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Foram encontradas 160 questões.

3764085 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

O equívoco do IMC

1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a

2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso

3 cuidado com generalizações desse tipo.

4 O critério mais aceito para definir obesidade se

5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura

6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas

7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um

8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm

9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com

10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais

11 podem pesar 200 quilos.

12 Se rotularmos como doentes todos os que caem

13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos

14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A

15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará

16 restrito a uma minoria.

17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único

18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,

19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não

20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a

21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,

22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais

23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como

24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados

25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.

26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade

27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais

28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem

29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro

30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam

31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são

32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?

33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela

34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques

35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência

36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas

37 estaria justificado classificar a obesidade como uma

38 patologia médica no caso dos que não apresentam

39 nenhuma dessas complicações?

40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco

41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela

42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer

43 — como se fossem estados mórbidos, quando na

44 realidade não o são.

Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)

No periodo Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela hipertensão arterial (/.33-34), as palavras sublinhadas exercem, respectivamente, nas suas orações, as funções de:

 

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3764084 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

O equívoco do IMC

1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a

2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso

3 cuidado com generalizações desse tipo.

4 O critério mais aceito para definir obesidade se

5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura

6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas

7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um

8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm

9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com

10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais

11 podem pesar 200 quilos.

12 Se rotularmos como doentes todos os que caem

13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos

14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A

15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará

16 restrito a uma minoria.

17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único

18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,

19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não

20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a

21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,

22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais

23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como

24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados

25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.

26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade

27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais

28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem

29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro

30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam

31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são

32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?

33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela

34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques

35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência

36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas

37 estaria justificado classificar a obesidade como uma

38 patologia médica no caso dos que não apresentam

39 nenhuma dessas complicações?

40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco

41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela

42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer

43 — como se fossem estados mórbidos, quando na

44 realidade não o são.

Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)

No desenvolvimento do texto, o autor reconhece que a obesidade pode amplificar a probabilidade de determinadas enfermidades. À luz dessa consideração, analise as assertivas a seguir:

I. A obesidade guarda correlação estatisticamente significativa com a incidência de doenças crônicas não transmissíveis.

Il. Todo indivíduo clinicamente classificado como obeso desenvolve, invariavelmente, quadros patológicos de alta gravidade, o que justifica a consagração universal da obesidade como uma entidade nosológica autônoma.

IIl. O autor problematiza a classificação da obesidade como doença, sobretudo nos cenários em que não se evidenciam comorbidades clínicas nem comprometimentos funcionais mensuráveis.

Das assertivas, pode-se afirmar que:

 

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3764083 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

O equívoco do IMC

1 Cada vez vejo mais médicos que consideram a

2 obesidade uma doença. Em saúde pública, é preciso

3 cuidado com generalizações desse tipo.

4 O critério mais aceito para definir obesidade se

5 baseia no IMC, calculado dividindo-se o peso pela altura

6 ao quadrado. Como consideramos obesas as pessoas

7 com IMC igual ou superior a 30, essa faixa inclui um

8 grupo muito heterogêneo, que vai dos que têm

9 obesidade grau 1 (IMC entre 30 e 35) até aqueles com

10 obesidade grave (IMC acima de 40), alguns dos quais

11 podem pesar 200 quilos.

12 Se rotularmos como doentes todos os que caem

13 nessa faixa tão diversificada, teremos cerca de 20% dos

14 brasileiros e 40% dos norte-americanos, por exemplo. A

15 continuar nesse ritmo, ser considerado saudável ficará

16 restrito a uma minoria.

17 Acho um equivoco usar o IMC como critério único

18 para separar pessoas com saúde daquelas enfermas,

19 Primeiro, porque, entre outras limitações, o IMC não

20 leva em conta sequer fatores anatômicos como a

21 estrutura osteomuscular. Quem tem ossos largos,

22 braços e pernas grossas tende a ter IMCs mais

23 elevados do que os longilíneos. Parâmetros como

24 circunferência abdominal são cada vez mais valorizados

25 pelos especialistas, para avaliar o risco cardiovascular.

26 Segundo, porque O IMC não reflete a atividade

27 física. Magros sedentários têm expectativa de vida mais

28 baixa do que aqueles com sobrepeso que fazem

29 exercícios com regularidade. Com frequência encontro

30 nas maratonas corredores corpulentos que poderiam

31 ser chamados de gordos. Faz sentido dizer que são

32 doentes mulheres e homens capazes de correr 42 km?

33 Você, leitor, dirá que a obesidade traz com ela

34 hipertensão arterial, diabetes, derrames, ataques

35 cardíacos e outros agravos. É verdade, a incidência

36 desses e de outros males é mais alta em obesos. Mas

37 estaria justificado classificar a obesidade como uma

38 patologia médica no caso dos que não apresentam

39 nenhuma dessas complicações?

40 Claro, a obesidade é uma condição ou fator de risco

41 para essas doenças, mas não devemos nos referir a ela

42 — e a outros fatores que aumentam riscos de adoecer

43 — como se fossem estados mórbidos, quando na

44 realidade não o são.

Autor: Drauzio Varella - GZH (Adaptado)

Em norte-americanos (/.14) há o uso correto do hifen, pois adjetivos pátrios compostos que começam com os elementos “norte”, "sul", "leste" e “oeste” devem manter o hifen. Nesse contexto, assinale a alternativa em que o uso do hífen também está CORRETO.

 

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3764082 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes

1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.

2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.

3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um

4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que

S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de

6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.

7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em

8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem

9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu

10 apartamento à venda.

11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender

12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou

13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo

14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo

15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem

16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado

17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar

18 Um passo desses se não estivesse absolutamente

19 confiante.

20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de

21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas

22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e

23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o

24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,

25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua

26 recuperação em caso de emergência. Emergência

27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.

28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade

29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o

30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13

31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar

32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue

33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em

34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela

35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido

36 o apartamento naquela época, teria capital para

37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse

38 vivendo hoje com mais folga no orçamento

39 No entanto, ela alugou o apartamento, como

40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas

41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.

42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por

43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às

44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem

45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas

46 roupas e os planos incertos para o futuro.

47 O apartamento continua pequeno, e agora quem

48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na

49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso

50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se

51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,

52 que investir em experiências é mais enriquecedor do

53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,

54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de

55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à

56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.

57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,

58 preferimos os Finais felizes

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)

Acerca das classes gramaticais de palavras e expressões do texto, analise as partes que seguem:

(1º parte): Em Porém, nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes (I.57-58), o verbo preferimos está no presente do indicativo e o vocábulo Porém é classificado como conjunção.

(2º parte): Em Hoje os jovens não consideram a posse um benefício (I.3-4), a palavra Hoje é classificada como advérbio de tempo, enquanto a palavra não consiste em uma preposição.

(3º parte): Em quem o visita são as amigas da jovem inquilina (I.47-48), a palavra o é classificada como artigo definido, assim como as.

Das partes, pode-se afirmar que:

 

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3764081 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Onde foi parar o tempo?

1 ___O tempo parece estar passando mais rápido a

2 cada ano. Não sei se é só impressão minha, mas

3 ultimamente o Natal chega quase junto com o Carnaval,

4 que logo dá lugar ao Dia das Mães e, num piscar de

5 olhos, já estamos comprando panetone novamente. O

6 Halloween mal se estabelece e, no fim, o verdadeiro

7 susto é reparar que já estamos rodeados de enfeites

8 natalinos outra vez. E a Páscoa? Antes mesmo do ano

9 engatar, os ovos de chocolate já tomam conta das

10 prateleiras. Mas já?! Quando, como e por que o tempo

11 passou tão rápido sem que nos déssemos conta?

12 ___Sorte das crianças, que parecem imunes a essa

13 aceleração. Dia desses, ouvi um garoto reclamando da

14 pouca duração das férias escolares: dois meses para

15 descansar contra um ano inteiro de aulas. Aos olhos

16 dele, deveria haver mais equilíbrio - e talvez ele tenha

17 razão... Quem pode culpá-lo? Para as crianças, o tempo

18 parece se estender e por vezes parece se arrastar como

19 alguém preso no trânsito de sexta-feira à tarde; lá para

20 nós, adultos, ele se resume a semanas que deslizam

21 sem que percebamos.

22 ___A ciência tem uma explicação lógica para isso, o

23 que evita pensarmos que estamos delirando (pelo

24 menos não completamente). O cérebro humano se

25 acostuma com a rotina e, à medida que repetimos

26 atividades, a percepção do tempo em si é encurtada.

27 Fazemos as mesmas coisas, tomamos os mesmos

28 caminhos, não desafiamos o cérebro para o novo. Em

29 contrapartida, quando somos pequenos, cada

30 experiência e inédita, e essa novidade expande nossa

31 sensação de duração dos dias. Estamos o tempo todo

32 aprendendo. Na vida adulta, a previsibilidade do

33 cotidiano faz com que os anos passem sem que nos

34 detenhamos nos detalhes. Um efeito colateral da

35 modernidade ou uma pegadinha do universo? Difícil

36 dizer.

37 ___Talvez seja esse o grande desafio: encontrar

38 maneiras de escapar da monotonia e perceber o tempo

39 com mais atenção. Tentar enganar o tempo da mesma

40 forma como ele nos engana. Como para tudo, há

4l sempre uma perspectiva diferente a qual podemos nos

42 debruçar se deixarmos de viver apenas sob o domínio

43 de Chronos - o tempo dos prazos e compromissos

44 podemos abrir espaço para Kairós, o tempo que se

45 mede pela qualidade, não pela quantidade. E talvez se,a

46 nesse instante, entre um respiro e outro, que o tempo

47 desacelere- ou, quem sabe, finalmente passe no ritmo

48 certo. Nem que seja só para nos contrariar.

Autor: Pedro Guerra - GZH (adaplado)

Com base nas regras do sistema ortográfico vigente, analise as partes que seguem sobre vocábulos extraidos do texto: (1ª parte): Difícil e inédita são acentuadas por serem paroxitonas terminadas em L e A, respectivamente; (2ª parte): trânsito e cérebro recebem acento gráfico por serem proparoxitonas, cuja acentuação é obrigatória segundo a norma padrão; (3ª parte): é acentuado por ser monossilabo tônico terminado em O, e alguém é acentuado por ser uma oxitona terminada em EM.

Das partes, pode-se afirmar que:

 

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3764080 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes

1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.

2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.

3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um

4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que

S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de

6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.

7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em

8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem

9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu

10 apartamento à venda.

11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender

12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou

13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo

14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo

15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem

16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado

17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar

18 Um passo desses se não estivesse absolutamente

19 confiante.

20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de

21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas

22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e

23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o

24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,

25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua

26 recuperação em caso de emergência. Emergência

27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.

28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade

29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o

30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13

31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar

32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue

33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em

34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela

35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido

36 o apartamento naquela época, teria capital para

37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse

38 vivendo hoje com mais folga no orçamento

39 No entanto, ela alugou o apartamento, como

40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas

41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.

42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por

43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às

44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem

45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas

46 roupas e os planos incertos para o futuro.

47 O apartamento continua pequeno, e agora quem

48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na

49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso

50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se

51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,

52 que investir em experiências é mais enriquecedor do

53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,

54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de

55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à

56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.

57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,

58 preferimos os Finais felizes

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)

Em Estávamos apenas sendo previdentes (l. 14-15), o sujeito do verbo Estávamos é classificado como ______, assim como em ______.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:

 

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3764079 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Onde foi parar o tempo?

1 ___O tempo parece estar passando mais rápido a

2 cada ano. Não sei se é só impressão minha, mas

3 ultimamente o Natal chega quase junto com o Carnaval,

4 que logo dá lugar ao Dia das Mães e, num piscar de

5 olhos, já estamos comprando panetone novamente. O

6 Halloween mal se estabelece e, no fim, o verdadeiro

7 susto é reparar que já estamos rodeados de enfeites

8 natalinos outra vez. E a Páscoa? Antes mesmo do ano

9 engatar, os ovos de chocolate já tomam conta das

10 prateleiras. Mas já?! Quando, como e por que o tempo

11 passou tão rápido sem que nos déssemos conta?

12 ___Sorte das crianças, que parecem imunes a essa

13 aceleração. Dia desses, ouvi um garoto reclamando da

14 pouca duração das férias escolares: dois meses para

15 descansar contra um ano inteiro de aulas. Aos olhos

16 dele, deveria haver mais equilíbrio - e talvez ele tenha

17 razão... Quem pode culpá-lo? Para as crianças, o tempo

18 parece se estender e por vezes parece se arrastar como

19 alguém preso no trânsito de sexta-feira à tarde; lá para

20 nós, adultos, ele se resume a semanas que deslizam

21 sem que percebamos.

22 ___A ciência tem uma explicação lógica para isso, o

23 que evita pensarmos que estamos delirando (pelo

24 menos não completamente). O cérebro humano se

25 acostuma com a rotina e, à medida que repetimos

26 atividades, a percepção do tempo em si é encurtada.

27 Fazemos as mesmas coisas, tomamos os mesmos

28 caminhos, não desafiamos o cérebro para o novo. Em

29 contrapartida, quando somos pequenos, cada

30 experiência e inédita, e essa novidade expande nossa

31 sensação de duração dos dias. Estamos o tempo todo

32 aprendendo. Na vida adulta, a previsibilidade do

33 cotidiano faz com que os anos passem sem que nos

34 detenhamos nos detalhes. Um efeito colateral da

35 modernidade ou uma pegadinha do universo? Difícil

36 dizer.

37 ___Talvez seja esse o grande desafio: encontrar

38 maneiras de escapar da monotonia e perceber o tempo

39 com mais atenção. Tentar enganar o tempo da mesma

40 forma como ele nos engana. Como para tudo, há

4l sempre uma perspectiva diferente a qual podemos nos

42 debruçar se deixarmos de viver apenas sob o domínio

43 de Chronos - o tempo dos prazos e compromissos

44 podemos abrir espaço para Kairós, o tempo que se

45 mede pela qualidade, não pela quantidade. E talvez se,a

46 nesse instante, entre um respiro e outro, que o tempo

47 desacelere- ou, quem sabe, finalmente passe no ritmo

48 certo. Nem que seja só para nos contrariar.

Autor: Pedro Guerra - GZH (adaplado)

Analise a oração retirada do texto: O Halloween mal se estabelece e, no fim, o verdadeiro susto é reparar que já estamos rodeados de enfeites natalinos outra vez. (/.5-8). Com base nos princípios da estrutura frasal do português e nas operações sintáticas possíveis, assinale a alternativa que contém uma modificação que viola a aceitabilidade linguística.

 

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3764078 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes

1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.

2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.

3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um

4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que

S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de

6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.

7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em

8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem

9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu

10 apartamento à venda.

11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender

12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou

13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo

14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo

15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem

16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado

17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar

18 Um passo desses se não estivesse absolutamente

19 confiante.

20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de

21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas

22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e

23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o

24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,

25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua

26 recuperação em caso de emergência. Emergência

27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.

28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade

29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o

30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13

31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar

32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue

33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em

34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela

35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido

36 o apartamento naquela época, teria capital para

37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse

38 vivendo hoje com mais folga no orçamento

39 No entanto, ela alugou o apartamento, como

40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas

41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.

42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por

43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às

44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem

45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas

46 roupas e os planos incertos para o futuro.

47 O apartamento continua pequeno, e agora quem

48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na

49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso

50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se

51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,

52 que investir em experiências é mais enriquecedor do

53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,

54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de

55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à

56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.

57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,

58 preferimos os Finais felizes

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)

No trecho Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender o único lugar que tem para voltar!” (l. 11-12), o termo rebuliço, à luz do contexto, pode ser interpretado como:

 

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3764077 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes

1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.

2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.

3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um

4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que

S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de

6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.

7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em

8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem

9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu

10 apartamento à venda.

11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender

12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou

13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo

14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo

15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem

16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado

17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar

18 Um passo desses se não estivesse absolutamente

19 confiante.

20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de

21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas

22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e

23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o

24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,

25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua

26 recuperação em caso de emergência. Emergência

27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.

28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade

29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o

30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13

31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar

32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue

33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em

34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela

35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido

36 o apartamento naquela época, teria capital para

37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse

38 vivendo hoje com mais folga no orçamento

39 No entanto, ela alugou o apartamento, como

40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas

41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.

42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por

43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às

44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem

45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas

46 roupas e os planos incertos para o futuro.

47 O apartamento continua pequeno, e agora quem

48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na

49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso

50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se

51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,

52 que investir em experiências é mais enriquecedor do

53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,

54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de

55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à

56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.

57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,

58 preferimos os Finais felizes

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)

O título do texto alude ao fato de que a geração da narradora “prefere os finais felizes”, o que denota uma cosmovisão ancorada em valores como estabilidade, proteção e previsibilidade. Considerando o desfecho narrativo, infere-se que o “final feliz” a que a narradora faz referência consiste em:

I. A decisão da amiga de alienar o imóvel e investir os recursos na constituição de um empreendimento próprio, alcançando, assim, autonomia financeira e ausência de arrependimentos.

Il. A preservação do bem imóvel por parte da amiga, circunstância que lhe permitiu proporcionar respaldo material à filha, validando, portanto, a preocupação da geração Baby Boomer com garantias concretas.

III. A aceitação da amiga em atender às ponderações das demais, priorizando sua autodeterminação e demonstrando que a liberdade decisória malogra sobre critérios de segurança patrimonial.

Das assertivas, NÃO se pode afirmar que:

 

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3764076 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Caxias do Sul-RS
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Para responder às questões 01 a 07, leia o texto abaixo.

Nós, Baby Boomers da pré-história, preferimos os finais felizes

1 Era uma amiga nossa, da época do colégio.

2 Morava em um apartamento pequeno, mas era dela.

3 Quitado. Hoje os jovens não consideram a posse um

4 benefício, mas quem nasceu nos anos 1960 sabe que

S ter um imóvel para chamar de seu era o objetivo de

6 uma vida - que nossa amiga só atingiu aos 50 anos.

7 Foi isso, o espanto quando ela um dia nos chamou em

8 Sua CaSa para anunciar que iria morar com o homem

9 que havia conhecido no Tinder. Colocaria seu

10 apartamento à venda.

11 Foi um rebuliço. Tá louca? Você não pode vender

12 o único lugar que tem para voltar! Bom, aí começou

13 uma conversa difícil sobre a nossa falta de otimismo

14 em seu namoro. Estávamos apenas sendo

15 previdentes, mas ela se defendeu: tudo ia muito bem

16 com o casal, não eram crianças, já haviam passado

17 por Casamentos anteriores e ela não seria tola de dar

18 Um passo desses se não estivesse absolutamente

19 confiante.

20 Deveríamos ter dado os parabéns e saído de

21 fininho, envergonhadas pelo nosso ceticismo, mas

22 Continuamos bem sentadas onde estávamos e

23 insistimos para ela não vender, e sim alugar o

24 apartamento, e que fosse cuidadosa com o contrato,

25 deveria incluir uma cláusula que facilitasse sua

26 recuperação em caso de emergência. Emergência

27 que neo haverá', disse ela. Era comovente.

28 Resultado: não houve, mesmo, necessidade

29 nenhuma de voltar para o seu apartamento. Ela e o

30 marido continuam tão apaixonados como estavam 13

31 anos atrás, quando iniciaram um romance de dar

32 inveja em amigas agourentas. O casamento segue

33 firme e forte, e eles trabalham duro, mesmo já em

34 idade de se aposentar, o que seria motivo para ela

35 querer torcer nosso pescoço, pois se tivesse vendido

36 o apartamento naquela época, teria capital para

37 investir em um negócio próprio e talvez estivesse

38 vivendo hoje com mais folga no orçamento

39 No entanto, ela alugou o apartamento, como

40 sugerimos. Somos cinco melhores amigas, e nossas

41 vozes, juntas, fazem diferença na vida uma da outra.

42 Pois bem: depois de muitos anos sendo ocupado por

43 locatários diversos, o apartamento acaba de voltar às

44 suas mãos. Não, nossa amiga não se separou quem

45 separou foi sua filha mais nova, que lá instalou suas

46 roupas e os planos incertos para o futuro.

47 O apartamento continua pequeno, e agora quem

48 o visita são as amigas da jovem inquilina, todas na

49 faixa dos 30, que defendem, com razão, que é preciso

50 desapegar de bens materiais, que desta vida nada se

51 leva, que ninguém pode adivinhar o dia de amanhã,

52 que investir em experiências é mais enriquecedor do

53 que se matar trabalhando para ser dono de um imóvel,

54 e eu tenho muita simpatia por essa linha de

55 pensamento, talvez pensasse assim se pertencesse à

56 Geração Z e tivesse nascido em 1997.

57 Porém, nós, Baby Boomers da pré-história,

58 preferimos os Finais felizes

Autora: Martha Medeiros - GZH (adaptado)

No que se refere à classificação sintática e gramatical de termos da oração, em O apartamento continua pequeno (l. 47), a palavra pequeno é:

 

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