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Foram encontradas 30 questões.

3568007 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade – Contos Plausíveis, 1985.)
Observe o trecho a seguir: “Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia.” (2º§) Considerando que a conjunção é a classe de palavras que tem a tarefa de unir termos ou orações, o termo em destaque se classifica como uma conjunção:
 

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3568006 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade – Contos Plausíveis, 1985.)
Na frase “Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água.” (1º§), a palavra “água” recebe acento pelo mesmo motivo que, EXCETO:
 

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3568005 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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Furto de flor
Furtei uma flor daquele jardim. O porteiro do edifício cochilava e eu furtei a flor. Trouxe-a para casa e coloquei-a no copo com água. Logo senti que ela não estava feliz. O copo destina-se a beber, e flor não é para ser bebida.
Passei-a para o vaso, e notei que ela me agradecia, revelando melhor sua delicada composição. Quantas novidades há numa flor, se a contemplarmos bem. Sendo autor do furto, eu assumira a obrigação de conservá-la. Renovei a água do vaso, mas a flor empalidecia. Temi por sua vida. Não adiantava restituí-la ao jardim. Nem apelar para o médico das flores. Eu a furtara, eu a via morrer.
Já murcha, e com a cor particular da morte, peguei-a docemente e fui depositá-la no jardim onde desabrochara. O porteiro estava atento e repreendeu-me:
– Que ideia a sua, vir jogar lixo de sua casa neste jardim!
(Carlos Drummond de Andrade – Contos Plausíveis, 1985.)
Com base na interpretação do texto, é possível inferir que:
 

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3568004 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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O pombo
Vinícius de Moraes contava ter ouvido de uma sua tia-avó, senhora idosa muito boazinha, que um dia ela estava na sala de jantar, em sua casa do interior, quando um lindo pombo pousou na janela. A senhora foi se aproximando devagar e conseguiu pegar a ave. Viu então que em uma das patas havia um anel metálico onde estavam escritas umas coisas.
– Era um pombo-correio, titia. Pois é. Era muito bonitinho e mansinho mesmo. Eu gosto muito de pombo.
– E o que foi que a senhora fez?
A senhora olhou Vinícius com ar de surpresa, como se a pergunta lhe parecesse pueril: – Comi, uai.
(BRAGA, Rubem, O Recado de Primavera, Rio de Janeiro, Editora Record, 1984.)
Observe o trecho a seguir: “Vinícius de Moraes contava ter ouvido de uma sua tia-avó, senhora idosa muito boazinha, que um dia ela estava na sala de jantar, em sua casa do interior, [...]” (1º§). O pronome é uma classe de palavras cuja tarefa é substituir ou acompanhar o substantivo. Considerando a classificação dos pronomes, os termos em destaque no trecho são classificados como pronomes:
 

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3568003 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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O pombo
Vinícius de Moraes contava ter ouvido de uma sua tia-avó, senhora idosa muito boazinha, que um dia ela estava na sala de jantar, em sua casa do interior, quando um lindo pombo pousou na janela. A senhora foi se aproximando devagar e conseguiu pegar a ave. Viu então que em uma das patas havia um anel metálico onde estavam escritas umas coisas.
– Era um pombo-correio, titia. Pois é. Era muito bonitinho e mansinho mesmo. Eu gosto muito de pombo.
– E o que foi que a senhora fez?
A senhora olhou Vinícius com ar de surpresa, como se a pergunta lhe parecesse pueril: – Comi, uai.
(BRAGA, Rubem, O Recado de Primavera, Rio de Janeiro, Editora Record, 1984.)
No trecho “A senhora olhou Vinícius com ar de surpresa, como se a pergunta lhe parecesse pueril: [...]” (4º§), a palavra em destaque pode ser corretamente substituída por:
 

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3568002 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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[ritual]



Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

Toalha e calor.

Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

Eu abro o frasco de perfume. Eu abro o sabonete em forma de pétalas. Eu acendo a vela perfumada. Eu mereço me tratar bem. Eu gasto tempo comigo. Demorando em coisas de amor. Eu gasto o amor comigo. Esticando o tempo que sou. Eu mereço todas as coisas que eu guardei para alguém que nunca chegou.

(FERRAZ, Liana. Sede de me beber inteira. São Paulo: Planeta. p. 197. 2022.)

O vocábulo destacado no trecho “Eu mereço todas as coisas que eu guardei para alguém que nunca chegou.” (7º§) possui o mesmo sentido em:
 

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3568001 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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[ritual]



Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

Toalha e calor.

Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

Eu abro o frasco de perfume. Eu abro o sabonete em forma de pétalas. Eu acendo a vela perfumada. Eu mereço me tratar bem. Eu gasto tempo comigo. Demorando em coisas de amor. Eu gasto o amor comigo. Esticando o tempo que sou. Eu mereço todas as coisas que eu guardei para alguém que nunca chegou.

(FERRAZ, Liana. Sede de me beber inteira. São Paulo: Planeta. p. 197. 2022.)

O pretérito perfeito do indicativo indica uma ação que já ocorreu. Os verbos conjugados nesse tempo verbal estão corretamente destacados em:
 

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3568000 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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[ritual]



Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

Toalha e calor.

Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

Eu abro o frasco de perfume. Eu abro o sabonete em forma de pétalas. Eu acendo a vela perfumada. Eu mereço me tratar bem. Eu gasto tempo comigo. Demorando em coisas de amor. Eu gasto o amor comigo. Esticando o tempo que sou. Eu mereço todas as coisas que eu guardei para alguém que nunca chegou.

(FERRAZ, Liana. Sede de me beber inteira. São Paulo: Planeta. p. 197. 2022.)

As palavras a seguir são classificadas como dissílabas, pois possuem duas sílabas, EXCETO:
 

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3567999 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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[ritual]



Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

Toalha e calor.

Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

Eu abro o frasco de perfume. Eu abro o sabonete em forma de pétalas. Eu acendo a vela perfumada. Eu mereço me tratar bem. Eu gasto tempo comigo. Demorando em coisas de amor. Eu gasto o amor comigo. Esticando o tempo que sou. Eu mereço todas as coisas que eu guardei para alguém que nunca chegou.

(FERRAZ, Liana. Sede de me beber inteira. São Paulo: Planeta. p. 197. 2022.)

Analise a frase: “Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.” (4º§); marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) “Quanto” é preposição. ( ) “Delicado” e “cuidadoso” são adjetivos. ( ) O trecho é composto por três verbos.

A sequência está correta em
 

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3567998 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Carangola-MG
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[ritual]



Tenho gostado de me presentear com rituais de solidão.

Tomar banho e me encontrar. Pele e água.

Toalha e calor.

Estudo delicado e cuidadoso de quem eu sou e do quanto cabe infinito neste um metro e tanto.

Um prato um garfo uma faca e o ato demorado de comer. Eu mereço um vinho. Eu mereço comprar um chocolate. Eu mereço tudo que eu serviria caso estivesse recebendo visitas.

Eu abro o pacote de guardanapos decorados.

Eu abro o frasco de perfume. Eu abro o sabonete em forma de pétalas. Eu acendo a vela perfumada. Eu mereço me tratar bem. Eu gasto tempo comigo. Demorando em coisas de amor. Eu gasto o amor comigo. Esticando o tempo que sou. Eu mereço todas as coisas que eu guardei para alguém que nunca chegou.

(FERRAZ, Liana. Sede de me beber inteira. São Paulo: Planeta. p. 197. 2022.)

A narradora do texto é alguém que está
 

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