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Foram encontradas 460 questões.

4034566 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
Considerando o conteúdo e a forma de apresentação das informações, o texto lido pode ser classificado como um(a)
 

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4034565 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
De modo geral, pode-se dizer que o objetivo do autor, ao escrever o texto, é
 

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4034564 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
No último parágrafo, o “contraste” citado pelo autor refere-se à diferença entre o(a)
 

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4034563 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
No texto, são apresentados dois destinos diferentes para o lixo recolhido pelos caminhões. Quais são esses destinos?
 

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4034562 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
Segundo o texto, o que pode acontecer com o pacote quando ele é jogado na rua, em vez de ser colocado em uma lixeira?
 

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4034561 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
Quando o autor escreve que “O pacote colorido também tem trajetória própria”, ele quer destacar que
 

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4034560 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
Sobre o caminho do biscoito antes de chegar ao supermercado, o texto:
 

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4034559 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
No primeiro parágrafo, o autor afirma que “Para o consumidor, a história começa ali”. De acordo com o texto, esse “ali” refere-se a qual momento?
 

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4034558 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
O caminho de um produto do supermercado até o lixo.
   Na prateleira brilhante do supermercado, o pacote de biscoitos parece começar sua existência. Enfileirado ao lado de dezenas de outros, colorido e chamativo, ele disputa a atenção de quem passa com pressa pelo corredor. Para o consumidor, a história começa ali, no momento em que a mão pega o pacote e o coloca no carrinho. Mas o percurso desse produto é bem mais longo do que a breve caminhada até o caixa.
   Antes de chegar à loja, o biscoito já percorreu um trajeto invisível. O trigo foi plantado em grandes áreas agrícolas, irrigado, adubado, colhido por máquinas movidas a combustível. Foi transportado em caminhões até a indústria, onde foi moído, embalado, misturado com outros ingredientes, assado, resfriado. Para cada etapa, energia elétrica, água, combustíveis e insumos químicos foram utilizados sem que o futuro comprador veja qualquer uma dessas etapas.
   O pacote colorido também tem trajetória própria. O plástico vem de derivados de petróleo, extraído em plataformas, refinado em complexos industriais, transformado em resina e depois em filme plástico. A impressão das cores exige tintas, solventes e equipamentos específicos. Tudo isso para alguns segundos de decisão na frente da gôndola, quando o consumidor compara preço, marca e sabor.
   Depois de pago no caixa, o pacote viaja para casa em sacolas, mochilas ou porta-malas. Ali, o foco passa a ser o conteúdo: o lanche da tarde, a merenda da escola, o café apressado. Em poucos minutos, o biscoito desaparece; o que permanece é o invólucro vazio, que muitas vezes é amassado sem atenção e lançado na primeira lixeira, misturado a restos de comida e outros resíduos.
   A partir desse ponto, a história se divide. Em alguns lugares, o lixo é recolhido por caminhões e segue para aterros sanitários relativamente controlados. Em outros, ainda acaba em lixões a céu aberto, onde pessoas buscam materiais recicláveis em meio a resíduos orgânicos. Quando o pacote não vai para nenhuma lixeira, mas é abandonado na rua, pode ser arrastado pela chuva, entupir bueiros, chegar a rios e, no limite, ao mar.
   Enquanto o biscoito dura minutos, o plástico do pacote pode levar décadas para se decompor. O contraste entre a rapidez do consumo e a persistência do resíduo revela a parte menos visível da conveniência moderna. Cada produto na prateleira traz embutida uma pergunta silenciosa: Que destino terá aquilo que sobra depois do uso?
Fonte: BANCA EXAMINADORA
A ideia principal do texto está apresentada na opção
 

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4035017 Ano: 2026
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: CETREDE
Orgão: Pref. Caridade-CE
Which sentence correctly uses a causative structure in a natural way?
Questão Anulada

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