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Foram encontradas 1.103 questões.

701980 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Um funcionário de uma escola recebeu 180 informativos para distribuir aos alunos. Desse total, 2/3 foram distribuídos no período da manhã, e dos informativos restantes, 4/5 foram distribuídos no período da tarde. Em relação ao número inicial dos informativos recebidos pelo funcionário, aqueles que não foram distribuídos representam
 

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701979 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Para uma atividade recreativa foram utilizados 2 rolos de barbante, um deles na cor azul, com 21 m de comprimento, e o outro na cor amarela, com 27 m de comprimento. Todo esse barbante deverá ser cortado em pedaços iguais e de maior comprimento possível, não devendo ocorrer sobras. A diferença entre o número de pedaços de barbante amarelo e o número de pedaços de barbante azul é
 

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701978 Ano: 2019
Disciplina: Estatística
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Um departamento de uma empresa tem oito funcionários. A lista a seguir indica o número de salários mínimos que cada um desses empregados recebe mensalmente:

1,5; 1,5; 1,5; 2,0; 2,5; 4,0; 4,0; 7,0

Um novo empregado será contratado para esse departamento. Para que a média salarial do grupo aumente em 10%, o número de salários mínimos desse novo empregado deverá ser igual a

 

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701977 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Sejam A e B duas matrizes quadradas quaisquer, de mesma ordem, e α um número real qualquer. Nessas condições, é correto afirmar que
 

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701976 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Um pedaço de cartolina retangular, com área de superfície medindo 60 centímetros quadrados e um dos lados medindo 7 centímetros a mais que o outro, tem perímetro, em centímetros, igual a
 

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701975 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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Jair precisa limpar 42 peças que estão em uma caixa. Após limpar 3/7 dessas peças, o número de peças que Jair ainda precisa limpar é
 

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Leia o texto para responder à questão.

Só 19% das redes de estados e

municípios investem o adequado em educação

Cerca de oito em cada dez redes de educação pública de estados e municípios não têm financiamento suficiente para ofertar uma educação de qualidade, de acordo com levantamento feito por pesquisadores do Simulador de Custos para Planejamento de Sistemas Públicos de Educação Básica em Condições de Qualidade (SimCaq). São escolas que ofertam desde o ensino infantil ao ensino médio.

Os pesquisadores baseiam-se no chamado Custo Aluno Qualidade (Caq) e consideram que, para ofertar uma educação de qualidade, as escolas precisam, por exemplo, oferecer formação continuada aos professores, ter internet, banheiros, quadra de esportes, laboratórios e biblioteca. Precisam ainda ter dinheiro para pagar despesas com conta de luz e água, entre outras.

De acordo com os dados da plataforma, apenas 19% das redes de ensino públicas, estaduais e municipais investem o considerado adequado. “Estamos falando de um país cuja média de gasto é inferior ao que deveria ser o mínimo. Isso é preocupante”, diz o professor da Universidade de São Paulo de Ribeirão Preto, especialista em financiamento da educação, José Marcelino de Rezende, que integra o Conselho Consultivo do Simcaq.

Pelas contas, o investimento em educação básica deveria, em média, aumentar em todas as etapas de ensino. A maior diferença entre o que é gasto e o mínimo considerado adequado para uma educação de qualidade está nas creches de período integral em áreas rurais.

O Caq é um instrumento previsto em lei, no Plano Nacional de Educação (PNE). Esse mecanismo, no entanto, nunca chegou a ser oficializado nem nunca chegou a existir, na prática. De acordo com o PNE, até 2016, deveria ter sido definido o Caq inicial (Caqi), que é o valor calculado com base nos insumos indispensáveis ao processo de ensino e aprendizagem. Após definido, esse valor deveria ser progressivamente reajustado até a implementação plena do Caq. “Ter mais recurso na educação interfere nas condições de vida. Têm-se professores que recebem melhor, escolas mais bem equipadas, melhoras na merenda”, diz o coordenador geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara. A entidade, que reúne centenas de organizações de educação, é responsável pelo desenvolvimento do Caq.

Cara ressalta, no entanto, que o aumento de recursos não gera resultados a curto prazo, mas que isso não pode impedir o aumento do financiamento. “Educação é maratona, não é corrida de 100 metros”, defende.

(https://educacao.uol.com.br. Adaptado)

Sem prejuízo ao sentido original, o título do texto – Só 19% das redes de estados e municípios investem o adequado em educação – está corretamente reescrito em:
 

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701973 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP

Leia o texto para responder à questão.

Com “O Homem que Matou Dom Quixote”, Terry Gilliam segue fiel a seu cinema

O HOMEM QUE MATOU DOM QUIXOTE

(THE MAN WHO KILLED DON QUIXOTE)

Classificação 12 anos

Elenco Jonathan Price, Adam Driver, Joana Ribeiro

Produção Bélgica, 2018

Direção Terry Gilliam

Lutar contra moinhos de vento acreditando que combate gigantes é a ação mais conhecida de Dom Quixote. Assim como o personagem do romance de Cervantes, os filmes de Terry Gilliam se encontram no limiar entre o que os olhos veem e o que a imaginação enxerga.

“O Homem que Matou Dom Quixote” dá um fecho à epopeia do cineasta, iniciada 30 anos atrás, quando ele começou o projeto de uma livre adaptação do clássico espanhol.

A produção naufragou após uma sucessão quase irreal de problemas – registrada no documentário “Perdido em La Mancha” (2002) – que fizeram Gilliam abandonar o sonho.

O longa finalmente concluído sobrepõe um tanto de ficção inspirada nas peripécias do romance a outro tanto de documentário, em seu modo de crônica aloprada do que é fazer cinema. Gilliam se projeta no personagem de Toby (Adam Driver), cineasta com síndrome de grandeza que retorna à Espanha para dirigir um filme publicitário.

Entediado com o trabalho de encomenda, ele parte em busca do passado, quando filmou na mesma região uma adaptação barata do “Dom Quixote”.

O motivo do cineasta em crise remete ao “Oito e Meio” de Fellini, mas Gilliam, ainda bem, nem tenta se equiparar ao mestre. Toby logo assume o lugar de Sancho, o pançudo companheiro que faz o papel de testemunha e contrapõe alguma lucidez aos delírios do Quixote.

Este reencarna na figura de um sapateiro, tipo comum escolhido por Toby para protagonizar seu filme juvenil, mas que um dia entrou e não saiu do personagem. Jonathan Price, formidável, se encarrega de transformar o zé ninguém em paradigma dos que preferem viver no mundo da lua.

A partir desse material, Gilliam embaralha situações realistas, memórias e sonhos para afirmar a contiguidade entre criação artística e imaginação, a mesma ponte que o levou a projetar seu espírito delirante nas figuras do Barão de Munchausen, dos Irmãos Grimm e do jornalista gonzo Hunter S. Thompson.

O reflexo dessa autoimagem do artista como variação do louco aparece, contudo, menos no personagem do criador em crise que na do próprio Quixote, cujos devaneios ultrapassam qualquer realidade. “Santo ou insano?” é uma pergunta que Toby faz ao Quixote mais de uma vez.

O espírito picaresco e farsesco da obra de Cervantes acompanha cada peripécia da dupla e ajuda o filme a não ser uma adaptação para iniciados. A narrativa em forma de episódios ajusta-se bem à atenção flutuante do público atual e apenas a duração da apoteótica sequência de uma festa à fantasia vai além da conta.

Apesar de quase ter sido morto por Dom Quixote, Gilliam prossegue fiel a seu cinema como arte do desastre.

(Cássio Starling Carlos, Ilustrada. https://www1.folha.uol.com.br.

06.06.2019. Adaptado)

O texto de Cássio Starling Carlos é uma resenha. Conforme se pode confirmar pelo arranjo das informações textuais e pelo posicionamento do sujeito do discurso, esse gênero organiza-se com
 

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701972 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
Marcos Bagno (2007) faz a seguinte comparação: “Uma receita de bolo não é um bolo, o molde de um vestido não é um vestido, um mapa-múndi não é o mundo...” Uma sequência coerente com esse pensamento, no que diz respeito ao ensino de língua materna, é:
 

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701971 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: Pref. Cerquilho-SP
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0A arte maior
Dificilmente alguém não gosta de cinema, de música ou de assistir a um espetáculo. Gostam, mas muitos engolem facilmente tudo o que lhes despejam goela abaixo. Sendo assim, adianta ter este contato sem graça com a arte se não há entendimento do que se vê?
O que faz com que uma pessoa entenda o que está enxergando e saiba julgar a qualidade é, e sempre será, a leitura. O livro é o combustível que nos conduz às demais manifestações artísticas. O escritor e cineasta Woody Allen disse numa entrevista: “a leitura foi o começo da engrenagem que me levou a visitar exposições de arte, ir ao teatro e tudo mais”. Sem leitura, pode-se ir a museus e espetáculos, mas o ingresso sempre parecerá muito caro diante do nada que se receberá em troca, por falta de compreensão do que se está vendo.
Há quem defenda a ideia de que ler livros serve para muito pouco. Muitas pessoas acreditam que literatura é só diversão. É diversão também. Mas quando o livro é bem escrito e bem pensado, diversão vira educação.
Os livros nos dão consciência dos sentimentos, destroem preconceitos, dão vontade de viajar, até tornam as pessoas mais tolerantes com as diferenças. Para isso serve a literatura: para incentivar nossa própria evolução.
(Martha Medeiros. Non Stop - Crônicas do cotidiano.
Porto Alegre: L&PM, 2012. Adaptado)
Assinale a alternativa em que há palavras empregadas com sentido figurado.
 

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