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O binômio trabalho-reabilitação remete às próprias origens da terapia ocupacional. A partir disso, é INCORRETO afirmar sobre terapia ocupacional e reabilitação no campo da saúde do trabalhador que:
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As intoxicações causadas pela ingestão de plantas tóxicas nos animais apresentam grande diversidade de sinais clínicos, formas de apresentação, bem como ocorrência mais frequente em determinadas espécies de animais. Assim, as plantas tóxicas utilizadas como ornamentais, estão menos envolvidas nos casos de ingestão pelos animais pecuários como bovinos, ovinos, caprinos e equinos. Entre as plantas ornamentais, as do gênero Dieffenbachia sp. são relatadas com mais frequência como causa de intoxicação em cães. O nome popular dessa planta ornamental é:
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Fasciolose é uma doença causada por um trematódeo que parasita os condutos biliares dos herbívoros domésticos e silvestres e eventualmente também do ser humano. Os ovos dos parasitos são levados ao intestino pela bile e eliminados pelas fezes. Enquanto os ovos são resistentes por aproximadamente um ano na matéria fecal, o miracídeo é frágil e deve encontrar o hospedeiro intermediário em no máximo oito horas. A infecção ocorre após a ingestão da forma larval denominada:
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A razão entre o M.M.C. e o M.D.C. de 70 e 120 é:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdeArts. 8º ao 14-B: Organização, Direção e Gestão
A direção do Sistema Único de Saúde (SUS) é única, de acordo com a Constituição Federal, sendo exercida:
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Ruan de Souza Gabriel
- Existem diversas razões para começar a ler um autor. Há aqueles que lemos porque todo
- mundo está lendo, como Elena Ferrante e Karl Ove Knausgård. Outros, nós conhecemos por
- acaso ou indicação e nos transformamos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de
- imaginação que se obrigam a ler a obra completa de um escritor quando descobrem um do seu
- agrado”, como descreveu, um pouco invejoso, o escritor português Bruno Vieira Amara em Hoje
- estarás comigo no paraíso. Nem todo leitor é capaz de tamanha paixão e fidelidade, ainda que
- só por uns meses. Eu não sou e invejo quem é.
- Há também aqueles autores que lemos e relemos quase obrigados pelos tempos, como
- se buscássemos conselhos: lemos George Orwel quando a treva autoritária voltou a assombrar
- a política, estamos lendo Albert Camus e todo e qualquer livro que mencione uma epidemia para
- aprender a viver em quarentena. E há os autores que começamos a ler com o pior dos atrasos,
- tarde demais para escrever umas frases lamentosas no Twitter quando topamos com o obituário
- deles.
- Toda leitura é interessada. Lemos escritores hypados para não ficar em silêncio quando
- nossos amigos começam a falar deles, para conferir se valem mesmo pena. Transformamo-
- nos em “leitores inflexíveis, sistemáticos e falhos de imaginação” porque é próprio do amor
- limitar nossos interesses. E temos lido autores que escreveram sobre autoritarismo e peste
- porque, talvez desde a Bíblia, debruçamo-nos sobre o que foi escrito no passado para tentar
- adivinhar o futuro ou tentar impedi-lo de chegar.
- E quando lemos um autor recém-falecido, qual é a nossa intenção? Não é descobrir um
- autor novo, uma vez que depois de ler tantos obituários, já nos familiarizamos com seus temas,
- decoramos as sinopses de seus principais livros e aprendemos alguns adjetivos para nos
- referirmos a seu estilo. Lemos para identificar no texto todas as características apontadas pelos
- obituaristas, como se emprestássemos deles peças de um quebra-cabeça que só quem leu o
- autor consegue completar?
- É complicado ler um autor que acaba de morrer. Primeiro porque há quase uma obrigação
- de gostar, por respeito ao morto. Também porque os tantos textos lidos sobre o legado do autor
- contaminam a leitura, que se torna talvez uma experiência menos individual e quase uma tarefa
- que os atrasados cumprem meio envergonhados e muito reverentes.
- Na última quinta (16), depois do anúncio da morte de Garcia-Roza, li, enfim, A última
- mulher (não tinha nenhum Rubem Fonseca mão). Estava tudo lá, tudo o que eu tinha lido
- e ouvido nas últimas horas: o introspectivo delegado Espinosa, suas andanças pelo Rio de
- Janeiro, seu gosto por comida árabe e seus “livros formando uma fileira que cobria toda a
- extensão da parede e apoiados uns sobre os outros, ocupando de ponta a ponta e do chão até
- quase o teto toda parede da sala”.
- A dedicação pessoas, mais que ao mistério, não é apenas que um testemunho da
- bondade de Espinosa. Se for verdadeira a tese de Ricardo Piglia, que afirmou que uma das
- maiores representações modernas da figura do leitor é o detetive, essa dedicação também nos
- faz imaginar que tipo de tipo de leitor é o delegado.
- Ele não parece ser um daqueles que lê desesperadamente, para decifrar sentidos ocultos
- em cada linha, ou que lê apressadamente, para não ficar fora dos assuntos. Talvez Espinosa
- seja um desses leitores que fazem da leitura um exercício de empatia, que se envolvem com os
- personagens e aprendem a amá-los, que não têm interesse em dissecá-los e julgá-los.
- Um desses leitores que todos nós que gostamos de ler talvez fomos um dia, antes de
- aprendermos que podíamos usar nossas leituras para provar nossa inteligência, antes de
- começarmos a esconder, envergonhados, que a leitura nos emociona como a outros emocionam
- as novelas. Se todas as leituras são interessadas, essa, que é tão pouco utilitária e até se deixa
- enganar pelos personagens, talvez seja a menos interesseira.
(Disponível em: https://epoca.globo.com/ruan-de-sousa-gabriel/ – texto adaptado especialmente para esta prova).
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que completa, correta e respectivamente, as lacunas das linhas 15, 31 e 36.
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Especificamente em relação às diretrizes para atuação profissional em Práticas Corporais e Atividade Física (PCAF) constantes nos Cadernos de Atenção Básica para o NASF, analise as afirmações abaixo:
1. Atenção às doenças infecciosas, como as DSTs, quando sempre devem ser abordados a família e/ou parceiro(as) sexuais.
2. Fortalecer o controle social na saúde e a organização comunitária como princípios de participação políticas nas decisões afetas à comunidade ou população local.
3. Atenção à violência contra a mulher.
4. Desenvolver junto à equipe de SF ações intersetoriais pautadas nas demandas da comunidade.
5. Inclusão da visão de gênero, raça e etnias.
O resultado da somatória dos números correspondentes às afirmações corretas é:
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A frequência cardíaca que está entre o limite superior e o limite inferior do percentual da FCM estabelecido para objetivos de treinamento denomina-se:
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Instrução: As questões de números 11 a 15 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte II
- Estoicos
- Anos depois da fundação d’O Jardim, uma outra escola filosófica tomou forma na Grécia.
- Zenão de Cício, nascido em 324 a.C., fazia palestras em locais públicos de Atenas. Um de seus
- preferidos era o prédio Stoa Poikile, ou Pórtico Pintado, situado na Ágora, a praça grega – por
- causa da palavra stoa, a doutrina foi batizada de estoicismo. Zenão acreditava que o Universo
- era uma sucessão de eventos cíclicos e idênticos: o que já aconteceu voltará a acontecer e assim
- por diante. Então, é inútil se preocupar com o futuro: tudo o que acontecer já estava
- determinado por uma espécie de sopro vital, a “razão universal”. Mas, se não podemos interferir
- no curso dos eventos, o que nos resta? Podemos mudar a forma como enxergamos o mundo, a
- nossa mente e aceitar os acontecimentos. Estoico virou sinônimo daquele que se resigna diante
- dos sofrimentos da vida. Um dos mais famosos conceitos da escola, a ataraxia, significava
- ausência de inquietação.
- Um dos mais notórios seguidores do estoicismo foi Sêneca (4 a.C. – 65 d.C.), o filósofo
- nascido na região de Córdoba que viveu grande parte da sua vida em Roma, como conselheiro
- de Nero. Por décadas, o epicurismo e o estoicismo disputaram a atenção dos antigos e seguiram
- travando embates na Ágora de Atenas. Apesar de distintas, as duas escolas tinham uma ética
- comum: ambas acreditavam que a filosofia era um modo de vida. Epicuro e Zenão defenderam
- princípios avançados para a época, como a igualdade entre os homens. O estoicismo pregava
- que cada pessoa é a manifestação de um espírito universal único, ensinamento alinhado ao
- cristianismo que viria logo a seguir.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
Se substituirmos, no trecho a seguir, o verbo “podemos” por sua versão “posso”, qual das palavras abaixo necessitaria, obrigatoriamente, de alteração para fins de concordância?
“Mas, se não podemos interferir no curso dos eventos, o que nos resta?”
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Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo.
Epicuristas e Estoicos: a filosofia grega depois de Platão e Aristóteles - Parte I
- Depois dos grandes metafísicos de Platão e Aristóteles, a filosofia se voltou para o
- homem comum. Filósofos como Epicuro e Zenão de Cício buscaram respostas para que o homem
- pudesse encontrar uma vida feliz em meio __ falta de sentido do mundo.
- Epicuristas
- Aristóteles foi tão prolífico que a maioria dos pensadores gregos abandonou os grandes
- empreendimentos filosóficos após a morte dele. As questões da existência, que haviam ocupado
- os dias de Sócrates, Platão e Aristóteles, deixaram de fazer sentido em um mundo
- incessantemente sacolejado pelas guerras e destruição que marcaram o Mar Egeu nos séculos
- que se seguiram __ morte de Alexandre. Por que se preocupar do que é feita a realidade se não
- se sabia como seria o dia seguinte? Era preciso ajudar o homem a sobreviver em meio ao caos
- e à aleatoriedade do mundo.
- Essa foi a missão de Epicuro. Nascido em 341 a.C., ele foi o fundador de uma das escolas
- filosóficas mais importantes da época. O professor de gramática de Samos se mudou para Atenas
- por volta dos 35 anos, onde comprou uma casa com um quintal. Lá, em meio a árvores e flores,
- começou a dar aulas de filosofia, nas quais pregava a busca pela felicidade e o controle das
- emoções. Na verdade, Epicuro se autoproclamava um terapeuta do espírito, um médico das
- almas e um cirurgião das paixões.
- Na escola que fundou, chamada de O Jardim, Epicuro acolhia mulheres, prostitutas e até
- mesmo escravos. A liberalidade do mestre gerava boatos de que O Jardim seria, na verdade,
- um local de orgias e depravação. De fato, sua filosofia era uma ode ao prazer, mas não havia
- espaço para a luxúria. O epicurismo pregava a moderação e a celebração das pequenas alegrias
- da vida. Conta-se que as aulas de O Jardim eram regadas a água e pão, nada de vinho. É de
- Epicuro a máxima: “Mais vale dormir tranquilo sobre um berço de palha do que ficar insone e
- atormentado sobre um trono de ouro”.
- O filósofo dizia que nosso maior objetivo de vida era ser feliz. Mas não se tratava de buscar
- prazer a qualquer custo, porque isso resultaria em infelicidade. Para o mestre, a felicidade é a
- ausência de sofrimento. Ou seja, almejar e nutrir expectativas demais sobre a vida só geraria
- mais angústia e tristeza. Melhor aceitar as agruras da vida porque não há como evitá-las. E, se
- nada pode ser feito, melhor consolar-se recordando bons momentos ou imaginando dias
- melhores. Até em relação ao maior medo humano, a morte, Epicuro tinha uma resposta. Se ela
- é o fim de toda e qualquer sensação, não pode trazer dor física ou emocional. Logo, não há nada
- a temer. “A morte não é nada para nós”, sentenciou o mestre. Ao superarmos o medo de morrer,
- podemos, enfim, ser felizes.
- Epicuro faleceu aos 72 anos. Não se sabe se estava completamente destemido em relação
- ao juízo final, mas há registros de que ele viveu exatamente conforme sua doutrina. Tinha dores
- crônicas na bexiga e no estômago, mas não se deixava abater. Em uma de suas últimas cartas,
- direcionada a um amigo, dizia: “A doença em meu corpo continua evoluindo, sem nada perder
- de sua habitual severidade; mas ignoro tudo isso e meu coração se alegra”. Epicuro deixou uma
- legião de seguidores. Durante escavações em sítios arqueológicos gregos e romanos foram
- encontradas várias pequenas estatuetas do filósofo, até mesmo em casas simples. Seus
- seguidores acreditavam que contemplar o rosto dele aquietava o espírito.
(Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/epicuristas-e-estoicos-a-filosofia-grega-depois-de-plataoe-aristoteles/ – texto especialmente adaptado para esta prova).
Sobre nexos coesivos no texto, analise as assertivas abaixo:
I. Caso substituíssemos “mas” (l. 20) por “porque”, manteríamos a correção sintática do período, mas o sentido da frase seria modificado.
II. “Logo” (l. 31) introduz uma ideia de comparação.
III. Se substituíssemos “até mesmo” (l. 40) por “inclusive”, o sentido da frase seria preservado.
Quais estão corretas?
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