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Foram encontradas 300 questões.

3044501 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
Em uma indústria automotiva, 12 máquinas com capacidade de produção iguais são capazes de produzir juntas, por dia, 85 peças em 5 horas diárias de operação. Com o aumento do lucro e da demanda, o diretor decidiu adicionar mais 6 máquinas idênticas às anteriores para atingir o objetivo de produção de 153 peças diariamente. Para que tal objetivo seja alcançado, as máquinas deverão operar por quantas horas diariamente?
 

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3044500 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ

Considere a seguinte situação hipotética e assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a informação a seguir. Uma loja especializada em produtos para tratamento de piscina está testando a venda de dois novos clarificantes do mercado, apresentados na tabela a seguir:

Clarificante

Volume

Preço

A 300 ml

R$ 25,00

B 350 ml

R$ 28,00

“Um dos clientes da loja realizou o teste de aplicação em sua piscina com os dois produtos: com o produto A, uma aplicação precisou utilizar 60 ml, e com o produto B foram necessários 100 ml por aplicação para obter o mesmo resultado. Sendo assim, para economizar no tratamento de sua piscina este cliente deverá comprar o produto , pois esta escolha resultará em uma economia de para cada aplicação.”

 

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3044499 Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
Mário possui algumas vacas leiteiras, mas não conta com um funcionário para ordenhá-las. Já seu vizinho, Luigi, possui um funcionário ocioso, pois, atualmente, não possui animais em sua fazenda. Diante dessa situação, os três decidiram fazer o seguinte acordo: no período da manhã, o funcionário vai até a fazenda de Mário retirar o leite das vacas, repartindo a produção em duas partes iguais. Mário, por ser proprietário das vacas, receberia uma das partes mais três litros da outra. Após essa primeira partilha, o funcionário levará o restante do leite para a fazenda de Luigi, onde o leite será novamente dividido em duas partes iguais e Luigi, por ser o patrão, receberá uma das partes mais três litros da outra, ficando a quantidade restante do leite com o funcionário. Considere que em certo dia após as divisões mencionadas não restou leite algum para o funcionário, sendo que as divisões ocorreram conforme o acordo estabelecido. Sendo assim, no máximo, quantos litros de leite foram retirados neste dia?
 

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3044498 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
Determinada prova do concurso público contendo 50 questões foi dividida em duas partes: conhecimentos gerais com 20 questões e conhecimentos específicos com 30 questões. Para ser aprovado, o candidato deve obter um aproveitamento mínimo de 60%. Mateus prestou este concurso e obteve um aproveitamento de 64% na prova, sendo que obteve um percentual de acerto de 40% na parte de conhecimentos gerais. De acordo com estas informações, qual foi o aproveitamento de Mateus na parte de conhecimentos específicos?
 

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3044497 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
Josué estava aguardando para ser atendido em um chaveiro e presenciou dois clientes comprando cadeados e fazendo cópias de chaves: o primeiro cliente comprou 1 cadeado e fez 4 cópias de chave, pagando o total de R$ 80,00; o segundo comprou 2 cadeados idênticos e pediu 3 cópias de chaves, e pagou o valor de R$ 120,00. Assim, se Josué pedir 4 cadeados iguais aos adquiridos pelos dois clientes e fizer duas cópias de chaves, qual será o valor que ele deverá pagar?
 

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3044496 Ano: 2024
Disciplina: Estatística
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
Certa fábrica de sandálias projetou sua produção e a demanda por seus produtos ao longo dos próximos anos e constatou que, no dia da projeção, a produção correspondia ao quíntuplo da demanda e que, após dois anos, a demanda passará a corresponder à metade da produção, conforme o gráfico a seguir:

Enunciado 3477581-1


Obedecendo-se ao crescimento linear previsto na projeção, quantos anos a demanda desta fábrica levará para ser equivalente à sua produção?
 

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3044495 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
Os números (x + 0); (x + 3); e, (x + 9) são, na ordem em que aparecem, os três primeiros termos de uma PG de razão q. Cada um dos termos desta PG é expresso por uma soma entre x e um número natural. Sendo assim, seguindo a sequência lógica determinada pela PG, o seu décimo termo poderá ser escrito da seguinte forma:
 

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3044494 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ

Determinada gráfica que confecciona banners cobra um valor fixo de R$ 30,00 pela arte e montagem de cada banner e mais R$ 20,00 por metro quadrado impresso no banner. Considere uma pessoa que deseja imprimir 2 banners nessa gráfica: um com dimensões 80 cm x 187,5 cm e outro 75 cm x 100 cm. Neste caso, o preço do banner mais barato equivale a qual porcentagem do preço do banner mais caro?

 

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3044493 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
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Na varanda


Já faz parte do anedotário lírico brasileiro aquele episódio (autêntico) de Murilo Mendes caminhando por uma rua, nem sei mais se de Minas ou do Rio. De repente vê uma moça debruçada na janela. Há tanto que não presenciava cena semelhante, comum no interior e em tempos idos, mas praticamente extinta na vida urbana, que, invocado e cheio de entusiasmo, ajoelhou-se e começou a exclamar aos berros, gesticulando com excitação:

– Mulher na janela, que beleza! Mulher na janela, meus parabéns!
A moça deve ter fugido assustada, provavelmente sem entender o que aquele homem alto e ossudo saudava com tamanha efusão. Como explicar-lhe que, com certeiro instinto, Murilo identificara e estava fixando para sempre, da maneira espontânea e exuberante que lhe era própria, um flagrante poético perfeito, o milagre que ela própria, sem perceber, corporizava? Moça que, em plena cidade e infensa à agitação a seu redor, dispunha ainda de lazer e prazer para pôr-se à janela e contemplar a rua, os transeuntes, a tarde, as nuvens. Mulher na janela...

Pois a mim também, há pouco, me foi concedido o privilégio de captar um momento desses, tão impregnados de passado que dir-se-iam irreais nos dias de hoje – coisa de outra civilização. Eram quase duas horas de uma quarta-feira e buscávamos, meu amigo e eu, um lugar tranquilo para almoçar. Apesar do mau tempo, ou por causa dele, todos os restaurantes do Leblon, com mesinhas na calçada, estavam repletos. Numa esquina de Ipanema encontramos um, semivazio, onde se costuma comer uma boa massa, e para lá nos dirigimos às carreiras, impulsionados pela fome e pela chuva. De repente, estacamos diante de um sobradinho, desses que vão se tornando raridade no Rio. Não fizemos o menor comentário, mas ali permanecemos alguns minutos, imóveis, perplexos, enquanto a água ia caindo. A casa estava rodeada por um mínimo jardim e tinha à frente um alpendre também pequenino, protegido da chuva. Nele, um casal de velhinhos conversava.
– Velhinhos na varanda! – gritei dentro de mim mesma, deslumbrada. – Que coisa mais linda, velhinhos na varanda! Os dois nem repararam em nossa presença curiosa, ou, se o fizeram, acharam-na corriqueira. Talvez estivessem acostumados a despertar a atenção dos que passavam, pois, ao vê-los, tive imediatamente a certeza de que sentar-se na varanda à hora da sesta era um ritual que ambos executavam regularmente. As cadeiras eram de vime, colocadas uma ao lado da outra; não havia mesa entre elas, só vasos com plantas e flores pelos cantos. Junto à porta aberta, um capacho. Os dois se olhavam, falavam sem pressa, quase sem gestos, e sorriam de leve. Tudo muito devagar, como se nada urgisse, e aquele colóquio, diante da chuva, tivesse a importância natural das coisas mais simples.
Velhinhos na varanda.... Nem eram assim tão velhos – meu amigo e eu comentamos depois. O diminutivo surgia instintivamente, como demonstração de ternura, e me lembrei do que outro poeta, o Bandeira, explicava a respeito do Aleijadinho, cujo apelido refletia apenas a solidariedade e o carinho que a doença daquele mulato robusto e de boa altura despertava no povo da Vila Rica. Velhos na varanda – não, isso não expressa o que vimos. Eram um velhinho e uma velhinha, numa varanda de Ipanema (ou seria em Mariana?), conversando tranquilamente depois do almoço. Como não confiar na vida, depois desse flash apenas entrevisto, mas tão bonito, tão comovedor, que imediatamente se cristalizou em nós? Em janeiro de 1980, quando a cidade se desequilibra entre a inflação e a violência, quando o mundo assiste, aflito e impotente, aos desvarios que ameaçam dilacerá-lo, quando...
Um casal de velhinhos se senta na varanda, num começo de tarde chuvosa, e conversa. Sobre quê? Sobre tudo, sobre nada – não interessa. Estão sentados e conversam. Ela nem sequer faz algum trabalho manual, uma blusinha de crochê para a neta, um paninho para colocar debaixo da fruteira da sala; ele não tem nenhum jornal ou livro no colo. Estão ali exclusivamente para conversar um com o outro. Olham a rua distraidamente. O fundamental são eles mesmos, conversando (pouco), sentados nas cadeiras de vime, num dia de semana como qualquer outro.
É, nem tudo está perdido, pelo contrário, se ainda resta gente que pode e quer cultivar essas delicadas flores do espírito, comentando isso e aquilo, o namoro da empregada, a nova receita de bolo, o último capítulo da novela, o preço da alcatra – esquecida de tudo que é triste e feio e ruim, de tudo que não cabe naquele alpendre úmido. Velhinhos na varanda...
Enquanto almoçamos, fico imaginando que não há de faltar muito para cumprirem as bodas de ouro; que os filhos se casaram; que devem reunir-se todos no sobrado, para o ajantarado de domingo, gente madura, jovens, meninos, bebês e babás, em torno dos dois velhinhos. Talvez tenham perdido uma filha ainda adolescente, vítima de alguma doença estranha que os médicos não souberam diagnosticar. Talvez tenham feito uma longa viagem à Europa depois que ele se aposentou, ou passado uma temporada nos Estados Unidos quando o caçula esteve completando o PhD. Talvez nada disso. Fico imaginando, mas nenhuma dessas histórias me seduz. Gostei mesmo é do que vi: o casal de velhinhos conversando na varanda.
Comemos quase em silêncio, meu amigo e eu, sem reparar se a massa estava gostosa. À saída passamos diante do sobradinho, em cujo alpendre não havia mais ninguém.
(Coleção Melhores Crônicas: Maria Julieta Drummond de Andrade. Seleção e prefácio de Marcos Pasche. Global, 2012, pp.187-190. Publicada no livroUm buquê de alcachofras, 1980.)
A autora, ao referir-se ao casal que avistou quando procurava onde almoçar, usa o termo “velhinhos”, recusando-se a chamá-los apenas de “velhos”. Isso se explica no trecho: “O diminutivo surgia instintivamente, como demonstração de ternura, e me lembrei do que outro poeta, o Bandeira, explicava a respeito do Aleijadinho, cujo apelido refletia apenas a solidariedade e o carinho que a doença daquele mulato robusto e de boa altura despertava no povo da Vila Rica. Velhos na varanda – não, isso não expressa o que vimos. Eram um velhinho e uma velhinha, numa varanda de Ipanema [...]” (7º§). Assinale a alternativa que corretamente demonstra um uso da flexão vocabular no grau diminutivo de mesmo propósito que o usado pela autora.
 

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3044492 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Campos Goytacazes-RJ
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Na varanda


Já faz parte do anedotário lírico brasileiro aquele episódio (autêntico) de Murilo Mendes caminhando por uma rua, nem sei mais se de Minas ou do Rio. De repente vê uma moça debruçada na janela. Há tanto que não presenciava cena semelhante, comum no interior e em tempos idos, mas praticamente extinta na vida urbana, que, invocado e cheio de entusiasmo, ajoelhou-se e começou a exclamar aos berros, gesticulando com excitação:

– Mulher na janela, que beleza! Mulher na janela, meus parabéns!
A moça deve ter fugido assustada, provavelmente sem entender o que aquele homem alto e ossudo saudava com tamanha efusão. Como explicar-lhe que, com certeiro instinto, Murilo identificara e estava fixando para sempre, da maneira espontânea e exuberante que lhe era própria, um flagrante poético perfeito, o milagre que ela própria, sem perceber, corporizava? Moça que, em plena cidade e infensa à agitação a seu redor, dispunha ainda de lazer e prazer para pôr-se à janela e contemplar a rua, os transeuntes, a tarde, as nuvens. Mulher na janela...

Pois a mim também, há pouco, me foi concedido o privilégio de captar um momento desses, tão impregnados de passado que dir-se-iam irreais nos dias de hoje – coisa de outra civilização. Eram quase duas horas de uma quarta-feira e buscávamos, meu amigo e eu, um lugar tranquilo para almoçar. Apesar do mau tempo, ou por causa dele, todos os restaurantes do Leblon, com mesinhas na calçada, estavam repletos. Numa esquina de Ipanema encontramos um, semivazio, onde se costuma comer uma boa massa, e para lá nos dirigimos às carreiras, impulsionados pela fome e pela chuva. De repente, estacamos diante de um sobradinho, desses que vão se tornando raridade no Rio. Não fizemos o menor comentário, mas ali permanecemos alguns minutos, imóveis, perplexos, enquanto a água ia caindo. A casa estava rodeada por um mínimo jardim e tinha à frente um alpendre também pequenino, protegido da chuva. Nele, um casal de velhinhos conversava.
– Velhinhos na varanda! – gritei dentro de mim mesma, deslumbrada. – Que coisa mais linda, velhinhos na varanda! Os dois nem repararam em nossa presença curiosa, ou, se o fizeram, acharam-na corriqueira. Talvez estivessem acostumados a despertar a atenção dos que passavam, pois, ao vê-los, tive imediatamente a certeza de que sentar-se na varanda à hora da sesta era um ritual que ambos executavam regularmente. As cadeiras eram de vime, colocadas uma ao lado da outra; não havia mesa entre elas, só vasos com plantas e flores pelos cantos. Junto à porta aberta, um capacho. Os dois se olhavam, falavam sem pressa, quase sem gestos, e sorriam de leve. Tudo muito devagar, como se nada urgisse, e aquele colóquio, diante da chuva, tivesse a importância natural das coisas mais simples.
Velhinhos na varanda.... Nem eram assim tão velhos – meu amigo e eu comentamos depois. O diminutivo surgia instintivamente, como demonstração de ternura, e me lembrei do que outro poeta, o Bandeira, explicava a respeito do Aleijadinho, cujo apelido refletia apenas a solidariedade e o carinho que a doença daquele mulato robusto e de boa altura despertava no povo da Vila Rica. Velhos na varanda – não, isso não expressa o que vimos. Eram um velhinho e uma velhinha, numa varanda de Ipanema (ou seria em Mariana?), conversando tranquilamente depois do almoço. Como não confiar na vida, depois desse flash apenas entrevisto, mas tão bonito, tão comovedor, que imediatamente se cristalizou em nós? Em janeiro de 1980, quando a cidade se desequilibra entre a inflação e a violência, quando o mundo assiste, aflito e impotente, aos desvarios que ameaçam dilacerá-lo, quando...
Um casal de velhinhos se senta na varanda, num começo de tarde chuvosa, e conversa. Sobre quê? Sobre tudo, sobre nada – não interessa. Estão sentados e conversam. Ela nem sequer faz algum trabalho manual, uma blusinha de crochê para a neta, um paninho para colocar debaixo da fruteira da sala; ele não tem nenhum jornal ou livro no colo. Estão ali exclusivamente para conversar um com o outro. Olham a rua distraidamente. O fundamental são eles mesmos, conversando (pouco), sentados nas cadeiras de vime, num dia de semana como qualquer outro.
É, nem tudo está perdido, pelo contrário, se ainda resta gente que pode e quer cultivar essas delicadas flores do espírito, comentando isso e aquilo, o namoro da empregada, a nova receita de bolo, o último capítulo da novela, o preço da alcatra – esquecida de tudo que é triste e feio e ruim, de tudo que não cabe naquele alpendre úmido. Velhinhos na varanda...
Enquanto almoçamos, fico imaginando que não há de faltar muito para cumprirem as bodas de ouro; que os filhos se casaram; que devem reunir-se todos no sobrado, para o ajantarado de domingo, gente madura, jovens, meninos, bebês e babás, em torno dos dois velhinhos. Talvez tenham perdido uma filha ainda adolescente, vítima de alguma doença estranha que os médicos não souberam diagnosticar. Talvez tenham feito uma longa viagem à Europa depois que ele se aposentou, ou passado uma temporada nos Estados Unidos quando o caçula esteve completando o PhD. Talvez nada disso. Fico imaginando, mas nenhuma dessas histórias me seduz. Gostei mesmo é do que vi: o casal de velhinhos conversando na varanda.
Comemos quase em silêncio, meu amigo e eu, sem reparar se a massa estava gostosa. À saída passamos diante do sobradinho, em cujo alpendre não havia mais ninguém.
(Coleção Melhores Crônicas: Maria Julieta Drummond de Andrade. Seleção e prefácio de Marcos Pasche. Global, 2012, pp.187-190. Publicada no livroUm buquê de alcachofras, 1980.)
Considere o trecho “Eram quase duas horas de uma quarta-feira [...]” (4º§). É correto afirmar que, nesse caso, o verbo “ser”:
 

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