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Foram encontradas 138 questões.

357091 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
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TETXO III

Tratado geral das grandezas do ínfimo

A poesia está guardada nas palavras — é tudo que eu sei.

Meu fado é o de não saber quase tudo.

Sobre o nada eu tenho profundidades.

Não tenho conexões com a realidade.

Poderoso para mim não é aquele que descobre ouro.

Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias

(do mundo e as nossas).

Por essa pequena sentença me elogiaram de imbecil.

Fiquei emocionado.

Sou fraco para elogios.

Manoel de Barros

https://www.revistabula.com/2680-os-10-melhores-poemas-de-manoel-de-barros/..

Ao interpretar o pensamento do poeta em “Para mim poderoso é aquele que descobre as insignificâncias”, pode-se afirmar que o eu-lírico valoriza:
 

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357090 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
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TEXTO I

Solitude: o lado bom da solidão

Para alguns, sinônimo de tristeza, para outros apenas uma opção de vida. Os seres humanos são animais sociais por natureza, uma vez que, desde os primeiros instantes de vida, já são naturalmente instruídos ao contato e interação com os demais. Muitos julgam a solidão como algo ruim, como ter uma grande decepção amorosa, por exemplo, mas nem sempre ela precisa ser caracterizada como negativa.

A solidão pode ajudar a amadurecer, fazendo com que as pessoas possam ter calma e maturidade para resolver problemas que surjam. Quem age assim tem grande probabilidade de conhecer a raiz da situação e solucionar adversidades com os próprios meios, sem depender de ninguém para isso, tornando-se uma pessoa mais independente, emocionalmente forte e com uma maior autoestima.

SOLITUDE

Estar só nem sempre é uma forma triste de viver: pode ser uma escolha positiva de vida. Os que optam por momentos assim vivem o que é conhecido como solitude, caracterizada quando a pessoa considera-se a melhor companhia de si mesma. O recolhimento em si potencializa o conhecimento da autoessência e potencializa a solução de problemas.

Segundo o psicólogo Domingos Sávio Rodrigues, essa forma de vida é adotada por opção e pelo desejo de se entender com as próprias situações. "Isso [a solitude] é uma atitude adotada pela modernidade. É o ato de se sentir bem consigo mesmo sem ter a necessidade de precisar de outras pessoas para dividir os problemas ou a felicidade. É um meio de sobrevivência em que o indivíduo acaba se conhecendo mais e se preparando para os problemas colocados pela vida", explica o profissional.

Na solitude deseja-se entender, de alma aberta, o que afeta e faz falta. Ainda segundo Rodrigues, a solitude torna o ser humano mais cuidadoso com a própria vida e a leveza, alcançada por meio dela, faz com que as pessoas sintam-se melhores para entender a voz da alma.

http://www20.opovo.com.br/app/revistas/saude/2017/06/13/notrsaude,3680675/solitude-o-lado- bom-da-solidao.shtml.

Muitos julgam a solidão como algo ruim, como ter uma grande decepção amorosa, por exemplo, mas nem sempre ela precisa ser caracterizada como negativa”. Ao analisar a estratégia argumentativa utilizada nesse trecho, percebe-se que o autor
 

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357089 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
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enunciado 357089-1

O diálogo entre os personagens é baseado, principalmente, em uma contradição entre informações que pode ser exemplificada pela dualidade entre:
 

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357088 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
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enunciado 357088-1

Ao analisar a frase “Li, mas não entendi nada”, presente na charge, percebe-se uma crítica:
 

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357087 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
TEXTO II
enunciado 357087-1
Disponível em
http://www.tudosobrefloripa.com.br/index.php/desc_noticias/prefeitura_de_ biguacu_lanca_campanha_de_conscientizacaeo_contra_o_uso_de_ce
O cartaz em análise foi divulgado pela prefeitura de Biguaçu – SC com o objetivo principal de fazer:
 

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357086 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
TEXTO III

AS SEM RAZÕES DO AMOR
Eu te amo porque te amo
Não precisas ser amante
E nem sempre sabes sê-lo
Eu te amo porque te amo
Amor é estado de graça
E com amor não se paga
Amor é dado de graça
É semeado na cachoeira, no eclipse
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários
Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim
Porque amor não se troca
Não se conjuga, nem se ama
Porque amor é amor a nada
Feliz e forte em si mesmo
Amor é primo da morte
E da morte vencedor
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor
Carlos Drummond de Andrade
https://www.letras.mus.br/carlos-drummond-de-andrade/983318/.
O verso que melhor ratifica o título do texto é
 

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357085 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
TEXTO I
“Quando Jean-Jacques Rousseau desenvolveu a teoria do contrato social em obra clássica, não estava sendo o primeiro a afirmar que o Estado surge de um acordo de vontades. Antes dele, Thomas Hobbes já desenvolvera teoria semelhante. Existe, porém, um foco de divergência entre estes autores: se ambos consideram o homem primitivo vivendo num estado selvagem, passando à vida em sociedade mediante um pacto comum a todos, exatamente como se cria uma sociedade civil ou comercial, vale frisar que Rousseau imaginava uma convivência individualista, mas cordial, vivendo os homens pacificamente, sem atrito com seus semelhantes, ao contrário de Hobbes, para quem, em célebre tirada, "o homem é lobo do próprio homem" (homo homini lupus). Considerava Hobbes que o homem era um ser antissocial por natureza, e seu "apetite social" seria o fruto da necessidade da vida comunitária, fiscalizada por um aparato social gigantesco destinado a impor a ordem, o Estado, enfim. A este aparato Hobbes denominava "Leviatã". Esta palavra, de origem bíblica, designava um monstro mitológico que habitava o rio Nilo e devorava as populações ribeirinhas, tal como, segundo Hobbes, o Estado faz com seus súditos...”
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado". 2 ed. rev. e aum.
São Paulo: Saraiva, 2000. p. 18/19.
Ao expor os conceitos referentes ao contrato social de Rousseau e Hobbes, o texto em análise demonstra que foi construído a partir da função de linguagem denominada:
 

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357084 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
TEXTO II
enunciado 357084-1
Disponível em
http://www.tudosobrefloripa.com.br/index.php/desc_noticias/prefeitura_de_ biguacu_lanca_campanha_de_conscientizacaeo_contra_o_uso_de_ce
Os cartazes publicitários apresentam vários objetivos comunicativos, dependendo daquilo que se pretende anunciar aos interlocutores. Ao analisar a intenção comunicativa do cartaz em análise, pode-se afirmar que a função da linguagem predominante é:
 

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357083 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
TEXTO I
“Quando Jean-Jacques Rousseau desenvolveu a teoria do contrato social em obra clássica, não estava sendo o primeiro a afirmar que o Estado surge de um acordo de vontades. Antes dele, Thomas Hobbes já desenvolvera teoria semelhante. Existe, porém, um foco de divergência entre estes autores: se ambos consideram o homem primitivo vivendo num estado selvagem, passando à vida em sociedade mediante um pacto comum a todos, exatamente como se cria uma sociedade civil ou comercial, vale frisar que Rousseau imaginava uma convivência individualista, mas cordial, vivendo os homens pacificamente, sem atrito com seus semelhantes, ao contrário de Hobbes, para quem, em célebre tirada, "o homem é lobo do próprio homem" (homo homini lupus). Considerava Hobbes que o homem era um ser antissocial por natureza, e seu "apetite social" seria o fruto da necessidade da vida comunitária, fiscalizada por um aparato social gigantesco destinado a impor a ordem, o Estado, enfim. A este aparato Hobbes denominava "Leviatã". Esta palavra, de origem bíblica, designava um monstro mitológico que habitava o rio Nilo e devorava as populações ribeirinhas, tal como, segundo Hobbes, o Estado faz com seus súditos...”
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado". 2 ed. rev. e aum.
São Paulo: Saraiva, 2000. p. 18/19.
“...e seu "apetite social" seria o fruto da necessidade da vida comunitária, fiscalizada por um aparato social gigantesco destinado a impor a ordem, o Estado.” Por esse trecho, conclui-se que para Hobbes:
 

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357082 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Campos Sales-CE
TEXTO I
“Quando Jean-Jacques Rousseau desenvolveu a teoria do contrato social em obra clássica, não estava sendo o primeiro a afirmar que o Estado surge de um acordo de vontades. Antes dele, Thomas Hobbes já desenvolvera teoria semelhante. Existe, porém, um foco de divergência entre estes autores: se ambos consideram o homem primitivo vivendo num estado selvagem, passando à vida em sociedade mediante um pacto comum a todos, exatamente como se cria uma sociedade civil ou comercial, vale frisar que Rousseau imaginava uma convivência individualista, mas cordial, vivendo os homens pacificamente, sem atrito com seus semelhantes, ao contrário de Hobbes, para quem, em célebre tirada, "o homem é lobo do próprio homem" (homo homini lupus). Considerava Hobbes que o homem era um ser antissocial por natureza, e seu "apetite social" seria o fruto da necessidade da vida comunitária, fiscalizada por um aparato social gigantesco destinado a impor a ordem, o Estado, enfim. A este aparato Hobbes denominava "Leviatã". Esta palavra, de origem bíblica, designava um monstro mitológico que habitava o rio Nilo e devorava as populações ribeirinhas, tal como, segundo Hobbes, o Estado faz com seus súditos...”
ACQUAVIVA, Marcus Cláudio. Teoria Geral do Estado". 2 ed. rev. e aum.
São Paulo: Saraiva, 2000. p. 18/19.
Ao analisar o texto de Marcus Claudio, pode-se concluir que ele apresenta, principalmente, características da tipologia textual:
 

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