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3955054 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

Este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável” (13º parágrafo). O uso da forma verbal “parece”, em destaque, indica:
 

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3955053 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

No trecho “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão (10º parágrafo), o termo em destaque sugere:
 

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3955052 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

Quando o autor afirma que a IA poderia “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” (8º parágrafo), é possível inferir que:
 

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3955051 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever. (6º parágrafo). Nesse trecho, as palavras em destaque podem ser classificadas, respectivamente, como:
 

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3955050 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais. (3º parágrafo). Nesse trecho, ocorreu crase porque houve fusão da preposição “a” com:
 

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3955049 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature (2º parágrafo). Nesse trecho, o conectivo em destaque veicula sentido de:
 

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3955048 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

No título do texto (Cientistas criam modelo de IA para prever doenças), a forma verbal em destaque está flexionada no:
 

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3955047 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Texto: Cientistas criam modelo de IA para prever doenças


Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

No texto, a função discursiva da menção à revista Nature é:
 

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3955046 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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Profissionais são de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça

Cientistas anunciaram, nesta quarta-feira (17), que criaram um modelo de inteligência artificial capaz de prever diagnósticos médicos com anos de antecedência, com base na mesma tecnologia do ChatGPT da OpenAI.

Partindo do histórico do paciente, a IA Delphi-2M “prevê a prevalência de mais de mil doenças” com anos de antecedência, de acordo com um estudo publicado pela revista Nature.

Os cientistas, provenientes de instituições do Reino Unido, Dinamarca, Alemanha e Suíça, recorreram aos antecedentes médicos de cerca de meio milhão de pacientes do banco de dados biomédico UK Biobank. Para processar todos esses dados, utilizaram uma tecnologia semelhante à do ChatGPT, um modelo de linguagem baseado inicialmente em conteúdos textuais.

Compreender uma sequência de diagnósticos médicos equivale a “aprender a gramática de um texto”, explicou Moritz Gerstung, especialista em IA do Centro Alemão de Pesquisa do Câncer, à imprensa.

Graças ao seu treinamento, Delphi-2M “aprende a detectar padrões nos dados de saúde antes dos diagnósticos, e em quais combinações e sucessões eles ocorrem”, acrescentou Gerstung, o que permite “previsões muito significativas e relevantes para a saúde”.

O especialista apresentou diagramas que sugerem que a IA poderia identificar pessoas com um risco maior ou menor de sofrer um ataque cardíaco do que fatores como idade ou outros dados poderiam prever.

As capacidades da Delphi-2M foram testadas a partir de dados de saúde de quase dois milhões de pessoas na Dinamarca.

No futuro, modelos como este poderiam ajudar a “orientar o monitoramento e, possivelmente, levar a intervenções clínicas mais precoces” na medida preventiva, afirmou Gerstung.

As equipes de pesquisa indicaram, no entanto, que este modelo de IA deveria passar por mais testes e que ainda não estava pronto para uso.

Em maior escala, essas ferramentas poderiam ajudar a “otimizar os recursos em um sistema de saúde sob pressão”, garantiu Tom Fitzgerald, do Laboratório Europeu de Biologia Molecular e coautor do estudo.

Em muitos países já se utilizam dispositivos informáticos para prever o risco de doenças, como o programa QRISK3, que médicos britânicos utilizam para avaliar o risco de sofrer um ataque cardíaco ou um acidente vascular cerebral.

Mas a Delphi-2M “pode lidar com todas as doenças ao mesmo tempo e por um longo período”, indicou outro autor do texto, Ewan Birney.

Para Gustavo Sudre, professor no King's College de Londres especializado em IA médica, este avanço “parece ser um passo significativo em direção a uma forma de modelagem preditiva na medicina que seja escalável, interpretável e, o mais importante, eticamente responsável”.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-eciencia/2025/09/7130839-cientistas-criam-modelo-deia-para-prever-doencas.html. Acesso em 17/09/2025

De uma forma geral, no texto, predomina uma determinada função da linguagem, que é a:
 

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3955045 Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: IBAM
Orgão: Pref. Cachoeiras Macacu-RJ
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A Profª Maria de Lurdes tem uma turma formada por 30 alunos. Desse conjunto, cinco alunos têm 11 anos; oito alunos têm 12 anos; quinze alunos têm 13 anos; dois alunos têm 14 anos. À luz do Estatuto da Criança e do Adolescente, a Profª Maria de Lurdes tem uma turma formada:
 

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