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Joelma tem uma impressora profissional em casa e precisa trocar os cartuchos de tinta preto e o cartucho colorido. O cartucho preto precisa de troca a cada 25 dias, e o cartucho colorido, a cada 65 dias. Se ambos os cartuchos foram trocados hoje, em quantos dias elas voltarão a ser trocadas no mesmo dia?
 

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3925183 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
A concordância nominal está devidamente estabelecida em:
 

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3925182 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Dentre as sentenças a seguir, aquela cuja regência verbal dispensa a preposição é:
 

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3925181 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Não se emprega o hífen apenas em:
 

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3925180 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
A alternativa em que todas as palavras são proparoxítonas é:
 

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3925179 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Quanto à classe gramatical das palavras em destaque nas sentenças.

I. Dirigi-me devagar ao hospital.
II. Curiosamente, o casal desapareceu durante a trilha.
III. Após cinco meses de tratamento, foi curada da doença.
IV. Isso até que é um bom hábito.

é correto afirmar que:
 

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3925178 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
    — José Carlos?
    — Ele mesmo. Você está boa?
    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
    — Quem está falando?
    — Ora, você sabe.
    — Palavra de honra que não sei.
    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.
    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
    — Ela saiu daqui correndo e chorando.
    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Considere as classificações de “simples”, “composto”, “comum” e “próprio” para os substantivos I. “voz” e II. “aflição”, que ocorrem no texto. Conforme essas categorias, a classificação correta dos substantivos dados é:
 

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3925177 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
    — José Carlos?
    — Ele mesmo. Você está boa?
    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
    — Quem está falando?
    — Ora, você sabe.
    — Palavra de honra que não sei.
    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.
    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
    — Ela saiu daqui correndo e chorando.
    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Em “— Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…”, a próclise se justifica:
 

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3925176 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
    — José Carlos?
    — Ele mesmo. Você está boa?
    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
    — Quem está falando?
    — Ora, você sabe.
    — Palavra de honra que não sei.
    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.
    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
    — Ela saiu daqui correndo e chorando.
    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
O trecho a seguir cuja palavra em destaque é um pronome demonstrativo é:
 

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3925175 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Leia o texto a seguir para responder à questão.
Telefonema


    Na redação do Diário de Notícias, há dois anos, fui chamado ao telefone às 23 horas. Uma voz de mulher que julguei reconhecer.
    — José Carlos?
    — Ele mesmo. Você está boa?
    — Mais ou menos. Estou aqui na portaria do jornal. Será que você podia descer um instante?
    Nesse momento, percebi que a voz não pertencia a quem eu pensava, e perguntei:
    — Quem está falando?
    — Ora, você sabe.
    — Palavra de honra que não sei.
    — Ora, José Carlos.

    Quem seria? A voz indicava aflição.
    — Ouça, eu estou falando a verdade — insisti. — Não sei quem é você. Talvez você esteja à procura de outra pessoa com o meu nome.
    — José Carlos, preciso que você desça até aqui. Eu não pude entrar em casa e quero que você me dê a sua chave para eu ir para lá.
    A coisa já estava ficando penosa. A mulher parecia desesperada. Tive medo de descer, embora nada tivesse na consciência que pudesse ser tido como culpa em relação a alguma mulher.
    — Minha senhora — falei — eu vou desligar. Eu não sou a pessoa que a senhora está procurando.
    — Por favor, José Carlos, não me faça uma coisa dessas…
    Desliguei. Fiquei alguns minutos sem saber o que fazer. Descrevi o telefonema a um companheiro e pedi que me aconselhasse. “Que coisa estranha!”, disse ele apenas. Mais alguns minutos de hesitação e resolvi descer. Chegando ao térreo, encontrei apenas o porteiro, junto ao telefone pelo qual ela se comunicara comigo.
    — Cadê aquela mulher que me telefonou? — perguntei.
    — Ela saiu daqui correndo e chorando.
    Por minha vez, saí correndo para a rua deserta e procurei-a em todas as direções. Inutilmente. E até hoje não compreendi o que se passou naquela noite.
OLIVEIRA, J. C. Telefonema. In: Caderno B, coluna “O homem e a fábula”, Jornal do Brasil, 1963. Disponível em <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/19277/telefonema>.

    
Em relação aos verbos “correr” e “chorar”, em “Ela saiu daqui correndo e chorando”, é correto afirmar:
 

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