Foram encontradas 50 questões.
Uma das principais funções da morfologia é a mudança de classe, isto é, a utilização da ideia de uma palavra em outra classe gramatical. Forma-se um novo sinal para se utilizar o significado de um sinal já existente em um contexto que requer uma classe gramatical diferente. A Língua de Sinais Brasileira pode derivar nomes de verbo
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O léxico não narrativo em Libras contém palavras em Português que são soletradas manualmente. Sinalizadores da Língua de Sinais Brasileira soletram palavras do Português em uma variedade de contextos, para introduzir uma palavra técnica que não tem sinal equivalente, por exemplo.
Observe a sequência de quiremas a seguir.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente o significado da sequência de quiremas.
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Apesar da diferença existente entre línguas de sinais e línguas orais, no que concerne à modalidade de percepção e produção, o termo “fonologia” tem sido usado para referir-se também aos estudos dos elementos básicos da língua de sinais. Historicamente, entretanto, para marcar esses dois tipos de sistemas linguísticos foi proposto um termo, concernente à configuração de mão, locação e movimento.
Assinale a alternativa que indica corretamente esse termo.
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As línguas humanas têm uma gama de unidades ou fonemas que são semelhantes (...). Mas cada fonema é normalmente sem significado isoladamente. Ele adquire significado apenas quando combinado com outros fonemas. Isto é, sons tais como f, g, d, o, a, nada significam separadamente. Eles adquirem significado apenas quando combinados de várias formas como em fogo, dado, gado, fado.
Essa organização da língua em duas camadas é conhecida como
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Alguns autores têm refletido sobre o verdadeiro significado de ler e escrever, como atividade reflexiva, prática social e ato coletivo, muito distante da alfabetização. (...)
No entanto, não se pode negar que a linguagem escrita possui uma íntima relação com a oralidade, muito embora a primeira não se caracterize como mera transcrição da segunda.
Com base nesse excerto, é correto afirmar:
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De acordo com Silva, in: Cidadania, Surdez e Linguagem: Desafios e realidades, as diferenças encontradas nos textos escritos por alunos surdos, concernentes ao uso diferenciado ou à escassez das chamadas categorias funcionais ou gramaticais, devem ser consideradas
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A narrativa é um dos primeiros tipos de textos produzidos, em linguagem escrita, pela criança dentro dos muros escolares, (...) sem falar na importância cognitiva que esse tipo de texto assume ao organizar determinados eventos em uma sequência temporal, fundamental para a criança encontrar outras formas de lidar com a realidade.
Assinale a alternativa que corretamente associa os elementos da superestrutura básica da narrativa constantes na coluna da esquerda (1, 2, 3, 4, 5 e 6) com sua descrição à direita (a, b, c, d, e, f).
| 1. Resumo | a. término da narrativa |
| 2. Orientação | b. o que aconteceu |
| 3. Complicação | c. sobre o que será dito |
| 4. Avaliação | d. o que eu acho sobre o que aconteceu |
| 5. Resolução | e. quem, o que, onde |
| 6. Coda | f. o que finalmente aconteceu |
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A brincadeira, com o passar dos anos, foi se transformando, assim como os comportamentos, os valores, os costumes e as formas de pensamentos se transformam de acordo com as necessidades da sociedade e da natureza.
Com a brincadeira, a criança surda
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Paiva e Silva, in: Cidadania, Surdez e Linguagem: Desafios e realidades, relata que a grande maioria das pessoas, inclusive no meio educacional, faz uma imagem da pessoa surda considerando certas características intrínsecas à surdez e não como consequência de uma falha ou fracasso do método utilizado na sua educação.
Há, segundo ela, nos últimos anos, um fator que estabelece uma importante diferença e que permite que os surdos consigam adquirir uma competência na linguagem.
Assinale a alternativa que indica corretamente esse fator.
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Lacerda, in: Cidadania, Surdez e Linguagem: Desafios e realidades, utilizando referencial vygostskiano, afirma que, nos casos congênitos ou precoces, a surdez, como fator psicológico para o próprio surdo, não existe de fato. O surdo não se vê imerso em um mundo de silêncio, esse é um problema que não se coloca para ele. Ele só o percebe indiretamente, secundariamente, como resultado da sua vivência social, o que acaba refletindo nele mesmo. Os surdos vivem a sua surdez diferentemente, segundo suas experiências. Para a autora, o que torna a vida da criança deficiente mais difícil não é o deficit em si mas
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