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Foram encontradas 40 questões.

2468246 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Acerca dos dentes impactados, aqueles que não conseguiram erupcionar na arcada dentária dentro do tempo esperado, analise.
I. A idade média para completar a erupção dos terceiros molares é 20 anos, entretanto, a erupção pode continuar até os 25 anos. O dentista pode usar esses parâmetros para predizer se o dente irá erupcionar no arco ou permanecer impactado.
II. Quando tal dente encontra-se completamente retido no processo alveolar, o saco folicular associado quase sempre também está retido. Devido ao risco do saco folicular, pode sofrer degeneração cística e tornar-se um cisto ou tumor odontogênico. Neste caso, indica-se a remoção dos dentes impactados em qualquer situação em que a avaliação da saúde do paciente permitir a realização do procedimento com segurança.
III. O momento ideal para a remoção dos terceiros molares impactados é quando as raízes estão com um terço a menos de dois terços radiculares formados.
IV. Como regra geral, se o espaço folicular em volta da coroa do dente impactado é superior a 6 mm, o diagnóstico pré-operatório de cisto dentígero é aceitável.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2466481 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Um paciente, 25 anos, com ausência dos dentes 34, 35, 36, 46 e 47, procurou atendimento odontológico para remoção de dente incluso na região de pré-molar inferior esquerdo. Durante o procedimento cirúrgico, o profissional, após uma manobra intempestiva, fraturou a mandíbula do paciente na região envolvida. A primeira providência foi a prescrição de exame radiográfico panorâmico, porém, a imagem evidenciou uma faixa radiopaca com degrau no plano oclusal e base da mandíbula. Com base no caso apresentado, a prescrição correta de exames por imagem é a panorâmica e o(a)
 

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2466448 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

Em “São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos...” (1º§), a palavra “aliás” pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por

 

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2458937 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

A oração sublinhada em “Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias.” (1º§) estabelece, com o período anterior, uma relação de

 

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2458472 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Anestésicos locais são fármacos que determinam bloqueio reversível da condução nervosa, com perda de sensações em área circunscrita do organismo, sem alteração do nível de consciência. Acerca dos anestésicos locais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) A formulação anestésica sem vasoconstritor apresenta pequena duração de ação em tecidos moles. Em função dessa característica, é indicada quando se faz bloqueio mandibular em procedimentos cirúrgicos em pacientes pediátricos. O objetivo de utilizar anestésicos locais sem vasoconstritor em pacientes pediátricos é reduzir o risco de trauma oral ou mordedura de lábios, vistos em crianças após anestesia local dental.
( ) Ao utilizar o vasoconstritor epinefrina em associação a anestésicos locais, não há grande variação da pressão arterial, devido, em parte, à vasodilatação beta-adrenégica.
( ) A bupivacaína não é recomendada para crianças abaixo de 12 anos, devido ao risco de toxicidade.
( ) As doses máximas de dois anestésicos locais em combinação apresentam toxicidades independentes.
A sequência está correta em
 

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2457480 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
Em relação à leucoplasia, definida pela Organização Mundial de Saúde como uma placa ou mancha branca que não pode ser caracterizada clínica ou patologicamente como qualquer outra doença, analise as afirmativas.
I. A leucoplasia fina ou branda pode desaparecer ou continuar inalterada.
II. A maioria das leucoplasias espessas e lisas permanece indefinidamente nesse estágio.
III. A leucoplasia verrucosa apresenta grande potencial de transformação em carcinoma verrucoso.
IV. A eritroleucoplasia infrequentemente apresenta displasia na biópsia.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2457138 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

Assinale a alternativa que é frase, mas não é oração.

 

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2456085 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
A região bucomaxilofacial é habitada por grande e diverso grupo de micro-organismos. Sob certas condições, o número significativo de micro-organismos é capaz de causar infecções, que vão desde estados subclínicos até o risco letal. Sobre a quimioterapia antimicrobiana em cirurgia e traumatologia bucomaxilofacial, analise.
I. Os acessos frontozigomáticos para a articulação temporomandibular e os extrabucais à mandíbula, desde que preservada a integridade de mucosas, são considerados potencialmente contaminados.
II. A actinomicose cervicofacial é uma infecção causada pelo fungo Actinomyces israelii e os antifúngicos de escolha são o fluoconal e, para os casos refratários, a anfotericina B.
III. O Staphylococcus aureus é o micro-organismo gram positivo mais frequentemente causador de bacteremia após procedimento cirúrgico.
IV. Pacientes medicados com anti-inflamatórios após extração de terceiros molares retidos têm maior incidência de comprometimento pela Angina de Ludwig.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2454987 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

Assinale a alternativa em que o sinônimo ou termo equivalente da palavra sublinhada encontra-se INCORRETO.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2453758 Ano: 2013
Disciplina: Odontologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

A Portaria nº 599/GM, de 23 de março de 2006, define a implantação de Especialidades Odontológicas (CEO’s) e de Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD’s), estabelecendo critérios, normas e requisitos para seu credenciamento. Com base na afirmativa anterior, analise.

I. Pode credenciar-se como CEO até dez unidades para atendimento à demanda da população da região/microrregião de saúde, limitada à disponibilidade financeira do Ministério da Saúde.

II. Os LRPD’s podem credenciar-se com qualquer base populacional, não havendo restrição quanto à natureza jurídica para as unidades de saúde se credenciarem.

III. Em relação aos tipos de prestadores, a Portaria nº 599/GM estabelece que somente as unidades de saúde de natureza jurídica pública, universidades de qualquer natureza jurídica, consórcios públicos de saúde de qualquer natureza jurídica e serviços sociais autônomos podem credenciar-se como CEO.

IV. O LRPD é o estabelecimento cadastrado no CNES como unidade de saúde de Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico (SADT) para realizar, exclusivamente, o serviço de prótese dentária total e/ou prótese parcial removível.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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