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Foram encontradas 40 questões.

2036859 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

De acordo com a Constituição da República Federativa do Brasil, é(são) crime(s) inafiançável(is) e imprescritível(is):

 

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2036856 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Papo sobre o óbvio

Uma coisa que faço com frequência é descobrir o óbvio. Isto é, óbvio para os outros, porque, de repente, percebo ali algo inexplicável e fascinante. Difícil é expressá-lo.

Um troço que me deixa surpreso é descobrir que uma menininha, de uns poucos anos, fala. Você pode retrucar – e daí? Gato mia antes de aprender a andar. É verdade, mas miar é uma coisa e falar é outra. Não me diga que o nosso falar equivale ao miado do gato, pois esse é um argumento que não aceito, uma que falar, diferente de miar, implica raciocinar, e foi isso que subitamente me surpreendeu: a menina fala, pensa...

Vou ver se me explico. Aquela menininha, que agora fala e sabe o que quer, faz pouco tempo era um bebezinho que só esperneava, bracejava e grunhia. E foi assim que, inesperadamente, me perguntei: mas de onde vem isso? Sim, porque macaco é inteligente, mas não dispõe de uma linguagem logicamente construída, com sujeito, verbo, objeto...

É certo que não foi aquela menina que inventou essa linguagem, mas a verdade é que, tivesse ela nascido no Japão ou na Austrália, em Angola ou no Chile, falaria do mesmo modo – noutra língua, claro –, usaria uma linguagem que implica raciocinar, julgar, opinar, afirmar, inventar.

Não sei se estou me fazendo entender, mas o certo é que me deixo ficar fascinado e perplexo por esse fato, ou seja, que diferente de todos os outros animais, eu e você somos capazes de construir um mundo de ideias, valores e opiniões. E mais: somos capazes de elaborar conceitos que buscam dar sentido à existência.

Está claro agora? Talvez sim e talvez não. A dificuldade é que estou tentando explicar uma coisa que nem eu mesmo entendo. O que acabo de dizer, quanto à capacidade das pessoas é certo e é sabido. É óbvio mesmo, o que não corresponde ao que me parece maravilhoso, que percebi quando ouvi a menina falar: nasceu com ela a capacidade de pensar?

A gente diz que ensinamos as crianças a falar. Sim, mas elas só aprendem porque são animais falantes. Duvido que alguém ensine um gato a falar. Conheci uma família que tinha um filho caçula, que já com dois anos não falava. Por mais que a mãe insistisse e o fizesse repetir “minha mãe gosta do Zezinho”. Ele ouvia, sorria e não falava nada. A mãe começou a se desesperar, temendo que o filho fosse mudo. E não é que, certo dia, ele disparou a falar? Sabia o nome de tudo, construía as frases perfeitamente, deixando a família inteira boquiaberta.

É que, na verdade, a criança aprende a língua do país em que ela nasceu. Mas o falar mesmo, que implica ser capaz de formular pensamentos e comunicar-se com os outros, isso nasce com a pessoa, é uma qualidade específica do bicho humano.

Pensando melhor, digo que é mais que isso: a criança fala porque pensa e, por pensar, constrói uma compreensão da vida e do mundo. Isso já está latente nas primeiras palavras que a criança balbucia.

Claro, dirá você, isso é o óbvio – e é, mas é nele que reside a nossa espantosa capacidade de inventar a vida, de inventar o mundo, já nas paredes das cavernas, quando desenharam-se as primeiras imagens do bisão.

(Ferreira Gullar. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2014/05/1455377-papo-sobre-o-obvio.shtml. Adaptado.)

Em relação ao uso do duplo travessão no trecho “[...] falaria do mesmo modo – noutra língua, claro –, [...]” (4º§), analise as afirmativas.

I. Isola palavras que se quer realçar.

II. Separa frases explicativas.

III. Pode ser substituído por parênteses.

IV. Indica a fala do interlocutor.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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2036854 Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90), a política de atendimento dos direitos da criança e do adolescente far-se-á através de um conjunto articulado de ações governamentais e não-governamentais, da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. Em relação às linhas de ação da política de atendimento anteriormente descrita, analise.
I. Políticas sociais especiais e avançadas.
II. Políticas e programas de socorro pontual, em caráter temporário, para aqueles que deles necessitem.
III. Serviços especiais de prevenção e atendimento médico e psicossocial às vítimas de negligência, maus-tratos, exploração, abuso, crueldade e opressão.
IV. Serviço de identificação e localização de pais, responsável, crianças e adolescentes desaparecidos.
V. Proteção jurídico-social por entidades de defesa dos direitos da criança e do adolescente.
Estão corretas apenas as alternativas
 

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2036826 Ano: 2014
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
De acordo com O Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/90), na aplicação das medidas específicas de proteção, levar-se-ão em conta as necessidades pedagógicas, preferindo-se aquelas que visem ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários. Sobre o conteúdo obrigatório da guia de acolhimento, expedida pela autoridade judiciária para que crianças e adolescentes possam ser encaminhados às instituições que executam programas de acolhimento institucional, governamentais ou não, analise.
I. Sua identificação e a qualificação completa de seus pais ou de seu responsável, se conhecidos.
II. O endereço de residência dos pais ou do responsável, com pontos de referência.
III. Os comprovantes de renda dos parentes ou de terceiros interessados em tê-los sob sua guarda.
IV. Os motivos da retirada ou da não reintegração ao convívio familiar.
Estão corretas as assertivas
 

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2036823 Ano: 2014
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Acerca do Código de Ética Profissional do Servidor Público Civil do Poder Executivo Federal, analise.
I. A dignidade, o decoro, o zelo, a eficácia e a consciência dos princípios morais são primados maiores que devem nortear o servidor público, seja no exercício do cargo ou função, ou fora dele [...].
II. O servidor público não poderá jamais desprezar o elemento ético de sua conduta.
III. A moralidade da Administração Pública se limita à distinção entre o bem e o mal, devendo ser acrescida da ideia de que os fins justificam os meios.
IV. A remuneração do servidor público é custeada pelos tributos pagos direta ou indiretamente por todos, até por ele próprio, e por isso se exige moralidade administrativa.
V. O trabalho desenvolvido pelo servidor público perante a comunidade deve ser entendido como zelo ao seu próprio bem-estar.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2036822 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Papo sobre o óbvio

Uma coisa que faço com frequência é descobrir o óbvio. Isto é, óbvio para os outros, porque, de repente, percebo ali algo inexplicável e fascinante. Difícil é expressá-lo.

Um troço que me deixa surpreso é descobrir que uma menininha, de uns poucos anos, fala. Você pode retrucar – e daí? Gato mia antes de aprender a andar. É verdade, mas miar é uma coisa e falar é outra. Não me diga que o nosso falar equivale ao miado do gato, pois esse é um argumento que não aceito, uma que falar, diferente de miar, implica raciocinar, e foi isso que subitamente me surpreendeu: a menina fala, pensa...

Vou ver se me explico. Aquela menininha, que agora fala e sabe o que quer, faz pouco tempo era um bebezinho que só esperneava, bracejava e grunhia. E foi assim que, inesperadamente, me perguntei: mas de onde vem isso? Sim, porque macaco é inteligente, mas não dispõe de uma linguagem logicamente construída, com sujeito, verbo, objeto...

É certo que não foi aquela menina que inventou essa linguagem, mas a verdade é que, tivesse ela nascido no Japão ou na Austrália, em Angola ou no Chile, falaria do mesmo modo – noutra língua, claro –, usaria uma linguagem que implica raciocinar, julgar, opinar, afirmar, inventar.

Não sei se estou me fazendo entender, mas o certo é que me deixo ficar fascinado e perplexo por esse fato, ou seja, que diferente de todos os outros animais, eu e você somos capazes de construir um mundo de ideias, valores e opiniões. E mais: somos capazes de elaborar conceitos que buscam dar sentido à existência.

Está claro agora? Talvez sim e talvez não. A dificuldade é que estou tentando explicar uma coisa que nem eu mesmo entendo. O que acabo de dizer, quanto à capacidade das pessoas é certo e é sabido. É óbvio mesmo, o que não corresponde ao que me parece maravilhoso, que percebi quando ouvi a menina falar: nasceu com ela a capacidade de pensar?

A gente diz que ensinamos as crianças a falar. Sim, mas elas só aprendem porque são animais falantes. Duvido que alguém ensine um gato a falar. Conheci uma família que tinha um filho caçula, que já com dois anos não falava. Por mais que a mãe insistisse e o fizesse repetir “minha mãe gosta do Zezinho”. Ele ouvia, sorria e não falava nada. A mãe começou a se desesperar, temendo que o filho fosse mudo. E não é que, certo dia, ele disparou a falar? Sabia o nome de tudo, construía as frases perfeitamente, deixando a família inteira boquiaberta.

É que, na verdade, a criança aprende a língua do país em que ela nasceu. Mas o falar mesmo, que implica ser capaz de formular pensamentos e comunicar-se com os outros, isso nasce com a pessoa, é uma qualidade específica do bicho humano.

Pensando melhor, digo que é mais que isso: a criança fala porque pensa e, por pensar, constrói uma compreensão da vida e do mundo. Isso já está latente nas primeiras palavras que a criança balbucia.

Claro, dirá você, isso é o óbvio – e é, mas é nele que reside a nossa espantosa capacidade de inventar a vida, de inventar o mundo, já nas paredes das cavernas, quando desenharam-se as primeiras imagens do bisão.

(Ferreira Gullar. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2014/05/1455377-papo-sobre-o-obvio.shtml. Adaptado.)

Os sinônimos dos termos destacados estão de acordo com o contexto em que foram empregados, EXCETO:

 

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2036821 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR
Copa libertadores: Cruzeiro e Real Garcilaso se enfrentam na cidade peruana de Huancayo. Quando o meio-campista cruzeirense Tinga toca na bola, a torcida local imita macacos. Um brasileiro mais otimista poderia avaliar tal atitude típica de nações estrangeiras ou pouco desenvolvidas. Entretanto, bastariam apenas alguns dias para, no início de março, Márcio Chagas da Silva, árbitro do jogo entre Esportivo e Veranópolis pelo campeonato gaúcho, encontrar seu carro danificado e com bananas sobre o veículo. Segundo o juiz, o dolo foi causado por torcedores do Esportivo que já o haviam ofendido com palavras de cunho racista. Dias depois, a cena se repete. Desta vez, o volante santista Arouca, em partida contra o Mogi-Mirim, ouviu de um torcedor que deveria procurar uma seleção africana para jogar. Para terminar essa sequência lamentável, o zagueiro Paulão, do Internacional, foi chamado de macaco por um grupo de torcedores gremistas. Sem contar com o episódio envolvendo o jogador Daniel Alves...
(Disponível em: http://www.cartanaescola.com.br/single/show/342.)
É desnecessário dizer que tais atitudes infringem os princípios mais básicos da ética e da cidadania. Em relação aos episódios citados e às posturas adotadas por cidadãos brasileiros, é correto afirmar que
 

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2036767 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Observa a imagem.

Enunciado 3128041-1

O Brasão representa a cidade de Cascavel, situada no terceiro planalto do estado, na região oeste paranaense, com uma altitude média de 785 metros e uma área de 2.091 km². Essa cidade promissora, na sua atual jurisdição, abrange os termos de:

 

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2036766 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Papo sobre o óbvio

Uma coisa que faço com frequência é descobrir o óbvio. Isto é, óbvio para os outros, porque, de repente, percebo ali algo inexplicável e fascinante. Difícil é expressá-lo.

Um troço que me deixa surpreso é descobrir que uma menininha, de uns poucos anos, fala. Você pode retrucar – e daí? Gato mia antes de aprender a andar. É verdade, mas miar é uma coisa e falar é outra. Não me diga que o nosso falar equivale ao miado do gato, pois esse é um argumento que não aceito, uma que falar, diferente de miar, implica raciocinar, e foi isso que subitamente me surpreendeu: a menina fala, pensa...

Vou ver se me explico. Aquela menininha, que agora fala e sabe o que quer, faz pouco tempo era um bebezinho que só esperneava, bracejava e grunhia. E foi assim que, inesperadamente, me perguntei: mas de onde vem isso? Sim, porque macaco é inteligente, mas não dispõe de uma linguagem logicamente construída, com sujeito, verbo, objeto...

É certo que não foi aquela menina que inventou essa linguagem, mas a verdade é que, tivesse ela nascido no Japão ou na Austrália, em Angola ou no Chile, falaria do mesmo modo – noutra língua, claro –, usaria uma linguagem que implica raciocinar, julgar, opinar, afirmar, inventar.

Não sei se estou me fazendo entender, mas o certo é que me deixo ficar fascinado e perplexo por esse fato, ou seja, que diferente de todos os outros animais, eu e você somos capazes de construir um mundo de ideias, valores e opiniões. E mais: somos capazes de elaborar conceitos que buscam dar sentido à existência.

Está claro agora? Talvez sim e talvez não. A dificuldade é que estou tentando explicar uma coisa que nem eu mesmo entendo. O que acabo de dizer, quanto à capacidade das pessoas é certo e é sabido. É óbvio mesmo, o que não corresponde ao que me parece maravilhoso, que percebi quando ouvi a menina falar: nasceu com ela a capacidade de pensar?

A gente diz que ensinamos as crianças a falar. Sim, mas elas só aprendem porque são animais falantes. Duvido que alguém ensine um gato a falar. Conheci uma família que tinha um filho caçula, que já com dois anos não falava. Por mais que a mãe insistisse e o fizesse repetir “minha mãe gosta do Zezinho”. Ele ouvia, sorria e não falava nada. A mãe começou a se desesperar, temendo que o filho fosse mudo. E não é que, certo dia, ele disparou a falar? Sabia o nome de tudo, construía as frases perfeitamente, deixando a família inteira boquiaberta.

É que, na verdade, a criança aprende a língua do país em que ela nasceu. Mas o falar mesmo, que implica ser capaz de formular pensamentos e comunicar-se com os outros, isso nasce com a pessoa, é uma qualidade específica do bicho humano.

Pensando melhor, digo que é mais que isso: a criança fala porque pensa e, por pensar, constrói uma compreensão da vida e do mundo. Isso já está latente nas primeiras palavras que a criança balbucia.

Claro, dirá você, isso é o óbvio – e é, mas é nele que reside a nossa espantosa capacidade de inventar a vida, de inventar o mundo, já nas paredes das cavernas, quando desenharam-se as primeiras imagens do bisão.

(Ferreira Gullar. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/ferreiragullar/2014/05/1455377-papo-sobre-o-obvio.shtml. Adaptado.)

O termo “que” funciona como pronome relativo nas seguintes orações, EXCETO:

 

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2036760 Ano: 2014
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Cascavel-PR

Sobre o tratamento que a Constituição da República Federativa do Brasil dá aos remédios constitucionais, analise as afirmativas.

I. Se “A” deseja impetrar uma ação de habeas corpus, ela será gratuita.

II. O partido político “X” que tenha em seus quadros 25 vereadores, 17 prefeitos e 1 governador de estado pode impetrar mandado de segurança coletivo.

III. O habeas data pode ser concedido para a retificação de dados, quando não se prefere fazê-lo por processo sigiloso, judicial ou administrativo.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

 

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