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Foram encontradas 40 questões.

2468024 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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“... a frequência relativa ou intensidade de uma ação é modificada durante o princípio básico do(a) , que é simples. Se um comportamento (...) é repetidamente seguido de resultados agradáveis ao aprendiz, o ato tende a ser desempenhado com maior frequência sob condições similares. Se, entretanto, o comportamento for geralmente seguido de consequências desagradáveis, tende a ser repetido com menor frequência sob circunstâncias semelhantes.”
Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.
 

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2467202 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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Analise a afirmativa sobre a preocupação da psicologia social com as relações de trabalho nos dias atuais.
“Embora tanto os homens como as mulheres estejam expostos aos do(no) trabalho, eles são representados, sentidos e vividos de uma forma diferenciada desde a perspectiva do gênero. Cabe aos homens a preocupação para com os visíveis e que tragam danos materiais imediatos ao físico, e às mulheres a preocupação para com os invisíveis e que possam trazer danos igualmente invisíveis em um tempo futuro.”
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.
 

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2466448 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

Em “São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos...” (1º§), a palavra “aliás” pode ser substituída, sem prejuízo semântico, por

 

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2465668 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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“Os seres humanos lutam para manter as percepções de suas experiências consistentes com a autoimagem. Eles permanecem abertos a situações em harmonia com o autoconceito. Por exemplo, se você se considera alguém que se zanga facilmente, e faz birra, provavelmente esta visão é correta. Mas, suponha que você se veja como uma criança carinhosa, mas se sinta irritada e frustrada com um sobrinho. Uma vez que a experiência viola sua autoimagem, é provável que bloqueie ou distorça isso.”
(Linda L. Davidoff, 2001, p. 523.)
Diferentes fundamentações teóricas sustentam os estudos sobre o processo de estruturação da personalidade do sujeito. A citação anterior refere-se à teoria
 

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2465651 Ano: 2013
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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De acordo com o art. 20 da Resolução CFP nº 010/05, que aprova o Código de Ética Profissional do Psicólogo, a atitude INCORRETA do psicólogo, ao promover publicamente seus serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente é:
 

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2465080 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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Os estudos da epistemologia genética do psicólogo Jean Piaget é um marco referencial para os profissionais no processo de desenvolvimento e aprendizagem. Com base nos estudos piagetianos, relacione os conceitos às respectivas definições.
1. Realismo moral.
2. Reação circular.
3. Raciocínio intuitivo.
4. Tateamento orientado.
5. Competência cognitiva.
( ) Variação experimental de um comportamento conhecido com o objetivo de observar o que acontece. Começa a ocorrer no segundo ano do desenvolvimento sensório-motor.
( ) Visão da criança pequena, segundo a qual a severidade da punição deve depender do volume do dano causado, sem levar em conta a intenção.
( ) Característico da criança pré-operacional entre quatro e sete anos. Baseia-se na percepção imediata, mas, através de ensaio e erro, pode conduzir a conclusões corretas.
( ) Estado em que o indivíduo é sensível a novos problemas e capaz de encontrar novas formas de lidar com eles.
( ) Repetição de um padrão de resposta sensório-motor até que se fortaleça e se consolide em um novo esquema. Posteriormente, poderá ser reproduzido com variações, a fim de atingir efeitos diversos.
A sequência está correta em
 

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2459688 Ano: 2013
Disciplina: Psicologia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ
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O processo grupal está presente nas intervenções da psicologia social em instituições, organizações e movimentos sociais. Acerca dos grupos, assinale a afirmativa INCORRETA.
 

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2458937 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

A oração sublinhada em “Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias.” (1º§) estabelece, com o período anterior, uma relação de

 

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2457138 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

Assinale a alternativa que é frase, mas não é oração.

 

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2454987 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cantagalo-RJ

Texto

Envelhecer com mel ou fel?

Conheço muitas pessoas que estão envelhecendo mal. Desconfortavelmente. Com uma infelicidade crua na alma. Estão ficando velhas, mas não estão ficando sábias. Um rancor cobre-lhes a pele, a escrita e o gesto. São críticos azedos, aliás estão ficando cítricos sem nenhuma doçura nas palavras. Estão amargos. Com fel nos olhos.

[...]

Envelhecer deveria ser como planar. Como quem não sofre mais (tanto) com os inevitáveis atritos. Assim como a nave que sai do desgaste da atmosfera e vai entrando noutro astral, e vai silente, e vai gastando nenhum-quase combustível, flutuando como uma caravela no mar ou uma cápsula no cosmos.

Os elefantes, por exemplo, envelhecem bem. E olha que é uma tarefa enorme. Não se queixam do peso dos anos, e nem da ruga do tempo, e, quando percebem a hora da morte, caminham pausadamente para um certo lugar – o cemitério dos elefantes, e aí morrem, completamente, com a grandeza existencial só aos sábios permitida.

Os vinhos envelhecem melhor ainda. Ficam ali nos limites de sua garrafa, na espessura de seu sabor, na adega do prazer. E vão envelhecendo e ganhando vida, envelhecendo e sendo amados, e, porque velhos, desejados. Os vinhos envelhecem densamente. E dão prazer.

O problema da velhice também se dá com certos instrumentos. Não me refiro aos que enferrujam pelos cantos, mas a um envelhecimento atuante como o da faca. Nela o corte diário dos dias a vai consumindo. E no entanto, ela continua afiadíssima, encaixando-se nas mãos da cozinheira como nenhuma outra faca nova.

Vai ver, a natureza deveria ter feito os homens envelhecerem diferente. Como as facas, digamos, por desgaste, sim, mas nunca desgastante. Seria uma suave solução: a gente devia ir se gastando, se gastando, se gastando até se evaporar. E aí iam perguntar: cadê fulano? E alguém diria: gastou-se, foi vivendo, vivendo e acabou. Acabou, é claro, sem nenhum gemido ou resmungo.

[...]

Especialistas vão dizer que envelhece mal o indivíduo que não realizou suas pulsões eróticas assenciais; que deixou coagulada ou oculta uma grande parte de seus desejos. Isto é verdade. Parcial porém. Pois não se sabe por que estranhos caminhos de sublimação, há pessoas que, embora roxas de levar tanta pancada da vida, têm, contudo, um arco-íris na alma.

Bilac dizia que a gente deveria aprender a envelhecer com as velhas árvores. Walt Whitman tem um poema onde vai dizendo: “Penso que podia viver com os animais que são plácidos e bastam-se a si mesmos”.

Ainda agora tirei os olhos do papel e olhei a natureza em torno. Nunca vi o sol se queixar no entardecer. Nem a lua chorar quando amanhece.

(Affonso Romano de Sant'anna. Fizemos bem em resistir. Rio de Janeiro: Ed. Rocco, 1984.)

Assinale a alternativa em que o sinônimo ou termo equivalente da palavra sublinhada encontra-se INCORRETO.

 

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