Foram encontradas 60 questões.
780852
Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
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A Hanseníase, ainda hoje, se constitui um problema de saúde pública que exige uma vigilância resolutiva no Brasil, mesmo com a redução da estimativa do número de casos nos últimos anos. Na estratégia saúde da família, o agente comunitário de saúde (ACS) realiza visitas domiciliares de busca ativa de novos casos de Hanseníase ou mesmo para acompanhamento do tratamento. Ao realizar uma visita domiciliar em uma residência onde vive um paciente portador de Hanseníase em tratamento, o ACS deve:
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Assinale a opção que apresente apenas navegadores de Internet.
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780488
Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
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Joana, passou a noite em claro com seu filho de 2 anos que apresentava tosse e febre. Optou por não ir trabalhar para levar seu filho em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Ao chegar foi avisada que não havia, naquele dia, um médico pediatra para atender seu filho e foi orientada a procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua casa. Ela acreditava que a UBS não atenderia mais o seu filho, pois já eram 10h da manhã e não havia agendado consulta previamente. Joana saiu contrariada e acabou levando seu filho em outro Pronto Socorro ainda mais longe, perdendo o dia de trabalho, mas conseguindo o atendimento. Com base nas políticas públicas de acolhimento e acessibilidade do usuário na atenção básica, a orientação correta a ser dada à Joana pelo Agente Comunitário de Saúde (ACS) de sua microárea é:
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Tempo de chuva é março
Chove. Coisa abençoada é chuva de verão, pois generosa nos refresca, a nós que ingratos a chamamos de “mau tempo”.
Acordei de madrugada com o grande espetáculo operístico de trovões e relâmpagos, fui checar janelas, verificar ralos de terraço, impedir inundações. Dever cumprido, voltei para a cama. Mas lamentei que o ar condicionado me impedisse de ouvir o gotejar lá fora, delícia maior é proteger-se debaixo dos lençóis enquanto a natureza esbraveja.
E porque tentava inutilmente ouvir a voz da chuva sem que a volta ao sono me fosse consentida, revi mentalmente uma imagem de publicidade da TV, gota d’água caindo em câmara lenta noutra água, e me coloquei no lugar dos pingos que despencam em inevitável rota de colisão.
O impacto mais contundente é certamente aquele contra qualquer superfície de metal. Sinos costumam estar protegidos em campanários ou debaixo de telhados, mas gosto de imaginar que emitiriam sua voz se tocados por uma ou muitas gotas. Os telhados de zinco e os aparelhos de ar condicionado fazem o que podem, mas não foram concebidos para o som, não são dotados. [...]
É em silêncio, ou quase, que uma gota de chuva encontra outra água. Olho o mar e penso no quase aniquilamento, na renúncia de si, que a chuva faz chegando àquela água salgada e revolta. Não há reconhecimento, embora a origem ali esteja. A evaporação transforma, e o calor que a gerou, purifica. A água do mar tornou-se doce no trânsito até a nuvem e doce despenca. Mas só até o impacto que a obrigará a incorporar o antigo sal, a antiga identidade e novamente faz-se mar, onda, espuma, abrigo de sereia.
Distinto é o encontro da chuva com água de lago. A boa filha à casa torna, recebida pelos grandes braços do lago sempre abertos. Bem-vinda seja. Morei, na infância, em cidade lacustre à qual voltei mais tarde, mas dias de chuva traziam consigo uma melancolia especial, neblina pairando sobre a superfície que se fazia fosca. Talvez fosse o doce choro do reencontro.
Mal posso pensar no impacto de uma gota de chuva com água de rio. Ela vinha descendo em vertical desde a nuvem distante e, com só bater na correnteza, é obrigada a mudar o prumo e correr, correr, correr na horizontal, por vezes batendo-se entre pedras. Melhor cair em cachoeira e conservar por mais um tanto a verticalidade.
Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergem atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certas de que ficariam mais brilhantes. Não era tempo de poluição, mas o trânsito celeste e a filtragem das nuvens pareciam garantir uma pureza maior, alada e mágica, que se transmitiria a nossos cabelos. Hoje a chuva é ácida, contaminada, e mais prudente é enfrentá-la de guarda-chuva em punho. Ainda assim, continua sendo a benção da terra.
Só a cidade não gosta de chuva. Mas a culpa não é da chuva. É da cidade, que se expande frenética e se impermeabiliza em asfalto impedindo a água de penetrar no chão. A cidade é fábrica de enchentes, a serem postas na conta do “mau tempo”.
O campo, ao contrário, ama a chuva e a deseja, encontro casado em que choque não se vê, cada gota absorvida continuando seu percurso terra adentro para dar de beber a raízes e seres. A chuva, no campo ou no bosque, amamenta a vida.
(Marina Colasanti)
“Quando eu era adolescente e não existiam os produtos e as promessas capilares que nos submergem atualmente, lavávamos o cabelo com água de chuva certas de que ficariam mais brilhantes.” O período acima sublinhado denota a ação descrita pela narradora que é baseada em:
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O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer!$ ^{(a} !$ "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara!$ ^{(b} !$ por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa!$ ^{(d} !$. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar!$ ^{(c} !$. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
Quanto à classe gramatical, assinale a opção que indica a correspondência correta dos termos sublinhados.
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O futuro na geladeira
Amélia, 80, interrompe sonho de ter vaga na USP para comprar geladeira. Amélia Pires fará 80 anos em 6 de dezembro um pouco mais distante de seu sonho. Desde 2004, presta a Fuvest. Quer um diploma do curso de administração da USP. Neste ano, porém, não esteve entre os 138.242 aspirantes a vaga na universidade. A geladeira estava imprestável, e o dinheiro da inscrição -ajuda de um sobrinho foi usado para pagar a prestação de uma nova.
Não foi decisão fácil, como se pode imaginar. Curso de administração ou geladeira? A favor de ambas as coisas, o curso e a geladeira, havia argumentos. O curso era algo com que sonhava havia muito tempo, desde jovem, para dizer a verdade. Primeiro, porque era uma fervorosa admiradora da atividade em si, da administração. Organizar as coisas, fazer com que funcionem, levar uma empresa ao sucesso, mesmo em épocas de crise, sobretudo em épocas de crise, parecia-lhe um objetivo verdadeiramente arrebatador. Com o curso, ela poderia tornar-se, mesmo com idade avançada, numa daquelas dinâmicas executivas cuja foto via em jornais e em revistas.
Mas a geladeira... A verdade é que ela precisava de uma geladeira nova. A antiga estava estragada, e tão estragada que o homem do conserto aconselhara-a a esquecer "aquele traste" e partir para algo mais moderno. E isso precisava ser feito com urgência: todos os dias estava jogando fora comida que estragara por causa do inconfiável eletrodoméstico.
Era o curso ou a geladeira. Era apostar no futuro ou resolver os problemas do presente. Ou se inscrevia na universidade ou pagava a prestação na loja: tinha de escolher. Dilema penoso. Durante duas noites não dormiu, fazendo a si própria cálculos e ponderações. "Faça o curso", sussurrava-lhe ao ouvido uma vozinha, "você será outra pessoa, uma pessoa com conhecimento, com dignidade, uma pessoa que todos respeitarão". E aí outra vozinha intervinha: "Deixe de bobagens, querida”.
Geladeira é comida, e comida é o que importa. Como é que você vai se alimentar, se a comida continuar estragando desse jeito? Seja prática". Duas vozinhas. Anjinho e diabinho? Nesse caso, qual era a voz do anjinho, qual a do diabinho? Mistério. Na manhã do terceiro dia sentiu um mau cheiro insuportável, vindo da cozinha. Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água. Vestiu-se, foi até a loja, e comprou a geladeira nova.
Que lhe foi entregue naquele mesmo dia. Era uma bela geladeira, com muitos dispositivos que ela mal conhecia. "Vou ter de fazer um curso para aprender a operar essa coisa", disse ao homem da entrega. Ele concordou: "Sempre é bom fazer cursos". Instalada a geladeira, ela tratou de colocar ali os alimentos e as bebidas.
Foi então que encontrou a garrafa de champanhe. O champanhe que tinha comprado para celebrar com os vizinhos a sua entrada na universidade. Suspirou. O que fazer com aquilo, agora? Dar de presente para o sobrinho que a ajudara com o dinheiro da inscrição? Resolveu guardar a garrafa. Bem no fundo da geladeira. Um dia ela ainda ingressaria no curso de administração, um dia brindaria a seu futuro. Era só questão de esperar. Sem medo: uma boa geladeira conserva qualquer champanhe.
“Foi até lá, abriu a geladeira e, claro, era a carne que simplesmente tinha apodrecido. Foi a gota d’água.” Esse excerto possui:
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779260
Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
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O Sistema de Acompanhamento de Conselhos de Saúde (SIACS) é a ferramenta de cadastro dos conselhos de saúde disponibilizada no site do Conselho Nacional de Saúde e tem por objetivo agregar, em um só espaço, informações e dados importantes de todos os conselhos municipais e estaduais de saúde. Os secretários-executivos dos conselhos de saúde são responsáveis pelo preenchimento dos dados no novo sistema, sistema este de informações e de dados essenciais de todos os órgãos de controle social da área da saúde que atuam em estados, municípios e no Distrito Federal. Tem como objetivo mapear o controle social na área da Saúde no Brasil a partir do levantamento de informações relacionadas à atual composição dos conselhos, verificando-se, inclusive, o cumprimento da paridade. Conselho de Saúde paritário é aquele que tem:
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779147
Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Carangola-MG
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A Lei nº 11.350, de 5 de outubro de 2006, regulamenta o exercício da atividade de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate a Endemias, dispondo sobre os requisitos mínimos para o exercício das atividades. Assinale a opção que descreve um requisito comum para o exercício de ambas as classes: Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate a Endemias.
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Um usuário estava editando uma planilha no MS Excel 2013, conforme ilustra a figura a seguir.

Para selecionar somente as pessoas do sexo feminino, ele selecionou as células A1:E1, clicou em um botão da guia “Dados” e obteve o seguinte resultado:

Para alcançar o resultado obtido, o usuário clicou no seguinte botão:
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