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Leia um discurso de Oswaldo Aranha.
A Revolução de Outubro articulou-se conosco, venceu com o nosso sangue, revigorou-se com o nosso idealismo, armou-se com a força dos nossos estados, mas ela nem nasceu da Aliança Liberal, nem do heroísmo de Copacabana, nem da audácia dos cruzadores do nosso sertão. Ela não é militar, nem civil: é ela mesma. Não tem dono, nem senhores, nem chefes. [...] Suas origens são longínquas e obscuras, vêm do passado que violou as leis econômicas e as sociais, e os seus destinos perdem- -se num futuro, cujo mistério ultrapassa o estado atual dos nossos conhecimentos.
[Apud Vavy Pacheco Borges. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Oswaldo Aranha trata
A Revolução de Outubro articulou-se conosco, venceu com o nosso sangue, revigorou-se com o nosso idealismo, armou-se com a força dos nossos estados, mas ela nem nasceu da Aliança Liberal, nem do heroísmo de Copacabana, nem da audácia dos cruzadores do nosso sertão. Ela não é militar, nem civil: é ela mesma. Não tem dono, nem senhores, nem chefes. [...] Suas origens são longínquas e obscuras, vêm do passado que violou as leis econômicas e as sociais, e os seus destinos perdem- -se num futuro, cujo mistério ultrapassa o estado atual dos nossos conhecimentos.
[Apud Vavy Pacheco Borges. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Oswaldo Aranha trata
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A transição democrática iniciara com o reconhecimento
da legitimidade do conflito. Com o transcurso da transição, a política teria passado a ser percebida como
experiência eminentemente conflituosa, aberta, avessa
a determinismos, sem espaço para sujeitos oniscientes
ou verdades inelutáveis. Seria agora extemporâneo cogitar eliminar o conflito em nome de metas supostamente
consensuais como estabilidade econômica ou reforma do
Estado. [...] O governo Fernando Collor de Mello viria pôr
à prova esse entendimento.
[Tarcísio Costa, Os anos noventa: o ocaso da política e a sacralização do mercado. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação.]
O governo Collor, segundo o autor do artigo,
[Tarcísio Costa, Os anos noventa: o ocaso da política e a sacralização do mercado. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação.]
O governo Collor, segundo o autor do artigo,
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A historiografia brasileira tradicional, pautada na concepção positivista, que privilegiou a ação dos “heróis nacionais”, em detrimento de outros sujeitos históricos, teve
respaldo na política de preservação patrimonial em nosso
país. Elegemos, no decorrer da História, os bens culturais
representativos dos segmentos dominantes, sobretudo os
ligados ao elemento de origem europeia, e relegamos ao
esquecimento a contribuição de outros segmentos étnicos
na formação da cultura brasileira.
[Ricardo Oriá. Memória e ensino de história. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que
[Ricardo Oriá. Memória e ensino de história. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
Segundo o fragmento citado, é correto afirmar que
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Poucos historiadores hoje vivos são tão originais e poucos
escrevem tão bem quanto ele e ainda menos compartilham de sua notável amplitude de interesses. Seu primeiro
livro, Os andarilhos do bem: feitiçaria e cultos agrários nos
séculos XVI e XVII (1966), publicado quando tinha 27 anos
de idade, já foi um trabalho extremamente polêmico e inovador. Foi, no entanto, O queijo e os vermes: o cotidiano e as ideias de um moleiro perseguido pela Inquisição
(1976), o estudo da cosmologia de um moleiro do século
XVI (também interrogado pela inquisição sob a acusação
de heresia), que tornou esse historiador internacionalmente famoso.
Foi a partir dessa obra que, a despeito de seu horror por etiquetas, ele ficou conhecido como um dos líderes da chamada “micro-história”.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas. Adaptado)
O excerto faz referência ao historiador
Foi a partir dessa obra que, a despeito de seu horror por etiquetas, ele ficou conhecido como um dos líderes da chamada “micro-história”.
(Maria Lúcia Garcia Pallares-Burke. As muitas faces da história. Nove entrevistas. Adaptado)
O excerto faz referência ao historiador
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Ao utilizar-se do filme no processo de ensino, ainda acredito que todo o esforço do professor de humanidades
deve ser no sentido de mostrar à maneira do conhecimento histórico – o filme também é produzido, também
ele irradia um processo de pluralização de sentidos ou de
verdades – e, da mesma forma que na História, o filme é
uma construção imaginativa que necessita ser pensada e
trabalhada interminavelmente.
[Elias Thomé Saliba. Experiências e representações sociais: reflexões sobre o uso e o consumo das imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
A partir do excerto, é correto afirmar que o professor em sala de aula deve considerar que
[Elias Thomé Saliba. Experiências e representações sociais: reflexões sobre o uso e o consumo das imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
A partir do excerto, é correto afirmar que o professor em sala de aula deve considerar que
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O marco inaugural nas análises da cultura brasileira seria
Casa Grande & Senzala, estampada em 1933. Fecho de
um período do pensamento brasileiro, e início de outro, é
[...] obra híbrida de tradição e inovação, em muitos pontos nostálgica de um Brasil que chegava ao fim – o de antes de 1930, visto por Gilberto Freyre de forma análoga à
douceur de vivre que coloriu certas análises saudosistas
do Antigo Regime francês.
[Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia sobre o Brasil colonial. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Nas suas obras, Gilberto Freyre
[Laura de Mello e Souza, Aspectos da historiografia sobre o Brasil colonial. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Nas suas obras, Gilberto Freyre
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[Em 1933], o presidente argentino Juan B. Justo visitou o
Brasil e, na ocasião, Vargas deu enorme destaque à amizade argentino-brasileira, “tradição arraigada na alma dos
dois povos”. [...] Salientou a identidade de interesses entre
os dois países e as “possibilidades de intercâmbio econômico, cultural e de mútua assistência para assegurar a
tranquilidade interna e a paz exterior”.
[Maria Helena Capelato, O “gigante brasileiro” na América Latina: ser ou não ser latino-americano. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação]
Segundo o artigo de Maria Helena Capelato, a aproximação latino-americana pode ser explicada
[Maria Helena Capelato, O “gigante brasileiro” na América Latina: ser ou não ser latino-americano. Em Carlos Guilherme Mota (org). A experiência brasileira. A grande transação]
Segundo o artigo de Maria Helena Capelato, a aproximação latino-americana pode ser explicada
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A lista de conteúdos, sua distribuição pelas séries da escola secundária, as orientações para o trabalho pedagógico elaboradas pelas instituições educacionais durante
o período Vargas e expressas nas Orientações Metodológicas (parte importante dos Programas) traduziam a preocupação oficial e as discussões que perpassavam os
meios intelectuais brasileiros. Mais do que isso, eram um
instrumento ideológico para a valorização de um corpus
de ideias, crenças e valores centrados na unidade de um
Brasil, num processo de uniformização no qual o sentimento de identidade nacional permitisse o ocultamento da
divisão social e a direção das massas pelas elites.
[Katia Abud. Currículos de História e Políticas públicas: os programas de História do Brasil na escola secundária. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
O excerto sugere que, no período Vargas,
[Katia Abud. Currículos de História e Políticas públicas: os programas de História do Brasil na escola secundária. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
O excerto sugere que, no período Vargas,
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Assim, o papel do livro didático na vida escolar pode ser
o de instrumento de reprodução de ideologias e do saber
oficial imposto por determinados setores do poder e pelo
Estado. É necessário enfatizar que o livro didático possui
vários sujeitos em seu processo de elaboração e passa
pela intervenção de professores e alunos que realizam
práticas diferentes de leitura e de trabalho escolar.
[Circe Bittencourt. Livro didático entre textos e imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
O excerto sugere que o livro didático para o ensino de História deve
[Circe Bittencourt. Livro didático entre textos e imagens. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
O excerto sugere que o livro didático para o ensino de História deve
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A libertação das colônias portuguesas tem características que lembram a Indochina e a Argélia, pelo menos
no que se refere ao projeto independentista, à reação da
metrópole e ao início da guerra. Tanto em Angola como
na Argélia, a guerra eclode repentinamente, com uma série de ataques simultâneos a postos militares; no caso
angolano, postos de Luanda, em 4 de fevereiro de 1961.
(Marc Ferro. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)
Também caracteriza o processo de libertação colonial de Angola
(Marc Ferro. História das colonizações – Das conquistas às independências – século XIII a XX)
Também caracteriza o processo de libertação colonial de Angola
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