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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou o resultado de 2019 do Produto Interno Bruto (PIB), que foi de 1,1%, menor que o registrado em 2017 e 2018. É a mais fraca recuperação de recessão já registrada no Brasil. (Fonte: G1.globo.com, de 04/03/2020). O PIB é:

 

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Termos como privatização, concessão ou parceria público-privada se tornaram frequentes em debates políticos e conversas sobre o destino de bens públicos. Embora muitas vezes sejam utilizados como se fossem sinônimos, cada um deles se refere a um tipo de contrato diferente celebrado entre governos e investidores particulares. Entre os motivos que levam à desestatização, estão a dificuldade na administração dessas empresas, necessidade de dar atenção à outras áreas, falta de lucro e crises financeiras. Nesse contexto, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando as principais formas de desestatização com as respectivas definições.

Coluna 1

1. Concessão.

2. Parceria Público-Privada (PPP).

3. Privatização.

Coluna 2

( ) É a transferência de um serviço público para a iniciativa privada por um prazo determinado.

( ) É a venda de empresas estatais para a iniciativa privada de forma definitiva.

( ) É um tipo de concessão na qual a iniciativa privada ganha para prestar algum serviço para o poder público ou recebe algum tipo de pagamento ou patrocínio do Estado para se manter.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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De acordo com o ECA, a hospedagem de criança ou adolescente em hotel, motel, pensão ou estabelecimento congênere é:

 

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De acordo com o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, a será deferida, nos termos da lei civil, à pessoa de até anos incompletos. O deferimento da pressupõe a prévia decretação da perda ou suspensão do pátrio poder familiar e implica necessariamente o dever de .

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Ruan de Souza Gabriel

  1. Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
  2. mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
  3. acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
  4. imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
  5. agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
  6. estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
  7. só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
  8. Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
  9. se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
  10. a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
  11. aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
  12. tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
  13. deles.
  14. Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
  15. nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
  16. nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
  17. limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
  18. porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
  19. adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
  20. E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
  21. autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
  22. decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
  23. referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
  24. obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
  25. autor consegue completar?
  26. É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
  27. de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
  28. contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
  29. que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
  30. Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
  31. mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
  32. e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
  33. Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
  34. extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
  35. quase o teto toda parede da sala”.
  36. A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
  37. bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
  38. maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
  39. faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
  40. Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
  41. em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
  42. seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
  43. personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
  44. Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
  45. aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
  46. começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
  47. as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
  48. enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.

(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes frases, retiradas do texto, e assinale a alternativa na qual NÃO haja o emprego de figuras de linguagem.

 

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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Ruan de Souza Gabriel

  1. Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
  2. mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
  3. acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
  4. imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
  5. agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
  6. estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
  7. só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
  8. Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
  9. se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
  10. a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
  11. aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
  12. tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
  13. deles.
  14. Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
  15. nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
  16. nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
  17. limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
  18. porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
  19. adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
  20. E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
  21. autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
  22. decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
  23. referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
  24. obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
  25. autor consegue completar?
  26. É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
  27. de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
  28. contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
  29. que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
  30. Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
  31. mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
  32. e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
  33. Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
  34. extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
  35. quase o teto toda parede da sala”.
  36. A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
  37. bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
  38. maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
  39. faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
  40. Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
  41. em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
  42. seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
  43. personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
  44. Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
  45. aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
  46. começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
  47. as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
  48. enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.

(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando a palavra “legado” (l. 27), assinale a alternativa que apresenta palavra que poderia substituí-la por não causar alteração do sentido original do texto.

 

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2049578 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Na Portaria nº 1.984/2014, o Ministério da Saúde define a lista nacional de doenças e agravos que devem ser notificados e monitorados por meio da estratégia de vigilância em unidades de saúde. Sobre isso, relacione as doenças infectocontagiosas na Coluna 1 às informações na Coluna 2.

Coluna 1

1. HIV.

2. Hepatites virais.

3. Sífilis.

4. Hanseníase.

5. Febre Amarela.

Coluna 2

( ) Doença infecciosa febril aguda, imunoprevenível, cujo agente etiológico é transmitido por artrópodes, e que apresenta dois ciclos epidemiológicos de transmissão distintos: silvestre e urbano. Reveste-se da maior importância epidemiológica, por sua gravidade clínica e elevado potencial de disseminação em áreas urbanas.

( ) É uma infecção bacteriana sistêmica, de evolução crônica. Quando não tratada progride ao longo de muitos anos, sendo classificada em primária, secundária, latente recente, latente tardia e terciária.

( ) O diagnóstico é essencialmente clínico e epidemiológico, realizado por meio da análise da história e condições de vida do paciente, além do exame dermatoneurológico para identificar lesões ou áreas de pele com alteração de sensibilidade e/ou comprometimento de nervos periféricos, com alterações sensitivas e/ ou motoras e/ou autonômicas.

( ) Os indivíduos com infecção muito recente (“infecção aguda”) ou imunossupressão avançada têm maior concentração do vírus no sangue (carga viral alta) e nas secreções sexuais, aumentando a transmissibilidade.

( ) Após entrar em contato com o vírus, o individuo pode desenvolver doença aguda oligo/assintomática ou sintomática. Esse quadro agudo pode ocorrer na infecção por qualquer um dos vírus e têm seus aspectos clínicos e virológicos limitados aos primeiros 6 meses.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2049577 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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Sobre a tuberculose (TB), relacione os termos apresentados na Coluna 1 às informações da Coluna 2.

Coluna 1

1. Transmissão.

2. Risco de adoecimento.

3. Cultura de escarro.

4. Baciloscopia de escarro.

5. Prova Tuberculínica.

Coluna 2

( ) Estima-se que 10% das pessoas que foram infectadas pelo M. tuberculosis adoeçam, sendo 5% nos dois primeiros anos que sucedem a infecção e 5% ao longo da vida, caso não recebam o tratamento preventivo preconizado.

( ) Indicada para diagnosticar a tuberculose, permite detectar de 60% a 80% dos casos de TB pulmonar em adultos, se executada corretamente em todas as suas fases.

( ) Ocorre de uma pessoa com TB pulmonar ou laríngea que elimina bacilos no ambiente pela tosse, fala ou espirro para outra pessoa que inala os aerossóis contaminados expelidos no ambiente.

( ) Indicada para identificar casos infecção latente da tuberculose.

( ) É um método de elevada especificidade e sensibilidade para o diagnóstico de micobacteriose.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2049576 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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O exame físico é muito importante na consulta de acompanhamento das pessoas com diabetes melito (DM), pois pode detectar complicações da doença e identificar outras condições que, estando associadas, aumentam a morbimortalidade e influenciam no tratamento. Analise as assertivas a seguir, verificando se apresentam as recomendações do Ministério da Saúde para o exame físico durante as consultas de enfermagem na Atenção Básica:

I. Verificar altura, peso, circunferência abdominal e Índice de Massa Corporal (IMC).

II. Medir a pressão arterial com a pessoa sentada e deitada, a frequência cardíaca e respiratória e ausculta cardiopulmonar.

III. Avaliação da pele quanto a sua integridade, turgor, coloração e manchas.

IV. Avaliação dos membros inferiores: unhas, dor, edema, pulsos pediosos e lesões; articulações (capacidade de flexão, extensão, limitações de mobilidade, edemas); pés (bolhas, sensibilidade, ferimentos, calosidades e corte das unhas).

V. Exame da cavidade oral, com atenção para a presença de gengivite, problemas odontológicos e candidíase.

Quais estão corretas?

 

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2049575 Ano: 2021
Disciplina: Enfermagem
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
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As consultas de Enfermagem realizadas no puerpério para promoção, proteção e apoio ao aleitamento materno abrangem ações de educação em saúde, cuidado clínico da mãe e do bebê e abordagem ampliada do contexto cultural, psicossocial e familiar. Nesse sentido, analise as assertivas abaixo quanto às ações que devem ser desenvolvidas com a mãe e o bebê durante as consultas:

I. Realizar a avaliação do bebê, suas condições clínicas, crescimento e desenvolvimento.

II. Prestar esclarecimento a mãe sobre a produção do leite materno, a importância da amamentação e as mudanças no corpo biológico e simbólico.

III. Informar que o leite materno é semelhante para todas as mulheres e que esse processo fisiológico ocorre independentemente do desejo, dos medos e das experiências prévias e expectativas da mulher.

IV. Orientar os cuidados com as mamas para evitar a mastite, o manejo para retirada e armazenamento do leite, o uso correto de compressas, cuidado com os mamilos no aparecimento de rachaduras e feridas, entre outros.

V. Tranquilizar a mãe quanto à introdução de água, chás e outros leites, pois quando a criança os aceita bem não ocorre interferência na manutenção do processo de amamentação.

Quais estão corretas?

 

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