livro é dispensável. Biblioteca é lugar para onde vai quem está de castigo. Inevitavelmente imerso na cultura de desvalorização da leitura e na relação do brasileiro com o objeto livro, o ambiente escolar é o local em que chavões como esses convivem com a falta de acesso a espaços compartilhados de leitura. Como, então, a escola consegue cumprir seu papel de propulsora da democratização da cultura leitora no Brasil?
Os números falam por si: mais de 15 milhões de alunos brasileiros estudam em escolas sem bibliotecas, um equipamento básico. Diante do quadro, cabe questionar: qual a importância da biblioteca para a formação educacional? Entre as consequências de sua ausência no espaço escolar são apontadas dificuldades no período de alfabetização, no desenvolvimento da autonomia para a aprendizagem e no acesso a outros conhecimentos, diminuindo a capacidade de abstração e argumentação.
É verdade que aquele ambiente silencioso e sacralizado não parece mais fazer sentido nos tempos atuais. Mas, ao invés de descartar o volume de informação ali acumulado, é preciso ressignificá-lo, de modo que esse espaço faça sentido para os jovens contemporâneos. Por outro lado, se o Brasil ainda não conseguiu nem igualar a oportunidade de acesso a um espaço compartilhado de livros, a questão é urgente: uma escola sem biblioteca continua sendo uma escola? A legislação, ao menos, tenta indicar que não. A partir de 2020, todas as escolas de ensino fundamental e médio no Brasil devem ter uma biblioteca, segundo a lei federal 12.244/10. Serão seis anos de muito trabalho.
O cenário atual é grave e não há qualquer sinal de que uma evolução rápida esteja a caminho, mesmo após a sanção da lei da universalização das bibliotecas. Em 2010, o número de escolas (públicas e particulares) de nível fundamental com bibliotecas era de 35% e, no ensino médio, de 72% – houve apenas um ponto percentual de melhoria em cada nível de ensino.
É no ensino fundamental que a falta de bibliotecas encontra uma realidade mais dramática: apenas 30% das escolas públicas oferecem o equipamento nessa etapa de ensino, e 43% dos alunos estudam sem ela. Na escola privada elas também fazem falta: 28% das escolas não oferecem esse equipamento e 18% dos alunos estudam sem ele. Em âmbito nacional, as escolas municipais são as mais deficitárias – só 22% contam com acervos organizados.
Com o tempo passando, a legislação parece cada dia mais longe de chegar a ser cumprida. O Censo Escolar mostra que, em dois anos, foram implantadas 317 bibliotecas em escolas fundamentais e 650 em instituições de nível médio. Ainda faltam mais de 99 mil. Em 2010, era necessário construir 28 novas bibliotecas por dia no país para chegar em 2020 com 100% de cobertura. Dois anos mais tarde, o ritmo precisa ser de 34 bibliotecas por dia.
Para Ivete Pieruccini, professora do curso de biblioteconomia e coordenadora do laboratório de infoeducação da Universidade de São Paulo (USP), a carência generalizada desse espaço está inscrita em um contexto sociocultural complexo, em que pesam a falta de uma cultura de bibliotecas e o modelo educacional adotado historicamente pelo Brasil. “Aqui nós usamos as bibliotecas para preservação do patrimônio cultural escrito, dentro de outra lógica. A biblioteca não é vista como indispensável porque a educação não a incorporou como fonte de informação. O professor é a fonte única, que responde por todos os problemas de preenchimento de conteúdo.”, explica Ivete.
(...)
Luciana Alvarez
Disponível em: http://revistaeducacao.uol.com.br/
A divisão silábica está INCORRETA na alternativa:
 

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817476 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O processo de atribuição de termos ou códigos descritivos de um documento que serão úteis posteriormente para a recuperação da informação denomina-se:
 

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813474 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O formato MARC21 utiliza códigos para indicar a exigência ou não de um determinado dado ou informação no registro. O código u (desconhecido ou não especificado) é utilizado:
 

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813282 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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O termo “rede de Informação” é utilizado largamente para “significar o esforço conjunto de várias organizações empenhadas em reunir, organizar e disseminar informações para os usuários” A Internet intensificou o compartilhamento da informação, o que acarretou o desenvolvimento de bibliotecas digitais em cooperação, bem como o compartilhamento de recursos para a formação e o desenvolvimento de coleções.
São redes de informação no Brasil, EXCETO:
 

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813223 Ano: 2015
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: CAIP-IMES
Orgão: Pref. Botucatu-SP
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Atualmente as (TIC’s) trazem ferramentas cada vez mais baratas e fáceis de manejar que as bibliotecas podem utilizar para divulgação, de forma a alcançar seu público. Novos suportes informacionais de conhecimento estão sendo inventados a cada dia e colocados à disposição da comunidade para recuperação da informação, agora em versão eletrônica, dentre os quais não se inclui:
 

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