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Foram encontradas 160 questões.

2051418 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Qual das figuras DIFERE das demais?
 

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2039509 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Fundações profundas buscam apoio em solos a profundidades não suportadas pelas fundações diretas. São obras consideradas, muitas vezes, especiais, pois requerem meios de execução específicos e ensaios de solo muito rígidos.
São tipos de fundações profundas, EXCETO:
 

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2039445 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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“De acordo com Taylor, a racionalização do trabalho operário deve ser acompanhada de uma estruturação geral para tornar coerente a aplicação de seus princípios na empresa como um todo.”
(Chiavenato, 2003. p. 55.)
Constitui-se em uma característica da burocracia, segundo
 

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2036862 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Em relação ao controle da administração pública, diversos são os meios de controle definidos, atualmente, pelo ordenamento jurídico. São meios de controle, EXCETO:
 

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2036861 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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O aluno depende demais do Google

Para o historiador, o desafio é educar a nova geração a usar a “máquina” chamada livro.

Ele é um rato de biblioteca. Robert Darnton ama os livros. Especialmente se forem antigos, com mais de 200 anos. Darnton é um dos maiores historiadores americanos. Por quatro décadas, explorou os meandros das grandes bibliotecas da Europa à caça de volumes perdidos de romances amorais do Antigo Regime ou da única cópia de um folhetim subversivo da França pré-revolucionária. Darnton, de 69 anos, se aposentou da Universidade Princeton em 2007 e assumiu a direção da Biblioteca da Universidade Harvard. Tomou a missão de digitalizar e tornar acessível gratuitamente pela Internet o conjunto da produção intelectual de Harvard. Defensor da nova tecnologia, Darnton detecta nos alunos a perda de intimidade com uma tecnologia mais antiga – o livro.

ÉPOCA – O livro tem futuro?

Robert Darnton – O livro é uma grande invenção. É agradável de manusear e ler. Não desaparecerá. Mas crianças e adolescentes têm hoje pouco contato com ele. Sua fonte de entretenimento é o computador. Os jovens são fascinados pelas pequenas doses de informação a que têm acesso pelos diferentes tipos de máquina e não desenvolvem o hábito das longas horas de leitura. Para eles, o livro é menos convidativo, confortável e familiar que para nós. Isso me preocupa. Creio que veremos surgir diversas formas de leitura e toda uma variedade de meios de comunicação. Os livros acadêmicos serão híbridos, publicados em parte na forma convencional, em parte online, com dados, links e material suplementar em áudio, vídeo e imagem. No caso dos livros de não ficção, que escrevo para o público leigo, acho ótimo poder exibir aspectos do passado graças à nova tecnologia.

ÉPOCA – Seus alunos ainda leem livros?

Robert Darnton – Meus alunos em Harvard são ávidos pela leitura. Mas não conhecem suas convenções, não sabem usar uma biblioteca, não sabem fazer pesquisas nem acompanhar as notas de rodapé. Eles dependem demais do Google. Ele é uma ferramenta fantástica, mas não é adequada para oferecer ao leitor o tipo de experiência, de degustação, que só o livro possibilita, como quando usamos o sumário para nos orientar ou folheamos capítulos aleatoriamente. O Google não permite isso. Haverá uma perda se dependermos demais desses mecanismos. Nesse sentido, sou pessimista. Devemos educar a nova geração a usar essa “máquina”, o livro, do modo como foi criada para ser usada.

(Época, nº 537, São Paulo, 01/09/2008. Adaptado.)

Ao afirmar que “O aluno depende demais do Google”, é possível inferir que o entrevistado

 

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2036860 Ano: 2014
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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De acordo o Código de Ética do Servidor Público (Decreto nº 1.171/94), são deveres fundamentais do servidor público, EXCETO:
 

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2036859 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, é(são) crime(s) inafiançável(is) e imprescritível(is):

 

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2036858 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Ao sul, Cascavel faz limite com os municípios de

 

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2036857 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
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Em relação à curva de nível, é correto afirmar que o lugar geométrico dos pontos de
 

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2036856 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Papo sobre o óbvio

Uma coisa que faço com frequência é descobrir o óbvio. Isto é, óbvio para os outros, porque, de repente, percebo ali algo inexplicável e fascinante. Difícil é expressá-lo.

Um troço que me deixa surpreso é descobrir que uma menininha, de uns poucos anos, fala. Você pode retrucar – e daí? Gato mia antes de aprender a andar. É verdade, mas miar é uma coisa e falar é outra. Não me diga que o nosso falar equivale ao miado do gato, pois esse é um argumento que não aceito, uma que falar, diferente de miar, implica raciocinar, e foi isso que subitamente me surpreendeu: a menina fala, pensa...

Vou ver se me explico. Aquela menininha, que agora fala e sabe o que quer, faz pouco tempo era um bebezinho que só esperneava, bracejava e grunhia. E foi assim que, inesperadamente, me perguntei: mas de onde vem isso? Sim, porque macaco é inteligente, mas não dispõe de uma linguagem logicamente construída, com sujeito, verbo, objeto...

É certo que não foi aquela menina que inventou essa linguagem, mas a verdade é que, tivesse ela nascido no Japão ou na Austrália, em Angola ou no Chile, falaria do mesmo modo – noutra língua, claro –, usaria uma linguagem que implica raciocinar, julgar, opinar, afirmar, inventar.

Não sei se estou me fazendo entender, mas o certo é que me deixo ficar fascinado e perplexo por esse fato, ou seja, que diferente de todos os outros animais, eu e você somos capazes de construir um mundo de ideias, valores e opiniões. E mais: somos capazes de elaborar conceitos que buscam dar sentido à existência.

Está claro agora? Talvez sim e talvez não. A dificuldade é que estou tentando explicar uma coisa que nem eu mesmo entendo. O que acabo de dizer, quanto à capacidade das pessoas é certo e é sabido. É óbvio mesmo, o que não corresponde ao que me parece maravilhoso, que percebi quando ouvi a menina falar: nasceu com ela a capacidade de pensar?

A gente diz que ensinamos as crianças a falar. Sim, mas elas só aprendem porque são animais falantes. Duvido que alguém ensine um gato a falar. Conheci uma família que tinha um filho caçula, que já com dois anos não falava. Por mais que a mãe insistisse e o fizesse repetir “minha mãe gosta do Zezinho”. Ele ouvia, sorria e não falava nada. A mãe começou a se desesperar, temendo que o filho fosse mudo. E não é que, certo dia, ele disparou a falar? Sabia o nome de tudo, construía as frases perfeitamente, deixando a família inteira boquiaberta.

É que, na verdade, a criança aprende a língua do país em que ela nasceu. Mas o falar mesmo, que implica ser capaz de formular pensamentos e comunicar-se com os outros, isso nasce com a pessoa, é uma qualidade específica do bicho humano.

Pensando melhor, digo que é mais que isso: a criança fala porque pensa e, por pensar, constrói uma compreensão da vida e do mundo. Isso já está latente nas primeiras palavras que a criança balbucia.

Claro, dirá você, isso é o óbvio – e é, mas é nele que reside a nossa espantosa capacidade de inventar a vida, de inventar o mundo, já nas paredes das cavernas, quando desenharam-se as primeiras imagens do bisão.

(Ferreira Gullar. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2014/05/1455377-papo-sobre-o-obvio.shtml. Adaptado.)

Em relação ao uso do duplo travessão no trecho “[...] falaria do mesmo modo – noutra língua, claro –, [...]” (4º§), analise as afirmativas.

I. Isola palavras que se quer realçar.

II. Separa frases explicativas.

III. Pode ser substituído por parênteses.

IV. Indica a fala do interlocutor.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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