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Uma calça custa 160 reais e entrou em promoção com
desconto de 25%. Qual é o novo preço da calça?
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Uma professora tem 24 lápis azuis, 36 lápis vermelhos e
60 lápis pretos. Ela quer montar kits, exatamente iguais,
usando todos os lápis, sem sobrar nenhum. Qual é o maior
número de kits completos que ela poderá formar?
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Em uma escola, três alarmes tocam em intervalos
regulares: o primeiro a cada 6 minutos, o segundo a cada 8
minutos e o terceiro a cada 12 minutos. Se eles tocaram
juntos às 8h, depois de quantos minutos voltarão a tocar
juntos pela primeira vez?
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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Questão presente nas seguintes provas
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
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Questão presente nas seguintes provas
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de
biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de
dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção
de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a
história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e
o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais
longo do que a breve caminhada até o caixa.
Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto
invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado,
adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi
transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído,
embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado.
Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos
químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja
qualquer uma dessas etapas.
O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico
vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado
em complexos industriais, transformado em resina e depois em
filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e
equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de
decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara
preço, marca e sabor.
Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em
sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o
conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café
apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que
permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado
sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de
comida e outros resíduos.
A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares,
o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários
relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a
céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio
a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma
lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva,
entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode
levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do
consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível
da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz
embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que
sobra depois do uso?
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