Magna Concursos

Foram encontradas 411 questões.

2313079 Ano: 2021
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
Provas:

O binômio trabalho-reabilitação remete às próprias origens da terapia ocupacional. A partir disso, é INCORRETO afirmar sobre terapia ocupacional e reabilitação no campo da saúde do trabalhador que:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2313078 Ano: 2021
Disciplina: Zootecnia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
Provas:

As intoxicações causadas pela ingestão de plantas tóxicas nos animais apresentam grande diversidade de sinais clínicos, formas de apresentação, bem como ocorrência mais frequente em determinadas espécies de animais. Assim, as plantas tóxicas utilizadas como ornamentais, estão menos envolvidas nos casos de ingestão pelos animais pecuários como bovinos, ovinos, caprinos e equinos. Entre as plantas ornamentais, as do gênero Dieffenbachia sp. são relatadas com mais frequência como causa de intoxicação em cães. O nome popular dessa planta ornamental é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2313077 Ano: 2021
Disciplina: Veterinária
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
Provas:

Fasciolose é uma doença causada por um trematódeo que parasita os condutos biliares dos herbívoros domésticos e silvestres e eventualmente também do ser humano. Os ovos dos parasitos são levados ao intestino pela bile e eliminados pelas fezes. Enquanto os ovos são resistentes por aproximadamente um ano na matéria fecal, o miracídeo é frágil e deve encontrar o hospedeiro intermediário em no máximo oito horas. A infecção ocorre após a ingestão da forma larval denominada:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2313076 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS

A razão entre o M.M.C. e o M.D.C. de 70 e 120 é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com a Constituição Federal, sendo exercida:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.


Ruan de Souza Gabriel

  1. Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
  2. mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
  3. acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
  4. imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
  5. agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
  6. estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
  7. só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
  8. Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
  9. se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
  10. a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
  11. aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
  12. tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
  13. deles.
  14. Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
  15. nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
  16. nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
  17. limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
  18. porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
  19. adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
  20. E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
  21. autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
  22. decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
  23. referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
  24. obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
  25. autor consegue completar?
  26. É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
  27. de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
  28. contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
  29. que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
  30. Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
  31. mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
  32. e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
  33. Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
  34. extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
  35. quase o teto toda parede da sala”.
  36. A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
  37. bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
  38. maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
  39. faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
  40. Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
  41. em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
  42. seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
  43. personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
  44. Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
  45. aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
  46. começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
  47. as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
  48. enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.

(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 15, 31 e 36.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2313073 Ano: 2021
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
Provas:

Especificamente em relação às diretrizes para atuação profissional em Práticas Corporais e Atividade Física (PCAF) constantes nos Cadernos de Atenção Básica para o NASF, analise as afirmações abaixo:

1. Atenção às doenças infecciosas, como as DSTs, quando sempre devem ser abordados a família e/ou parceiro(as) sexuais.

2. Fortalecer o controle social na saúde e a organização comunitária como princípios de participação políticas nas decisões afetas à comunidade ou população local.

3. Atenção à violência contra a mulher.

4. Desenvolver junto à equipe de SF ações intersetoriais pautadas nas demandas da comunidade.

5. Inclusão da visão de gênero, raça e etnias.

O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2313072 Ano: 2021
Disciplina: Educação Física
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS
Provas:

A frequência cardíaca que está entre o limite superior e o limite inferior do percentual da FCM estabelecido para objetivos de treinamento denomina-se:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2313071 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Canoas-RS

Instrução: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.

Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte II

  1. Estoicos
  2. Anos depois da fundação d’O Jardim, uma outra escola filosófica tomou forma na Grécia.
  3. Zenão de Cício, nascido em 324 a.C., fazia palestras em locais públicos de Atenas. Um de seus
  4. preferidos era o prédio Stoa Poikile, ou Pórtico Pintado, situado na Ágora, a praça grega – por
  5. causa da palavra stoa, a doutrina foi batizada de estoicismo. Zenão acreditava que o Universo
  6. era uma sucessão de eventos cíclicos e idênticos: o que já aconteceu voltará a acontecer e assim
  7. por diante. Então, é inútil se preocupar com o futuro: tudo o que acontecer já estava
  8. determinado por uma espécie de sopro vital, a “razão universal”. Mas, se não podemos interferir
  9. no curso dos eventos, o que nos resta? Podemos mudar a forma como enxergamos o mundo, a
  10. nossa mente e aceitar os acontecimentos. Estoico virou sinônimo daquele que se resigna diante
  11. dos sofrimentos da vida. Um dos mais famosos conceitos da escola, a ataraxia, significava
  12. ausência de inquietação.
  13. Um dos mais notórios seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo
  14. nascido na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma, como conselheiro
  15. de Nero. Por décadas, o epicurismo e o estoicismo disputaram a atenção dos antigos e seguiram
  16. travando embates na Ágora de Atenas. Apesar de distintas, as duas escolas tinham uma ética
  17. comum: ambas acreditavam que a filosofia era um modo de vida. Epicuro e Zenão defenderam
  18. princípios avançados para a época, como a igualdade entre os homens. O estoicismo pregava
  19. que cada pessoa é a manifestação de um espírito universal único, ensinamento alinhado ao
  20. cristianismo que viria logo a seguir.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).

Se substituirmos, no trecho a seguir, o verbo “podemos” por sua versão “posso”, qual das palavras abaixo necessitaria, obrigatoriamente, de alteração para fins de concordância?

“Mas, se não podemos interferir no curso dos eventos, o que nos resta?”

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.

Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte I

  1. Depois dos grandes metafísicos de Platão e Aristóteles, a filosofia se voltou para o
  2. homem comum. Filósofos como Epicuro e Zenão de Cício buscaram respostas para que o homem
  3. pudesse encontrar uma vida feliz em meio __ falta de sentido do mundo.
  4. Epicuristas
  5. Aristóteles foi tão prolífico que a maioria dos pensadores gregos abandonou os grandes
  6. empreendimentos filosóficos após a morte dele. As questões da existência, que haviam ocupado
  7. os dias de Sócrates, Platão e Aristóteles, deixaram de fazer sentido em um mundo
  8. incessantemente sacolejado pelas guerras e destruição que marcaram o Mar Egeu nos séculos
  9. que se seguiram __ morte de Alexandre. Por que se preocupar do que é feita a realidade se não
  10. se sabia como seria o dia seguinte? Era preciso ajudar o homem a sobreviver em meio ao caos
  11. e à aleatoriedade do mundo.
  12. Essa foi a missão de Epicuro. Nascido em 341 a.C., ele foi o fundador de uma das escolas
  13. filosóficas mais importantes da época. O professor de gramática de Samos se mudou para Atenas
  14. por volta dos 35 anos, onde comprou uma casa com um quintal. Lá, em meio a árvores e flores,
  15. começou a dar aulas de filosofia, nas quais pregava a busca pela felicidade e o controle das
  16. emoções. Na verdade, Epicuro se autoproclamava um terapeuta do espírito, um médico das
  17. almas e um cirurgião das paixões.
  18. Na escola que fundou, chamada de O Jardim, Epicuro acolhia mulheres, prostitutas e até
  19. mesmo escravos. A liberalidade do mestre gerava boatos de que O Jardim seria, na verdade,
  20. um local de orgias e depravação. De fato, sua filosofia era uma ode ao prazer, mas não havia
  21. espaço para a luxúria. O epicurismo pregava a moderação e a celebração das pequenas alegrias
  22. da vida. Conta-se que as aulas de O Jardim eram regadas a água e pão, nada de vinho. É de
  23. Epicuro a máxima: “Mais vale dormir tranquilo sobre um berço de palha do que ficar insone e
  24. atormentado sobre um trono de ouro”.
  25. O filósofo dizia que nosso maior objetivo de vida era ser feliz. Mas não se tratava de buscar
  26. prazer a qualquer custo, porque isso resultaria em infelicidade. Para o mestre, a felicidade é a
  27. ausência de sofrimento. Ou seja, almejar e nutrir expectativas demais sobre a vida só geraria
  28. mais angústia e tristeza. Melhor aceitar as agruras da vida porque não há como evitá-las. E, se
  29. nada pode ser feito, melhor consolar-se recordando bons momentos ou imaginando dias
  30. melhores. Até em relação ao maior medo humano, a morte, Epicuro tinha uma resposta. Se ela
  31. é o fim de toda e qualquer sensação, não pode trazer dor física ou emocional. Logo, não há nada
  32. a temer. “A morte não é nada para nós”, sentenciou o mestre. Ao superarmos o medo de morrer,
  33. podemos, enfim, ser felizes.
  34. Epicuro faleceu aos 72 anos. Não se sabe se estava completamente destemido em relação
  35. ao juízo final, mas há registros de que ele viveu exatamente conforme sua doutrina. Tinha dores
  36. crônicas na bexiga e no estômago, mas não se deixava abater. Em uma de suas últimas cartas,
  37. direcionada a um amigo, dizia: “A doença em meu corpo continua evoluindo, sem nada perder
  38. de sua habitual severidade; mas ignoro tudo isso e meu coração se alegra”. Epicuro deixou uma
  39. legião de seguidores. Durante escavações em sítios arqueológicos gregos e romanos foram
  40. encontradas várias pequenas estatuetas do filósofo, até mesmo em casas simples. Seus
  41. seguidores acreditavam que contemplar o rosto dele aquietava o espírito.

(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).

Sobre nexos coesivos no texto, analise as assertivas abaixo:

I. Caso substituíssemos “mas” (l. 20) por “porque”, manteríamos a correção sintática do período, mas o sentido da frase seria modificado.

II. “Logo” (l. 31) introduz uma ideia de comparação.

III. Se substituíssemos “até mesmo” (l. 40) por “inclusive”, o sentido da frase seria preservado.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas