Foram encontradas 200 questões.
Sobre a coesão e coerência textuais, numere a coluna da direita de acordo com os elementos da coluna da esquerda:
1- Coesão textual
2- Coerência textual
( ) Estruturação de uma ideia principal e de ideias secundárias.
( ) Ligação harmoniosa entre as suas diversas partes.
( ) Utilizam-se elementos, como pronomes e expressões adverbiais para evitar a repetição.
( ) Criação de uma linha de raciocínio e pensamento lógico.
( ) Demonstração de um domínio total do assunto.
( ) Construção de um todo significativo.
( ) Pode ocorrer a omissão de elementos anteriormente mencionados.
A sequência correta é
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Para a prática de usos de linguagem, os PCN recomendam que se relacione uso à reflexão, considerando:
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Sobre os aspectos morfossintáticos da palavra só, assinale a afirmativa em que a análise NÃO está correta.
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Sobre as relações de sentido, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda.
1- Cômico - engraçado
2- Economizar – gastar
3- Animal – gato
4- Dengue – doença
( ) Hiponímia
( ) Sinonímia
( ) Antonímia
( ) Hiperonímia
Assinale a sequência correta.
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Os documentos oficiais (PCN e BNCC) entendem as atividades de análise linguística como aquelas em que os sujeitos envolvidos refletem sobre determinados aspectos da linguagem. Isto é possível quando
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Crianças não têm mais destreza para segurar um lápis, revelam médicos
Segundo pesquisadores da Inglaterra, a culpa é do uso excessivo da tecnologia, que fez com que elas perdessem a habilidade de desenvolver força nas mãos
Se você não vive em uma caverna isolada de toda a humanidade, é bem provável que sua escrita se dê, na maior parte do tempo, em um meio digital. Passamos horas digitando em teclados de computador ou em superfícies como celulares e tablets, mas não é por isso que desaprendemos a utilizar um lápis – talvez nossa caligrafia fique até um pouco menos caprichada por falta de prática, mas ela ainda cumpre sua função.
Contudo, o mesmo não acontece com as crianças da nova geração. Por já nascerem em um mundo digital, meninos e meninas estão tendo dificuldades em aprender a segurar um lápis. Esse é o veredicto de pediatras e terapeutas da Fundação Heart of England, do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra.
“As crianças que estão indo à escola não têm mais a mesma força e destreza nas mãos como víamos há 10 anos atrás”, informou um dos pediatras de terapia ocupacional da Fundação Heart of England.
De acordo com ele, isso acontece porque a habilidade manual fundamental para segurar o lápis ou caneta não foi devidamente praticada, já que essas crianças passam um tempo excessivo em dispositivos digitais e não potencializam suficientemente os músculos dos dedos.
“Para ser capaz de segurar um lápis e movê-lo, é necessário um grande controle dos músculos dos dedos. As crianças precisam de muitas oportunidades para desenvolver essas ferramentas”, explicou o pediatra.
Em síntese, o ideal é que o dedão, o indicador e o dedo do meio trabalhem juntos, permitindo que a mão realize movimentos coordenados.
“É mais fácil dar um iPad a uma criança do que encorajá-la a treinar os músculos brincando de empilhar blocos, de cortar e esticar ou de puxar brinquedos e cordas. Por isso, elas não estão desenvolvendo as habilidades necessárias para segurar um lápis.”
A situação já aflige diversas crianças do Reino Unido, que estão realizando acompanhamento terapêutico para aprender o jeito certo. Segundo outra profissional da Fundação Heart of England, ainda que existam as tradicionais aulas de caligrafia, as escolas têm metodologias diversas entre si – e algumas delas até utilizam tablets nesse processo.
“É inegável que a tecnologia mudou o mundo em que nossas crianças estão se desenvolvendo. E apesar de haver aspectos positivos desse novo uso, há também os impactos de uma vida mais sedentária e mais baseada em interações virtuais, com mais crianças passando tempo conectadas dentro de casa e menos tempo ocupando espaços ao ar livre ativamente”, sintetizou uma porta-voz do Royal College de Terapeutas Ocupacionais, em Londres.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/. Acesso em: outubro de 2019.)
Sobre as relações de sentido estabelecidas nas sentenças, assinale a afirmativa correta.
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Crianças não têm mais destreza para segurar um lápis, revelam médicos
Segundo pesquisadores da Inglaterra, a culpa é do uso excessivo da tecnologia, que fez com que elas perdessem a habilidade de desenvolver força nas mãos
Se você não vive em uma caverna isolada de toda a humanidade, é bem provável que sua escrita se dê, na maior parte do tempo, em um meio digital. Passamos horas digitando em teclados de computador ou em superfícies como celulares e tablets, mas não é por isso que desaprendemos a utilizar um lápis – talvez nossa caligrafia fique até um pouco menos caprichada por falta de prática, mas ela ainda cumpre sua função.
Contudo, o mesmo não acontece com as crianças da nova geração. Por já nascerem em um mundo digital, meninos e meninas estão tendo dificuldades em aprender a segurar um lápis. Esse é o veredicto de pediatras e terapeutas da Fundação Heart of England, do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra.
“As crianças que estão indo à escola não têm mais a mesma força e destreza nas mãos como víamos há 10 anos atrás”, informou um dos pediatras de terapia ocupacional da Fundação Heart of England.
De acordo com ele, isso acontece porque a habilidade manual fundamental para segurar o lápis ou caneta não foi devidamente praticada, já que essas crianças passam um tempo excessivo em dispositivos digitais e não potencializam suficientemente os músculos dos dedos.
“Para ser capaz de segurar um lápis e movê-lo, é necessário um grande controle dos músculos dos dedos. As crianças precisam de muitas oportunidades para desenvolver essas ferramentas”, explicou o pediatra.
Em síntese, o ideal é que o dedão, o indicador e o dedo do meio trabalhem juntos, permitindo que a mão realize movimentos coordenados.
“É mais fácil dar um iPad a uma criança do que encorajá-la a treinar os músculos brincando de empilhar blocos, de cortar e esticar ou de puxar brinquedos e cordas. Por isso, elas não estão desenvolvendo as habilidades necessárias para segurar um lápis.”
A situação já aflige diversas crianças do Reino Unido, que estão realizando acompanhamento terapêutico para aprender o jeito certo. Segundo outra profissional da Fundação Heart of England, ainda que existam as tradicionais aulas de caligrafia, as escolas têm metodologias diversas entre si – e algumas delas até utilizam tablets nesse processo.
“É inegável que a tecnologia mudou o mundo em que nossas crianças estão se desenvolvendo. E apesar de haver aspectos positivos desse novo uso, há também os impactos de uma vida mais sedentária e mais baseada em interações virtuais, com mais crianças passando tempo conectadas dentro de casa e menos tempo ocupando espaços ao ar livre ativamente”, sintetizou uma porta-voz do Royal College de Terapeutas Ocupacionais, em Londres.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/. Acesso em: outubro de 2019.)
Sobre os recursos lexicais para o estabelecimento da coesão e coerência textuais, assinale a alternativa que apresenta a correta referência aos termos destacados
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Crianças não têm mais destreza para segurar um lápis, revelam médicos
Segundo pesquisadores da Inglaterra, a culpa é do uso excessivo da tecnologia, que fez com que elas perdessem a habilidade de desenvolver força nas mãos
Se você não vive em uma caverna isolada de toda a humanidade, é bem provável que sua escrita se dê, na maior parte do tempo, em um meio digital. Passamos horas digitando em teclados de computador ou em superfícies como celulares e tablets, mas não é por isso que desaprendemos a utilizar um lápis – talvez nossa caligrafia fique até um pouco menos caprichada por falta de prática, mas ela ainda cumpre sua função.
Contudo, o mesmo não acontece com as crianças da nova geração. Por já nascerem em um mundo digital, meninos e meninas estão tendo dificuldades em aprender a segurar um lápis. Esse é o veredicto de pediatras e terapeutas da Fundação Heart of England, do Serviço Nacional de Saúde da Inglaterra.
“As crianças que estão indo à escola não têm mais a mesma força e destreza nas mãos como víamos há 10 anos atrás”, informou um dos pediatras de terapia ocupacional da Fundação Heart of England.
De acordo com ele, isso acontece porque a habilidade manual fundamental para segurar o lápis ou caneta não foi devidamente praticada, já que essas crianças passam um tempo excessivo em dispositivos digitais e não potencializam suficientemente os músculos dos dedos.
“Para ser capaz de segurar um lápis e movê-lo, é necessário um grande controle dos músculos dos dedos. As crianças precisam de muitas oportunidades para desenvolver essas ferramentas”, explicou o pediatra.
Em síntese, o ideal é que o dedão, o indicador e o dedo do meio trabalhem juntos, permitindo que a mão realize movimentos coordenados.
“É mais fácil dar um iPad a uma criança do que encorajá-la a treinar os músculos brincando de empilhar blocos, de cortar e esticar ou de puxar brinquedos e cordas. Por isso, elas não estão desenvolvendo as habilidades necessárias para segurar um lápis.”
A situação já aflige diversas crianças do Reino Unido, que estão realizando acompanhamento terapêutico para aprender o jeito certo. Segundo outra profissional da Fundação Heart of England, ainda que existam as tradicionais aulas de caligrafia, as escolas têm metodologias diversas entre si – e algumas delas até utilizam tablets nesse processo.
“É inegável que a tecnologia mudou o mundo em que nossas crianças estão se desenvolvendo. E apesar de haver aspectos positivos desse novo uso, há também os impactos de uma vida mais sedentária e mais baseada em interações virtuais, com mais crianças passando tempo conectadas dentro de casa e menos tempo ocupando espaços ao ar livre ativamente”, sintetizou uma porta-voz do Royal College de Terapeutas Ocupacionais, em Londres.
(Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/. Acesso em: outubro de 2019.)
O texto é um exemplo de gênero discursivo
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Sobre as indicações dos PCN para a prática de produção de textos escritos, considere:
I - Destinam-se a possibilitar que os alunos desenvolvam melhor competência para a recepção e produção de gêneros discursivos diversos.
II - Sejam consideradas as condições de produção (finalidade; especificidade do gênero; lugares preferenciais de circulação; interlocutor eleito, etc).
III - Seja fornecido um roteiro que deve ser seguido pelo aluno (tema; número de linhas, título, tipo de texto, correção gramatical).
São indicações dos PCN:
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Sobre a concordância nominal e verbal, estão corretos os usos em:
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