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O fator sorte
As pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.
(Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/
pensar-psi/o-fator-sorte. Adaptado)
De acordo com o texto, as leis da probabilidade podem ser usadas paraAs pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.
(Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/
pensar-psi/o-fator-sorte. Adaptado)
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O fator sorte
As pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.
(Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/
pensar-psi/o-fator-sorte. Adaptado)
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo para o termo em destaque na frase a seguir. As pessoas mais inclinadas a buscar significados nos acontecimentos tendem de fato a encontrá-los, ainda que, para isso, tenham de subestimar as leis da probabilidade, no intuito de encontrar um maior número de “coincidências", que atribuem à sorte.
Há alguns anos, o físico Richard A. J. Matthews estudou as chamadas leis de Murphy, a irônica suma do pessimismo resumida na máxima “se alguma coisa pode dar errado, dará". Matthews investigou, em particular, por que uma fatia de pão com manteiga cai geralmente com o lado da manteiga para baixo. A prevalência da “falta de sorte" foi confirmada por um estudo experimental, patrocinado por um fabricante de manteiga: o aparente azar deve-se simplesmente à relação física entre as dimensões da fatia e a altura em que estava colocada.
São também explicáveis outros tipos de infortúnio, como o fato de que, quando duas meias soltas são retiradas da gaveta, geralmente elas não são do mesmo par. Além disso, tendemos a dar mais atenção a fatos rotineiros que nos frustram (como perder o ônibus por chegarmos ao ponto com segundos de atraso), em vez de contabilizar o grande número de ocasiões em que não tivemos contratempos. Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade.
O psicólogo Richard Wiseman, professor da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra, também conduziu um estudo interessante sobre os mecanismos relacionados à sorte. O projeto, financiado por várias instituições, entre as quais a Associação Britânica para o Avanço da Ciência, gerou um manual chamado “O fator sorte", traduzido em mais de 20 idiomas.
Ele publicou um anúncio no jornal solicitando que pessoas particularmente sortudas ou azaradas entrassem em contato com ele para que seus comportamentos fossem analisados. Descobriu que cerca de 9% desses indivíduos podiam ser considerados azarados e 12% favorecidos pela sorte. Todos os outros entravam na média.
Wiseman deu aos participantes um jornal, solicitando que contassem as fotos impressas e prometendo um prêmio aos que o fizessem corretamente. Ora, o número solicitado estava gravado de forma evidente sobre uma das páginas, algo que muitos “azarados" não perceberam, pois estavam concentrados demais na tarefa.
A análise experimental dos traços de personalidade que distinguiam sortudos e azarados permitiu concluir que esses últimos são mais tensos e concentrados, ao passo que os sortudos tendem a considerar as coisas de forma mais relaxada, mas sem perder de vista o contexto geral. Assim, se considerarmos os dados coletados, ter sorte pode significar, pelo menos em parte, saber fazer boas escolhas e perceber as ocasiões mais vantajosas para si mesmo.
(Gláucia Leal. Disponível em: http://blogs.estadao.com.br/
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Essa atitude contribui para reforçar nossos preconceitos e nos fazer ignorar as leis da probabilidade. (3 º parágrafo)
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Com relação ao e-mail, assinale a alternativa que apresenta um endereço eletrônico válido
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No MS-Word 2010, na sua configuração padrão, no guia
“Inserir", o ícone que permite incluir uma imagem é
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No MS-PowerPoint 2010, a partir da sua configuração padrão, no guia “Apresentação de Slides”, existe um grupo que contém vários ícones, conforme é ilustrado na figura.

Assinale a alternativa que contém o nome desse grupo.

Assinale a alternativa que contém o nome desse grupo.
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- Sistemas OperacionaisWindowsFuncionalidades do WindowsGerenciamento de Arquivos e PastasWindows Explorer
No Windows Explorer do Windows 7, na sua configuração padrão, apresenta o conteúdo de uma pasta chamada “Teste”, conforme ilustra a figura.

O conteúdo da pasta “Teste” apresenta dois atalhos, uma planilha do Excel 2010, uma apresentação do PowerPoint 2010 e um documento do Word 2010.
Analisando a figura, assinale a alternativa cuja afirmação é correta.

O conteúdo da pasta “Teste” apresenta dois atalhos, uma planilha do Excel 2010, uma apresentação do PowerPoint 2010 e um documento do Word 2010.
Analisando a figura, assinale a alternativa cuja afirmação é correta.
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Em uma planilha do MS- Excel 2010, a partir da sua configuração padrão, utilizada por uma empresa de cobrança para controlar as pessoas devedoras, como ilustra a figura, a coluna A contém o nome do devedor, a coluna B contém o RG do devedor, a coluna C contém o montante a receber e a coluna D informa se foi pago: N para Não e S para Sim.

A fórmula a ser aplicada na célula C10 para calcular o Valor Total que os devedores pagaram é

A fórmula a ser aplicada na célula C10 para calcular o Valor Total que os devedores pagaram é
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Com base no balancete de verificação da empresa Cristais Transparentes Indústria e Comércio de Plástico Ltda., em 31 de dezembro de 2013, demonstrado a seguir, responda à questão. Seguem algumas informações adicionais.
• O fechamento do balanço será em 31 de dezembro de 2013, portanto, trata-se de um balancete para tal fechamento. Nesse caso, o candidato deverá realizar tal fechamento.
• A empresa está enquadrada no sistema de apuração de imposto de renda e da contribuição social pelo Lucro Real, portanto, o regime do PIS e da COFINS é não cumulativo. Pede-se considerar o cálculo anual para as contribuições.

Assinale a alternativa com o valor, em R$, da contribuição social para a COFINS sobre as Receitas de Vendas de Produtos, de acordo com a legislação pertinente.
Considere: não ocorreram créditos por entrada de insumos para tal cálculo.
• O fechamento do balanço será em 31 de dezembro de 2013, portanto, trata-se de um balancete para tal fechamento. Nesse caso, o candidato deverá realizar tal fechamento.
• A empresa está enquadrada no sistema de apuração de imposto de renda e da contribuição social pelo Lucro Real, portanto, o regime do PIS e da COFINS é não cumulativo. Pede-se considerar o cálculo anual para as contribuições.

Assinale a alternativa com o valor, em R$, da contribuição social para a COFINS sobre as Receitas de Vendas de Produtos, de acordo com a legislação pertinente.
Considere: não ocorreram créditos por entrada de insumos para tal cálculo.
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- Demonstrações ContábeisDRE: Demonstração do Resultado do Exercício
- LegislaçãoTributosImposto de RendaLucro Real, Presumido e Arbitrado
Com base nas informações a seguir, responda à questão:
A empresa Calcula Tudo S.A. necessita calcular o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro para o exercício de 2013. Sabe-se que a empresa encontra-se enquadrada no sistema de apuração pelo Lucro Real. Adicionalmente, a empresa escriturou o LALUR, que apresenta as seguintes informações necessárias para tal cálculo:
• Lucro Antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social – R$ 650.300,00
• Adições temporárias – R$ 130.000,00
• Exclusões Permanentes – R$ 78.000,00
Assinale a alternativa com o valor, em R$, dispensando centavos, da Contribuição Social sobre o Lucro em 31 de dezembro de 2013 da empresa.
A empresa Calcula Tudo S.A. necessita calcular o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro para o exercício de 2013. Sabe-se que a empresa encontra-se enquadrada no sistema de apuração pelo Lucro Real. Adicionalmente, a empresa escriturou o LALUR, que apresenta as seguintes informações necessárias para tal cálculo:
• Lucro Antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social – R$ 650.300,00
• Adições temporárias – R$ 130.000,00
• Exclusões Permanentes – R$ 78.000,00
Assinale a alternativa com o valor, em R$, dispensando centavos, da Contribuição Social sobre o Lucro em 31 de dezembro de 2013 da empresa.
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- Demonstrações ContábeisDRE: Demonstração do Resultado do Exercício
- LegislaçãoTributosImposto de RendaLucro Real, Presumido e Arbitrado
Com base nas informações a seguir, responda à questão:
A empresa Calcula Tudo S.A. necessita calcular o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro para o exercício de 2013. Sabe-se que a empresa encontra-se enquadrada no sistema de apuração pelo Lucro Real. Adicionalmente, a empresa escriturou o LALUR, que apresenta as seguintes informações necessárias para tal cálculo:
• Lucro Antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social – R$ 650.300,00
• Adições temporárias – R$ 130.000,00
• Exclusões Permanentes – R$ 78.000,00
Assinale a alternativa com o valor, em R$, dispensando centavos, do Imposto de Renda e adicional do Imposto de Renda em 31 de dezembro de 2013 da empresa.
A empresa Calcula Tudo S.A. necessita calcular o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro para o exercício de 2013. Sabe-se que a empresa encontra-se enquadrada no sistema de apuração pelo Lucro Real. Adicionalmente, a empresa escriturou o LALUR, que apresenta as seguintes informações necessárias para tal cálculo:
• Lucro Antes do Imposto de Renda e da Contribuição Social – R$ 650.300,00
• Adições temporárias – R$ 130.000,00
• Exclusões Permanentes – R$ 78.000,00
Assinale a alternativa com o valor, em R$, dispensando centavos, do Imposto de Renda e adicional do Imposto de Renda em 31 de dezembro de 2013 da empresa.
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