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Foram encontradas 50 questões.

3352639 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

De "tudo é possível" é incorreto afirmar que:

 

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3352638 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

Sobre o vocábulo "onde", não é correto afirmar que:

 

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3352637 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

A análise da oração não ratifica a afirmativa em:

 

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3352636 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

Sobre "onde se misturam hormônios, sonhos", é incorreto afirmar:

 

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3352635 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

A expressão "de que tudo é possível" tem função sintática de:

 

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3352634 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

"É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível".

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

Os termos em negrito "caldeirão efervescente" exemplificam a figura de linguagem:

 

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3352633 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

Momentos fora de série

 

Há algo inegavelmente mágico em mergulhar nas profundezas do universo da adolescência. É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível. E é nesse turbilhão de emoções que a diretora Olivia Wilde (Não se Preocupe, Querida; Wake Up) decide nos lançar em seu filme Fora de Série (2019) - disponível no Prime. Uma obra que não é apenas comédia, mas sim um espelho perspicaz da juventude contemporânea.

 

A trama nos guia através da vida de duas melhores amigas, Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), que estão prestes a se formar no Ensino Médio - e determinadas a provar que não são apenas nerds - e, então, decidem extravasar em uma noite de festa antes da formatura. Elas subitamente se dão conta de que passaram os últimos anos tão focadas nos estudos, que perderam todas as experiências típicas da adolescência, e assim, embarcam numa jornada hilariante e tocante, repleta de reviravoltas e autoconhecimento.

 

Olivia Wilde captura com maestria a essência da juventude, com todas as suas contradições e complexidades, sem jamais perder de vista o humor e as emoções que tornam essa fase da vida tão única e inesquecível. Os típicos estereótipos desse gênero de filme são questionados e quebrados - uma refrescante surpresa.

 

Os ritos de passagem do amadurecimento são explorados sem subestimar a inteligência do público nem cair nos clichês habituais. Sexo e drogas estão presentes, mas não de forma glamorizada; ao contrário, são tratados com naturalidade, e é essa abordagem autêntica e despretensiosa que torna a obra cativante.

 

Os adultos também têm o seu espaço na película, mas não como meros antagonistas unidimensionais - eles são retratados de maneira realista, com todas as suas falhas e inseguranças, mas também com amor e compreensão.

 

É um lembrete para os adolescentes que criticam os mais velhos, como se não fossem envelhecer também.

 

Todos nós enfrentamos desafios similares nessa fase da vida.

 

Cada personagem é como um fragmento de uma memória, uma lembrança dos momentos "que contando ninguém acredita" pelos quais todos já passamos ao deixar os livros de lado e sair para nos divertir. E se você não se identificar com pelo menos um desses personagens, então talvez não tenha realmente aproveitado sua adolescência.

 

O longa-metragem nos convida a relembrar nossos próprios dias de escola, repletos de sonhos e desafios e - é claro - muita diversão. Então, se você está pronto para uma dose de nostalgia e diversão sagaz, não deixe de assistir Fora de Série. E, lembre-se, que nunca é tarde para vivenciarmos momentos fora de série.

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

Assinale a alternativa que contém monossílabo acentuado não pela regra geral.

 

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3352632 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

Momentos fora de série

 

Há algo inegavelmente mágico em mergulhar nas profundezas do universo da adolescência. É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível. E é nesse turbilhão de emoções que a diretora Olivia Wilde (Não se Preocupe, Querida; Wake Up) decide nos lançar em seu filme Fora de Série (2019) - disponível no Prime. Uma obra que não é apenas comédia, mas sim um espelho perspicaz da juventude contemporânea.

 

A trama nos guia através da vida(c) de duas melhores amigas, Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), que estão prestes a se formar no Ensino Médio - e determinadas a provar que não são apenas nerds - e, então, decidem extravasar em uma noite de festa antes da formatura. Elas subitamente se dão conta de que passaram(d) os últimos anos tão focadas nos estudos, que perderam todas as experiências típicas da adolescência, e assim, embarcam numa jornada hilariante e tocante, repleta de reviravoltas e autoconhecimento.

 

Olivia Wilde captura com maestria a essência da juventude, com todas as suas contradições e complexidades, sem jamais perder de vista o humor e as emoções que tornam essa fase da vida tão única e inesquecível. Os típicos estereótipos desse gênero de filme são questionados e quebrados - uma refrescante surpresa.

 

Os ritos de passagem do amadurecimento são explorados sem subestimar a inteligência do público nem cair nos clichês habituais. Sexo e drogas estão presentes, mas não de forma glamorizada; ao contrário, são tratados com naturalidade, e é essa abordagem autêntica e despretensiosa que torna a obra cativante.

 

Os adultos também têm o seu espaço na película, mas não como meros antagonistas unidimensionais - eles são retratados de maneira realista, com todas as suas falhas e inseguranças, mas também com amor e compreensão.

 

É um lembrete para os adolescentes(b) que criticam os mais velhos, como se não fossem envelhecer também.

 

Todos nós enfrentamos desafios similares nessa fase da vida.

 

Cada personagem é como um fragmento de uma memória, uma lembrança dos momentos "que contando ninguém acredita" pelos quais todos já passamos ao deixar os livros de lado e sair para nos divertir. E se você não se identificar com pelo menos um desses personagens, então talvez não tenha realmente aproveitado sua adolescência.

 

O longa-metragem nos convida a relembrar nossos próprios dias de escola, repletos de sonhos e desafios e - é claro - muita diversão. Então, se você está pronto para uma dose de nostalgia e diversão sagaz, não deixe de assistir Fora de Série. E, lembre-se, que nunca é tarde(a) para vivenciarmos momentos fora de série.

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

Identifique a alternativa em que ocorre falha de regência verbal:

 

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3352631 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

Momentos fora de série

 

Há algo inegavelmente mágico em mergulhar nas profundezas do universo da adolescência. É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível. E é nesse turbilhão de emoções que a diretora Olivia Wilde (Não se Preocupe, Querida; Wake Up) decide nos lançar em seu filme Fora de Série (2019) - disponível no Prime. Uma obra que não é apenas comédia, mas sim um espelho perspicaz da juventude contemporânea.

 

A trama nos guia através da vida de duas melhores amigas, Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), que estão prestes a se formar no Ensino Médio - e determinadas a provar que não são apenas nerds - e, então, decidem extravasar em uma noite de festa antes da formatura. Elas subitamente se dão conta de que passaram os últimos anos tão focadas nos estudos, que perderam todas as experiências típicas da adolescência, e assim, embarcam numa jornada hilariante e tocante, repleta de reviravoltas e autoconhecimento.

 

Olivia Wilde captura com maestria a essência da juventude, com todas as suas contradições e complexidades, sem jamais perder de vista o humor e as emoções que tornam essa fase da vida tão única e inesquecível. Os típicos estereótipos desse gênero de filme são questionados e quebrados - uma refrescante surpresa.

 

Os ritos de passagem do amadurecimento são explorados sem subestimar a inteligência do público nem cair nos clichês habituais. Sexo e drogas estão presentes, mas não de forma glamorizada; ao contrário, são tratados com naturalidade, e é essa abordagem autêntica e despretensiosa que torna a obra cativante.

 

Os adultos também têm o seu espaço na película, mas não como meros antagonistas unidimensionais - eles são retratados de maneira realista, com todas as suas falhas e inseguranças, mas também com amor e compreensão.

 

É um lembrete para os adolescentes que criticam os mais velhos, como se não fossem envelhecer também.

 

Todos nós enfrentamos desafios similares nessa fase da vida.

 

Cada personagem é como um fragmento de uma memória, uma lembrança dos momentos "que contando ninguém acredita" pelos quais todos já passamos ao deixar os livros de lado e sair para nos divertir. E se você não se identificar com pelo menos um desses personagens, então talvez não tenha realmente aproveitado sua adolescência.

 

O longa-metragem nos convida a relembrar nossos próprios dias de escola, repletos de sonhos e desafios e - é claro - muita diversão. Então, se você está pronto para uma dose de nostalgia e diversão sagaz, não deixe de assistir Fora de Série. E, lembre-se, que nunca é tarde para vivenciarmos momentos fora de série.

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

O adjetivo que condensaria o título do texto é:

 

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Questão presente nas seguintes provas
3352630 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA

Momentos fora de série

 

Há algo inegavelmente mágico em mergulhar nas profundezas do universo da adolescência. É uma espécie de caldeirão efervescente onde se misturam hormônios, sonhos, e aquela sensação inebriante de que tudo é possível - e ao mesmo tempo, absolutamente terrível. E é nesse turbilhão de emoções que a diretora Olivia Wilde (Não se Preocupe, Querida; Wake Up) decide nos lançar em seu filme Fora de Série (2019) - disponível no Prime. Uma obra que não é apenas comédia, mas sim um espelho perspicaz da juventude contemporânea.

 

A trama nos guia através da vida de duas melhores amigas, Molly (Beanie Feldstein) e Amy (Kaitlyn Dever), que estão prestes a se formar no Ensino Médio - e determinadas a provar que não são apenas nerds - e, então, decidem extravasar em uma noite de festa antes da formatura. Elas subitamente se dão conta de que passaram os últimos anos tão focadas nos estudos, que perderam todas as experiências típicas da adolescência, e assim, embarcam numa jornada hilariante(b) e tocante, repleta de reviravoltas e autoconhecimento.

 

Olivia Wilde captura com maestria a essência da juventude, com todas as suas contradições e complexidades, sem jamais perder de vista o humor e as emoções que tornam essa fase da vida tão única e inesquecível. Os típicos estereótipos desse gênero de filme são questionados e quebrados - uma refrescante surpresa.

 

Os ritos de passagem do amadurecimento são explorados sem subestimar a inteligência do público nem cair nos clichês habituais. Sexo e drogas estão presentes,(a) mas não de forma glamorizada; ao contrário, são tratados com naturalidade, e é essa abordagem autêntica e despretensiosa que torna a obra cativante.

 

Os adultos também têm o seu espaço na película, mas não como meros antagonistas unidimensionais - eles são retratados de maneira realista, com todas as suas falhas e inseguranças, mas também com amor e compreensão.

 

É um lembrete para os adolescentes(d) que criticam os mais velhos, como se não fossem envelhecer também.

 

Todos nós enfrentamos desafios similares nessa fase da vida.

 

Cada personagem é como um fragmento de uma memória, uma lembrança dos momentos "que contando ninguém acredita" pelos quais todos já passamos ao deixar os livros de lado e sair para nos divertir. E se você não se identificar com pelo menos um desses personagens, então talvez não tenha realmente aproveitado sua adolescência.

 

O longa-metragem nos convida a relembrar(c) nossos próprios dias de escola, repletos de sonhos e desafios e - é claro - muita diversão. Então, se você está pronto para uma dose de nostalgia e diversão sagaz, não deixe de assistir Fora de Série. E, lembre-se, que nunca é tarde para vivenciarmos momentos fora de série.

 

Laira Vieira (Revista Isto É. 05/04/2024)

 

Assinale a alternativa em que ocorre catacrese: metáfora que pelo uso constante perdeu valor estilístico.

 

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