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Foram encontradas 522 questões.

3797290 Ano: 2024
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Assinale a alternativa correta acerca da classificação dos atos administrativos.
 

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3797289 Ano: 2024
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Uma fábrica de calçados produziu 1.200 pares de tênis em uma semana de trabalho de 40 horas. No entanto, para atender a uma demanda crescente, a gerência decidiu implementar melhorias nos processos de produção. Após essas mudanças, a produção aumentou para 1.500 pares na mesma quantidade de horas na semana seguinte. Calcule a produtividade inicial e a produtividade após as melhorias, e indique o aumento percentual da produtividade. Considere a produtividade como o número de pares produzidos por hora de trabalho.
 

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3797288 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Com relação aos estágios típicos de um modelo de negócios antecipatório, assinale a alternativa correta.
 

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3797287 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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O Business Intelligence (BI) contribui para as decisões empresariais ao:
 

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3797286 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Durante a etapa do diagnóstico estratégico, usando como ferramenta o modelo de análise SWOT, as limitações internas que dificultam o desenvolvimento e/ou crescimento de uma organização são listadas no campo das:
 

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3797285 Ano: 2024
Disciplina: Logística
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Considerando o objetivo de minimizar custos de transporte de produtos acabados, qual aspecto deve ser prioritário na definição de localização de uma empresa?
 

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3797284 Ano: 2024
Disciplina: Administração Geral
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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As organizações, como sistemas abertos, têm características específicas, como:

I- comportamento determinístico, o que foi considerado um avanço no estudo das organizações;

II- falta de dependência entre as partes que compõem o sistema organizacional;

III- a possibilidade de adaptação, dependendo das necessidades impostas pelo ambiente ou pela mudança dos objetivos inicialmente propostos. São corretos:

 

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3797283 Ano: 2024
Disciplina: Gestão de Pessoas
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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Para o bom andamento dos processos nas organizações, é essencial que os resultados obtidos pelas equipes sejam claros. É vital se conhecer os principais produtos entregues por cada equipe, verificando se dimensões como qualidade e prazo foram cumpridas, com o objetivo de aprimorar os desempenhos individual e institucional. Daí a importância de um processo de gestão de desempenho de equipes eficiente, que precisa considerar os seguintes fatores:

I- ser inclusivo, utilizando várias fontes de avaliação;

II- a avaliação deve ser subjetiva; III- definição dos indicadores de resultado a posteriori.

São corretos:

 

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3797282 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.

Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?

As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.

Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.

Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?

Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).

A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).

Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.

De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.

Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.

Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.

De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.

(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)

Falhou a análise fonética em:

 

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3797281 Ano: 2024
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Castanhal-PA
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PÁSCOA, SUBSTANTIVO FEMININO. As lendas e reviravoltas que fizeram da lebre um coelho.

Às vezes as ideias nos tomam a mente sem aviso — aconteceu comigo na última semana, em meio à compra dos ovos de Páscoa da família. No afã de prolongar a magia da data para as crianças, ia escrevendo no cartão dos chocolates "de: Coelho/para: ..." e, de repente, hesitei. E se fosse coelha?

As pessoas costumam se perguntar sobre o porquê do coelhinho da Páscoa. Não é mesmo evidente o elo entre a festa religiosa celebrada no próximo domingo e um mamífero espalhando ovos por aí — de chocolate, ainda por cima.

Em geral, elas se dão por satisfeitas com a explicação de que o ovo é um símbolo de vida e por isso se liga à ressurreição de Cristo, enquanto o coelho nos lembra a origem pagã da festa, a celebração da primavera no Hemisfério Norte. Entre março e abril, quando a vida se revigora, nascem as crias desse animal, conhecido pela fertilidade.

Para mim, a coisa se complica justo nesse ponto. Por que o coelho da festa é macho e as únicas coelhas lembradas (por motivos nada sagrados) são as da revista Playboy? Não seria o caso de dar o mérito e o lugar de honra à coelha?

Pois bem, fui pesquisar e, no início da tradição europeia, havia mesmo uma coelha. A bem da verdade, uma lebre fêmea (maior e mais orelhuda que sua prima, embora tão fértil quanto ela).

A lebre era sagrada para certos povos antes de Cristo. Júlio César chegou a observar que, nos territórios da atual Grã--Bretanha, ela não servia de alimento, devido a esse significado religioso. Na Grécia Antiga, era associada a Afrodite, a deusa do amor. Mais adiante, no século XIX, Jacob, um dos irmãos Grimm famosos pelos contos de fadas, escreveu sobre uma divindade feminina alemã ligada à fertilidade e à abundância (e outro alemão da mesma época a relacionou à lebre).

Diversas figuras femininas de fecundidade eram festejadas na Europa, nos meses promissores depois do frio, quando as lebres saltavam pelos campos com a filharada. Em algum momento, talvez para explicar às crianças como os ovos de Páscoa tinham ido parar nos jardins das casas, os animais começaram a fazer parte da festa, responsáveis pela distribuição. Daí para virar coelho, foi um pulo.

De uma deusa para outra, a lebre vira coelho, coelho não é coelha, se fosse também não botaria ovo, e o ovo nem de galinha é. Uma miscelânea bem plausível de contestação. Mas, rigores históricos e biológicos à parte, são as mulheres, divinas ou não, as que geram a vida. Por onde se olhe, uma fêmea, fosse de lebre ou de coelho, encaixaria melhor na lenda.

Veja se não estou certa. Os mais conservadores diriam ser papel feminino nutrir a família com afeto, cuidar do preparo dos chocolates e agradar às crianças com os doces. Já outros poderiam afirmar que hoje não faz sentido o distribuidor de presentes ser um homem (ou coelho, no caso). Afinal, há décadas a mulher não depende dele como provedor — aliás, segundo o IBGE, no Brasil são elas as chefes da maior parte das famílias.

Ainda assim, e a despeito de a equidade de gênero ser uma das bandeiras mais levantadas e debatidas atualmente, permanece comum nas decorações e ilustrações pascais o alegre coelho branco, geralmente vestindo roupas masculinas.

De minha parte, fecho este texto com uma constatação singela, mas essa, sim, incontestável. Em bom português, Páscoa é um substantivo feminino.

(Lucília Diniz,Veja 29 de março de 2024)

Identifique a alternativa que exemplifica um pleonasmo.
 

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