Foram encontradas 287 questões.
Uma pessoa comprou alguns itens em uma loja de materiais elétricos.
A tabela a seguir mostra o tipo de item comprado, o número de unidades compradas de cada item e o valor unitário do item:
| Item | Número de unidades compradas |
Valor unitário |
|---|---|---|
| Tomadas | 3 | R$ 8,00 |
| Adaptadores | 5 | R$ 9,80 |
| Lâmpadas | 4 | R$ 17,20 |
| Disjuntores | 2 | R$ 18,10 |
Considerando que o valor total dessa compra foi dividido em 2 parcelas iguais, quanto ficou o valor de cada parcela, em reais?
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Em um prédio, há 72 apartamentos, sendo que 3/8 deles
precisavam de reparos hidráulicos.
Sabendo que 15 dos apartamentos que precisavam de reparos hidráulicos já tiveram seus problemas resolvidos, é correto afirmar que o número de apartamentos que ainda precisam de reparos hidráulicos é igual a
Sabendo que 15 dos apartamentos que precisavam de reparos hidráulicos já tiveram seus problemas resolvidos, é correto afirmar que o número de apartamentos que ainda precisam de reparos hidráulicos é igual a
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Leia o trecho a seguir:
Aprendi a ficar sozinho naquela época já distante de minha forçada reclusão. A leitura é o meu passatempo. Levo horas seguidas mergulhado nos livros que costumo encomendar de Belo Horizonte. Tenho certa predileção pelos romances policiais, mas me interesso também por assuntos literários.
(Fernando Sabino. O bom ladrão)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma frase com palavra empregada em sentido figurado.
Aprendi a ficar sozinho naquela época já distante de minha forçada reclusão. A leitura é o meu passatempo. Levo horas seguidas mergulhado nos livros que costumo encomendar de Belo Horizonte. Tenho certa predileção pelos romances policiais, mas me interesso também por assuntos literários.
(Fernando Sabino. O bom ladrão)
Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma frase com palavra empregada em sentido figurado.
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Leia o poema a seguir:
Relógio
O mais feroz dos animais domésticos
é o relógio de parede:
conheço um que já devorou
três gerações da minha família.
(Mário Quintana, “Relógio”. Disponível em: https://www.culturagenial.com/poemas-mario-quintana/)
A ideia central do poema é a
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ser homem, cá entre nós, é fácil. Vivemos em um mundo
rodeado de privilégios. Para as dificuldades com os filhos,
temos as mães. Para as oportunidades profissionais, temos
a vantagem. Para os mesmos trabalhos, melhores salários.
Mas, e para lutar contra todas essas injustiças, será que
temos a coragem? Será que eu e você temos a grandeza
de lutar por direitos que não são os nossos? De reconhecer que, em vez de sermos melhores, chegou a hora de sermos iguais? Será que nós estamos prontos para isso? Ou
será que, depois de tantos anos sendo parte do problema,
nenhum de nós consegue mais ser parte da solução?
(Comitê Brasil ElesPorElas, ONU Mulheres Brasil. Disponível em:
https://www.onumulheres.org.br/elesporelas/comitebrasil/)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Ser homem, cá entre nós, é fácil. Vivemos em um mundo
rodeado de privilégios. Para as dificuldades com os filhos,
temos as mães. Para as oportunidades profissionais, temos
a vantagem. Para os mesmos trabalhos, melhores salários.
Mas, e para lutar contra todas essas injustiças, será que
temos a coragem? Será que eu e você temos a grandeza
de lutar por direitos que não são os nossos? De reconhecer que, em vez de sermos melhores, chegou a hora de sermos iguais? Será que nós estamos prontos para isso? Ou
será que, depois de tantos anos sendo parte do problema,
nenhum de nós consegue mais ser parte da solução?
(Comitê Brasil ElesPorElas, ONU Mulheres Brasil. Disponível em:
https://www.onumulheres.org.br/elesporelas/comitebrasil/)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O rio que dorme
Dizem que o Velho Chico, o famoso rio São Francisco,
adormece todos os dias à meia-noite.
E veja só: é nessa hora que as almas das pessoas que se
afogaram em suas águas viajam para o céu.
É também depois das doze badaladas noturnas do relógio que a Mãe d’Água, outra habitante das profundezas do
Velho Chico, vem à tona para enxugar seus longos cabelos.
Sentada na pedra, ela observa, em silêncio, o sono do rio.
Por alguns minutos, os peixes ficam paralisados; as águas,
estagnadas; as cobras não dão bote, nem soltam veneno; o
tempo parece não existir.
Ah, e é nesses instantes de calmaria que os pescadores,
espertamente, aproveitam para encher suas redes sem muita
dificuldade. Mas o encanto dura pouco. Num lampejo, o rio
desperta e pode até ficar furioso! Para testar se o Velho Chico
está dormindo ou acordado, é preciso jogar um pedacinho
de madeira na água à meia-noite. Se o graveto ficar parado,
é melhor esperar o rio acordar para puxar a rede, porque o
pescador que não respeita o sono do rio pode ter o barco
afundado e nunca mais voltar.
Melhor deixar o rio dormir em paz.
(Lenda contada pela população ribeirinha do São Francisco, adaptada
pela Revista Ciência Hoje das Crianças. Adaptado)
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O rio que dorme
Dizem que o Velho Chico, o famoso rio São Francisco,
adormece todos os dias à meia-noite.
E veja só: é nessa hora que as almas das pessoas que se
afogaram em suas águas viajam para o céu.
É também depois das doze badaladas noturnas do relógio que a Mãe d’Água, outra habitante das profundezas do
Velho Chico, vem à tona para enxugar seus longos cabelos.
Sentada na pedra, ela observa, em silêncio, o sono do rio.
Por alguns minutos, os peixes ficam paralisados; as águas,
estagnadas; as cobras não dão bote, nem soltam veneno; o
tempo parece não existir.
Ah, e é nesses instantes de calmaria que os pescadores,
espertamente, aproveitam para encher suas redes sem muita
dificuldade. Mas o encanto dura pouco. Num lampejo, o rio
desperta e pode até ficar furioso! Para testar se o Velho Chico
está dormindo ou acordado, é preciso jogar um pedacinho
de madeira na água à meia-noite. Se o graveto ficar parado,
é melhor esperar o rio acordar para puxar a rede, porque o
pescador que não respeita o sono do rio pode ter o barco
afundado e nunca mais voltar.
Melhor deixar o rio dormir em paz.
(Lenda contada pela população ribeirinha do São Francisco, adaptada
pela Revista Ciência Hoje das Crianças. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O rio que dorme
Dizem que o Velho Chico, o famoso rio São Francisco,
adormece todos os dias à meia-noite.
E veja só: é nessa hora que as almas das pessoas que se
afogaram em suas águas viajam para o céu.
É também depois das doze badaladas noturnas do relógio que a Mãe d’Água, outra habitante das profundezas do
Velho Chico, vem à tona para enxugar seus longos cabelos.
Sentada na pedra, ela observa, em silêncio, o sono do rio.
Por alguns minutos, os peixes ficam paralisados; as águas,
estagnadas; as cobras não dão bote, nem soltam veneno; o
tempo parece não existir.
Ah, e é nesses instantes de calmaria que os pescadores,
espertamente, aproveitam para encher suas redes sem muita
dificuldade. Mas o encanto dura pouco. Num lampejo, o rio
desperta e pode até ficar furioso! Para testar se o Velho Chico
está dormindo ou acordado, é preciso jogar um pedacinho
de madeira na água à meia-noite. Se o graveto ficar parado,
é melhor esperar o rio acordar para puxar a rede, porque o
pescador que não respeita o sono do rio pode ter o barco
afundado e nunca mais voltar.
Melhor deixar o rio dormir em paz.
(Lenda contada pela população ribeirinha do São Francisco, adaptada
pela Revista Ciência Hoje das Crianças. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O rio que dorme
Dizem que o Velho Chico, o famoso rio São Francisco,
adormece todos os dias à meia-noite.
E veja só: é nessa hora que as almas das pessoas que se
afogaram em suas águas viajam para o céu.
É também depois das doze badaladas noturnas do relógio que a Mãe d’Água, outra habitante das profundezas do
Velho Chico, vem à tona para enxugar seus longos cabelos.
Sentada na pedra, ela observa, em silêncio, o sono do rio.
Por alguns minutos, os peixes ficam paralisados; as águas,
estagnadas; as cobras não dão bote, nem soltam veneno; o
tempo parece não existir.
Ah, e é nesses instantes de calmaria que os pescadores,
espertamente, aproveitam para encher suas redes sem muita
dificuldade. Mas o encanto dura pouco. Num lampejo, o rio
desperta e pode até ficar furioso! Para testar se o Velho Chico
está dormindo ou acordado, é preciso jogar um pedacinho
de madeira na água à meia-noite. Se o graveto ficar parado,
é melhor esperar o rio acordar para puxar a rede, porque o
pescador que não respeita o sono do rio pode ter o barco
afundado e nunca mais voltar.
Melhor deixar o rio dormir em paz.
(Lenda contada pela população ribeirinha do São Francisco, adaptada
pela Revista Ciência Hoje das Crianças. Adaptado)
Assinale a alternativa em que as vírgulas foram empregadas por essa mesma razão.
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