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Foram encontradas 60 questões.

990155 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Um usuário do MS Excel 2013 selecionou as células da planilha a seguir.
Enunciado 2842246-1
Após clicar em alguns botões, o usuário fez com que as células selecionadas passassem a ter a seguinte formatação:
Enunciado 2842246-2
Assinale a opção que indica os botões clicados pelo usuário.
 

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939869 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
As políticas de saúde implantadas em território nacional estão estabelecidas de forma a reconhecer necessidades de grupos específicos e atuando para reduzir o impacto dos determinantes sociais da saúde aos quais estão submetidos. Nesse sentido, elas tendem a minimizar as diferenças sociais utilizando maiores recursos onde há maior necessidade, caracterizando um princípio de justiça social. O trecho acima faz referência ao seguinte princípio doutrinário do SUS:
 

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874526 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) é uma das doenças de maior prevalência no mundo moderno, sendo caracterizada pelo aumento e a permanência da pressão arterial em valores acima dos considerados fisiológicos. Sua origem normalmente é multifatorial e pode permanecer por vários anos de forma assintomática. O descontrole terapêutico irá levar a lesões de órgãos do corpo com manifestação de sintomas. São complicações que podem ocorrer por consequência direta do descontrole da pressão arterial em longo prazo:
 

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781508 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Tempo de chuva é março
Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosa nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.
Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui checar janelas, verificar ralos de terraço, impedir inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamentei que o ar condicionado me impedisse de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis!$ ^{(a} !$ enquanto a natureza esbraveja.
E porque tentava inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d’água caindo em câmara lenta noutra água, e me coloquei no lugar dos pingos que despencam em inevitável rota de colisão.
O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas!$ ^{(c} !$. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]
É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegando àquela água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que a obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.
Distinto é o encontro da chuva com água de lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre a superfície que se fazia fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.
Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água de rio. Ela vinha descendo em vertical desde a nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.
Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergem atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certas de que ficariam mais brilhantes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens pareciam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria a nossos cabelos!$ ^{(d} !$. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.
Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza!$ ^{(b} !$ em asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes, a serem postas na conta do “mau tempo”.
O campo, ao contrário, ama a chuva e a deseja, encontro casado em que choque não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber a raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.
(Marina Colasanti)
Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada possui o valor semântico de condição:
 

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781482 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Dentre as doenças infecto parasitárias, as doenças de veiculação hídrica possuem potencial para causar surtos em populações, sendo necessária uma ampla investigação epidemiológica para que seja detectada a fonte de infecção. Nesse sentido, o Agente de Combate a Endemias deve ser capaz de reconhecer possíveis doenças relacionadas à transmissibilidade pela água. Assinale a opção que contenha uma doença de veiculação hídrica.
 

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781387 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
“A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer...”. O vocábulo “tão”, associado ao conectivo “que” estabelece entre as orações uma relação de:
 

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781383 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
“Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos.” Assinale a opção que indique a justificativa adequada para o uso das vírgulas no período acima.
 

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781298 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Os indicadores básicos para a saúde no Brasil são classificados de acordo com os seguintes subconjuntos temáticos:
 

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781185 Ano: 2019
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG

De acordo com a Constituição Federal, na Seção II – DA SAÚDE –, assinale a opção que contemple os artigos que tratam especificamente da saúde:

 

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781148 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
A Portaria nº 204, de 17 de fevereiro de 2016, define a Lista Nacional de Notificação Compulsória de doenças, agravos e eventos de saúde pública nos serviços de saúde públicos e privados em todo o território nacional, nos termos do anexo e dá outras providências. Faz parte da lista nacional de doença de notificação compulsória:
 

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