Foram encontradas 40 questões.
Um homem de 50 anos traz à consulta uma dosagem de ácido úrico de 9,5 mg/dl. O paciente nega história de gota, doença renal ou urolitíase. O exame físico é normal, sem evidência de doença crônica ou de malignidade. Qual a melhor conduta?
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Um jovem de 20 anos apresenta-se com dor articular e irritação ocular. Refere disúria há 4 dias. Ao exame, nota-se artrite de joelho direito e uma dermatite com secreção em glande peniana. Sobre esse caso, assinale a alternativa correta.
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Considere a tira abaixo para responder à questão.

(www.custodio.net, acesso em 11/06/2011.)
As lacunas da tira devem ser preenchidas, correta e respectivamente, com:
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A determinação do hiato iônico (ânion gap) ajuda a classificar as acidoses metabólicas. Entre as acidoses metabólicas relacionadas abaixo, qual NÃO possui ânion gap elevado?
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Um paciente desenvolve alcalose metabólica. Qual a alteração clínica que impede a correção espontânea da alcalose pelo aumento da excreção renal do bicarbonato?
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Um diabético de 79 anos chega ao pronto-atendimento com hemiparesia à direita, proporcional em face, braço e perna ipsilateral. A fala, sensibilidade e capacidade cognitiva estão intactas. O local mais provável da lesão é:
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Uma mulher de 62 anos, com câncer de mama metastático, chega ao pronto-atendimento com dor lombar intensa. Ao exame, a palpação de coluna lombar é dolorosa. O exame neurológico revela hiper-reflexia patelar bilateral. Qual a medida mais urgente a ser tomada?
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Quais dos exames abaixo são mais indicados para acompanhar o tratamento de um paciente com tuberculose, em uso de isoniazida e rifampicina?
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O texto a seguir é referência para a questão.
Males do celular
Não são conclusivas, muito ao contrário, as pesquisas relacionando o uso de telefones celulares à ocorrência de alguns tipos de câncer. Ganhou destaque no noticiário, entretanto, a decisão de um painel da OMS (Organização Mundial da Saúde), incluindo a utilização frequente dos aparelhos numa lista de outros 266 fatores "possivelmente cancerígenos" – ao lado do consumo de café e do trabalho em lavanderias.
Dos 900 itens avaliados pelo comitê, apenas um, o caprolactama – substância presente em alguns plásticos – obteve plena absolvição das suspeitas que inspirava. Novas pesquisas deverão ser feitas, afirma o relatório da OMS, até que se tenha uma avaliação definitiva dos riscos do celular.
Inexistem, portanto, razões para alarmismo. Seria exagerado, ainda assim, descartar a informação como apenas mais um sintoma do ambiente cultural de nossa época – notoriamente exposto a sucessivas ondas de medo e paranoia, justificados ou não, em matéria de saúde pública.
De uma perspectiva menos científica do que bem-humorada, uma observação de qualquer modo se impõe. O uso excessivo de celulares, se não é certo que cause câncer, algum mal para a saúde há de fazer.
O estresse que sua solicitação contínua impõe será mais significativo, sem dúvida, do que o bem-estar oferecido a quem o emprega para a troca de trivialidades. O celular interrompe tudo – da concentração de um concertista aos instantes de intimidade conjugal; invade, com os dramas da vida alheia, os momentos de recolhimento que alguém possa ter num elevador ou numa sala de espera.
Talvez mais mortal do que o efeito térmico de suas emissões, vale acrescentar, é a prática dos motoristas que conversam longamente em seus aparelhos enquanto o automóvel segue à deriva pelas ruas da cidade.
Verdade que, em caso de acidente, o celular pode ajudar as vítimas dos males que causou... O leque de cogitações não tem fim.
Não é preciso, entretanto, o aval da OMS para recomendar, a todo falante de celular do mundo (há bilhões de assinantes no planeta): use-o com moderação.
(Folha de S. Paulo, 03.06.2011.)
Com base no trecho “algum mal para a saúde há de fazer”, considere as seguintes afirmativas:
1. No contexto em que está empregada, a palavra “mal” é antônimo de “bem”.
2. O sentido da frase se altera se a expressão “algum mal” for substituída por “mal algum”.
3. A expressão “para a saúde” equivale a “à saúde”.
Está correto o que se afirma em:
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Uma enfermeira finalizou seu esquema de vacinação para hepatite B. Assumindo que não havia exposição prévia ao vírus, qual a sorologia esperada?
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