Foram encontradas 287 questões.
Leia o texto a seguir para responder à questão:
O rio que dorme
Dizem que o Velho Chico, o famoso rio São Francisco,
adormece todos os dias à meia-noite.
E veja só: é nessa hora que as almas das pessoas que se
afogaram em suas águas viajam para o céu.
É também depois das doze badaladas noturnas do relógio que a Mãe d’Água, outra habitante das profundezas do
Velho Chico, vem à tona para enxugar seus longos cabelos.
Sentada na pedra, ela observa, em silêncio, o sono do rio.
Por alguns minutos, os peixes ficam paralisados; as águas,
estagnadas; as cobras não dão bote, nem soltam veneno; o
tempo parece não existir.
Ah, e é nesses instantes de calmaria que os pescadores,
espertamente, aproveitam para encher suas redes sem muita
dificuldade. Mas o encanto dura pouco. Num lampejo, o rio
desperta e pode até ficar furioso! Para testar se o Velho Chico
está dormindo ou acordado, é preciso jogar um pedacinho
de madeira na água à meia-noite. Se o graveto ficar parado,
é melhor esperar o rio acordar para puxar a rede, porque o
pescador que não respeita o sono do rio pode ter o barco
afundado e nunca mais voltar.
Melhor deixar o rio dormir em paz.
(Lenda contada pela população ribeirinha do São Francisco, adaptada
pela Revista Ciência Hoje das Crianças. Adaptado)
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Leia a tira a seguir:

Assinale a alternativa que apresenta afirmação correta de acordo com a norma-padrão.
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Leia, a seguir, trechos adaptados da obra A revolução dos bichos, de George Orwell:
________vezes Jones passava dias inteiros recostado em sua cadeira de braços, lendo jornais e bebendo. Os homens nunca tinham visto os animais daquele jeito, e a súbita revolta das criaturas que eles estavam acostumados surrar e maltratar os encheu de pavor. Um minuto depois, os cinco homens voavam pela trilha rumo estrada, com os bichos no encalço, triunfantes.
(George Orwell, A revolução dos bichos. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, corretamente e na ordem em que aparecem, os espaços.
________vezes Jones passava dias inteiros recostado em sua cadeira de braços, lendo jornais e bebendo. Os homens nunca tinham visto os animais daquele jeito, e a súbita revolta das criaturas que eles estavam acostumados surrar e maltratar os encheu de pavor. Um minuto depois, os cinco homens voavam pela trilha rumo estrada, com os bichos no encalço, triunfantes.
(George Orwell, A revolução dos bichos. Adaptado)
Assinale a alternativa que completa, corretamente e na ordem em que aparecem, os espaços.
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Reduzir a velocidade é essencial
Diariamente, morrem em torno de 120 pessoas em acidentes de trânsito no Brasil – número equivalente a um desastre
aéreo. Existem elementos que contribuem para esse péssimo
número que o País registra e que nos distancia muito dos países desenvolvidos, e até mesmo de cidades brasileiras que estão conseguindo melhorias importantes nesse campo. Destaco,
em primeiro lugar, a gestão das velocidades, fundamental para
a redução das mortes: uma colisão de carro com pedestre a
30 km/h oferece 90% de chance de sobrevivência, enquanto a
50 km/h essa possibilidade cai para apenas 25%.
O brasileiro glamoriza a velocidade e, sobretudo, não
recebe treinamento adequado para perceber os riscos implicados na condução de um veículo. Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em
contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo, que é
muito frágil.
O segundo fator de risco que destaco é o uso do celular enquanto se dirige. Estudos comprovam que utilizar o
smartphone ao conduzir provoca uma perda de atenção
equivalente ao uso de álcool.
É preciso, também, reforçar a formação dos motoristas,
pois nosso processo de habilitação é muito falho e pouco
rigoroso. Eu acredito, inclusive, que, para que uma pessoa
se torne motorista, é fundamental que tenha “aula” como
pedestre e, se tiver condições, como ciclista, para se colocar
no lugar do outro no trânsito e compreender a necessidade
do comportamento cuidadoso.
(Sergio Avelleda, “Reduzir a velocidade é essencial”,
O Estado de S.Paulo. Adaptado)
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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Reduzir a velocidade é essencial
Diariamente, morrem em torno de 120 pessoas em acidentes de trânsito no Brasil – número equivalente a um desastre
aéreo. Existem elementos que contribuem para esse péssimo
número que o País registra e que nos distancia muito dos países desenvolvidos, e até mesmo de cidades brasileiras que estão conseguindo melhorias importantes nesse campo. Destaco,
em primeiro lugar, a gestão das velocidades, fundamental para
a redução das mortes: uma colisão de carro com pedestre a
30 km/h oferece 90% de chance de sobrevivência, enquanto a
50 km/h essa possibilidade cai para apenas 25%.
O brasileiro glamoriza a velocidade e, sobretudo, não
recebe treinamento adequado para perceber os riscos implicados na condução de um veículo. Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em
contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo, que é
muito frágil.
O segundo fator de risco que destaco é o uso do celular enquanto se dirige. Estudos comprovam que utilizar o
smartphone ao conduzir provoca uma perda de atenção
equivalente ao uso de álcool.
É preciso, também, reforçar a formação dos motoristas,
pois nosso processo de habilitação é muito falho e pouco
rigoroso. Eu acredito, inclusive, que, para que uma pessoa
se torne motorista, é fundamental que tenha “aula” como
pedestre e, se tiver condições, como ciclista, para se colocar
no lugar do outro no trânsito e compreender a necessidade
do comportamento cuidadoso.
(Sergio Avelleda, “Reduzir a velocidade é essencial”,
O Estado de S.Paulo. Adaptado)
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Reduzir a velocidade é essencial
Diariamente, morrem em torno de 120 pessoas em acidentes de trânsito no Brasil – número equivalente a um desastre
aéreo. Existem elementos que contribuem para esse péssimo
número que o País registra e que nos distancia muito dos países desenvolvidos, e até mesmo de cidades brasileiras que estão conseguindo melhorias importantes nesse campo. Destaco,
em primeiro lugar, a gestão das velocidades, fundamental para
a redução das mortes: uma colisão de carro com pedestre a
30 km/h oferece 90% de chance de sobrevivência, enquanto a
50 km/h essa possibilidade cai para apenas 25%.
O brasileiro glamoriza a velocidade e, sobretudo, não
recebe treinamento adequado para perceber os riscos implicados na condução de um veículo. Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em
contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo, que é
muito frágil.
O segundo fator de risco que destaco é o uso do celular enquanto se dirige. Estudos comprovam que utilizar o
smartphone ao conduzir provoca uma perda de atenção
equivalente ao uso de álcool.
É preciso, também, reforçar a formação dos motoristas,
pois nosso processo de habilitação é muito falho e pouco
rigoroso. Eu acredito, inclusive, que, para que uma pessoa
se torne motorista, é fundamental que tenha “aula” como
pedestre e, se tiver condições, como ciclista, para se colocar
no lugar do outro no trânsito e compreender a necessidade
do comportamento cuidadoso.
(Sergio Avelleda, “Reduzir a velocidade é essencial”,
O Estado de S.Paulo. Adaptado)
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Reduzir a velocidade é essencial
Diariamente, morrem em torno de 120 pessoas em acidentes de trânsito no Brasil – número equivalente a um desastre
aéreo. Existem elementos que contribuem para esse péssimo
número que o País registra e que nos distancia muito dos países desenvolvidos, e até mesmo de cidades brasileiras que estão conseguindo melhorias importantes nesse campo. Destaco,
em primeiro lugar, a gestão das velocidades, fundamental para
a redução das mortes: uma colisão de carro com pedestre a
30 km/h oferece 90% de chance de sobrevivência, enquanto a
50 km/h essa possibilidade cai para apenas 25%.
O brasileiro glamoriza a velocidade e, sobretudo, não
recebe treinamento adequado para perceber os riscos implicados na condução de um veículo. Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em
contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo, que é
muito frágil.
O segundo fator de risco que destaco é o uso do celular enquanto se dirige. Estudos comprovam que utilizar o
smartphone ao conduzir provoca uma perda de atenção
equivalente ao uso de álcool.
É preciso, também, reforçar a formação dos motoristas,
pois nosso processo de habilitação é muito falho e pouco
rigoroso. Eu acredito, inclusive, que, para que uma pessoa
se torne motorista, é fundamental que tenha “aula” como
pedestre e, se tiver condições, como ciclista, para se colocar
no lugar do outro no trânsito e compreender a necessidade
do comportamento cuidadoso.
(Sergio Avelleda, “Reduzir a velocidade é essencial”,
O Estado de S.Paulo. Adaptado)
• “Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo…” (2º parágrafo)
• “… é fundamental que tenha ‘aula’ como pedestre e, se tiver condições, como ciclista…” (4º parágrafo)
As palavras em destaque expressam, corretamente e na ordem em que aparecem, relação de sentido de
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Reduzir a velocidade é essencial
Diariamente, morrem em torno de 120 pessoas em acidentes de trânsito no Brasil – número equivalente a um desastre
aéreo. Existem elementos que contribuem para esse péssimo
número que o País registra e que nos distancia muito dos países desenvolvidos, e até mesmo de cidades brasileiras que estão conseguindo melhorias importantes nesse campo. Destaco,
em primeiro lugar, a gestão das velocidades, fundamental para
a redução das mortes: uma colisão de carro com pedestre a
30 km/h oferece 90% de chance de sobrevivência, enquanto a
50 km/h essa possibilidade cai para apenas 25%.
O brasileiro glamoriza a velocidade e, sobretudo, não
recebe treinamento adequado para perceber os riscos implicados na condução de um veículo. Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em
contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo, que é
muito frágil.
O segundo fator de risco que destaco é o uso do celular enquanto se dirige. Estudos comprovam que utilizar o
smartphone ao conduzir provoca uma perda de atenção
equivalente ao uso de álcool.
É preciso, também, reforçar a formação dos motoristas,
pois nosso processo de habilitação é muito falho e pouco
rigoroso. Eu acredito, inclusive, que, para que uma pessoa
se torne motorista, é fundamental que tenha “aula” como
pedestre e, se tiver condições, como ciclista, para se colocar
no lugar do outro no trânsito e compreender a necessidade
do comportamento cuidadoso.
(Sergio Avelleda, “Reduzir a velocidade é essencial”,
O Estado de S.Paulo. Adaptado)
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Reduzir a velocidade é essencial
Diariamente, morrem em torno de 120 pessoas em acidentes de trânsito no Brasil – número equivalente a um desastre
aéreo. Existem elementos que contribuem para esse péssimo
número que o País registra e que nos distancia muito dos países desenvolvidos, e até mesmo de cidades brasileiras que estão conseguindo melhorias importantes nesse campo. Destaco,
em primeiro lugar, a gestão das velocidades, fundamental para
a redução das mortes: uma colisão de carro com pedestre a
30 km/h oferece 90% de chance de sobrevivência, enquanto a
50 km/h essa possibilidade cai para apenas 25%.
O brasileiro glamoriza a velocidade e, sobretudo, não
recebe treinamento adequado para perceber os riscos implicados na condução de um veículo. Dentro dos carros, especialmente nos mais novos, há diversas proteções, mas, em
contrapartida, o pedestre só pode contar com o corpo, que é
muito frágil.
O segundo fator de risco que destaco é o uso do celular enquanto se dirige. Estudos comprovam que utilizar o
smartphone ao conduzir provoca uma perda de atenção
equivalente ao uso de álcool.
É preciso, também, reforçar a formação dos motoristas,
pois nosso processo de habilitação é muito falho e pouco
rigoroso. Eu acredito, inclusive, que, para que uma pessoa
se torne motorista, é fundamental que tenha “aula” como
pedestre e, se tiver condições, como ciclista, para se colocar
no lugar do outro no trânsito e compreender a necessidade
do comportamento cuidadoso.
(Sergio Avelleda, “Reduzir a velocidade é essencial”,
O Estado de S.Paulo. Adaptado)
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Considere que João é servidor público do município de
Campinas e ainda está em estágio probatório. Hoje Pedro, superior hierárquico, finalizou a avaliação probatória de João, a qual foi imediatamente disponibilizada no
Sistema de Avaliação Probatória para ciência do servidor. Ao acessar o referido sistema, João se surpreendeu ao se deparar com a informação de que foi avaliado em 60 pontos e que Pedro não anexou documentos,
apenas justificou a nota em campo específico.
Com base na situação apresentada e no disposto no Decreto Municipal nº 21.019/2020, que regulamenta o Programa de Avaliação Probatória no Município de Campinas, é correto afirmar que
Com base na situação apresentada e no disposto no Decreto Municipal nº 21.019/2020, que regulamenta o Programa de Avaliação Probatória no Município de Campinas, é correto afirmar que
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