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Juliana, Maria e Solange são três amigas que não se viam desde a formatura e marcaram de se encontrar para tomar um café e conversar. As três estão casadas e os maridos se chamam José, Felipe e João (não necessariamente nessa ordem). Uma das três amigas não teve filhos, outra teve um filho e a outra teve dois. Sabendo que Maria casou com José, que a esposa de João não teve filhos e que Solange teve um filho, podemos concluir corretamente que
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A comunicação com as crianças de Educação Infantil acontece por meio de diferentes linguagens. Com as crianças de zero a um ano de idade, a comunicação deve valorizar especificamente
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Os centros de educação infantil que cuidam de crianças na faixa etária e 0 a 5 anos de idade, além de estarem adequados fisicamente para recepcionar as crianças, devem contar com ambientes acolhedores e saudáveis. Nesse sentido, cabe à instituição cuidar da qualidade das refeições, no entanto os cuidadores escolares precisam atentar-se à alimentação da criança
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Nas versões em português do sistema operacional Windows, é possível acessar os itens da área de transferência mantendo pressionada a tecla de logotipo do Windows e apertando, em seguida, a tecla V (Windows + V). A partir de qual versão desse sistema esse recurso está disponível?
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As práticas envolvidas no trabalho com as crianças de Educação Infantil, nos atos de alimentar-se, tomar banho, trocar fraldas e controlar os esfíncteres, devem ser compreendidas como sendo
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1707567
Ano: 2020
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: AOCP
Orgão: Pref. Cariacica-ES
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Conforme o disposto no Art. 35 da Lei nº 4.320/1964, o registro da receita orçamentária nas entidades do setor público ocorre no momento do(a)
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O cortador de piada
Por Paulo Pestana
Contar piada é uma arte. Há o contador minucioso, que entra em detalhes, sai do trilho e, quando menos se espera, volta para o arremate, normalmente rindo mais do que quem ouve a história pela primeira vez; há o conciso, que usa poucas frases e normalmente é cortante, frequentemente maldoso; o histriônico, que muda a voz, se levanta, interpreta e exagera, o pornográfico, que acha palavrão engraçado, o verborrágico, que emenda uma piada na outra, entre muitos outros.
Toda boa roda de botequim tem que ter algum contador de anedota de repertório amplo, memória prodigiosa e paciência. Ainda mais se de vez em quando aparecer na conversa um outro personagem, o cortador de piada. Sim; um conta, o outro corta, normalmente se introduzindo na história alheia, estragando o final.
Toda boa piada tem seu clímax no final. Não é como um conto, uma narrativa, um cordel ou até mesmo um ‘causo’, quando a graça, muitas vezes, está no desenvolvimento da ação. O fecho da piada tem que ser surpreendente, definitivo, deve conter toda graça em poucas palavras que muitas vezes torcem a lógica exposta anteriormente.
O cortador de piada é também conhecido como o chato. Por mais velho que seja o chiste, é preciso respeitar o contador, ainda que não seja dos mais cativantes, que não tenha o brilho e a graça de um Chico Anísio. O cortador muitas vezes interrompe a narrativa sem a menor cerimônia, com aquela inocência insuportável dos enjoados — o chato de verdade nunca é proposital; é um traço de caráter inato, o que só piora a situação.
Mas há situações piores, quando o chato se transforma no ladrão de piada. Também querendo dominar o ambiente, o ladino se apodera da história alheia e conta o final, deixando o dono da anedota com a boca aberta e sem ter o que dizer. Foi o que aconteceu, não faz muito tempo, num famoso boteco da W2 Sul — ou melhor, famoso para nós, frequentadores, já que não sai nas colunas de jornal.
A noite ainda era juvenil, mas aquela turma dava impressão de estar por ali desde o café da manhã, tamanha a animação. Cascos vazios de cerveja já tinham enchido um engradado e já eram colocados com a boca para baixo, entre os outros. Um dos rapazes começou a contar uma piada comprida e que era constantemente interrompida por comentários diversos por outro sujeito.
Havia interessados na narrativa, até porque é uma piada sobre advogados, e os causídicos são fregueses habituais do estabelecimento. O chato não sossegava, queria ser o centro das atenções e diante de tantos ‘psius’ pedindo silêncio, disparou:
— Que tatu? Não vi nenhum tatu por aqui!
E se contorcia como o Orlando Furioso, da ópera de Vivaldi. Ele havia contado o fim da piada numa cena que só pode ser explicada pelo alto nível etílico daquela mesa, quando o tempo fechou como uma final com Grenal. Até hoje tem gente querendo saber como a piada chegaria ao tatu, mas tem medo de perguntar.
Adaptado de: http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-
leitor/2019/12/06/noticia-mais-leitor,162065/cronica-o-cortador-de-piada.shtml. Acesso em: 10 dez. 2019.
Na frase “Havia interessados na narrativa”, o sujeito é
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De acordo com a Lei Complementar nº 29/2010 – Estatuto dos Servidores Públicos da Administração Direta, Autárquica e Fundacional do Município de Cariacica –, será reprovado no estágio probatório o servidor que receber, ao final de 04 (quatro) avaliações parciais,
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As tradições religiosas se valem de suas histórias sagradas para transmitir mensagens profundas aos seus seguidores. Na busca pela totalidade, pela integração, os mitos religiosos cumprem um papel fundamental. Sobre os mitos religiosos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Analise os textos I e II para responder à questão.
Texto I

Disponível em: https://www.espacovital.com.br/publicacao-36954-fake-news-o-mal-do-seculo-21. Acesso em: 08 dez. 2019.
Texto II
Fake News: as mentiras que viram notícias
Será que todos os que se manifestam sobre qualquer
assunto estão devidamente preparados
para utilizar devidamente os modernos canais de comunicação?
Danillo Saes
A realidade do mundo de hoje é ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes. Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças, como o fato de um indivíduo com um perfil em uma plataforma social ser propagador de informações e não mais apenas receptor.
Este cenário de disseminação de ideias – boas ou ruins, certas ou erradas, do mesmo ponto de vista que o seu ou não – faz parte de um mundo moderno e democrático. Neste contexto, a tecnologia tem sido utilizada como ferramenta de propagação destes posicionamentos. Ao ter o poder do clique em mãos, as pessoas passam a ser mais ativas diante das informações que recebem. Os meios de comunicação mudaram as formas de divulgar suas notícias diante deste comportamento que os indivíduos passaram a adquirir com o passar do tempo. Há alguns anos, pesquisadores divulgaram artigos sobre a influência da “segunda tela”: o notebook ou o smartphone começavam a se infiltrar como coadjuvantes da tela da televisão. Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários. Hoje, os dispositivos móveis não são mais uma segunda tela, mas uma extensão real – e, muitas vezes, protagonista – para receber, digerir e disseminar as informações recebidas.
De meros mortais que até então era como éramos tratados pela grande mídia, como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias –, passamos a ser também protagonistas através do “poder” que a tela de um dispositivo móvel nos dá. É incrível e, ao mesmo tempo, muito preocupante. Será que todos os que se manifestam sobre qualquer tipo de assunto estão devidamente preparados para isso? Será que têm bagagem suficiente para criticar? Os ditos “influenciadores” realmente têm o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade de “influenciar” ao publicar seus posicionamentos? São provocações, indagações, não afirmações.
Quando nos deparamos com as famosas fake news, por sermos ativos através das plataformas sociais, assumimos uma parcela (grande) de responsabilidade ao disseminá-las. Ao receber aquela notícia através do WhatsApp, ou aquele áudio que afirmam ser de uma determinada figura pública e, com nosso “dedinho ansioso”, compartilhamos o conteúdo em grupos com o intuito de dar “furos de reportagem” que até então eram coisa apenas de jornalistas, damos nosso aval àquela informação.
As pessoas que criam as fake news não estão isentas de responsabilidades – pelo contrário. O que desejo é provocar o leitor a desenvolver seu senso crítico diante da informação que se consome e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta. O mesmo “poder” que a tecnologia nos dá para disseminar informações também nos proporciona a possibilidade de investigá-las, contestá-las, analisá-las. No entanto, investigar, contestar e analisar é trabalhoso, exige esforço de pensamento e queima de fosfato.
A diferença entre as fake news serem desmascaradas ou se transformarem em “verdade” está no pequeno intervalo de tempo entre o momento em que as consumimos e o momento em que clicamos em “encaminhar”.
Danillo Saes é coordenador de Análise e Desenvolvimento
Referente ao uso da vírgula, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) Em “Com a inserção da tecnologia no dia a dia das pessoas, é possível presenciar diversas mudanças (...)”, a vírgula foi empregada para isolar uma locução adverbial de causa deslocada para o início do período.
( ) No período “Telespectadores comentavam suas novelas, criticavam o técnico do seu time de futebol e faziam outros tipos de comentários.”, a vírgula foi empregada para separar orações coordenadas sindéticas aditivas.
( ) Em “(...) como depósitos de informações – certas ou erradas, boas ou ruins, favoráveis ou contrárias (...)”, as vírgulas foram empregadas para isolar um aposto.
( ) No trecho “(...) e, com isso, não tomar como verdade tudo aquilo que o impacta.”, as vírgulas foram utilizadas para separar uma locução conjuntiva que expressa conclusão.
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