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2110614
Ano: 2021
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Provas:
- Resistência dos Materiais e Análise EstruturalEstruturas de Concreto
- Normas e LegislaçõesNBRsNBR 6.118: Projeto de Estruturas de Concreto (Procedimento)
O cobrimento de concreto das armadura em elementos estruturais é de suma importância, a fim de assegurar a proteção do aço contra agentes externos e
garantir a durabilidade da armadura. Segundo a ABNT
NBR 6118:2014, se o cobrimento de concreto em um
pilar tiver espessura nominal de 20 mm, a dimensão
máxima característica do agregado graúdo que pode
ser usada na produção da mistura do concreto é de:
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Em relação ao nome do Município de Bela Vista
da Caroba, marque a alternativa que indica a que o
topônimo “Caroba” se refere originalmente.
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2107762
Ano: 2021
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Provas:
A respeito da vereança, de acordo com o que dispõe a Lei Orgânica do Município de Bela Vista da Caroba – PR, assinale a alternativa INCORRETA.
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Minha redação do cursinho cruzou o mundo
como se fosse do Verissimo
Era o meu segundo vestibular para medicina.
Estava na minha aula preferida — não pelo tema, mas
pelo professor. Valter era o nome dele, um jornalista
que decidiu como carreira ajudar adolescentes não só
a escrever, mas a pensar. Naquele dia, ele mostrou a
imagem de um pêndulo. A ideia era refletir sobre como
o equilíbrio nos impede de viver os extremos.
Por coincidência, a minha redação para aquele
assunto já estava pronta. Havia escrito no dia anterior
um texto que decidi chamar de “Quase”. Arranquei a
folha do meu caderno, dobrei e passei para a frente.
Da última fila à primeira, o bilhete chegou até o professor.
“Posso ler em voz alta?”, ele perguntou.
O que aconteceu naquele instante? Nada. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei
à mão. Era 2002 e eu ainda demoraria a descobrir que
o acaso nem sempre acontece de repente. No meu
caso, o destino agiu devagar.
Quatro anos depois, já na quarta fase da faculdade de medicina, em vez de felicíssima pela oportunidade de ingressar em uma carreira que traz tanto
prestígio, eu divertia as minhas colegas com o que escrevia quando estava entediada. Rezava — coisa que
eu não faço sempre — por um sinal.
O universo me respondeu nas páginas do jornal O Globo, na edição de Páscoa, em uma coluna
que dizia assim: “Eu gostaria de encontrar o verdadeiro autor do ‘Quase’ para agradecer a glória emprestada e para lhe dar um recado. No Salão do Livro de
Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos
brasileiros muito bem traduzidos para o francês com
uma surpresa: eu estava entre Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e outros escolhidos adivinha com que texto? Em francês, ficou ‘Presque’.”
Quem me procurava era Luis Fernando Verissimo, a quem a autoria daquele punhado de palavras
que saíram de uma sala de aula e se espalharam pelo
mundo vinha sendo atribuída. Na semana seguinte, o
escritor divulgou o meu nome e, para mim, a história
terminava aí.
Depois de desfeito o engano, no entanto, passei a receber muitas mensagens de pessoas dizendo
que a minha redação tinha mudado as suas vidas, ajudado a continuar ou terminar o casamento, a trocar de
trabalho e a escolher uma profissão. “Eu carrego seu
texto como um amuleto”, me disseram.
O “Quase” foi o meu grande acaso. Eu não sei
quais são as chances de uma folha de caderno precisar chegar tão longe para ajudar o próprio autor, mas
o que eu sei é que essa chance existe.
Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo. Eu, que iria ser médica, me
tornei jornalista. Troquei Florianópolis pela Austrália.
Incluí na minha família brasileira um amor indiano.
Ao longo desses anos, o “Quase” virou letra de
música, tatuagem, rap na Guiana Francesa, espetáculo de dança, questão de vestibular, de concurso público e até anúncio de funerária. Fez parte das turnês da
Ana Carolina e também foi lido pela Ana Maria Braga.
O texto tem sido usado em escritórios de psicologia,
em teatros de colégio e foi traduzido para diversas línguas espontaneamente.
Até hoje eu recebo as mensagens mais amáveis de gente que encontrou força ou conforto nas
minhas palavras. O que essas pessoas talvez não
saibam é que elas são, genuinamente, a minha maior
inspiração.
Sarah Westphal Trabalha com Marketing e mora em Central Coast,
na Austrália (Casos do Acaso. Folha de São Paulo, 23/05/2021.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/casos-do-acaso/2021/05/minha-redacao-do-cursinho-cruzou-o-mundo-comose-fosse-do-verissimo.shtml)
I. O texto é dissertativo por citar Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e Luis Fernando Verissimo como argumento de autoridade para validar um ponto de vista. II. O texto é narrativo por apresentar uma sucessão de acontecimentos a respeito de um fato, mantendo uma progressão temporal. III. O texto é narrativo por ter personagens, diálogos e um narrador observador.
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Minha redação do cursinho cruzou o mundo
como se fosse do Verissimo
Era o meu segundo vestibular para medicina.
Estava na minha aula preferida — não pelo tema, mas
pelo professor. Valter era o nome dele, um jornalista
que decidiu como carreira ajudar adolescentes não só
a escrever, mas a pensar. Naquele dia, ele mostrou a
imagem de um pêndulo. A ideia era refletir sobre como
o equilíbrio nos impede de viver os extremos.
Por coincidência, a minha redação para aquele
assunto já estava pronta. Havia escrito no dia anterior
um texto que decidi chamar de “Quase”. Arranquei a
folha do meu caderno, dobrei e passei para a frente.
Da última fila à primeira, o bilhete chegou até o professor.
“Posso ler em voz alta?”, ele perguntou.
O que aconteceu naquele instante? Nada. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei
à mão. Era 2002 e eu ainda demoraria a descobrir que
o acaso nem sempre acontece de repente. No meu
caso, o destino agiu devagar.
Quatro anos depois, já na quarta fase da faculdade de medicina, em vez de felicíssima pela oportunidade de ingressar em uma carreira que traz tanto
prestígio, eu divertia as minhas colegas com o que escrevia quando estava entediada. Rezava — coisa que
eu não faço sempre — por um sinal.
O universo me respondeu nas páginas do jornal O Globo, na edição de Páscoa, em uma coluna
que dizia assim: “Eu gostaria de encontrar o verdadeiro autor do ‘Quase’ para agradecer a glória emprestada e para lhe dar um recado. No Salão do Livro de
Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos
brasileiros muito bem traduzidos para o francês com
uma surpresa: eu estava entre Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e outros escolhidos adivinha com que texto? Em francês, ficou ‘Presque’.”
Quem me procurava era Luis Fernando Verissimo, a quem a autoria daquele punhado de palavras
que saíram de uma sala de aula e se espalharam pelo
mundo vinha sendo atribuída. Na semana seguinte, o
escritor divulgou o meu nome e, para mim, a história
terminava aí.
Depois de desfeito o engano, no entanto, passei a receber muitas mensagens de pessoas dizendo
que a minha redação tinha mudado as suas vidas, ajudado a continuar ou terminar o casamento, a trocar de
trabalho e a escolher uma profissão. “Eu carrego seu
texto como um amuleto”, me disseram.
O “Quase” foi o meu grande acaso. Eu não sei
quais são as chances de uma folha de caderno precisar chegar tão longe para ajudar o próprio autor, mas
o que eu sei é que essa chance existe.
Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo. Eu, que iria ser médica, me
tornei jornalista. Troquei Florianópolis pela Austrália.
Incluí na minha família brasileira um amor indiano.
Ao longo desses anos, o “Quase” virou letra de
música, tatuagem, rap na Guiana Francesa, espetáculo de dança, questão de vestibular, de concurso público e até anúncio de funerária. Fez parte das turnês da
Ana Carolina e também foi lido pela Ana Maria Braga.
O texto tem sido usado em escritórios de psicologia,
em teatros de colégio e foi traduzido para diversas línguas espontaneamente.
Até hoje eu recebo as mensagens mais amáveis de gente que encontrou força ou conforto nas
minhas palavras. O que essas pessoas talvez não
saibam é que elas são, genuinamente, a minha maior
inspiração.
Sarah Westphal Trabalha com Marketing e mora em Central Coast,
na Austrália (Casos do Acaso. Folha de São Paulo, 23/05/2021.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/casos-do-acaso/2021/05/minha-redacao-do-cursinho-cruzou-o-mundo-comose-fosse-do-verissimo.shtml)
I. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei à mão. II. Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo.
Assinale a alternativa em que o sinal indicativo da crase está CORRETAMENTE justificado.
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Minha redação do cursinho cruzou o mundo
como se fosse do Verissimo
Era o meu segundo vestibular para medicina.
Estava na minha aula preferida — não pelo tema, mas
pelo professor. Valter era o nome dele, um jornalista
que decidiu como carreira ajudar adolescentes não só
a escrever, mas a pensar. Naquele dia, ele mostrou a
imagem de um pêndulo. A ideia era refletir sobre como
o equilíbrio nos impede de viver os extremos.
Por coincidência, a minha redação para aquele
assunto já estava pronta. Havia escrito no dia anterior
um texto que decidi chamar de “Quase”. Arranquei a
folha do meu caderno, dobrei e passei para a frente.
Da última fila à primeira, o bilhete chegou até o professor.
“Posso ler em voz alta?”, ele perguntou.
O que aconteceu naquele instante? Nada. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei
à mão. Era 2002 e eu ainda demoraria a descobrir que
o acaso nem sempre acontece de repente. No meu
caso, o destino agiu devagar.
Quatro anos depois, já na quarta fase da faculdade de medicina, em vez de felicíssima pela oportunidade de ingressar em uma carreira que traz tanto
prestígio, eu divertia as minhas colegas com o que escrevia quando estava entediada. Rezava — coisa que
eu não faço sempre — por um sinal.
O universo me respondeu nas páginas do jornal O Globo, na edição de Páscoa, em uma coluna
que dizia assim: “Eu gostaria de encontrar o verdadeiro autor do ‘Quase’ para agradecer a glória emprestada e para lhe dar um recado. No Salão do Livro de
Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos
brasileiros muito bem traduzidos para o francês com
uma surpresa: eu estava entre Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e outros escolhidos adivinha com que texto? Em francês, ficou ‘Presque’.”
Quem me procurava era Luis Fernando Verissimo, a quem a autoria daquele punhado de palavras
que saíram de uma sala de aula e se espalharam pelo
mundo vinha sendo atribuída. Na semana seguinte, o
escritor divulgou o meu nome e, para mim, a história
terminava aí.
Depois de desfeito o engano, no entanto, passei a receber muitas mensagens de pessoas dizendo
que a minha redação tinha mudado as suas vidas, ajudado a continuar ou terminar o casamento, a trocar de
trabalho e a escolher uma profissão. “Eu carrego seu
texto como um amuleto”, me disseram.
O “Quase” foi o meu grande acaso. Eu não sei
quais são as chances de uma folha de caderno precisar chegar tão longe para ajudar o próprio autor, mas
o que eu sei é que essa chance existe.
Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo. Eu, que iria ser médica, me
tornei jornalista. Troquei Florianópolis pela Austrália.
Incluí na minha família brasileira um amor indiano.
Ao longo desses anos, o “Quase” virou letra de
música, tatuagem, rap na Guiana Francesa, espetáculo de dança, questão de vestibular, de concurso público e até anúncio de funerária. Fez parte das turnês da
Ana Carolina e também foi lido pela Ana Maria Braga.
O texto tem sido usado em escritórios de psicologia,
em teatros de colégio e foi traduzido para diversas línguas espontaneamente.
Até hoje eu recebo as mensagens mais amáveis de gente que encontrou força ou conforto nas
minhas palavras. O que essas pessoas talvez não
saibam é que elas são, genuinamente, a minha maior
inspiração.
Sarah Westphal Trabalha com Marketing e mora em Central Coast,
na Austrália (Casos do Acaso. Folha de São Paulo, 23/05/2021.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/casos-do-acaso/2021/05/minha-redacao-do-cursinho-cruzou-o-mundo-comose-fosse-do-verissimo.shtml)
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Questão presente nas seguintes provas
Minha redação do cursinho cruzou o mundo
como se fosse do Verissimo
Era o meu segundo vestibular para medicina.
Estava na minha aula preferida — não pelo tema, mas
pelo professor. Valter era o nome dele, um jornalista
que decidiu como carreira ajudar adolescentes não só
a escrever, mas a pensar. Naquele dia, ele mostrou a
imagem de um pêndulo. A ideia era refletir sobre como
o equilíbrio nos impede de viver os extremos.
Por coincidência, a minha redação para aquele
assunto já estava pronta. Havia escrito no dia anterior
um texto que decidi chamar de “Quase”. Arranquei a
folha do meu caderno, dobrei e passei para a frente.
Da última fila à primeira, o bilhete chegou até o professor.
“Posso ler em voz alta?”, ele perguntou.
O que aconteceu naquele instante? Nada. Recebi um elogio, e algumas meninas do cursinho pediram para guardar uma versão do texto, que eu copiei
à mão. Era 2002 e eu ainda demoraria a descobrir que
o acaso nem sempre acontece de repente. No meu
caso, o destino agiu devagar.
Quatro anos depois, já na quarta fase da faculdade de medicina, em vez de felicíssima pela oportunidade de ingressar em uma carreira que traz tanto
prestígio, eu divertia as minhas colegas com o que escrevia quando estava entediada. Rezava — coisa que
eu não faço sempre — por um sinal.
O universo me respondeu nas páginas do jornal O Globo, na edição de Páscoa, em uma coluna
que dizia assim: “Eu gostaria de encontrar o verdadeiro autor do ‘Quase’ para agradecer a glória emprestada e para lhe dar um recado. No Salão do Livro de
Paris, ganhei da autora um volume de textos e versos
brasileiros muito bem traduzidos para o francês com
uma surpresa: eu estava entre Clarice Lispector, Carlos Drummond de Andrade e outros escolhidos adivinha com que texto? Em francês, ficou ‘Presque’.”
Quem me procurava era Luis Fernando Verissimo, a quem a autoria daquele punhado de palavras
que saíram de uma sala de aula e se espalharam pelo
mundo vinha sendo atribuída. Na semana seguinte, o
escritor divulgou o meu nome e, para mim, a história
terminava aí.
Depois de desfeito o engano, no entanto, passei a receber muitas mensagens de pessoas dizendo
que a minha redação tinha mudado as suas vidas, ajudado a continuar ou terminar o casamento, a trocar de
trabalho e a escolher uma profissão. “Eu carrego seu
texto como um amuleto”, me disseram.
O “Quase” foi o meu grande acaso. Eu não sei
quais são as chances de uma folha de caderno precisar chegar tão longe para ajudar o próprio autor, mas
o que eu sei é que essa chance existe.
Conversar com tanta gente corajosa me motivou a buscar uma vida menos morna e resistir à tentação de escolher por medo. Eu, que iria ser médica, me
tornei jornalista. Troquei Florianópolis pela Austrália.
Incluí na minha família brasileira um amor indiano.
Ao longo desses anos, o “Quase” virou letra de
música, tatuagem, rap na Guiana Francesa, espetáculo de dança, questão de vestibular, de concurso público e até anúncio de funerária. Fez parte das turnês da
Ana Carolina e também foi lido pela Ana Maria Braga.
O texto tem sido usado em escritórios de psicologia,
em teatros de colégio e foi traduzido para diversas línguas espontaneamente.
Até hoje eu recebo as mensagens mais amáveis de gente que encontrou força ou conforto nas
minhas palavras. O que essas pessoas talvez não
saibam é que elas são, genuinamente, a minha maior
inspiração.
Sarah Westphal Trabalha com Marketing e mora em Central Coast,
na Austrália (Casos do Acaso. Folha de São Paulo, 23/05/2021.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/casos-do-acaso/2021/05/minha-redacao-do-cursinho-cruzou-o-mundo-comose-fosse-do-verissimo.shtml)
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Questão presente nas seguintes provas
2085859
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Provas:
Leia a descrição a seguir, a respeito de um dos
grandes nomes da cultura teatral brasileira, e marque
a alternativa que indica de quem se trata.
“Foi considerado o mais revolucionário teatrólogo brasileiro, abrindo as portas à moderna dramaturgia do país. Percorreu, contudo, um árduo itinerário, marcado pelas tragédias familiares e pela crítica contraditória. Desde seu primeiro texto, foi considerado ao mesmo tempo um imoral e um moralista, reacionário e pornográfico, um gênio e um charlatão, escandalizando, como nunca, o público e a imprensa especializada da época. Explorando a vida cotidiana do subúrbio do Rio de Janeiro, preencheu os palcos com incestos, crimes, suicídios, personagens beirando a loucura, inflamadas de desejos e agindo apaixonadamente. Chegou a ter suas peças interditadas pela censura, e ficou conhecido como autor maldito. Escreveu dezessete peças, centenas de contos e nove romances. Entre as peças, destacam-se A Falecida (1953), Boca de Ouro (1959), Beijo no Asfalto (1960) e Toda Nudez Será Castigada (1965)”. (UOL Educação, Biografias, com adaptações).
“Foi considerado o mais revolucionário teatrólogo brasileiro, abrindo as portas à moderna dramaturgia do país. Percorreu, contudo, um árduo itinerário, marcado pelas tragédias familiares e pela crítica contraditória. Desde seu primeiro texto, foi considerado ao mesmo tempo um imoral e um moralista, reacionário e pornográfico, um gênio e um charlatão, escandalizando, como nunca, o público e a imprensa especializada da época. Explorando a vida cotidiana do subúrbio do Rio de Janeiro, preencheu os palcos com incestos, crimes, suicídios, personagens beirando a loucura, inflamadas de desejos e agindo apaixonadamente. Chegou a ter suas peças interditadas pela censura, e ficou conhecido como autor maldito. Escreveu dezessete peças, centenas de contos e nove romances. Entre as peças, destacam-se A Falecida (1953), Boca de Ouro (1959), Beijo no Asfalto (1960) e Toda Nudez Será Castigada (1965)”. (UOL Educação, Biografias, com adaptações).
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Questão presente nas seguintes provas
2085691
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Provas:
Considere a notícia jornalística a seguir, que trata
de um recente episódio com repercussões para as relações internacionais, e marque a alternativa que preenche CORRETAMENTE a lacuna.
“O ativista político Roman Protasevich, de 26 anos, tornou-se o protagonista de um dos episódios mais sombrios da longa história de repressão do regime de Alexander Lukashenko, atual presidente da ___________. O avião em que seguia em maio deste ano, rumo a Vilnius, foi desviado para Minsk, onde o jornalista foi detido. Num país onde a difusão de informação crítica do governo é vista como um ato criminoso, divulgar apenas o que acontece é um desafio”. (Público, 24/05/2021, com adaptações).
“O ativista político Roman Protasevich, de 26 anos, tornou-se o protagonista de um dos episódios mais sombrios da longa história de repressão do regime de Alexander Lukashenko, atual presidente da ___________. O avião em que seguia em maio deste ano, rumo a Vilnius, foi desviado para Minsk, onde o jornalista foi detido. Num país onde a difusão de informação crítica do governo é vista como um ato criminoso, divulgar apenas o que acontece é um desafio”. (Público, 24/05/2021, com adaptações).
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2085690
Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Bela Vista Caroba-PR
Provas:
Em relação aos impactos econômicos decorrentes da pandemia da Covid-19, considere a análise a
seguir, publicada em outubro do ano passado, e marque a alternativa que preenche CORRETAMENTE a
lacuna.
“Dezenas de países viram o dólar ficar mais caro desde o início da crise provocada pela pandemia de Covid-19. É difícil, entretanto, encontrar algum com uma ___________ de sua moeda tão intensa quanto o Brasil. O real perdeu 28% do seu valor perante o dólar desde 31 de dezembro de 2019, deixando para trás o limite ‘psicológico’ de R$ 4 por dólar. Hoje, o comercial é negociado a cerca de R$ 5,50. O turismo, a R$ 5,80. É o pior desempenho entre as 30 moedas mais negociadas do mundo”. (BBC Brasil, 15/10/2020, com adaptações).
“Dezenas de países viram o dólar ficar mais caro desde o início da crise provocada pela pandemia de Covid-19. É difícil, entretanto, encontrar algum com uma ___________ de sua moeda tão intensa quanto o Brasil. O real perdeu 28% do seu valor perante o dólar desde 31 de dezembro de 2019, deixando para trás o limite ‘psicológico’ de R$ 4 por dólar. Hoje, o comercial é negociado a cerca de R$ 5,50. O turismo, a R$ 5,80. É o pior desempenho entre as 30 moedas mais negociadas do mundo”. (BBC Brasil, 15/10/2020, com adaptações).
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