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Foram encontradas 30 questões.

3788204 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.
Enunciado 4618444-1
(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
Os verbos desapontar e doar expressam um pedido em relação ao leitor. Estão conjugados no
 

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3788203 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.
Enunciado 4618443-1
(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
Sobre essa propaganda, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As mochilas em forma de apontador às costas das crianças remetem a propaganda ao universo escolar.
( ) A intenção dessa propaganda é incentivar a doação de material escolar para alunos carentes.
( ) Não há nessa propaganda preocupação com concorrência, uma vez que a finalidade é descrever uma cena escolar.

Assinale a sequência correta.
 

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3788202 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.
    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?
    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.
    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Assinale a alternativa que NÃO apresenta um sinônimo para a palavra dada.
 

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3788201 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.
    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?
    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.
    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
No segundo parágrafo, o trecho para além disso significa
 

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3788200 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.
    Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no dia a dia, eles não são tão fundamentais?
    Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.
    Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
    Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Esse texto explora qual temática?
 

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3788199 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.
     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Sobre a análise gramatical de palavras da frase Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver., assinale a afirmativa correta.
 

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3788198 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.
     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
A frase Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. permite afirmar que
 

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3788197 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.
     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
No segundo parágrafo, a palavra propenso pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
 

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3788196 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.
     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
O personagem caracterizava a pescaria como um esporte
 

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Questão presente nas seguintes provas
3788195 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: UFMT
Orgão: Pref. Campos Júlio-MT
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
    Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
    Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais profundas reflexões. É um ato de inteligência.
     E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores, cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo, de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
A respeito do personagem do texto, é correto afirmar que é um rapaz
 

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