Paciente do sexo masculino, 48 anos, com IMC = 35 kg/m2
,
procura consulta cardiológica por ganho ponderal progressivo e fadiga no último ano. Exames laboratoriais:
glicemia de jejum = 115 mg/dL, triglicerídeos = 180 mg/dL,
HDL = 42 mg/dL, LDL = 102 mg/dL, pressão arterial =
140 x 90 mmHg, frequência cardíaca = 78 bpm e circunferência abdominal = 102 cm.
Diante do diagnóstico e do perfil metabólico da paciente,
qual seria a principal justificativa para iniciar um agonista
do receptor de GLP-1, segundo as diretrizes brasileiras?
Paciente de 28 anos, com história de febre reumática na
infância e cardite, apresenta sopro diastólico aspirativo
em foco aórtico e eletrocardiograma com sinais de sobrecarga ventricular esquerda. Não teve recidivas nos
últimos anos.
Qual é a recomendação de profilaxia secundária com
penicilina benzatina para esse paciente?
Um paciente de 62 anos, com histórico de diabetes
mellitus e hipertensão, foi submetido a uma intervenção
coronária percutânea (ICP) com implante de stent farmacológico. Após 8 meses, ele apresenta sintomas de
angina e, em exames de imagem, é diagnosticado com
reestenose do stent farmacológico.
O fator mais frequentemente associado ao desenvolvimento de reestenose após a colocação de stents é:
Qual das seguintes afirmações sobre a Monitoração
Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA) e sua interpretação, conforme as Diretrizes Brasileiras, corresponde a
uma indicação clínica?
Qual é a meta de LDL-colesterol recomendada para
pacientes com muito alto risco cardiovascular, segundo
Atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose?
Paciente, sexo feminino, 74 anos, portadora de hipertensão arterial e diabetes mellitus não insulino dependente,
é trazida ao pronto atendimento após síncope em casa.
Na chegada ao serviço, apresentava-se confusa, afebril,
eupneica, com PA = 80 x 50 mmHg, FC = 177 bpm, bulhas arrítmicas. Eletrocardiograma da sala de emergência: fibrilação atrial com resposta ventricular rápida.
Diante do quadro, qual a abordagem inicial na sala de
emergência?
Paciente de 38 anos, previamente hígida, apresenta dor
torácica retroesternal, ventilatório-dependente, de forte
intensidade, há 72 horas. Relata febre baixa (máximo de
37,8 ºC) e fadiga intensa nos últimos dias. Sem história de trauma, cirurgias ou doenças prévias. Ao Exame
físico: PA = 110 x 70 mmHg, FC = 90 bpm, FR = 24 ipm,
presença de atrito pericárdico à ausculta em foco tricúspide. Eletrocardiograma com supradesnivelamento do
segmento ST em aVR.
Com base no quadro clínico, assinale a alternativa que
apresenta a conduta inicial a ser adotada.
Paciente do sexo masculino, 62 anos, hipertenso há mais
de 20 anos, com diabetes mellitus tipo 2 controlado com
metformina e empagliflozina, procura atendimento médico por dispneia progressiva aos esforços há 6 meses,
agora presente em atividades leves como banho e troca
de roupas. Refere dois episódios de dispneia paroxística noturna nas últimas semanas e edema de membros
inferiores (+++/4). Relata ter interrompido recentemente
o uso de enalapril devido à tosse. Exame físico: paciente
em regular estado geral, corado, PA = 100 x 70 mmHg,
FC = 95 bpm, bulhas rítmicas com terceira bulha audível, estertores crepitantes até terços médios pulmonares
e edema maleolar bilateral. Ecocardiograma: fração de
ejeção ventrículo esquerdo de 30%, dilatação do ventrículo esquerdo e hipertrofia excêntrica, e exame de
BNP = 1450 pg/mL (VN < 100 pg/mL).
Qual deve ser a conduta terapêutica inicial para melhorar
os desfechos clínicos desse paciente?