Foram encontradas 30 questões.
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.

(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia a propaganda e responda à questão.

(Disponível em: br.pinterest.com. Acesso em: 06/03/2024.)
( ) As mochilas em forma de apontador às costas das crianças remetem a propaganda ao universo escolar.
( ) A intenção dessa propaganda é incentivar a doação de material escolar para alunos carentes.
( ) Não há nessa propaganda preocupação com concorrência, uma vez que a finalidade é descrever uma cena escolar.
Assinale a sequência correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.
Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão
forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada
quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no
dia a dia, eles não são tão fundamentais?
Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além
disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar
seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se
falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos
são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.
Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão
forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada
quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no
dia a dia, eles não são tão fundamentais?
Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além
disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar
seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se
falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos
são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia o podcast escrito por Matheus Fin e Joice Gonçalves e responda à questão.
Quando temos um filho, queremos que o seu nome reverbere uma projeção de poder. Arthur, tão
forte e sábio quanto o rei, João, tão amigo e companheiro como o discípulo, Maria, tão carinhosa e dedicada
quanto a mãe, e formulamos teorias de como nossas crianças precisam ser. Mas, e o exemplo que damos no
dia a dia, eles não são tão fundamentais?
Educar um filho para o mundo é quase uma ordem primária de como ser um bom pai, mas para além
disso, precisamos educar nossos filhos para lutar contra a injustiça, ter força e perseverança para conquistar
seus ideais e saber seguir lições observando as experiências da vida.
Lutar pelos ideais de enobrecimento é ensinamento que não devemos renegar a segundo plano, em se
falando de nossos filhos, nossos tesouros e responsabilidade maior.
Só sabemos que a nossa tarefa enquanto formadores está realmente completa quando os nossos filhos
são exemplos para outros, dando continuidade ao ciclo. Você já pensou nisso?
(Disponível em: https://primeirapagina.com.br. Podcast “Pense nisso”. Acesso em: 07/03/2024.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também
era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um
pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas
tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que
consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma
injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais
profundas reflexões. É um ato de inteligência.
E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores,
cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os
costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo,
de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de
verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as
montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também
era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um
pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas
tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que
consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma
injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais
profundas reflexões. É um ato de inteligência.
E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores,
cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os
costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo,
de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de
verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as
montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também
era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um
pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas
tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que
consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma
injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais
profundas reflexões. É um ato de inteligência.
E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores,
cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os
costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo,
de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de
verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as
montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também
era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um
pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas
tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que
consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma
injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais
profundas reflexões. É um ato de inteligência.
E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores,
cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os
costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo,
de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de
verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as
montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.
O caminho das pedras
Era um rapaz quieto, de poucos amigos. Gostava de pescar, mas sempre sozinho. Sonhador, também
era. Acalentava sonhos elaborados, que sabia quase impossíveis. Sonhos de um dia ser um grande artista, um
pintor, talvez, ou um músico. Quem sabe um maestro. Nada fazia para concretizar tais sonhos, mas
tampouco sofria. Talvez se convencesse de que sonhar é melhor do que viver.
Talvez, pela mesma razão, gostasse tanto de pescar. Alguém já disse que pescar é um esporte que
consiste de uma vara, com um peixe numa ponta e um idiota na outra. Mas o rapaz achava isso uma
injustiça. A pescaria, principalmente se solitária, é um momento em que o pescador se vê propenso às mais
profundas reflexões. É um ato de inteligência.
E foi pensando assim que, naquele fim de tarde, pegou seus apetrechos - a maleta de duas cores,
cheia de faquinhas, chumbadas, anzóis e mais a vara de pesca – e tomou o caminho do mirante, beirando os
costões de pedra. Caminhou pela amurada estreita, de pedras sobrepostas, vendo o brilho do mar lá embaixo,
de um verde escuro, denso, tão diverso do verde aguado do capinzal que se estendia pela encosta. O sol de
verão já ia baixo no horizonte, na certa uma bola vermelha, mas dali de onde estava não podia vê-lo, as
montanhas impediam. Via apenas o avermelhado do céu no ponto em que este se juntava ao mar.
(SEIXAS, H. O amigo do vento. Crônicas. São Paulo: Moderna, 2015.)
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container