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Foram encontradas 30 questões.

3086734 Ano: 2024
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Carnaúba Dantas-RN
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No universo profissional do audiovisual, embora novos equipamentos para estabilização de imagem sejam constantemente lançados, é fundamental que os cinegrafistas dominem e saibam utilizar uma das estruturas auxiliares mais antigas: o tripé. Diante disso, a opção que melhor descreve a estrutura básica de um tripé profissional destinado ao uso com câmeras de vídeo é
 

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3086733 Ano: 2024
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Carnaúba Dantas-RN
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O diretor de um programa local solicitou a inserção da janela de LIBRAS. Uma pessoa da equipe imediatamente lembrou das aulas de fotografia nas quais se usava a técnica de extrair o elemento principal da imagem. O Chroma Key é uma ferramenta muito utilizada em estúdio para inserir cenário virtual. Ao entrar no estúdio, ele observou que tinha tecido de quatro cores: preto, branco, vermelho e verde. Nessa situação, a melhor cor para ser utilizada é o
 

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3086732 Ano: 2024
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Carnaúba Dantas-RN
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O cinegrafista recebeu uma pauta em que precisaria gravar algumas imagens de apoio do prefeito, em Plano Americano, na horizontal, para um vídeo sobre a inauguração de uma praça pública de Canguaretama. Entre os seus equipamentos, estavam quatro lentes distintas: uma lente fixa, de 24mm, e três lentes zoom, sendo uma 18-35mm, uma 30-105 e uma lente 70-200. O profissional foi orientado pela organização do evento sobre a necessidade de ficar em espaço reservado com até 3 metros do palco. Diante da situação descrita, a lente que inviabiliza o plano solicitado é a de
 

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3086731 Ano: 2024
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNCERN
Orgão: Pref. Carnaúba Dantas-RN
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Um cinegrafista, em uma situação convencional, após fazer uso da câmera em ambiente de estúdio, com temperatura de 3.500k, tem de, imediatamente, fazer uso desse mesmo equipamento, em tomada externa, com luz natural a pino. Nessa situação, o primeiro procedimento que o cinegrafista deve realizar para garantir a qualidade da imagem é
 

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A assistente pessoal criada pela Microsoft que auxilia os usuários no Windows 10 denomina-se
 

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No navegador Edge da Microsoft, é possível abrir uma janela que não salva no computador os dados de navegação, arquivos temporários, histórico e cookies. Essa janela denomina-se
 

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Ao abrir o navegador Google Chrome e pressionar no teclado CTRL+H, o usuário abrirá a janela de
 

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Para sublinhar uma palavra no programa Microsoft Word Professional Plus 2016 – PT-BR, o usuário deve utilizar o seguinte atalho do teclado:
 

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Ao abrir o Explorador de Arquivos do Windows 10 Educacional e selecionar a opção "Documentos" no acesso rápido, o usuário pode criar uma pasta por meio do atalho
 

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Falácia do injustificável
Por Margareth Dalcolmo
Inacreditável que, em meio a tantos problemas relevantes e preocupações no momento que vivemos, com guerras insanas, recrudescimento de ódios, vilipêndio de culturas, necessidade de reconstruir tanta coisa, e, por outro lado, maravilhas tecnológicas que nos inspiram e desafiam em torná-las acessíveis ao maior número de pessoas, estejamos diante de uma discussão sobre algo tão sobejamente nocivo, em todos os sentidos, como os dispositivos eletrônicos de fumar. Mas o fato é que nas últimas semanas se intensificou o assunto, sob a pressão de produtores e políticos, para que a regulamentação vigente no Brasil desde 2009 e ratificada em 2022 seja revista, liberando a comercialização.
Independentemente do teor de qualquer argumento, subjetivo ou científico, a configurar uma retórica construída sobre o que poderíamos definir como uma criação do mal, é preciso deixar claro, para os não iniciados nessa já cansada discussão, que após tentativas de captar novos adictos em nicotina, ao longo dos anos, com uso de filtros, seguidas de formulações chamadas “light”, surgem no mercado, nos últimos quinze anos, os dispositivos eletrônicos de fumar. Se fossem apenas suntuários e lúdicos, como tantos outros objetos de consumo da nossa contemporaneidade, seriam aceitáveis. Mas não. Surgiram da obstinação da indústria em lucrar, após a redução do número de fumantes em várias regiões do planeta. Eles não são inocentes, eles não podem ser travestidos de “redutores de danos” em pessoas que querem abandonar os cigarros convencionais, uma vez que contém altas doses de nicotina, que é a substância altamente viciante. Estamos assim a criar novas legiões de dependentes. E aos que nos questionam, então o porquê de ser reaberta essa discussão em consulta pública pela Anvisa, como ora ocorre, por sessenta dias, esclarecemos que esse é um procedimento de boas práticas em processos regulatórios, e não necessariamente modifica o racional.
O Brasil como país vitorioso em sua pioneira luta contra os cigarros convencionais de direitos individuais, reduzindo substantivamente o número de usuários de quase 40% para menos de 10% da população, também o é na regulação que criou, desde 2009, proibindo a comercialização de qualquer produto de tabaco aquecido em território nacional. É falacioso afirmar que fabricar, gerar empregos e impostos superaria os gastos com saúde em decorrência das doenças.
É repetitivo afirmar que há consenso entre especialistas que a indústria do tabaco seja responsável por causar dezenas de doenças e 12% dos óbitos no mundo, de acordo com as estimativas da OMS. O uso desses dispositivos desencadeou até mesmo o surgimento de uma nova doença, denominada Evali (Doença Pulmonar Associada aos Produtos de Cigarro eletrônico ou Vaping), que pode levar o paciente à UTI, ou mesmo à morte, em decorrência de insuficiência respiratória. É falacioso afirmar que o Evali foi apenas um surto, ocorrido nos Estados Unidos, causado por concentrações sem controle de substâncias, entre elas o THC.
É falsa também a informação que a utilização de dispositivos eletrônicos de fumar no país quase quadruplicou em 4 anos. Toda a publicidade para a venda desses produtos não tem como alvo os dependentes do cigarro tradicional, mas sim um novo mercado consumidor composto, principalmente, por jovens, adolescentes e até mesmo crianças. No Brasil, entre estudantes de 13 a 17 anos, 16,8% já experimentaram cigarro eletrônico, segundo a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (Pense), que contempla o período de 2009 a 2019.
Na reunião da Diretoria Colegiada da Anvisa dos últimos dias, houve manifestações subjetivas de pessoas, o que não deverá ser considerado em análise técnica frente aos relatórios absolutamente bem documentados com base na cronologia dos fatos científicos e experiências de regulamentação de outros países, apresentados nos votos dos diretores, em particular pelo Diretor Presidente Barra Torres. A Academia Nacional de Medicina também publicou contundente parecer contra qualquer liberação desses produtos.
Como os senhores da guerra, historicamente não matam, mandam matar e não morrem, mandam morrer, imagino que nenhum dono da poderosa indústria tabageira fume dispositivos eletrônicos ou estimulem que seus filhos o façam, em nome da preservação da saúde e do bem estar e tampouco se permitam a desfaçatez do argumento de “redução de danos”.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/blogs/a-hora-da-ciencia/[acesso em dez. de 2023]

É repetitivo afirmar que há consenso entre especialistas que a indústria do tabaco seja responsável por causar dezenas de doenças e 12% dos óbitos no mundo, de acordo com as estimativas da OMS. O uso desses dispositivos desencadeou até mesmo o surgimento de uma nova doença, denominada Evali (Doença Pulmonar Associada aos Produtos de Cigarro eletrônico ou Vaping), que pode levar o paciente à UTI [1], ou mesmo à morte, em decorrência de insuficiência respiratória. É falacioso afirmar que o Evali foi apenas um surto [2], ocorrido nos Estados Unidos, causado por concentrações sem controle de substâncias, entre elas o THC.

Em relação às duas orações em destaque, é correto afirmar:

 

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