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Foram encontradas 40 questões.

3949737 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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A figura abaixo representa dois reservatórios, sendo que o reservatório I é cúbico com arestas de medida 12 cm e o reservatório II tem a forma de um bloco retangular com medidas de 36 cm, 15 cm e 10 cm.

Enunciado 4804947-1

Enchendo o reservatório I com água e despejando no reservatório II, que esta inicialmente vazio, a porcentagem da capacidade do reservatório II que será ocupado com essa água será de

 

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3949736 Ano: 2025
Disciplina: Matemática
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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O jardim da praça tem uma área de 5.400 m2 e a grama foi cortada por 6 homens que trabalharam 6 horas por dia durante 4 dias. Dessa forma, o número de homens necessário para cortar a grama de outro jardim de 4.500 m2,  trabalhando,8 horas por dia, durante 5 dias seria:
 

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3949735 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas com a correta conjugação verbal.

__________ -se em silêncio ao longo da apresentação.

Se você o ________, avise que a reunião já começou.

Vocês _________ os suprimentos?

 

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3949734 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Conforme a norma-padrão da Lingua Portuguesa, assinale a alternativa correta acerca da ocorrência de crase.
 

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3949733 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Assinale a alternativa correta no que concerne à ortografia.
 

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3941073 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola


Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade

O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.

Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.

Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.

Corrida pré-histórica

Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.

Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.

Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.

A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.

Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.

Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.

Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml

Leia a oração abaixo, retirada do texto.
“Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente.”
O termo em destaque imprime uma ideia de
 

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3941072 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola


Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade

O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.

Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.

Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.

Corrida pré-histórica

Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.

Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.

Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.

A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.

Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.

Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.

Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml

Dentre as conclusões abaixo, assinale a alternativa que apresenta a que está de acordo com o estudo citado no texto.
 

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3941071 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola


Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade

O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.

Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.

Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.

Corrida pré-histórica

Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.

Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.

Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.

A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.

Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.

Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.

Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml

Segundo o texto, assinale a alternativa que apresenta a crítica dos pesquisadores ao uso da distância entre pegadas como medida da velocidade dos dinossauros.
 

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3941070 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola


Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade

O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.

Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.

Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.

Corrida pré-histórica

Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.

Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.

Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.

A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.

Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.

Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.

Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml

Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta o principal achado dos pesquisadores ao comparar a velocidade real das galinhas-d'angola com os cálculos baseados em pegadas.
 

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3949768 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: INDEPAC
Orgão: Pref. Cajamar-SP
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Leia o texto abaixo para responder à questão.

Dinossauros eram mais lentos do que se imaginava, diz estudo com galinhas d'angola


Nova pesquisa indica que cálculos de estudos anteriores, feitos a partir de pegadas de dinossauros, podem indicar que os dinossauros eram mais velozes do que a realidade

O cinema retrata os dinossauros como seres velozes e predadores implacáveis, que não davam chance para suas presas. Mas quão rápido eles realmente eram? Um estudo publicado na revista científica Biology Letfers indicou que cálculos tradicionais para determinar a velocidade dos dinossauros podem estar equivocados. E a pesquisa colocou isso à prova de maneira criativa: usando galinhas-d'angola para estimar a velocidade de deslocamento de seus ancestrais répteis extintos.

Para determinar a velocidade que um dinossauro corria, os paleontólogos normalmente utilizam equações matemáticas que partem da distância entre pegadas dos animais deixadas em trilhas, por exemplo. Porém, novos estudos mostram como esse método pode ser inconsistente. Um deles, feito por pesquisadores de universidades no Reino Unido, EUA e Brasil, trabalharam com membros da única linhagem de dinossauros ainda existente: as aves.

Recorrendo às simpáticas galinhas-d'angola (Numida meleagris), a pesquisa fez com que essas aves corressem em percursos de lama com diferentes consistências.

Corrida pré-histórica

Os experimentos foram gravados e cronometrados para que fosse possível determinar a velocidade real dos movimentos das galinhas. Após isso, os cientistas usaram equações e procedimentos de fotogrametria — técnica para medir objetos e ambientes a partir de fotos — para calcular a velocidade das aves com base nas pegadas marcadas da trilha.

Comparando os resultados obtidos pelas gravações e pelas pegadas os pesquisadores notaram que o método que avalia somente as trilhas de lama indicava que as galinhas estavam correndo até quatro vezes mais rápido do que realmente corriam em todos os experimentos.

Isso fortaleceu a teoria de que os cálculos utilizados em trilhas de dinossauros não necessariamente representam a realidade dos movimentos desses animais no passado.

A noção de que os cálculos historicamente feitos para os dinossauros assumem que eles andassem por superfícies mais sólidas que a lama também colabora para a ideia de que, nesse tipo de superfície, a velocidade de deslocamento deles seria menor.

Outra conclusão obtida no estudo foi a de que o comprimento do passo das galinhas (e provavelmente dos dinossauros) não é um bom indicador de aceleração e desaceleração. As equações anteriormente usadas assumem que um passo mais longo equivale a uma velocidade maior, porém as gravações mostraram aves se movendo em diferentes velocidades, mesmo deixando pegadas com distâncias semelhantes entre elas.

Moral da história? Dinos que deixaram suas pegadas em solos mais firmes não necessariamente eram mais rápidos do que aqueles que circulavam áreas de solo mais macio.

Disponível em: https://revistagalilei.globo.com/ciencia/noticia/2025/06/dinossauros-eram-mais-lentos-do-que-se-imaginava-diz-estudo-com-galinhas-dangola.ghtml

Assinale a alternativa cuja pontuação alterada do trecho não causou prejuízo gramatical ou de sentido ao texto.
Questão Anulada

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