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3795338 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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'A introdução da tipografia foi uma das grandes transformações ocorridas no Rio de Janeiro desde a chegada da Corte. Com o nascimento da Impressão Régia deste lado do Atlântico, sancionada pelo decreto de 13 de maio de 1808, a sociedade fluminense passou a conviver cotidianamente com a circulação da palavra impressa. Dos decretos reais aos livros que 'saiam à luz' ou se 'achavam à venda, perpassando os almanaques, cartazes e a própria Gazeta do Rio de Janeiro, entre outros periódicos, os habitantes da nova capital do Império Português — a despeito da atuação dos censores — tinham ao seu alcance a possibilidade de realizarem múltiplas leituras acerca da realidade vivida."

MEIRELLES, Juliana Gesuelli. A nova Corte e a circulação de ideias nos Império luso-brasileiro: Impressão Régia e Real Biblioteca do Rio de Janeiro durante o governo joanino (1808-1821). In: BESSONE, Tânia et al. Cultura escrita e circulação de impressos no Oitocentos. São Paulo: Alameda, 2016. p. 181-199.

A instalação da Imprensa Régia no Brasil, no início do século XIX, teve grande influência no estabelecimento de uma literatura propriamente nacional. Qual das escolas literárias a seguir NÃO faz parte dessa fase da literatura brasileira?

 

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3795337 Ano: 2024
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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"A arte dramática não é ainda entre nós um culto; as vocações definem-se e educam-se como um resultado acidental. As perspectivas do belo não são ainda o ímã da cena; o fundo de uma posição importante ou de um emprego suave, é que para lá impele as tendências balbuciantes. As exceções neste caso são tão raras, tão isoladas que não constituem um protesto contra a verdade absoluta da asserção."

ASSIS, Joaquim Maria Machado de. Crítica teatral. Disponível em: | https://machado.mee.gov.br/obracompleta-lista. Acesso em: 16 abr. 2024.

Em meio à pouca expressão teatral da época, um autor se destacou no Romantismo brasileiro, ficando conhecido como o fundador do teatro no país. Identifique-o.

 

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3795336 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Identifique a alternativa cujo trecho explicita um emprego não padrão da regência verbal da língua portuguesa.

 

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3795335 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Qual classificação recebe a oração em destaque no trecho "O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%)."?

 

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3795334 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Mantendo-se o sentido básico do enunciado, o conectivo "Além disso”, empregado no quarto parágrafo do texto, pode ser substituído por

 

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3795333 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

De acordo com o texto, as pessoas com o transtorno do espectro autista

 

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3795332 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Dentre todas as siglas utilizadas no texto, quantas se configuram como acrônimos?

 

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3795331 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
Orgão: Pref. Brejo Madre Deus-PE
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Qual das palavras abaixo resume adequadamente o papel das famílias na vida das pessoas com o transtorno do espectro autista segundo as informações disponibilizadas no texto?

 

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3795330 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Levando-se em consideração as características formais desse texto, bem como seu conteúdo, é possível afirmar que ele é um exemplar do gênero jornalístico denominado

 

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3795329 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: ADM&TEC
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TEXTO PARA AS QUESTÕES DE 01 A 08.

Visão do Correio: Os desafios do autismo

Levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos

Correio Braziliense | postado em 29/03/2024

A onda de diagnósticos — precoces ou tardios — de pessoas com autismo, inclusive de celebridades, no Brasil, tem chamado a atenção de especialistas e de profissionais de saúde em geral. À prova é que um levantamento da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) mostra que os custos com tratamentos para transtorno do espectro autista (TEA) superaram os gastos com tratamentos oncológicos. Somente no ano passado, as despesas com TEA atingiram 9% do custo médico total, ultrapassando os 8,7% destinados à oncologia.

Isso se intensificou com as mudanças implementadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desde 2021, que incluem cobertura ilimitada de sessões com psicólogos, com terapeutas ocupacionais e com fonoaudiólogos, além de outros métodos indicados para tratamento desse transtorno.

Se, por um lado, os pacientes diagnosticados têm recebido um melhor tratamento — multidisciplinar, na maioria dos casos —, por outro, muitos não têm como arcar com esses gastos. Um outro estudo, Retratos do autismo no Brasil, realizado pela Healthtech Genial Care, em parceria com a Tismoo.me, revela que 73% dos entrevistados mencionam dificuldades financeiras para arcar com os custos do tratamento.

O relatório revela, ainda, que a grande maioria dos cuidadores está profundamente preocupada com o futuro a longo prazo da criança com autismo (79%). E vale destacar que essa preocupação integra também os estudos anteriores. Esses profissionais apontam a incerteza de um futuro a longo prazo para essas crianças em termos de desenvolvimento, de inclusão e de apoio emocional. Por isso, intervenções multidisciplinares e orientação parental são fundamentais nesse aspecto. Além disso, o setor de saúde deve ser ativo, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida de crianças autistas e de suas famílias.

Atualmente, em todo o planeta, os autistas representam 2% da população, e, nos últimos 20 anos, houve uma grande evolução no diagnóstico devido aos avanços das técnicas de sequenciamento. Mas, no Brasil, ainda há precariedade na adoção de políticas públicas que permitam o acompanhamento e o tratamento de todos os brasileiros com essa condição. Entre 2017 e 2021, o Censo Escolar registrou um aumento de 280% no número de estudantes com TEA matriculados em escolas públicas e particulares do país, e a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o Brasil tenha entre 2 milhões e 4 milhões de pessoas com o transtorno.

Fato é que há falhas na condução das práticas que envolvem o tema autismo. Os sistemas de saúde e de educação — tanto a rede pública quanto a privada — precisam se realinhar, visando a capacitação de pessoas com autismo. Focar o tratamento na doença ou na "cura" não é o caminho ideal, bem como práticas como terapias intensivas e salas de aula separadas. Cabe também à sociedade enxergar a pessoa com autismo e suas famílias como partes integrantes da comunidade e ser capaz de garantir um suporte inclusivo que reforce as diferenças de forma positiva. Há muito o que fazer, mas é preciso começar. VISÃO do Correio: Os desafios do autismo. Correio Braziliense, 29 de março de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/03/68 27656-os-desafios-do-autismo.html. Acesso em: 29 mar. 2024. Adaptado.

Qual dos tipos textuais listados abaixo predomina no texto apresentado?

 

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