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Dessa maneira não basta apresentar os objetos em uma
sequência que só faz sentido para o pesquisador das
áreas de História, Arqueologia e Etnologia, pois, neste
momento – que já não é mais o da preocupação da pesquisa básica dessas áreas –, os objetos devem estar reunidos para produzirem um discurso museográfico inteligível para os leigos, através dos documentos materiais ali
apresentados.
[Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos. Por que visitar museus. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o fragmento em questão, é correto afirmar que a visita aos museus é
[Adriana Mortara Almeida e Camilo de Mello Vasconcellos. Por que visitar museus. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o fragmento em questão, é correto afirmar que a visita aos museus é
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Embora os historiadores estejam naturalmente cientes de
que os índices de mudança variam nas diferentes camadas ou setores da sociedade, o hábito e a conveniência
mandam, em geral, que a forma de uma obra implique ou
obedeça a um monismo cronológico. Vale dizer, seus materiais são tratados como se compartilhassem um ponto de
partida comum e um mesmo ponto de chegada, abarcados
por um único espaço de tempo. Neste estudo, não há tal
meio temporal, uniforme: pois os tempos dos absolutismos
mais importantes da Europa – oriental e ocidental – foram,
precisamente, caracterizados por uma enorme diversidade, constitutiva ela mesma de sua natureza respectiva,
enquanto sistemas estatais.
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista)
Como argumento para a tese apresentada, Perry Anderson mostra que
(Perry Anderson. Linhagens do Estado absolutista)
Como argumento para a tese apresentada, Perry Anderson mostra que
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Em Portugal, gradativamente, foi surgindo uma legislação
que tinha como referência os indígenas. Já o Regimento de Tomé de Souza, outorgado por D. João III (1548),
fazia referência ao tratamento amistoso que se deveria
dar aos índios. Mas esse documento também permitia as
“guerras justas” [...]
[Sílvio Coelho dos Santos, Os direitos dos indígenas no Brasil. Em Aracy Lopes da Silva & Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola. Novos subsídios para professores de 1.º e 2.º graus.]
Segundo o autor do artigo, as “guerras justas”
[Sílvio Coelho dos Santos, Os direitos dos indígenas no Brasil. Em Aracy Lopes da Silva & Luís Donisete Benzi Grupioni (org.). A temática indígena na escola. Novos subsídios para professores de 1.º e 2.º graus.]
Segundo o autor do artigo, as “guerras justas”
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As mudanças têm sido importantes para fazer com que os
alunos passem da análise, observação e descrição do documento para uma fase em que este sirva para introduzi-lo
no método histórico. Outro aspecto a destacar é que tais
mudanças podem levar à superação da compreensão do
documento como prova do real, para entendê-lo como documento figurado, como ponto de partida do fazer histórico
na sala de aula. Isso pode ajudar o aluno a desenvolver o
espirito crítico, reduzir a intervenção do professor, e diminuir
a distância entre a história que se ensina e a história que se
escreve.
[Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de História e o cotidiano da sala de aula. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o excerto em destaque, é correto afirmar que
[Maria Auxiliadora Schmidt. A formação do professor de História e o cotidiano da sala de aula. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
De acordo com o excerto em destaque, é correto afirmar que
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Podemos dizer que todos esses documentos são obras
humanas, não sendo possível, segundo Bakhtin, lê-los ou
compreendê-los como simples objetos ou coisas que exemplificam contextos. Nos documentos existem sujeitos que
falam e que constroem sentidos específicos para a realidade retratada, através de estilos comuns às suas épocas, de
formas, de contornos e de materialidades que são, simultaneamente, originais.
[Antonia Terra. História e dialogismo. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
A partir do excerto e do artigo, é correto afirmar que
[Antonia Terra. História e dialogismo. Em Circe Bittencourt (org). O saber histórico na sala de aula]
A partir do excerto e do artigo, é correto afirmar que
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Se, nas Minas Gerais, imperavam, desde longa data, “as
tumultuosas ambições, desordens, prepotências e tiranias”,
é possível afirmar que muitos dos inconfidentes, coparticipantes e gestores das estruturas de poder implantadas,
não seriam completamente infensos a estes comportamentos e, portanto, também acumulavam e alimentavam seus
próprios quinhões de ambição e prepotência. Não foram,
nesse sentido, “generosos paladinos”, preocupados apenas
com o interesse público ou, por outro lado, “feios, loucos e
espantados”. Foram homens que existiram cotidiana e concretamente e, nessa dimensão deixaram alguns registros
documentais que informam sobre aspectos substantivos de
sua existência, os quais foram relativamente pouco explorados pela historiografia.
[João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História]
De acordo com o excerto, é correto afirmar que a Inconfidência Mineira
[João Pinto Furtado. Imaginando a nação: o ensino da história da Inconfidência Mineira na perspectiva da crítica historiográfica. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História]
De acordo com o excerto, é correto afirmar que a Inconfidência Mineira
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Concordo com o argumento de que traços totalitários são
identificáveis nos discursos e práticas de Vargas, mas
não se pode dizer que tenha havido, no período, “efetivação histórica do conceito em plano macro-institucional e
societário”, como diz Roberto Romano.
[Maria Helena Rolim Capelato, Estado Novo: novas histórias. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Entre outros argumentos para não definir o Estado Novo como uma ordem totalitária, a historiadora aponta que
[Maria Helena Rolim Capelato, Estado Novo: novas histórias. Em Marcos Cezar de Freitas (org.). Historiografia brasileira em perspectiva]
Entre outros argumentos para não definir o Estado Novo como uma ordem totalitária, a historiadora aponta que
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A Igreja foi a indispensável ponte entre duas épocas,
numa passagem “catastrófica” e não cumulativa entre
dois modos de produção [...]. Significativamente, foi o
mentor oficial da primeira tentativa sistemática de fazer
“renascer” o Império no Ocidente – a monarquia carolíngia. Com o Estado Carolíngio começa a história do feudalismo propriamente dito. Este esforço maciço ideológico
e administrativo de “recriar” o sistema imperial do velho
Mundo Antigo, na verdade, por uma inversão característica, incluía e ocultava o involuntário assentamento das
fundações do novo. Na era carolíngia foram dados os
passos decisivos para a formação do feudalismo.
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo)
Entre esses “passos decisivos”, é correto apontar
(Perry Anderson. Passagens da Antiguidade ao Feudalismo)
Entre esses “passos decisivos”, é correto apontar
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Assim, alicerçaram-se nesse ambiente duas formulações
assaz arraigadas no imaginário brasileiro contemporâneo
sobre o passado do país. Primeiramente, o mito de que o
português é um povo “burro”, de onde derivam as milhares
de piadas e anedotas, nas quais sempre aparece um luso
estúpido, de raciocínio pífio e ilógico, que tem comportamento desviante e que chega sempre a conclusões estapafúrdias e burlescas. A segunda formulação sintetiza-se no
tradicional bordão repetido pelo senso comum: “se o Brasil
tivesse sido colonizado pelos ingleses...”, com variações
que substituem os ingleses por holandeses e por franceses.
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História]
De acordo com o excerto, é correto afirmar que
[Eduardo França Paiva. De português a mestiço: o imaginário brasileiro sobre a colonização e sobre o Brasil. Em Lana Mara de Castro Siman e Thais Nívia de Lima e Fonseca (org). Inaugurando a História e construindo a nação. Discursos e imagens no ensino de História]
De acordo com o excerto, é correto afirmar que
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A indústria algodoeira foi assim lançada, como um planador, pelo empuxo do comércio colonial ao qual estava
ligada; um comércio que prometia uma expansão não
apenas grande, mais rápida e sobretudo imprevisível,
que encorajou o empresário a adotar as técnicas revolucionárias necessárias para lhe fazer face. Entre 1750
e 1769, a exportação britânica de tecidos aumentou de
dez vezes.
[...]
Mas a indústria do algodão tinha outras vantagens. Toda a sua matéria-prima vinha do exterior, e seu suprimento podia portanto ser expandido pelos drásticos métodos que se ofereciam aos brancos nas colônias – a escravidão e a abertura de novas áreas de cultivo – em vez dos métodos mais lentos da agricultura europeia; nem era tampouco atrapalhada pelos interesses agrários estabelecidos da Europa.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848)
O excerto permite afirmar que
[...]
Mas a indústria do algodão tinha outras vantagens. Toda a sua matéria-prima vinha do exterior, e seu suprimento podia portanto ser expandido pelos drásticos métodos que se ofereciam aos brancos nas colônias – a escravidão e a abertura de novas áreas de cultivo – em vez dos métodos mais lentos da agricultura europeia; nem era tampouco atrapalhada pelos interesses agrários estabelecidos da Europa.
(Eric Hobsbawm, A era das revoluções – 1789-1848)
O excerto permite afirmar que
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