Foram encontradas 60 questões.
Joana fez três depósitos em sua conta poupança: R$ 150,00, R$ 200,00 e R$ 300,00, e depois realizou duas retiradas: uma de R$ 450,00 e outra de R$ 320,00. Qual é o saldo da conta de Joana após estas transações?
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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Emotiva ou Expressiva
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemFunção Metalinguística
Leia os textos a seguir.
TEXTO I
“O personagem Chico Bento se juntou com o pai da ‘Turma da Mônica’, Maurício Sousa, em uma tirinha inédita feita em homenagem ao dia do Pantanal [...]. Em três quadrinhos, a conversa destaca a importância e os animais típicos do bioma.
Na tirinha, Maurício de Sousa aparece desenhando alguns animais pantaneiros para Chico Bento. O quadrinista fala ao personagem sobre a fauna e flora do bioma. Com os desenhos em mãos, Chico começa colá-los em um cartaz em formato de coração, intitulado ‘Pantanal’. [...]”
CÂMARA, José. Maurício de Sousa lança tirinha exclusiva de Chico Bento, da 'Turma da Mônica', para celebrar dia do Pantanal. G1, 11 de novembro de 2022. Disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-dosul/noticia/2022/11/11/mauricio-de-sousa-lanca-tirinha-exclusiva-de-chico-bentoda-turma-da-monica-para-celebrar-dia-do-pantanal.ghtml. Acesso em: 23 jan. 2024.
TEXTO II

CÂMARA, José. Maurício de Sousa lança tirinha exclusiva de Chico Bento, da 'Turma da Mônica', para celebrar dia do Pantanal. G1, 11 de novembro de 2022. Disponível em: https://g1.globo.com/ms/mato-grosso-dosul/noticia/2022/11/11/mauricio-de-sousa-lanca-tirinha-exclusiva-de-chico-bentoda-turma-da-monica-para-celebrar-dia-do-pantanal.ghtml. Acesso em: 23 jan. 2024.
Tendo como base as informações apresentadas em ambos os textos, qual é a função da linguagem que embasa a construção da tirinha?
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Qual das alternativas apresentadas preenche corretamente a lacuna inserida no excerto a seguir?
“A quantidade de alimentos ultraprocessados ingerida pelas gerações mais novas é algo preocupante, nos mostrando cada vez mais a possibilidade de ocorrer, pela primeira vez, que os mais velhos enterrem os mais novos.
Triste expectativa, e ________?
Excesso de consumo de alimentos ultraprocessados...”
RONDÓ JÚNIOR, Wilson. O declínio nutricional das nossas crianças e jovens. Jornal do Brasil, 25 de dezembro de 2023. Disponível em: https://www.jb.com.br/colunistas/saude-e-alimentacao/2023/12/1048017-o-declinionutricional-das-nossas-criancas-e-jovens.html. Acesso em: 22 jan. 2024. Adaptado.
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Assindéticas
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Substantiva
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinadas Adverbial
Qual é a classificação sintática da oração que compõe a parte inferior do texto verbal do meme a seguir?

Créditos Artes Depressão (Página da Internet). Disponível em: https://pbs.twimg.com/media/Fc5H4ENXwAA7NhH?format=jpg&name=small. Acesso em: 23 jan. 2024.
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No excerto a seguir, algumas vírgulas foram sinalizadas com colchetes e números sobrescritos.
“O filme Oppenheimer, de Christopher Nolan[,]¹ lidera as indicações ao Oscar 2024. Foram 13 indicações no total, incluindo de melhor filme, diretor, ator[,]² e atriz. Os filmes que concorrerão ao prêmio máximo do cinema americano[,]³ foram anunciados nesta terça-feira (23/1) em Los Angeles.
O filme Pobres Criaturas, de Yorgos Lanthimos, foi o segundo com o maior número de indicações: 11 no total. Outros filmes que também se destacaram na premiação foram Assassinos da Lua das Flores, Barbie, Os Rejeitados, Maestro, Zona de Interesse[,]\( ^4 \) Anatomia de Uma Queda e American Fiction.
Entre as surpresas do anúncio[,]\( ^5 \) estão as ausências de Greta Gerwig (diretora) e Margot Robbie (atriz), de Barbie. [...]”
OSCAR 2024: confira todos os indicados ao prêmio. BBC Brasil, 23 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/cqv6e3g0zyeo. Acesso em: 23 jan. 2024. Adaptado.
Dentre as vírgulas destacadas, quais estão corretamente empregadas?
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Texto para as questões de 11 a 13.
Para reduzir a violência nas escolas
De 2002 a 2023, houve ao menos 36 ataques com armas a escolas no Brasil, que resultaram na morte de 49 alunos ou professores. Os crimes foram cometidos por homens brancos, que usavam arma de fogo (44% dos casos) ou armas brancas (outros 44%). Sentimento de vingança, ressentimento ou a busca de notoriedade foram gatilhos com frequência associados ao ato, muitas vezes influenciado por discursos de ódio ou conteúdos veiculados por comunidades on-line que pregam a violência extrema. Um relatório coordenado pelo sociólogo Daniel Cara, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e apresentado em novembro ao Ministério da Educação, identificou as possíveis causas do problema e propôs 12 ações para enfrentá-lo. São medidas sobre como atuar para desfazer as comunidades que pregam o ódio; aumentar o controle do acesso a armas; responsabilizar as plataformas de mídias sociais pela circulação de conteúdo extremista e ilegal, assim como as pessoas que compartilham vídeos sobre os ataques. Outras ações sugeridas são criar um ambiente acolhedor e promover políticas de saúde mental nas instituições de ensino, expandir espaços comunitários de lazer e acordar com veículos de comunicação de plataformas digitais as formas mais adequadas de cobrir os casos.
PARA reduzir a violência nas escolas. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/para-reduzir-a-violencia-nasescolas/. Acesso em: 22 jan. 2024. Adaptado.
Qual é o sentido veiculado pelo verbo em destaque no fim do texto?
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- Interpretação de TextosFunções da LinguagemConotativa, Apelativa, Metafórica ou Figurada
- Interpretação de TextosFunções da LinguagemDenotativa, Própria, Referencial, Literal ou Informativa
- Interpretação de TextosVariação da LinguagemLinguagem Verbal e Não Verbal
Texto para as questões de 11 a 13.
Para reduzir a violência nas escolas
De 2002 a 2023, houve ao menos 36 ataques com armas a escolas no Brasil, que resultaram na morte de 49 alunos ou professores. Os crimes foram cometidos por homens brancos, que usavam arma de fogo (44% dos casos) ou armas brancas (outros 44%). Sentimento de vingança, ressentimento ou a busca de notoriedade foram gatilhos com frequência associados ao ato, muitas vezes influenciado por discursos de ódio ou conteúdos veiculados por comunidades on-line que pregam a violência extrema. Um relatório coordenado pelo sociólogo Daniel Cara, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e apresentado em novembro ao Ministério da Educação, identificou as possíveis causas do problema e propôs 12 ações para enfrentá-lo. São medidas sobre como atuar para desfazer as comunidades que pregam o ódio; aumentar o controle do acesso a armas; responsabilizar as plataformas de mídias sociais pela circulação de conteúdo extremista e ilegal, assim como as pessoas que compartilham vídeos sobre os ataques. Outras ações sugeridas são criar um ambiente acolhedor e promover políticas de saúde mental nas instituições de ensino, expandir espaços comunitários de lazer e acordar com veículos de comunicação de plataformas digitais as formas mais adequadas de cobrir os casos.
PARA reduzir a violência nas escolas. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/para-reduzir-a-violencia-nasescolas/. Acesso em: 22 jan. 2024. Adaptado.
Assinale a alternativa que descreve adequadamente a linguagem empregada nesse texto a linguagem
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Narrativo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Descritivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Injuntivo/Instrucional
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-expositivo
- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualTipologias TextuaisTexto Dissertativo-argumentativo
Texto para as questões de 11 a 13.
Para reduzir a violência nas escolas
De 2002 a 2023, houve ao menos 36 ataques com armas a escolas no Brasil, que resultaram na morte de 49 alunos ou professores. Os crimes foram cometidos por homens brancos, que usavam arma de fogo (44% dos casos) ou armas brancas (outros 44%). Sentimento de vingança, ressentimento ou a busca de notoriedade foram gatilhos com frequência associados ao ato, muitas vezes influenciado por discursos de ódio ou conteúdos veiculados por comunidades on-line que pregam a violência extrema. Um relatório coordenado pelo sociólogo Daniel Cara, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, e apresentado em novembro ao Ministério da Educação, identificou as possíveis causas do problema e propôs 12 ações para enfrentá-lo. São medidas sobre como atuar para desfazer as comunidades que pregam o ódio; aumentar o controle do acesso a armas; responsabilizar as plataformas de mídias sociais pela circulação de conteúdo extremista e ilegal, assim como as pessoas que compartilham vídeos sobre os ataques. Outras ações sugeridas são criar um ambiente acolhedor e promover políticas de saúde mental nas instituições de ensino, expandir espaços comunitários de lazer e acordar com veículos de comunicação de plataformas digitais as formas mais adequadas de cobrir os casos.
PARA reduzir a violência nas escolas. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/para-reduzir-a-violencia-nasescolas/. Acesso em: 22 jan. 2024. Adaptado.
Qual é o tipo textual predominante no texto apresentado?
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Texto para as questões de 1 a 10.
Paciente não é guerreiro
Poucos têm a sensibilidade de Sontag de perceber como é cruel transformar o tratamento de uma enfermidade, seja ela qual for, em um campo de guerra. Coloca-se, assim, no paciente, a responsabilidade por seu restabelecimento.
Paloma Oliveto | 22/01/2024
Quando descobriu um câncer de mama de grau 4 na década de 1970, a pensadora norte-americana Susan Sontag notou que médicos, pacientes, familiares, amigos e mídia tratavam a doença sob a perspectiva bélica. Hoje, seguimos usando as metáforas de guerra para lidar com o câncer. O paciente é o guerreiro que luta pela saúde contra um inimigo. Se sara, vence a batalha. E do contrário? É um perdedor?
Poucos [TEM/TÊM] a sensibilidade de Sontag — que foi curada da doença e morreu em 2004, aos 71 anos — de perceber como é cruel transformar o tratamento de uma enfermidade, seja ela qual for, em um campo de guerra. [COLOCA-SE/COLOCAM-SE], assim, no paciente, a responsabilidade por seu restabelecimento.
Quem conviveu com pessoas que receberam o diagnóstico de um tumor maligno sabe como é difícil o espírito não se¹ abater, mesmo quando são altas as chances de recuperação, ou se² a fé — na vida, na ciência ou na religião — é grande. Cobramos dessas criaturas uma "atitude proativa", queremos ver positividade, nada de choro ou insegurança; no caso das mulheres, praticamente exigimos que se³ mantenham bonitas, pintem o rosto, vistam-se 4 com elegância e, se 5 perdem os cabelos, que se 6 orgulhem de suas carecas como símbolo de força e resistência.
Não que se faça por mal. Tememos a doença do outro também porque ela espelha nossa própria fragilidade. E, claro, se queremos o bem-estar e a cura de quem nem conhecemos, por que não esperaríamos o melhor desfecho para nossos amigos e familiares? Temos, sim, que desejar o tratamento mais bemsucedido possível, mas sem pressionar o paciente para que "guerreie contra a doença com todas as suas armas", como se a impossibilidade do total restabelecimento fizesse dele um perdedor.
Hoje, temos conhecimento de cuidados preventivos que podem reduzir o risco de diversas doenças. O corpo é um depósito de células que, no geral, funcionam muito bem. Cigarro, álcool, excesso de gordura e falta de oxigenação, por exemplo, dificultam o trabalho do organismo e, no caso do câncer, [PODE/PODEM] causar alterações genéticas que fazem com que uma única célula comece a se replicar sem controle, invadindo outros tecidos, eventualmente.
Porém, existe a possibilidade de alterações celulares ocorrerem aleatoriamente. Embora fascinante, o corpo humano não é uma "máquina perfeita". As vértebras, por exemplo, não estão acostumadas à posição vertical. Por isso, segundo a Organização Mundial da Saúde, 80% das pessoas [TEM/TÊM] ou terão dor de coluna. Também temos um "ponto cego" na visão, a anatomia da faringe predispõe engasgos e, por não serem internos, os testículos superexpõem os gametas masculinos.
A cura ou o controle de uma doença depende de variáveis, como a descoberta precoce e o acesso aos serviços de saúde. O protagonismo do paciente é fundamental: a não adesão às recomendações médicas reduz as chances de sucesso. Pesquisas também indicam que a forma como se lida com o diagnóstico pode impactar os resultados, por isso a importância de acompanhamento psicológico e de práticas integrativas, como meditação, complementares ao tratamento.
Daí a exigir do paciente a atitude de um guerreiro é bem diferente. Que deixemos as metáforas bélicas para outras ocasiões. No tratamento de uma doença, independentemente do resultado, ninguém é perdedor.
OLIVETO, Paloma. Paciente não é guerreiro. Correio Braziliense, 22 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6790027-paciente-nao-eguerreiro.html. Acesso em: 22 jan. 2024. Adaptado.
Ao longo do texto, foram inseridas quatro partes de verbos com letras maiúsculas e entre colchetes. Analise-as no contexto em que se encontram e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA quanto à concordância verbal nos respectivos trechos.
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Texto para as questões de 1 a 10.
Paciente não é guerreiro
Poucos têm a sensibilidade de Sontag de perceber como é cruel transformar o tratamento de uma enfermidade, seja ela qual for, em um campo de guerra. Coloca-se, assim, no paciente, a responsabilidade por seu restabelecimento.
Paloma Oliveto | 22/01/2024
Quando descobriu um câncer de mama de grau 4 na década de 1970, a pensadora norte-americana Susan Sontag notou que médicos, pacientes, familiares, amigos e mídia tratavam a doença sob a perspectiva bélica. Hoje, seguimos usando as metáforas de guerra para lidar com o câncer. O paciente é o guerreiro que luta pela saúde contra um inimigo. Se sara, vence a batalha. E do contrário? É um perdedor?
Poucos [TEM/TÊM] a sensibilidade de Sontag — que foi curada da doença e morreu em 2004, aos 71 anos — de perceber como é cruel transformar o tratamento de uma enfermidade, seja ela qual for, em um campo de guerra. [COLOCA-SE/COLOCAM-SE], assim, no paciente, a responsabilidade por seu restabelecimento.
Quem conviveu com pessoas que receberam o diagnóstico de um tumor maligno sabe como é difícil o espírito não se¹ abater, mesmo quando são altas as chances de recuperação, ou se² a fé — na vida, na ciência ou na religião — é grande. Cobramos dessas criaturas uma "atitude proativa", queremos ver positividade, nada de choro ou insegurança; no caso das mulheres, praticamente exigimos que se³ mantenham bonitas, pintem o rosto, vistam-se 4 com elegância e, se 5 perdem os cabelos, que se 6 orgulhem de suas carecas como símbolo de força e resistência.
Não que se faça por mal. Tememos a doença do outro também porque ela espelha nossa própria fragilidade. E, claro, se queremos o bem-estar e a cura de quem nem conhecemos, por que não esperaríamos o melhor desfecho para nossos amigos e familiares? Temos, sim, que desejar o tratamento mais bemsucedido possível, mas sem pressionar o paciente para que "guerreie contra a doença com todas as suas armas", como se a impossibilidade do total restabelecimento fizesse dele um perdedor.
Hoje, temos conhecimento de cuidados preventivos que podem reduzir o risco de diversas doenças. O corpo é um depósito de células que, no geral, funcionam muito bem. Cigarro, álcool, excesso de gordura e falta de oxigenação, por exemplo, dificultam o trabalho do organismo e, no caso do câncer, [PODE/PODEM] causar alterações genéticas que fazem com que uma única célula comece a se replicar sem controle, invadindo outros tecidos, eventualmente.
Porém, existe a possibilidade de alterações celulares ocorrerem aleatoriamente. Embora fascinante, o corpo humano não é uma "máquina perfeita". As vértebras, por exemplo, não estão acostumadas à posição vertical. Por isso, segundo a Organização Mundial da Saúde, 80% das pessoas [TEM/TÊM] ou terão dor de coluna. Também temos um "ponto cego" na visão, a anatomia da faringe predispõe engasgos e, por não serem internos, os testículos superexpõem os gametas masculinos.
A cura ou o controle de uma doença depende de variáveis, como a descoberta precoce e o acesso aos serviços de saúde. O protagonismo do paciente é fundamental: a não adesão às recomendações médicas reduz as chances de sucesso. Pesquisas também indicam que a forma como se lida com o diagnóstico pode impactar os resultados, por isso a importância de acompanhamento psicológico e de práticas integrativas, como meditação, complementares ao tratamento.
Daí a exigir do paciente a atitude de um guerreiro é bem diferente. Que deixemos as metáforas bélicas para outras ocasiões. No tratamento de uma doença, independentemente do resultado, ninguém é perdedor.
OLIVETO, Paloma. Paciente não é guerreiro. Correio Braziliense, 22 de janeiro de 2024. Disponível em: https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/01/6790027-paciente-nao-eguerreiro.html. Acesso em: 22 jan. 2024. Adaptado.
Quais são, respectivamente, os sentidos veiculados pelas três ocorrências da palavra “como” no penúltimo parágrafo do artigo?
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