Foram encontradas 1.493 questões.
Joelma tem uma impressora profissional em casa
e precisa trocar os cartuchos de tinta preto e o
cartucho colorido. O cartucho preto precisa de
troca a cada 25 dias, e o cartucho colorido, a cada
65 dias. Se ambos os cartuchos foram trocados
hoje, em quantos dias elas voltarão a ser trocadas
no mesmo dia?
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A concordância nominal está devidamente
estabelecida em:
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Dentre as sentenças a seguir, aquela cuja
regência verbal dispensa a preposição é:
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Não se emprega o hífen apenas em:
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A alternativa em que todas as palavras são
proparoxítonas é:
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Quanto à classe gramatical das palavras em
destaque nas sentenças.
I. Dirigi-me devagar ao hospital.
II. Curiosamente, o casal desapareceu durante a trilha.
III. Após cinco meses de tratamento, foi curada da doença.
IV. Isso até que é um bom hábito.
é correto afirmar que:
I. Dirigi-me devagar ao hospital.
II. Curiosamente, o casal desapareceu durante a trilha.
III. Após cinco meses de tratamento, foi curada da doença.
IV. Isso até que é um bom hábito.
é correto afirmar que:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois
anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma
voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do
jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não
pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade —
insisti. — Não sei quem é você. Talvez você
esteja à procura de outra pessoa com o meu
nome.
— José Carlos, preciso que você desça
até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que
você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A
mulher parecia desesperada. Tive medo de
descer, embora nada tivesse na consciência que
pudesse ser tido como culpa em relação a alguma
mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou
desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está
procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça
uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem
saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um
companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que
coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns
minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando
ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao
telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me
telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua
deserta e procurei-a em todas as direções.
Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se
passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.
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Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois
anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma
voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do
jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não
pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade —
insisti. — Não sei quem é você. Talvez você
esteja à procura de outra pessoa com o meu
nome.
— José Carlos, preciso que você desça
até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que
você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A
mulher parecia desesperada. Tive medo de
descer, embora nada tivesse na consciência que
pudesse ser tido como culpa em relação a alguma
mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou
desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está
procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça
uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem
saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um
companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que
coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns
minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando
ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao
telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me
telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua
deserta e procurei-a em todas as direções.
Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se
passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.
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Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois
anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma
voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do
jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não
pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade —
insisti. — Não sei quem é você. Talvez você
esteja à procura de outra pessoa com o meu
nome.
— José Carlos, preciso que você desça
até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que
você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A
mulher parecia desesperada. Tive medo de
descer, embora nada tivesse na consciência que
pudesse ser tido como culpa em relação a alguma
mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou
desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está
procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça
uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem
saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um
companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que
coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns
minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando
ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao
telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me
telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua
deserta e procurei-a em todas as direções.
Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se
passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.
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Telefonema
Na redação do Diário de Notícias, há dois
anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma
voz de mulher que julguei reconhecer.
— José Carlos?
— Ele mesmo. Você está boa?
— Mais ou menos. Estou aqui na portaria do
jornal. Será que você podia descer um instante?
Nesse momento, percebi que a voz não
pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
— Quem está falando?
— Ora, você sabe.
— Palavra de honra que não sei.
— Ora, José Carlos.
Quem seria? A voz indicava aflição.
— Ouça, eu estou falando a verdade —
insisti. — Não sei quem é você. Talvez você
esteja à procura de outra pessoa com o meu
nome.
— José Carlos, preciso que você desça
até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que
você me dê a sua chave para eu ir para lá.
A coisa já estava ficando penosa. A
mulher parecia desesperada. Tive medo de
descer, embora nada tivesse na consciência que
pudesse ser tido como culpa em relação a alguma
mulher.
— Minha senhora — falei — eu vou
desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está
procurando.
— Por favor, José Carlos, não me faça
uma coisa dessas…
Desliguei. Fiquei alguns minutos sem
saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um
companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que
coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns
minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando
ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao
telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
— Cadê aquela mulher que me
telefonou? — perguntei.
— Ela saiu daqui correndo e chorando.
Por minha vez, saí correndo para a rua
deserta e procurei-a em todas as direções.
Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se
passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a
fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em
. <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.
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