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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
Na passagem “enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade”, a expressão grifada significa:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
O último parágrafo do texto traz a seguinte recomendação:
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Em relação aos jogos e brincadeiras, considere as seguintes afirmativas:
1. Tanto os jogos quanto as brincadeiras são conteúdos que podem ser desenvolvidos nas aulas de Educação Física, conforme a realidade regional e cultural do grupo, tendo como ponto de partida a valorização das manifestações corporais próprias desse ambiente cultural.
2. Nas brincadeiras não existem regras fixas, pois elas são estipuladas e desfeitas pelos próprios participantes.
3. Sobre a origem dos jogos e brincadeiras, é possível afirmar que eles estavam ligados a aspectos mágico-religiosos, cerimônias místicas, relações afetivas e demais acontecimentos da vida profana.
4. Nos jogos existe uma sistematização de regras a priori, a qual acrescenta organização e motivação no ato de jogar, mas que podem ser modificadas, caso haja consentimento dos jogadores.
5. Tendo como parâmetro de comparação o elemento diversão, é possível afirmar que a brincadeira é a mais lúdica das atividades, por não ter preocupações com recompensas ou cobranças extrínsecas.
Assinale a alternativa correta.
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O código esportivo define o aspecto comum a todos os esportes e permite classificá-los como tal, caracterizando o que se chama de forma esportiva. São elementos centrais constitutivos do código esportivo:
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A Educação Física tem como finalidade garantir a inserção crítica dos alunos na cultura corporal produzida e acumulada historicamente pela humanidade. Isso significa que a prática pedagógica deverá promover espaços de ampliação da visão de mundo e da realidade social dos alunos a partir das práticas corporais. Sendo assim, a Educação Física, como qualquer outro componente curricular da Educação Básica, possui conteúdos específicos da sua área que colaboram para a formação integral do indivíduo.
Considerando seus conhecimentos sobre a abordagem que fundamenta o texto acima e os conteúdos específicos da Educação Física, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) O jogo é uma invenção do homem, um ato em que sua intencionalidade e curiosidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade e o presente.
( ) O esporte, como prática social que institucionaliza temas lúdicos da cultura corporal, se projeta numa dimensão complexa de fenômeno que envolve códigos, sentidos e significados da sociedade que o cria e o pratica.
( ) A ginástica, desde suas origens como a “arte de exercitar o corpo nu”, englobando atividades como corridas, saltos, lançamentos e lutas, tem evoluído para formas esportivas claramente influenciadas pelas diferentes culturas.
( ) A dança pode ser considerada como linguagem social que permite a transmissão de sentimentos, emoções da afetividade vivida nas esferas da religiosidade, do trabalho, dos costumes, dos hábitos, da saúde, da guerra etc.
( ) Às lutas devem estar associados, além das técnicas de contato corporal, valores e princípios como a cooperação, a solidariedade, o autocontrole emocional e o respeito pelo outro.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
Tendo por base a norma padrão do português e o sentido do texto, a frase “Inexistem, portanto, razões para alarmismo” pode ser substituída por:
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
A questão baseia-se na seguinte passagem do texto: “O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades”.
Substituindo-se a expressão “O estresse” por “Os momentos de estresse”, o trecho assume a seguinte redação:
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De acordo com as regras do basquetebol, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda.
1. Violações.
2. Faltas.
( ) Realizar a carga, empurrando ou movendo-se contra o tronco de um adversário.
( ) Andar enquanto estiver segurando uma bola viva dentro da quadra de jogo.
( ) Permanecer por mais de três (3) segundos consecutivos na área restritiva dos oponentes enquanto sua equipe está com o controle de uma bola viva na quadra de ataque e o cronômetro de jogo está ligado.
( ) Segurar um oponente, com qualquer parte do corpo, interferindo na sua liberdade de movimento.
( ) Provocar um adversário ou obstruir sua visão acenando as mãos próximas aos seus olhos.
( ) Voltar a bola ilegalmente à defesa.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
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Em relação às regras do futsal, considere as seguintes afirmativas:
1. A partida será disputada entre duas equipes compostas, cada uma, por no máximo 5 jogadores, um dos quais, obrigatoriamente, será o goleiro.
2. Não é válido o tento (gol) consignado diretamente de bola de saída, exceto se a bola tocar ou for tocada por qualquer outro jogador.
3. As faltas e incorreções serão penalizadas com tiros livres diretos e indiretos, dependendo da intencionalidade e gravidade das infrações.
4. Se um jogador executa o tiro de canto contra a meta da equipe adversária e a bola transpõe inteiramente a linha de meta, tocando ou não em qualquer jogador, o tento será válido.
Assinale a alternativa correta.
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Em relação à ginástica, considere as seguintes afirmativas:
1. São ginásticas competitivas reconhecidas pela Federação Internacional de Ginástica (FIG): ginástica acrobática, ginástica aeróbica, ginástica artística, ginástica rítmica, ginástica para todos e ginástica de trampolim.
2. Na ginástica artística, os aparelhos comuns nas competições masculinas e femininas são o solo e a mesa de salto.
3. Na ginástica rítmica, os aparelhos são o arco, a bola, a fita, as argolas e as maças.
4. Na ginástica aeróbica, as funções específicas de base, intermediário e volante são desempenhadas pelos ginastas de acordo com suas estruturas e capacidades físicas.
Assinale a alternativa correta.
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