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Foram encontradas 50 questões.

Os conteúdos curriculares da educação básica observarão as seguintes diretrizes:
I. promoção do desporto educacional e apoio às práticas desportivas não formais.
II. a difusão de valores fundamentais ao interesse social, aos direitos e deveres dos cidadãos, de respeito ao bem comum e à ordem democrática.
III. consideração das condições de escolaridade dos alunos em cada estabelecimento.
É correto o que está contido em
 

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Sobre as incumbências do docente, é correto afirmar que
 

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Assinale a alternativa cujo termo destacado se trata de um aposto.
 

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O ensino fundamental obrigatório, com duração de 9 (nove) anos, gratuito na escola pública inicia-se a partir de
 

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De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a alternativa incorreta quanto à colocação pronominal.
 

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1087684 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Choose one alternative to best fill in the blank of the sentence below.
According the São Paulo State Curriculum, nowadays the school should be regarded as an institution .
 

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1084508 Ano: 2012
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETRO
Orgão: Pref. Botucatu-SP
Assessment is Not a Dirty Word
We live in a time when the word “assessment” is synonymous with “test” and it is regarded as a dirty word, a fourletter word that connotes “high stakes testing,” “teaching to the test,” cramming, and cheating. There is much at stake regarding test results: graduation from high school, admission to college, merit pay for teachers, overhauling schools, and teacher certification programs. Real estate prices fluctuate when pass rates on statewide assessments are reported by school districts and published in the local newspapers, as parents pay a premium to live in school districts with a history of high performance among their students. Therefore, we should not be surprised about the importance placed on testing and assessment in education, nor its controversial nature.
A few years ago, after a lecture on the subject, many of the professors accosted me, shocked that I would suggest developing their tests before the course started and that I went so far as to state that someone else could develop their tests. After all, they were the professor and they knew what they had taught. My response was, “that is exactly the problem with most professor-and-teacher-designed assessments.”
So many teachers and professors teach very important and valuable information, but some of us drift from the curriculum that forms the instructional objectives. We often do not construct assessments that are directly tied to the curriculum we are to teach; rather we test some portion of what we have taught. What would happen if the medical professor spent a lot of time on the heart but really didn’t get a chance to spend any time on the kidneys? Do they still assess learning related to the understanding of the functioning of the kidneys?
If we expect students to transfer their learning to other situations and we know that these situations will be interdisciplinary in nature, as most of real life is, then we must teach them to do, learn, apply and transfer, and assess that as well. Unfortunately, we all too often develop assessments that are easier for us to administer and score, rather than an assessment that contains both the appropriate emphases on specific topics and skills, and that is related to what the final performance outcomes are. For example, while it may be appropriate to assess most beginning drivers with a multiple choice examination focusing on shapes of signs, braking distances, and required actions when approaching a school bus, we would still want a performance assessment of driving skills in various traffic situations. In the same sense, an art student would think it was an appropriate task to produce a drawing, painting or sculpture at the end of the semester, if that was the focus of the class, rather than a multiple choice exam of characteristics of famous styles and collections. In short: the goal is to assess learning in the most appropriate manner based on […]
BROWN, S. Interdisciplinary Assessment in Education, 2008.
According to the text,
 

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Assinale a alternativa que apresenta erro em relação ao uso do verbo.
 

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Pesquisa analisa presença estrangeira na construção de São Paulo.
Ao longo de quatro anos, um grupo interdisciplinar de pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP) realizou um amplo estudo com o objetivo de compreender, a partir da presença estrangeira em São Paulo, os processos de transformação física, demográfica, econômica, social e cultural ocorridos na cidade a partir do Século 19.
O Projeto Temático “São Paulo: os estrangeiros e a construção das cidades”, coordenado pela professora Ana Lucia Duarte Lanna, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, teve a participação de pesquisadores do Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU), da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) e do Museu Paulista (MP) da USP.
Segundo Lanna, as pesquisas procuraram abordar a presença estrangeira na capital paulista a partir de sua diversidade de formas – imigrantes, viajantes, visitantes, residentes, nativos ou “eternos estrangeiros” – na heterogeneidade dos modos de viver, descrever e simbolizar o outro.
“O projeto se propôs a evitar a multiplicidade de experiências que constitui o estrangeiro como categoria sociocultural à figura clássica do imigrante, que é normalmente associada à explicação dos processos de modernização das grandes cidades americanas”, disse Lanna à Agência Fapesp.
“Partimos da figura do estrangeiro, mais ampla, com maior heterogeneidade de inserções e experiências, para tentar compreender como a cidade se transforma a partir dessa multiplicidade de encontros possíveis”, disse.
O projeto considerou os estrangeiros também em relação ao universo do trabalho. Os temas de investigação foram articulados em duas linhas de pesquisa: “A transformação dos bairros centrais, a construção de territórios, redes e identidades” e “A transformação dos campos profissionais: práticas, redes, atores e circulação de saberes”.
“As pesquisas incluíram desde estudos sobre trabalhadores italianos, judeus e japoneses, até a vinda de intelectuais, artistas, arquitetos e urbanistas. Essa ampla gama de tipos profissionais e nacionalidades, com inserções e tempos de permanência muito variados, permitiu problematizar melhor essa relação que é muito importante para a cidade de São Paulo”, disse Lanna.
As reflexões realizadas sobre os vários grupos de estrangeiros e os aspectos relacionados aos trabalhos foram associadas a outros recortes, abordando categorias como bairro, território e sociabilidade.
O projeto também teve a preocupação de salvaguardar parte dos acervos com os quais os pesquisadores trabalharam, que estavam sob a guarda da FAU e do MP. Uma das principais propostas do projeto consistiu em elaborar um banco de dados que pudesse formar uma plataforma disponível para outros estudos futuros, com as mais variadas abordagens. O banco de dados foi elaborado com base na experiência com catalogação e sistemas de busca por descritores desenvolvidos no Museu Paulista e coordenado pela professora Solange Lima, do MP.
“Grande parte do material – incluindo projetos arquitetônicos e decorativos, plantas, fotografias e mais de mil mapas da cidade de São Paulo, das coleções de arquitetos e fotógrafos estrangeiros – foi tratado e selecionado. Boa parte foi digitalizado”, disse Lanna.
Para que a consulta do banco de dados fosse mais ágil, seu conteúdo foi adaptado e disponibilizado no site http://estrangeiros.fau.usp.br. “O banco de dados continuará sendo alimentado com outras informações ou pesquisas que surjam como desdobramento do Projeto Temático”, disse.
Por Fábio de Castro, da Agência Fapesp – Revista Envolverde.
Em relação à preposição, assinale a alternativa incorreta.
 

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Leia o trecho abaixo. Faz muito tempo que não vamos ao teatro. Assinale a alternativa que apresenta o mesmo tipo de sujeito presente no trecho acima.
 

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